Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
marciovaitsman@yahoo.com.br - marciovaitsman@gmail.com - http://twitter.com/SMSeg
PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

31 de março de 2010

CINTO DE SEGURANÇA – DDS.

Toda vez que você for fazer um trabalho em condições que possa ocorrer uma queda, use sempre o cinto de segurança.

O único cinto de segurança autorizado para uso nos trabalhos em altura é o cinto de segurança tipo pára-quedista.

Este tipo de cinto distribui o peso do corpo em queda livre por vários pontos, entre os quais as duas coxas e o peito, assim, minimizam possíveis lesões na coluna pelo impacto de tração no estiramento do talabarte (cabo com gancho que prende o cinto).

Esta garantia não existe caso a pessoa esteja usando um cinto de segurança do tipo abdominal. O cinto do tipo abdominal (que envolver a cintura) somente poderá ser usado como limitador de distância horizontal.

Antes de se iniciar um trabalho em alturas deverá ser estudada uma ou mais formas seguras para se prender o cinto de segurança. Se não houver uma opção melhor deverá ser esticado um cabo de aço de dimensões adequadas (mínimo “de 3/16”) para que se possa prender o cinto e permitir o deslocamento do usuário.

Desta forma, trabalhos executados em pipe-rack, telhados e assemelhados somente poderão ser feitos com a fixação prévia deste cabo de aço, da mesma forma, que deverá ser preparado um "piso seguro" feito com pranchões sobre a estrutura do pipe-rack ou telhado.

Sob nenhuma hipótese deverão ser usadas cordas de fibras naturais ou sintéticas para prender o cinto ou para o deslocamento em alturas.

Nos deslocamentos verticais sem proteção com guarda corpo, deverá ser usado cinto de segurança conectado a um dispositivo trava-quedas.

Durante a montagem e desmontagem de andaimes deverá ser usado o cinto de segurança.

Os trabalhos feitos sobre andaimes também deverão prever o uso do cinto de segurança.
"Portar o cinto de segurança é diferente de usar o cinto de segurança. Use o seu, prenda-o adequadamente e preserve sua vida numa queda."

O trabalho como concausa de acidente sofrido: decisão confirma, em essência, provimento ao empregado.

Ementa lembra que, por lei, a doença ocupacional desencadeada pelo empregador também se enquadra como acidente de trabalho Da decisão em 1ª Instância, as duas partes recorreram. O apelo da empregadora quis negar o acidente de trabalho e ressaltou o cumprimento das normas de medicina e segurança e o fornecimento e fiscalização do aparato protetivo.

O desembargador José Pitas observou primeiramente que o juízo de origem “fundamentou sua decisão na conclusão de seu perito de confiança, corroborada pelo depoimento da testemunha pelo Autor...”.

Embora admitindo a não obrigatoriedade de vinculação às conclusões periciais, o relator Pitas consignou que a sentença da Vara fez bem ao adotar o respectivo laudo, “categórico em afirmar que o trabalho foi uma concausa do acidente sofrido, sendo certo que nos termos do art. 21, I da Lei 8213/91 este fato em nada altera a responsabilidade da empresa...”.

Ao adentrar a questão indenizatória por danos morais, o voto houve por bem reduzir o valor arbitrado anteriormente e destacou que “o fato de (o empregado) estar afastado recebendo auxílio doença, e não auxílio doença acidentário, não altera esta decisão, uma vez que não está o Judiciário vinculado às decisões proferidas pelo INSS (...)”. A votação colegiada não obteve unanimidade.

 
 
Tribunal Regional do Trabalho 15ª Região Campinas.

CBO traz novas famílias profissionais : Classificação Brasileira de Ocupações é atualizada com modificações avaliadas ao longo do último ano.

A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) atualizada em janeiro traz revisões e convalidações realizadas em 2009. No total, há mais de 100 atualizações, que podem ser conferidas no site da classificação. As modificações e inclusões da CBO são elaboradas com a participação efetiva de representantes dos profissionais de cada área, em todo o país.

A atualização e modernização do documento ocorreram para acompanhar as mudanças econômicas, sociais e culturais pelas quais o Brasil passou nos últimos anos, que implicaram modificações estruturais no mercado de trabalho.

Entre as principais atualizações estão a inclusão de novas categorias de tecnólogos, com 87 títulos, e a inclusão dos profissionais da saúde da família, para atender a uma demanda do Ministério da Saúde.

As descrições das profissões são feitas pelo método Dacum - Developing a Curriculum, internacionalmente reconhecido. Aplicado de acordo com a premissa de que "quem melhor descreve o trabalho é quem executa", um facilitador e um relator dirigem um painel de descrição e um painel de validação junto a um grupo de profissionais que exerce a ocupação objeto da descrição para compor o documento.

A CBO é uma ferramenta utilizada de forma enumerativa e descritiva. Na primeira maneira, é essencial para registros administrativos como a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Já na função descritiva, pode ser utilizada pelo Sine na recolocação de trabalhadores no mercado de trabalho, por exemplo.

Além disso, é fundamental para estudos de taxa de mortalidade das ocupações, para o planejamento das conversões e requalificações ocupacionais, na elaboração de currículos, no planejamento da educação profissional. Ainda é utilizada pelo MTE e por outros ministérios, como o da Saúde e da Previdência Social, para a elaboração de políticas públicas.

CBO - A Classificação Brasileira de Ocupações é o documento normalizador do reconhecimento, da nomeação e da codificação dos títulos e conteúdos das ocupações do mercado brasileiro.

O documento contém as ocupações organizadas e descritas por famílias. Cada família constitui um conjunto de ocupações similares correspondentes a um domínio de trabalho mais amplo que aquele da ocupação.


Relação de famílias incluídas ou atualizadas:

Técnicos em Turismo - tecnólogo :Convalidação- 3548

Analistas de Sistemas Computacionais :Convalidação- 2124

Gerentes de Tecnologia da Informação :Convalidação- 1425

Químicos - tecnólogos de processos químicos :Convalidação- 2132

Engenheiros de Minas - tecnólogos :Convalidação- 2147

Gerentes Administrativos, Financeiros e de Riscos :Convalidação- 1421

Engenheiros de Produção, Qualidade, Segurança e afins tecnólogo :Convalidação- 2149

Engenheiros Químicos - tecnólogos em produção sucroalcooleira :Convalidação- 2145

Engenheiros Metalurgistas e de Materiais - tecnólogos :Convalidação- 2146

Artistas Visuais e Desenhistas Industriais - tecnólogos :Convalidação- 2624

Produtores Artísticos e culturais - tecnólogos :Convalidação- 2621

Agentes comunitários de saúde :Convalidação- 5151

Terapeutas ocupacionais e afins :Convalidação- 2239

Médico :Convalidação- 2231

Enfermeiros :Convalidação- 2235

Engenheiros Ambientais e afins :Inclusão- 2140

Engenheiros Civis e afins :Convalidação- 2142

Profissionais de Gestão e Segurança Privada e Pública :Convalidação- 2526

Engenheiros de Alimentos e afins :Inclusão- 2222

Chefe de Cozinha e Tecnólogo em Gastronomia :Inclusão- 2711

Professores de nível médio na educação infantil :Convalidação- 3311

Despachantes documentalistas :Convalidação- 4231

Agentes,assistentes e auxiliares administrativos(agente de microcrédito) :Convalidação- 4110

Profissionais polivalentes da confecção de roupas :Convalidação- 7630

Técnicos e auxiliares de enfermagem :Convalidação- 3222



Ministério do Trabalho e Emprego,

AIRBAG REDUZ LESÃO EM 59% - DDS.

Airbag reduz lesão em 59% em caso de acidentes, mas não abre em toda colisão, sensores instalados em diferentes pontos do carro só acionam as bolsas de ar referentes ao tipo de acidente. O ator Morgan Freeman sabe disso: no início deste mês, ele sofreu um grave acidente de carro nos EUA, foi salvo pelo cinto de segurança, mas sofreu lesões nos braços.

Sua Nissan Máxima 1997 era equipada com Airbag frontais, que não abriram na hora do capotamento, se o sistema tivesse funcionado, reduziria o risco de ferimento em 59%, segundo estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde).

A Nissan americana, por e-mail, não explica por que o Airbag não funcionou, só afirma que não seria apropriado comentar o assunto, pois não está envolvida nas investigações.

Segundo André Horta, analista de segurança do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária), o Airbag só é acionado quando o veículo está acima de 16 km/h e sensores, geralmente instalados na dianteira, detectam uma desaceleração violenta ou uma deformação do chassi por impacto.

A maioria dos Airbag, porém, não é acionada em qualquer batida, de acordo com a fabricante TRW

Automotive, só se o veículo capotar, por exemplo, os Airbag de cortina (que protegem a cabeça) serão acionados, no acidente de Freeman, nem os dianteiros se encheram de ar.

Para assessor técnico da Volvo, é possível que os sensores não tenham a mesma "leitura" da desaceleração, que, nos carros da marca sueca, precisa ser de 3G (três vezes a força da gravidade).

Assim, esses sensores não "avisariam" a unidade controladora do Airbag para liberar o gás que infla as bolsas em 30 milissegundos.

Em até 150 milissegundos, elas já estão murchas de novo - um piscar de olhos dura 100 milissegundos.

Nos Volvos, há um sensor de ocupante - percebe se há passageiro na frente para acionar ou não a bolsa- e outros nas colunas "B" e nas portas, para Airbag laterais e de cortina.

Outra hipótese para o acidente do ator é que o Airbag não estivesse funcionando, o carro que dirigia já tinha 11 anos, um a mais do que a vida útil das bolsas.

Nesse caso, devem ser trocadas, e não reparadas.

No Brasil, apenas 1 em cada 5 carros novos estão equipados com Airbag frontais.

Entre os "populares", a média cai para 5%.

"É preciso encomendar e esperar pelo carro nessa configuração", afirma o gerente de marketing da empresa.

"A pouca oferta de modelos com Airbag para pronta entrega inibe o consumo, mesmo para quem busca segurança."


Folha de S. Paulo.

30 de março de 2010

O furo no barco - Auto ajuda.


Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. 

 Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi. 

No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:

O senhor já me pagou pela pintura do barco! - disse ele.


Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco.


Ah! Mas foi um serviço tão pequeno... Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!


Meu caro amigo você não compreende. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu.


Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua "pequena" boa ação.


Não importa para quem, quando ou de que maneira: mas, ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os "vazamentos" que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.


Autor Desconhecido.

PERIGOS DO GÁS NITROGÊNIO - DDS

Nosso sucesso ao trabalhar com N2 tem muita relação com a forma como tratamos esse gás. Nós o consideramos não perigoso. Ele quase sempre está listado junto com outras utilidades, como ar e água. Isso cria um falso senso de segurança complacência. Não vamos nos iludir:

Nitrogênio é um elemento gasoso, não tóxico, sem odor, sem cor, sem sabor, e que constitui 78% em volume da nossa atmosfera (O ar que respiramos). Oxigênio constitui aproximadamente 21%. Quando a concentração de N2 é suficiente para reduzir o nível de Oxigênio abaixo de 19.5%, pode ocorrer rápida asfixia.

Enquanto alguns produtos químicos podem afetar as pessoas de forma mais ou menos intensa, dependendo da maior ou menor resistência e tolerância de cada um, o N2 é bem mais democrático. Ele afeta todos os indivíduos da mesma forma. Ele desloca o Oxigênio, tomando o seu lugar. Sem oxigênio não ha vida.

Descoberto em 1772, N2 não é detectado por nenhum dos sentidos humanos. Ele não é inflamável e tem aproximadamente o mesmo peso do ar.

Inalação de atmosfera rica em N2 pode causar tontura, sonolência, náusea, vomito, excesso de salivação, diminuição do estado de alerta, perda de consciência, e morte.

Nitrogênio gas é classificado como “asfixiante simples”. Isso significa que ele desloca o Oxigênio e cria uma atmosfera com baixas concentrações desse gás (<19.5%) sem efeitos fisiológicos significantes.

Limites de exposição não são determinados para asfixiantes simples, porque o fator limitante é a quantidade de Oxigênio disponível. Sendo assim o N2 não tem limite de exposição definido.

N2 liquido é incolor, sem odor, e extremamente frio quando pressurizado. Contato com esse liquido pode causar queimaduras sérias.

A respiração é estimulada e controlada pelo dióxido de carbono (CO2) presente nos pulmões. Quando o nível de CO2 aumenta, o cérebro manda uma mensagem para aumentar o ritmo respiratório. Quando o nível de CO2 cai, o ritmo da respiração também cai, para manter o balanço apropriado.

Todos nós devemos entender que apenas uma respirada profunda numa atmosfera de 100 % de N2 é fatal. N2 desloca o CO2 e o O2 completamente.

Na ausência de CO2, (O sinal para o cérebro), o estimulo para a respiração, deixa de existir.

INALAÇÃO - Chamar socorro extra, remover a vitima para lugar com ar fresco o mais rápido possível - Assegure-se que você está protegido! Consiga ajuda de pessoal treinado o mais rápido possível.

Se a pessoa não estiver respirando, o pessoal treinado deve administrar Oxigênio suplementar e/ou resuscitação cardiopulmonar (RCP), se necessário.

Globo indenizar família de figurante morto durante gravação.

A 4ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) manteve a condenação da TV Globo ao pagamento de indenização por danos morais e materiais por culpa recíproca, referente à morte de um figurante durante participação da minissérie “A Muralha”, em 1999. A minissérie foi filmada no município de Alto Paraíso (GO).

De acordo com os autos, em 13 de setembro de 1999, durante o intervalo das filmagens, para descanso dos atores, a produção da TV Globo permitiu que os figurantes tomassem banho no Rio Paraná. O figurante morreu afogado em decorrência de uma forte correnteza.

A mãe do figurante ajuizou ação de reparação de danos contra a Rede Globo. Mesmo sem o pronunciamento do pai, o Tribunal decidiu que diante da solidariedade creditícia entre a autora e seu esposo, o pagamento da pensão é devido até que o último do casal sobreviva. O TJ-DF (Tribunal de Justiça do Distrito Federal) concluiu que houve culpa recíproca pelo acidente, já que o figurante também foi imprudente, condenou a emissora ao pagamento de pensão mensal equivalente a 2/3 do salário mínimo, do dia do acidente até a data em que a vítima completaria 65 anos de idade, a emissora também foi condenada ao pagamento de de R$ 50 mil.

A Globo Comunicação e Participações S/A recorreu ao STJ alegando culpa exclusiva da vítima. Sustentou que o figurante, maior de idade e em pleno gozo de sua capacidade física e mental, entrou no rio por sua conta e risco, sem a cautela exigida para a situação, e que a conduta imprudente realizada durante o intervalo da jornada de trabalho afasta a responsabilidade e a obrigação de indenizar do empregador.

Recorreu também da extensão da indenização ao marido em caso de falecimento da autora, sem que o pedido tenha sido requerido na inicial, caracteriza julgamento extra petita (além do pedido). O relator, ministro Luis Felipe Salomão entendeu que a emissora deu a permissão para que o figurante entrasse no rio sem a devida segurança e não o informou acerca da periculosidade do local. Afirmou que a Globo criou um risco desnecessário ao funcionário e violou o preceito constitucional que prevê como direito do trabalhador a "redução dos riscos inerentes ao trabalho, nos termos do art. 7º, inciso XXII.

O relator ressaltou que o fato de o acidente ter ocorrido em intervalo do trabalho, é irrelevante. "É dicção literal do art. 21, § 1º, da Lei n.º 8.213/91 a equiparação a acidentes do trabalho os ocorridos nos períodos destinados à refeição ou descanso, ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas, no local do trabalho ou durante este", afirmou em seu voto.

Em relação à pensão ao marido, a Turma entendeu que ele não é beneficiário da pensão, e sequer figurou no processo, por isso, deixará de receber a indenização.

Assim, por unanimidade, a Turma negou indenização ao esposo, mas manteve a sentença que condena a Rede Globo ao pagamento de indenização a mãe da vítima.

STJ.

Portaria n.º 35, de 11 de Fevereiro de 2010.

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR
INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL – INMETRO

Portaria n.º 35, de 11 de Fevereiro de 2010.


O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO, no uso de suas atribuições, conferidas no § 3º do artigo 4º da Lei n.º 5.966, de 11 de dezembro de 1973, no inciso I do artigo 3º da Lei n.º 9.933, de 20 de dezembro de 1999, no inciso V do artigo 18 da Estrutura Regimental da Autarquia, aprovada pelo Decreto n.° 6.275, de28 de novembro de 2007;

Considerando a alínea f do subitem 4.2 do Termo de Referência do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, aprovado pela Resolução Conmetro n.º 04, de 02 de dezembro de 2002, que atribui a Inmetro a competência para estabelecer as diretrizes e critérios para a atividade de avaliação da conformidade;

Considerando o Decreto n.º 96.044, de 18 de maio de 1988, que aprova o Regulamento para Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos;

Considerando que o Inmetro ou entidade por ele acreditada, consoante o disposto no § 1º do artigo 4º, do Regulamento para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos, deve atestar a adequação dos veículos e dos equipamentos rodoviários destinados ao transporte de produtos perigosos;

Considerando que os veículos rodoviários que transportam cargas e produtos perigosos, só devem trafegar após a comprovação de atendimento aos requisitos e condições de segurança, estabelecida no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e nas Resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran);

Considerando o Regulamento de Avaliação da Conformidade de Quinta-Roda Utilizada em Veículo Rodoviário Destinado ao Transporte de Cargas e de Produtos Perigosos, aprovado pela Portaria Inmetro n.º 236, de 30 de junho de 2008;

Considerando que houve dificuldade para a acreditação de Organismo de Avaliação da Conformidade (OAC) dentro do prazo concedido pelo Inmetro para a certificação compulsória do produto quinta-roda, resolve baixar as seguintes disposições:

Art. 1º Determinar que, 12 (doze) meses após a data da acreditação do primeiro OAC, o produto quinta-roda, utilizada no transporte de carga e de produtos perigosos, deverá ser comercializada, por fabricantes e importadores, somente em conformidade com os requisitos estabelecidos no Regulamento supracitado.

Parágrafo Único. O Inmetro encaminhará, oficialmente, a todos os fabricantes do produto especificado na Portaria supramencionada, documento informando sobre o organismo acreditado e a data de sua acreditação.

Art. 2º Determinar que, 18 (dezoito) meses após a data da acreditação de um OAC, a quinta-roda deverá ser comercializada, por atacadistas e varejistas, somente em conformidade com os requisitos estabelecidos no Regulamento supracitado.

Art. 3º Determinar que as infrações aos dispositivos desta Portaria, sujeitarão o infrator às penalidades previstas na Lei n.º 9.933, de 20 de dezembro de 1999.

Parágrafo Único. A fiscalização, a cargo do Inmetro e das entidades de direito público a ele vinculadas por convênio de delegação, observará o prazo estabelecido nos artigos 1° e 2° desta Portaria.

Art. 4º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.



JOÃO ALZIRO HERZ DA JORNADA

29 de março de 2010

Adicional de insalubridade: lixo doméstico não se equipara a lixo urbano.

O trabalhador que desenvolve atividades de coleta de lixo e higienização sanitária no interior de empresas e residências não tem direito ao recebimento de adicional de insalubridade.

Por essa razão, a Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho isentou a Pepsico do Brasil da obrigação de pagar adicional de insalubridade em grau máximo a empregado que exercia esse tipo de tarefa. Segundo o relator do recurso de revista da empresa, ministro Fernando Eizo Ono, o TST já consolidou entendimento de que lixo doméstico não se equipara a lixo urbano.

Na definição da Orientação Jurisprudencial nº 4 da SDI-1, a limpeza e coleta de lixo em residências e escritórios não podem ser consideradas atividades insalubres, ainda que constatadas por laudo pericial, porque não se encontram dentre as classificadas como lixo urbano pelo Ministério do Trabalho, no Anexo 14 da Norma Regulamentadora nº 15 de 1978.

O Tribunal do Trabalho da 4ª Região (RS) tinha condenado a Pepsico a pagar adicional de insalubridade em grau máximo ao empregado, na medida em que considerara que as atividades realizadas de coleta de papéis higiênicos e limpeza de vasos sanitários exigiam contato com detritos e materiais passíveis de serem classificados como lixo urbano e, portanto, de autorizar o recebimento de adicional de insalubridade nos termos da norma do Ministério do Trabalho.

No entanto, como esclarece a OJ nº 4 da SDI-1, não basta a constatação da insalubridade por meio de laudo pericial para que o empregado tenha direito ao adicional, é necessária a classificação da atividade insalubre na relação oficial elaborada pelo Ministério do Trabalho. Assim, o ministro Eizo Ono concluiu que a decisão do Regional havia contrariado essa interpretação e merecia ser reformada.

Como a Pepsico foi condenada subsidiariamente a quitar os créditos trabalhistas deferidos ao trabalhador por ter sido a tomadora dos serviços prestados, a Quarta Turma decidiu, à unanimidade, excluir da condenação o pagamento do adicional de insalubridade.



Tribunal Superior do Trabalho.

Tribunal condena solidariamente empresa têxtil por danos materiais e morais.

A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho unanimemente negou provimento (não acolheu) recurso da Santana Têxtil Brasil S.A, mantendo a sentença do Tribunal Regional da 15ª Região (Campinas/SP) que condenou a empresa, solidariamente, ao pagamento de R$ 50 mil por danos materiais e morais a um empregado que sofreu acidente de trabalho durante contrato temporário.

Ele estava trabalhando na Santista sob contrato temporário firmado por uma empresa de intermediação de mão de obra quando caiu de uma laje com altura de 5 metros. Com fraturas expostas na face e nos punhos, perdeu cerca de 60% de sua condição de trabalho, o que o motivou a ajuizar ação trabalhista pedindo reparação do dano mediante condenação das duas empresas, solidariamente, ao pagamento de danos materiais e morais.

A vara do Trabalho negou o pedido. O empregado recorreu ao TRT da 15ª Região, que, reformando a sentença do juiz de primeiro grau, decidiu que era devido o pagamento, a título de danos materiais e morais, pois restara comprovado que o empregado exercia, no momento da queda, atividade em condições de risco, e a segurança fora considerada deficiente e precária.

Ficou constatado também que as empresas não haviam apresentado nenhum programa de treinamento para trabalho em altura nem sobre o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). A Santana Têxtil recorreu ao TST para afastar a solidariedade no pagamento bem como para rever os valores arbitrados.

Na 7ª Turma, a relatora, juíza convocada Maria Doralice Novaes, manteve a sentença do TRT, que condenou as empresas solidariamente ao pagamento em parcela única dos danos causados pela perda de 60% da capacidade de trabalho, valor calculado entre a data da saída do empregado e os seus 72 anos de idade, tomando por base o seu último salário.


A ministra observou ainda que o exame da extensão dos danos sofridos pelo empregado com objetivo de rever a desproporcionalidade do valor indenizatório é vedado pela Súmula 126.



Tribunal Superior do Trabalho.

CUIDADOS COM A PELE – DDS.

Em um artigo que li no mês passado sobre a pele, se dizia que as enfermidades da pele, as quais se conhecem pelo nome de Dermatites, multiplicou-se na segunda metade deste século devido ao grande aumento do manuseio desses produtos químicos nas indústrias.

A pele é um tecido muito sensível que cobre todo nosso corpo, vivemos sem nenhum exagero dentro de uma cápsula, que é a nossa pele.

A pele das pessoas adultas, como nós, tem extensão de mais de 3 m2 (três metros quadrados). Apesar de fina a pele é muito resistente, contém entre dois e três milhões de glândulas de suor, as quais despejam ao exterior cerca de um litro por dia durante os meses quentes.

Se não tivéssemos a pele, não poderíamos sentir nada ao tocar objetos ou pessoas; a pele é uma camada misteriosa entrelaçada de delicados circuitos elétricos, antenas, cabos, interruptores, tecidos e muitos outros mecanismos, recebem um terço do sangue do corpo, a pele é um órgão vivo que, como uma árvore, elimina as células (vermelha) mortas e desenvolve outras novas que as substituem.

Quando tiverem tempo, em casa, ou em qualquer outro lugar, pensem um pouco em tudo isto que lhes disse, e se convencerão que a pele protege o funcionamento interno dos órgãos mais importante de nosso corpo, se a ferirmos, abrimos uma brecha por onde pode entrar toda espécie de germes e vírus que podem atacar nossos órgãos internos.

É muito importante protegermos nossa pele para que esta possa proteger nosso corpo, não devemos expô-la a vapores irritantes e líquidos e a atritos de materiais que possam feri-la e a melhor forma de conseguir isto é usando a proteção individual de que melhor se ajuste ao trabalho específico que realizemos.

E não só devemos protegê-la aqui, dentro da fábrica, mas também fora, há pessoas que não se preocupam se queimam sua pele por exporem-se demasiadamente ao sol, só quando o médico lhes diz que contraíram câncer por terem exposto sua pele excessivamente aos raios ultravioletas do sol, é quando começam a valorizar sua pele, mas já é demasiado tarde.

Outras pessoas não dão nenhuma importância aos arranhões, cortes ou picadas que sofrem em sua pele, não se preocupam em ir à caixa de primeiros socorros e desinfetar essas pequenas lesões.

Qualquer lesão, por menor que seja, pode causar inflamações graves em nosso corpo.

No artigo que lhes mencionei no princípio, dizia que se todos os trabalhadores do mundo se lavassem com água e sabão depois se ter exposto em contato com algum produto químico, pós ou alguma outra substância se eliminariam mais de setenta e cinco por cento das enfermidades da pele que se contraem na indústria.

Espero que estes cinco minutos que dedicamos ao tema de pele lhes ajudem a apreciá-la mais no futuro, protegendo-a dos perigos que podem feri-la. E tenham sempre em mente, que se nós não protegemos a pele, a pele não protegerá o interior de nosso corpo.



28 de março de 2010

Condomínios cariocas não se protegem contra tempestades.


Você sabe há quanto tempo seu condomínio não manda fazer manutenção do pára-raios? Aliás, você sabia que, por lei, no Estado do Rio todo edifício com mais de 30 metros de altura, ou seja, com cerca de oito andares, é obrigado a ter o equipamento? Em São Paulo, a obrigatoriedade vale para qualquer prédio que tenha mais de um andar. Mas, legislação à parte, a recomendação geral é que toda edificação procure um técnico ou uma empresa especializada para avaliar a necessidade de instalação do equipamento. É o que mostra a reportagem de Flávia Monteiro na edição do O Globo.

 Segundo especialistas, cerca de 30% dos condomínios cariocas que estão no padrão obrigatório não dispõem de pára-raios, sendo que 70% dos síndicos desconhecem a importância da manutenção. São dados que chama a atenção se levarmos em conta que o Brasil é o país que tem a maior incidência de raios no mundo. E, segundo levantamento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), de 2000 a 2009, é justamente a Região Sudeste a mais atingida por eles.

Desafio: Lendas e verdades sobre raios:

Especialista de uma empresa de pára-raios e técnico de combate a incêndio, Antonio Amaro destaca que não há uma cultura de prevenção:

Infelizmente, muitos condomínios só se preocupam em fazer revisão do sistema depois de algum incidente ou no verão. Ainda existe o mito de que o pára-raios de um prédio protege o edifício vizinho, o que não é verdade.

Além do pára-raios, cuja manutenção anual prevista pela ABNT é de responsabilidade do síndico ou administradora, alguns cuidados também devem ser tomados dentro de casa. Segundo Osmar Pinto Júnior, coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica do INPE e o maior especialista em raios do país, cerca de 15% das mortes causadas por raios acontecem dentro das residências: 

Em geral, durante uma tempestade, recomenda-se ficar em casa. Mas a casa não é totalmente segura. É preciso tomar cuidados como fechar as janelas, ficar longe de objetos metálicos, não tomar banho de chuveiro elétrico e desligar aparelhos das tomadas.

O Globo.

Historia da Segurança do Trabalho. – DDS.

Estava  eu conversando com um grande amigo também Técnico em Segurança do Trabalho e, falávamos exatamente sobre a dificuldade em se obter material sobre a historia da profissão, já que ele é professor dessa matéria.

Coincidentemente, hoje ao abrir o youtube, me deparei com esse excelente resumo da história para que possamos repensar quais serão os desafios futuro da nossa profissão.

Clique no link. 

 http://www.youtube.com/watch?v=YZtvBVG_Cq8&feature=fvsr

QUASE ACIDENTES SÃO SINAIS DE ALERTA – DDS.





Muitos acidentes que quase acontecem... São aqueles que não provocam ferimentos apenas porque ninguém se encontra numa posição de se machucar, provavelmente, se nós tivéssemos conhecimento dos fatos, descobriríamos que existem muito mais acidentes que não causam ferimentos do que aqueles que causam.

Você deixa alguma coisa pesada cair de suas mãos e não acerta o próprio pé, isso é um acidente, mas sem grandes conseqüências ou mesmo um pequeno ferimento.

Você sabe o que geralmente faz com que um quase acidente não seja um acidente com ferimentos?

Geralmente é uma fração de segundo ou uma fração de espaço, pense bem, menos de um segundo ou um centímetro separa você ou uma pessoa de ser atropelado por um carro, está diferença é apenas uma questão de sorte? Nem sempre.

Suponha que você esteja voltando para a casa à noite de carro e por pouco não tenha atropelado uma criança correndo atrás de uma bola na rua, foi apenas sorte você ter conseguido frear no último segundo a poucos centímetros da criança.

Outro motorista talvez tivesse atropelado a criança, neste exemplo os seus reflexos podem ter sido mais rápidos, ou talvez você estivesse mais alerta ou mais cuidadoso. seu carro pode ter freios melhores, melhores faróis ou melhores pneus.

De qualquer maneira, não se trata de sorte, apenas o que faz com que um quase acidente não se torne um acidente real.

Quando acontece algo como no caso da criança quase atropelada, certamente, você reduzirá a velocidade sempre que passar novamente pelo mesmo local, você sabe que existem crianças brincando nos passeios e que, de repente, elas podem correr para a rua. 

No trabalho um quase acidente deve servir como aviso da mesma maneira.

A condição que quase causa um acidente pode facilmente provocar um acidente real da próxima vez em que você não estiver tão alerta ou quando seus reflexos não estiverem atuando tão bem.

Tome por exemplo, uma mancha de óleo no chão, uma pessoa passa, vê, dá a volta e nada acontece; a próxima pessoa a passar pelo local não percebe o óleo derramado, escorrega e quase cai, sai desconcertado e resmungando.

A terceira pessoa, infelizmente, ao passar, escorrega, perde o equilíbrio e cai, batendo com a cabeça em qualquer lugar ou esfolando alguma parte do corpo.


Outro exemplo, um material mal empilhado se desfaz no momento que alguém passa por perto, pelo fato de não ter atingido esta pessoa, ela apenas se desfaz do susto e diz. “Puxa, essa passou por perto!”

Mas se a pilha cai em cima de alguém que não conseguiu ser mais rápido o bastante para sair do caminho e se machuca, faz-se um barulho enorme e investiga-se o acidente.

A conclusão é mais do que óbvia. NÓS DEVEMOS ESTAR EM ALERTA PARA O QUASE ACIDENTE.

Assim evitamos ser pegos por acidentes reais. Lembre-se que os quase acidentes são sinais claros de que algo está errado.

Exemplo: Nosso empilhamento de material pode estar mal feito; a arrumação do nosso local de trabalho pode não estar boa. Vamos verificar nosso local de trabalho, a arrumação das ferramentas e ficar de olhos bem abertos para as pequenas coisas que podem estar erradas.

 Relate e corrija estas situações. Vamos tratar os quase acidentes como se fosse um acidente grave, descobrindo suas causas fundamentais enquanto temos chance, pois só assim conseguiremos fazer de nosso setor de trabalho um ambiente sadio e seguro.

27 de março de 2010

Especialistas destacam os sete talentos do profissional do futuro.


As necessidades do mercado de trabalho estão em constante mudança, numa rapidez cada vez maior. Conseqüentemente, o mesmo acontece com o perfil do profissional que as empresas estão buscando. Habilidades que eram pouco requisitadas no passado agora são consideradas essenciais e valorizadas pelos empregadores. Saber se comunicar em múltiplos ambientes, ter fluência em outros idiomas e domínio das ferramentas tecnológicas necessárias para fazer uso das redes sociais são alguns requisitos essenciais hoje em dia. 

As empresas querem profissionais pró-ativos, com iniciativa, que se gerenciem. Ou seja, que sejam menos dependentes e mais autônomos”

Mas não para por aí existem sete grandes talentos que o profissional do futuro deve atender: autogerenciamento, comunicação múltipla, capacidade de negociação, adaptabilidade, educação contínua, domínio da tecnologia e foco nos resultados. 

O principal foco hoje é o autogerenciamento. As empresas querem profissionais pró-ativos, com iniciativa, que se gerenciem. Ou seja, que sejam menos dependentes e mais autônomos, por sua vez, num mercado que se transforma o tempo todo, as capacidades de adaptação e, principalmente, de antecipação, serão muito utilizadas. E quem for capaz de desenvolver tais habilidades está no caminho certo para se tornar um futuro líder. 

No entanto, não há uma receita mágica para atender às novas exigências do mercado: 

As pessoas não devem estar focadas em priorizar um ou mais desses talentos, mas sim estar atentas ao que fazer com suas competências e como utilizá-las para crescer profissionalmente. Se o profissional for capaz de responder a desafios e a outras exigências de modo rápido e inovador, terá mais chances de deslanchar no mercado. 

Se o profissional for capaz de responder a desafios e a outras exigências de modo rápido e inovador, terá mais chances de deslanchar no mercado”

As empresas têm valorizado mais as competências comportamentais do que as técnicas, pois já está comprovado que aprimorar o conhecimento técnico dos profissionais é mais fácil e mais barato do que modificar suas atitudes. 

Dentre essas competências, a automotivação, permite que os profissionais tenham maior capacidade de realização, de gerar resultados, seja em que área for: 

Um profissional que tenha naturalmente vontade de fazer, de aprender, de trocar, de interagir, que não precisa ser "empurrado", é altamente demandado pelo mercado. Todo gestor quer alguém assim em sua equipe. 

Mas de nada adianta seguir métodos, regras ou parâmetros para ter sucesso se o profissional não estiver satisfeito com o que faz quanto mais feliz o indivíduo está com o trabalho que executa, mais chances de excelentes resultados ele tem. A regra vale para todos os trabalhadores, independentemente de cargo, salário ou idade: 

Passamos a maior parte do nosso tempo no trabalho. Se estivermos felizes com o que fazemos, isso se reflete inclusive na nossa qualidade de vida. 

As constantes mudanças do mercado de trabalho exigem que o profissional adapte suas competências às novas exigências das empresas, sete talentos do profissional do futuro e o que eles representam para o mercado:

Autogerenciamento - É a capacidade que o indivíduo tem de se motivar, disciplinar, cobrar e de avaliar os resultados obtidos. O profissional que tem esta habilidade é capaz de realizar projetos, desempenhar tarefas, buscar soluções e identificar formas de implementar as soluções.

Comunicação múltipla - É a habilidade de se comunicar de modo realmente eficaz em diversas situações e inclusive em outros idiomas O profissional deve ser capaz de explorar, conhecer a fundo e manter-se atualizado com relação a blogs, twitter, internet, intranet, processos e sistemas de informação e transmissão de dados.

Capacidade de negociação  - O profissional deve dedicar especial atenção às suas habilidades no quesito capacidade de negociação. Deve procurar apresentar idéias de modo claro e convincente e argumentar de forma positiva, franca e objetivamente. É importante também saber ouvir com atenção as objeções e sugestões para construir formas convincentes de superá-las.

Adaptabilidade - O profissional do futuro não deve apenas assumir uma posição de aceitar as mudanças, mas sim procurar prevê-las e antecipar-se a elas. A capacidade de facilitar o processo de mudanças, quaisquer que sejam elas, para as pessoas à sua volta também é uma característica importante e uma habilidade a ser cultivada.

Educação contínua - A vida é um aprendizado constante e no mundo moderno isso se torna cada vez mais importante. Novas descobertas e processos mais eficazes surgem a cada momento, principalmente na área tecnológica. Por isso, o processo de treinamento e desenvolvimento de um profissional de sucesso ocorre por toda a sua vida. Ele tem que estar constantemente se atualizando, buscando novos conhecimentos e novas abordagens.

Domínio da tecnologia - Este quesito faz diferença. É imprescindível buscar, usar e fomentar o uso de tecnologia de ponta. O profissional também deve ficar atento a mudanças na área e manter-se atualizado sobre os lançamentos.

Foco nos resultados - As pessoas são avaliadas por suas ações e pelos resultados obtidos. Por isso, é importante refletir sobre qual é o resultado que se busca e procurar identificar o que agrega valor em termos de custos/esforços para centrar-se nisso.

O Globo.

Trabalho em equipe - DDS


Contam que em uma marcenaria, houve uma estranha assembléia. Foi uma reunião onde as ferramentas juntaram-se para acertar as diferenças.

Um martelo estava exercendo a presidência, mas os participantes exigiram que ele renunciasse. A causa?

Fazia demasiado barulho e além do mais, passava o tempo todo golpeando. 

O martelo aceitou sua culpa, mas também pediu que fosse expulso o parafuso, alegando que ele dava muitas voltas para conseguir algo.

Diante do ataque o parafuso concordou, mas por sua vez pediu a expulsão da lixa. 

Disse que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atrito. 

A lixa acatou, com a condição que se expulsasse o metro, que sempre mediam os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito.

Nesse momento entrou o marceneiro, juntou todas as ferramentas e iniciou seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro, o parafuso... E a rústica madeira se converteu em belos móveis. 

Quando o marceneiro foi embora, as ferramentas voltaram à discussão.

Mas o serrote adiantou-se e disse: Senhores ficou demonstrados que temos defeitos , mas o marceneiro trabalha com as nossas qualidades, ressalta nossos pontos valiosos ...Portanto em vez de pensar em nossas fraquezas , devemos pensar em nossos pontos fortes.

Então a assembléia entendeu que: o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limpar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato. 

Sentiram-se como uma equipe, capaz de produzir com qualidade, e uma grande alegria tomou conta de todos pela oportunidade de trabalharem juntos.

O mesmo acontece com os seres humanos. 

Quando as pessoas buscam o defeito em outras, a situação torna-se tensa e negativa. Ao contrário quando se busca com sinceridade o ponto forte dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.

É fácil encontrar defeitos... Qualquer um pode fazê-lo!

Mas encontrar as qualidades? Isto é para os sábios.

Mera conscidência com o nosso dia-a-dia, você não acha?