Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

31 de maio de 2010

Como estamos na “Semana do Meio Ambiente”, posto essas informações úteis para que os seguidores desse blog possam instruir seus colaboradores.



1° Educação Ambiental – DDS.


"Planeta Água"
  
A água é o elemento que deu origem e sustenta a vida no Planeta Terra, sem a água nenhuma espécie vegetal ou animal, incluindo o homem, sobreviveria. 

Cerca de 70% de nossa alimentação e do nosso próprio corpo são constituídos por água. Mais da metade de todas as espécies de animais e plantas do Planeta são aquáticas. 

Cerca de 99,9% das águas de nosso planeta são salgadas ou permanentemente congeladas, resta-nos não muita quantidade de água doce para a manutenção de nossas necessidades.

E quando nos lembramos disso?

Quase nunca, talvez somente quando abrimos as torneiras vazias, ou sentimos sede. Sendo assim, não seria importante refletirmos sobre essa importantíssima questão?

Está na hora de preservarmos esse imprescindível recurso e que é finito (não é renovável), se não for adequadamente tratado. Nossa contribuição pode ser dada da seguinte forma:

Evitando desperdícios (fazer uso racional da água tratada);

Não jogar lixo, resíduos e entulho nos mananciais (Rios, Lagos e Lagoas e principalmente em nascentes);
Não usar indiscriminadamente agrotóxicos;

Denunciando qualquer tipo de agressão aos cursos d'água principalmente doce.

Não esqueça a qualidade e a disponibilidade da água, está em nossas mãos, basta fazermos nossa parte





2° Educação Ambiental – DDS.


"O Efeito das Queimadas no Planeta"


Muitas pessoas não sabem ou não acreditam que as queimadas da vegetação (campos, lavouras), lixos (principalmente o plástico e borrachas) são muito perigosos para a vida no planeta.

O primeiro efeito que as queimadas provocam são as doenças respiratórias, como a asma, bronquite, etc., atacando pessoas de todas as idades e classes sociais.

Outro efeito causado pelas queimadas é o que se chama de efeito estufa.

Em condições normais o nosso planeta tem uma cobertura de gases nobres que retém o calor irradiado pelo Sol, mantendo o nosso mundo aquecido de forma equilibrada, ou seja, existe uma estufa sob controle.

As queimadas indiscriminadas ajudam a aumentar a quantidade de gases na atmosfera e em conseqüência provocam o desequilíbrio nessa camada de proteção aumentando a temperatura da Terra.

O aumento da temperatura provoca o degelo nos mares e oceanos, alteram o período das chuvas, os ventos, causando diversos danos a população e a agricultura.

Se não houver nenhuma ação de nossa parte para controlar as queimadas e as fontes de gases, a terra irá aquecer-se 4,5 C até o Ano de 2050.


“O nosso primeiro passo quem sabe não é refletirmos um pouco sobre esse tema? Ainda há tempo!"





3° Educação Ambiental - DDS.


"Reciclagem como fazer"


Reciclagem significa reaproveitamento de material, representa economia de recursos naturais e energia. Com ela, podemos diminuir áreas contaminadas e fontes de poluição no planeta. A reciclagem reduz a quantidade de resíduos a serem tratados e dispostos. Por isso, é o destino mais econômico e adequado ao nosso lixo.

Como é reciclado cada material

Papel: Nos depósitos, é enfardado em prensas, são classificados e revendidos às fábricas. O papel vai para uma espécie de liquidificador gigante, misturado com água formando uma pasta. Uma peneira tira as impurezas e são aplicados produtos químicos para torná-lo mais branco e com fibras mais ligadas, novamente ele será prensado, originando uma folha bruta, posteriormente ele será industrializado.

Plástico: O plástico pode ser reciclado de forma mecânica, química ou energética. A mais comum é a mecânica. Nela, depois de separado, enfardado e estocado, o plástico é moído e lavado para voltar a o processo industrial. Esse plástico é seco e aglutinado em uma máquina de alta rotação, formando uma pasta. Passa por uma etapa de resfriamento e é cortado em tiras, que depois são picadas e revendido às fábricas. É possível usar 100% de material reciclado em produto novo.

Latas: São limpas e prensadas para facilitar o transporte. Nas usinas, são fundidas em fornos, quando estão no estado líquido, são moldadas em placas. Este reaproveitamento possibilita que a liga metálica ou alumínio sejam reprocessados infinitas vezes, sem perda da qualidade.

Vidros: Os vidros são limpos e separados de outras impurezas. Vão para um triturador que transforma os resíduos em cacos do mesmo tamanho. Passam por uma peneira e são armazenados em silos e tambores, para serem fundidos e novamente reaproveitados.


"Lembre-se: Você pode participar de todo este processo é só fazer sua parte, descartando corretamente os resíduos sólidos na sua empresa."



O ACETILENO – DDS.

O acetileno é um composto de carbono e hidrogênio. E um gás incolor e ligeiramente mais leve que o ar a mesma temperatura e pressão atmosférica.

O acetileno com 100 % de pureza é inodoro, porém é um gás normalmente utilizado nas indústrias possui um cheiro característico de alho.

O acetileno queima no ar com uma temperatura muito quente, isto é, atinge temperaturas altas.

As temperaturas para ignição de acetileno com o oxigênio variam conforme os fatores de composição, pressão, o conteúdo de vapor de água e a temperatura inicial. Como exemplo: a mistura que contém 30% de volume de acetileno com ar, à pressão atmosférica, pode sofrer ignição a aproximadamente 250 graus Celsius.

Os cilindros para acetileno vêm equipados com um dispositivo de descarga de pressão para o escape do acetileno em caso de temperaturas altas.

Regras de segurança para o armazenamento dos cilindros:

Os cilindros devem ser sempre armazenados num lugar definitivo, em locais secos e bem ventilados;

Nunca devem permitir que os cilindros atinjam temperatura acima de 60 graus Celsius;

As válvulas devem estar fechadas quando os cilindros não estiverem em uso.

Os cilindros não devem ser colocados diretamente em contato com o chão, para evitar ferrugens e cuidados especiais devemos dispensado também com as mangueiras;

A incidência direta dos raios solares deve ser evitada.

Regras de segurança para o manuseio:

Nunca tente consertar ou alterar cilindros ou válvulas;

As conexões e mangueiras devem estar sempre bem vedadas e as mangueiras em boas condições.

Os locais sob suspeita de vazamento devem ser testados com água e sabão, nunca utilize um chama para este teste.

Caso uma válvula com gaveta vaze em torno de seu eixo com a válvula aberta, feche-a e aperte a porca da gaveta. Se isto não for suficiente para conter o vazamento, coloque uma etiqueta no cilindro indicando a irregularidade e notifique o fornecedor.

Mantenha-o em local arejado e sinalize para evitar que pessoas se aproximem com cigarros ou outra fonte de ignição;

Antes de movimentar os cilindros, devem-se fechar as válvulas.

Os reguladores de pressão devem ser sempre removidos e as cápsulas de proteção de válvula colocadas no lugar, a não ser que os cilindros sejam movimentados e bem amarrados na posição vertical;

Nunca use os cilindros de acetileno como roletes, suportes ou para qualquer outra finalidade, senão aquela que é destinada;

A movimentação horizontal pode ser usada, neste caso fixe-o bem ao carrinho com correntes, de forma que suas válvulas estejam protegidas, de modo a evitar choques com objetos estacionários;

Experimentos provaram que o acetileno pode ser aspirado em concentrações relativamente elevadas sem efeitos crônicos ou nocivos.

O que não pode ocorrer é esta concentração suprir a existência de oxigênio que deve estar presente no ar em concentração mínima de 18% em volume, neste caso ocorrerá à asfixia.

Cuidado no manuseio de cilindros de gás acetileno, e no seu uso, utilize sempre as válvulas corta chamas.



30 de maio de 2010

UTILIZAÇÃO DE ANDAIMES – DDS.


Essa postagem especial  é para você Érika.

 OBJETIVO

Estabelecer os critérios mínimos de segurança para montagem, desmontagem e utilização de andaimes, plataformas provisórias, escadas, cadeiras suspensas e balancins em altura ou profundidade superior a 2 metros.

CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE ANDAIMES

a) A montagem, acesso ou trabalho sobre andaimes, balancins, cadeiras suspensas, com mais de 2,0 m de altura, não deve ser executada se:

b) Houver presença de chuvas, ventos fortes, má iluminação.

c) Os executantes tiverem problemas de labirintite, fobia para lugares altos, pressão alta (no momento do trabalho), epilepsia, problemas de coração.

d)  Deve ser realizada inspeção prévia dos andaimes e segregado as peças defeituosas verificando: 

e) Tubos: furo; empenamento; boca amassada; corrosão; comprimento; pingo de solda; presença de graxa ou óleo.

f) Acessórios: trinca na luva; luva com borda amassada; trinca em braçadeira; diâmetro fora do padrão; parafusos empenados; engates danificados.


g)Tábuas com: empenamento; rachadura; baixa espessura; nós; corte irregular; contaminação com grande quantidade de produto corrosivo ou inflamável.

h) Os andaimes devem ser dimensionados e montados de modo a suportar com segurança as cargas de trabalho a que serão submetidos, devendo conter quando liberados, etiqueta de inspeção indicando a carga máxima de trabalho.

i) O pessoal envolvido com a montagem de andaimes e plataformas provisórias deve ter treinamento específico e o encarregado de andaimes deve ser um profissional especializado com experiência comprovada na função.

j) Quando necessário, o local da montagem deve ser isolado e sinalizado.


k) Durante a montagem deve ser utilizado cinto de segurança tipo pára-quedista. 

l) As chaves e catracas utilizadas para montagem do andaime devem estar presas ao executante (por meio de elástico ou cordão), evitando o risco de queda.

m) A estrutura do andaime não pode apresentar defeitos que comprometam sua segurança, devem ser mantidas em perfeito estado de conservação e funcionamento.

n) O andaime uma vez montado não deve ser modificado sem avaliação do profissional especializado, também não podem ser retiradas partes que desestabilizem a sua estrutura e resistência.

o) O transporte do material de montagem do andaime deve ser feito de maneira segura em caminhões, reboques ou carrinho plataforma adaptado.

p) A movimentação de materiais para montagem de andaimes em pontos elevados pode ser feita do seguinte modo:

q)   Escada Humana (Formiguinha) para andaimes até uma altura de 20 m, sendo a movimentação realizada de mão em mão, com os montadores posicionados na parte interna do andaime.

r)    Com guindaste, utilizando duas cintas enforcando os tubos a serem transportados.

s)  Com corda, fazendo uso de pau de carga e transportando as peças presas por ganchos e enforcadas com a corda, de modo que não haja risco da queda da peça.

Longarina

a) Nos andaimes de serviço, instalar a primeira na base e as seguintes a cada 6,0(m) de altura.

b) Nos andaimes de carga, instalar a primeira na base e as seguintes a cada 3 andares, independentemente da altura de cada andar.

 c) Andaime sobre rodas só deve ser utilizado em base plana, regular e estável (piso de alvenaria ou plataforma metálica), dispor de mecanismo de trava.



Escadas de Acesso

As escadas de acesso são obrigatórias em todos os andaimes, devendo-se observar os seguintes requisitos:


a) Uso obrigatório de guarda-corpos de acesso ao longo dos degraus, a partir de 2,0(m) do solo, até 1,0(m) acima do nível da plataforma mais elevada;

 b)  O comprimento máximo de cada lance de escada deve ser de 4,0(m);

 c)  A cada 4,0(m), devem-se utilizar lances de escadas desencontrados com suas respectivas plataformas de descanso;

 d) Espaçamento uniforme entre degraus: de 25 a 35,0(cm);

 e) A instalação de mais de uma escada de acesso, será função da dimensão lateral do andaime e da quantidade de pessoas que nele trabalhe - avaliação de campo, entre executante e RQSM.


GUARDA CORPO

O  andaime deve dispor de guarda-corpo e rodapé com as seguintes características:

Travessão superior à 1.20m. do assoalho.

Travessão intermediário a 0.70m. do assoalho.

Rodapé de 20 cm. do assoalho.

Pode ser dispensado o guarda-corpo no lado do andaime da face de trabalho, desde que não haja risco de queda.

Vãos entre as travessas devem ser protegidos com tela ou outro dispositivo que garanta o fechamento seguro dos vãos.

ASSOALHO
O assoalho do andaime deve ter as seguintes características

a) Tábua de 1ª qualidade, bruta, isenta de nós, trincas, rachaduras e empenamento; isentas de pintura que encubram deformidades; largura de 300mm., e espessura mínima de 30 mm (para vão de até 1.50m.) ou 40 mm. (para vão de até 2,0 m.).

b) Balanço das tábuas para fora do andaime deve ficar de 10 cm a 40 cm.

c)  Se necessário sobreposição de pranchões (um sobre o outro), deve haver sobreposição longitudinal de no mínimo 30 cm e o ponto de apoio deve ficar no centro da mesma e as extremidades fixadas.

d) As extremidades das tábuas devem estar amarradas ao andaime e entre si, travadas ou fixadas por tubo ou braçadeira.

e) Piso de trabalho com forração completa de pranchões de madeira. Quando destinado a serviços a quente deve também ser forrada com lona de vinil ou manta anti-chama.

PROJETO DE MONTAGEM

a) Todo andaime de carga deve ser precedido de projeto de montagem.

b)Todo andaime de plataforma, com altura superior a 30,0m, deve ser precedido de projeto de montagem.


c) O dimensionamento dos andaimes (sua estrutura de sustentação e de fixação) deve ser realizado por profissional legalmente habilitado.

d)Todo andaime deve ser projetado para suportar pelo menos 4 vezes a sua carga máxima estática de trabalho (seu próprio peso).

e) Todo projeto deve apresentar desenho esquemático do andaime, onde estejam contempladas as premissas consideradas para cálculo, tais como altura para andaimes suspensos e/ou apoiados e altura da viga de sustentação em andaime em balanço.

f) Devem ser consideradas as cargas laterais (carga de vento) e a necessidade de uso de anel de contraventamento.

g) O projeto de montagem de andaimes deve atender às exigências do CREA Regional, da NBR 6494 da ABNT e do subitem 18.15 da NR-18 do MTE.


CONDIÇÕES GERAIS DE MONTAGEM


a) Não deve ser permitido o empilhamento, mesmo provisório, de materiais sobre o andaime. Só deve ser mantido sobre o andaime os materiais para uso imediato.

b) Para içamento de materiais pesados para o andaime, deve ser instalado sistema de elevação em estrutura independente do andaime. A área de içamento deve estar isolada e sinalizada.

c) O içamento de materiais leves deve ser executado através de cordas e sacolas sempre que possível pela parte interna do andaime e a área de circulação abaixo deve estar isolada.

d) Para  trabalhos sobre andaimes com altura superior a 2 metros, com risco de queda, deve ser utilizado cinto de segurança tipo pára-quedista instalado sempre que possível em estrutura independente do andaime.

e)  O local de instalação do andaime deve ser isolado e sinalizado, não devem ser obstruídos hidrantes, extintores, acessos, rotas de fuga, escadas e caixas de emergência.

f) A distribuição de carga sobre o andaime deve ser homogênea, todos os acessórios/ferramentas de montagem (parafusos, flanges, grifos, alicates, etc.), devem ser organizados/acondicionados, de forma a prevenir quedas.

g) Em áreas com produtos corrosivos (soda cáustica, HCl ) andaimes com pranchas de madeira só podem permanecer montados por no máximo 7 dias, devendo ser avaliado diariamente as condições da plataforma pelo executante.

h) Quando usar ferramentas elétricas ou pneumáticas, amarrar os cabos elétricos ou mangueiras no próprio andaime. Deverá ser efetuada inspeção prévia nos cabos elétricos, a fim de evitar fugas de corrente para as partes metálicas.

I) Os andaimes devem ser montados a uma distância superior a 2 metros de linha elétrica energizada ou não. Em distâncias menores deve haver avaliação da especializada de elétrica.

j) Andaimes de quadro ou tubular, com encaixe sobre rodas, só podem ser usados em áreas com superfícies rígidas, com possibilidades de livre deslocamento não podendo exceder a uma altura máxima de 5 metros. As rodas devem ter no máximo 15 cm de diâmetro e estarem travadas durante todo o tempo em que o andaime não estiver sendo movimentado. É proibido sua  movimentação com pessoas ou materiais sobre a plataforma.

k) Andaimes suspensos só serão permitidos em serviços especiais, acompanhados de uma APR.

l) Os andaimes não devem ser modificados de modo a comprometer sua resistência ou desempenho.

m) Não é permitido usar combinações de andaime de tipos diferentes ( Ex. quadro com tubular.).

n) Os dispositivos de segurança dos andaimes tais como: braçadeiras, diagonais, sistema de travamento tipo borboleta, etc, devem estar em boas condições de uso (evidenciado através de inspeção prévia).

o) Em trabalhos realizados simultaneamente em níveis diferentes e sobrepostos, devem ser instalados rodapés e pranchões de proteção lateral no vão de circulação de pessoas, a fim de evitar quedas de materiais.

p) Apenas mão-de-obra comprovadamente capacitada e devidamente habilitada deve participar das etapas de montagem, utilização e desmontagem de andaimes.

r) A permanência em plataformas de andaimes, está condicionada ao uso de cinto de segurança tipo pára-quedista. Em função da necessidade, instalar cabo-guia horizontal ou vertical e trava-quedas.


CONDIÇÕES GERAIS DE DESMONTAGEM


a) Durante o planejamento de construção do andaime, obrigatoriamente deve-se planejar a sua desmontagem.

b) Antecipadamente, verificar a existência de restos de material sobre as plataformas e de tábuas soltas.

c) Realizar a desmontagem do andaime, sequenciadamente e de cima para baixo.

d) A única parte do andaime que pode ser desmontada com o trabalhador sobre o mesmo, é o corrimão da escada.

e) Atender a todos os requisitos adotados durante o processo de montagem, verificando as situações transcorridas no sentido inverso.


Outras postagem sobre andaime, podem ser encontradas clicando em Pesquisar este blog  na página inicial.


Golfo do México - Isso me faz lembrar algo parecido ocorrido no Brasil.


Pasmem Senhores, a BP tinha receios quanto à Segurança da plataforma bem antes da ocorrência do acidente.

Mas a insistente falta de respeito às NORMAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO onde manda quem pode e obedece quem tem juízo, não é assim mesmo? Sabemos que o homem é impotente perante a natureza, não podemos contestar, mas os gananciosos de plantão acham que tudo podem e vez por outra se dão mal, onde “A FATALIDADE ANUNCIADA ACONTECE”.

A British Petroleum operadora da plataforma que explodiu e vaza petróleo no Golfo do México há 40 dias, suspeitava da fragilidade da segurança das instalações muito antes do acidente. Documentos internos da empresa indicavam problemas sérios quanto à estrutura do poço e do mecanismo que impediria um vazamento em caso de acidente já em junho do ano passado. 

Engenheiros da petroleira demonstravam preocupação quanto ao metal usado para construir o invólucro do poço, que poderia ceder sob altas pressões, em um relatório interno de 22 de junho de 2009. "Isto certamente seria o pior cenário possível", informa Mark E. Hafle, engenheiro sênior de perfurações da BP, no documento. "No entanto, já vi isso acontecer e sei que é possível", acrescenta o profissional. 

Apesar do alerta, a companhia prosseguiu com as operações, mas não sem antes ter buscado sinal verde de outros engenheiros da própria BP, POIS A ESTRUTURA IA DE ENCONTRO DA POLÍTICA DE SEGURANÇA DA EMPRESA E SEUS PADRÕES.

 Os documentos, no entanto, não revelam o porquê da BP ter continuado com as obras (Provavelmente ganância) Embora o relatório indique que a BP estava ciente de certos riscos envolvendo a plataforma e tenha aberto exceções quanto a sua Segurança. 

 Hafle afirmou em testemunho na última sexta-feira que A EMPRESA SABIA QUE UM ACIDENTE PODERIA ACONTECER. "Ninguém acreditava que iria haver questões quanto à segurança. Todos os riscos foram considerados, todas as preocupações avaliadas e tínhamos simulações indicando que se executada da forma correta a estrutura seria um sucesso", disse o engenheiro. 

Além disso, ainda em abril deste ano, engenheiros da BP concluíram que o invólucro tinha "pouca possibilidade" de funcionar no seu objetivo de impedir o escape de gases do poço.

  Na última terça-feira, o Congresso americano divulgou um documento com avaliações preliminares das investigações internas da empresa sobre o acidente que indicaram haver sinais de alerta logo antes da explosão de 20 de abril, inclusive indicadores de instrumentos mostrando a formação de uma bolha de gás dentro do poço. 

BP admite fracasso na tentativa de conter vazamento

Ainda neste sábado, Doug Suttles, principal executivo de Operações na BP, admitiu o fracasso da última tentativa de conter o derramamento de óleo. O método, iniciado há três dias, envolvia o bombeamento de lama e outros detritos na intenção de fechar o poço.  

Não fomos capazes de conter o fluxo e decidimos seguir para a próxima opção - disse Suttles. 

O novo plano agora é usar submarino-robô para retirar a estrutura danificada da qual o petróleo está vazando e colocar sobre o poço uma nova válvula de contenção.


Ag. O Globo.

29 de maio de 2010

SEGURANÇA NO TRANSITO - DDS.


Todos os dias, a todo momento nos deparamos com riscos os mais variados e, muitos deles estão fora do trabalho, estão na nossa casa, na escola, no convívio social e sobremaneira no dia a dia do trânsito.

Cada um de nós, diariamente percorre um trajeto para chegar e para voltar do trabalho. 

Dessa forma, estamos freqüentemente convivendo com os riscos das ruas e estradas. Seguidamente ficamos sabendo que um colega, um amigo próximo ou até mesmo um familiar se envolveu num acidente de trânsito.

Nós todos sabemos o quanto é importante reduzirmos os transtornos provocados por esses acidentes, só que eles continuam acontecendo e muitos de nós permanecemos  pensando  que essas coisas acontecem apenas com os outros, conosco dificilmente acontecerá.

O quê podemos fazer para contribuir com números melhores, com situações menos arriscadas e com menos sofrimentos e prejuízos? Nada muda sem metas e objetivos definidos. Somente mudamos alguma coisa quando assumimos responsabilidades, isso pressupõe fazer alguma coisa mesmo que signifique fazer o mínimo.

Melhorar a segurança do trânsito – essa meta é nossa. Como podemos alcançá-la?

þ       Respeitar os outros, as regras e a sinalização é um bom começo;

þ       Não ingerir bebida alcoólica antes de dirigir;

þ       Responsabilizar-se pelo veículo mantendo-o em boas condições de manutenção;

þ       Não usar o automóvel para exibição e sim para deslocamentos tranquilos;

þ       Colaborar com campanhas de prevenção orientando os desatentos, comprometendo todos na busca pela preservação da vida;

þ       Sempre que puder,  pensar no assunto e assumir uma postura de mudança.


Pense nisso, comente esse diálogo com seus colegas. Isso valerá a pena!

27 de maio de 2010

Sindicatos como negócios - Como está o seu?

O Brasil livrou-se, anos atrás, de se tornar uma república sindicalista, mas descambou para outro mal. Os sindicatos enveredaram pelo mundo dos negócios à custa do trabalhador com carteira assinada, de cujos contracheques são descontados R$ 2 bilhões por ano, com tendência a crescer.

Por obra e graça do Imposto Sindical, o sindicalismo é uma atividade próspera, com poucos benefícios para os sindicalizados, mas muito lucro para os dirigentes. O Brasil hoje tem 9.046 sindicatos, dos quais 126 registrados só neste ano, o que dá uma média de um por dia. Longe de ser expressão da liberdade sindical, trata-se de uma caríssima farra.

É constitucionalmente garantido o direito de associação para a defesa de melhores condições de trabalho, mas o que se vê são muitos sindicatos que só se mobilizam para campanhas salariais nas datas-base. Ou, como no caso de sindicatos de servidores públicos, para pleitear, por meio de greves em ano eleitoral, reestruturações de carreiras, com aumento de adicionais aos seus proventos.

Mas não é apenas isso que está acontecendo hoje no País, depois que o Ministério do Trabalho, por motivos políticos, passou a omitir-se com relação ao desmembramento de sindicatos. Antes limitados a uma determinada base geográfica para cada categoria, eles passaram a se multiplicar, o que não foi consequência apenas de rachas políticos ou ideológicos. O objetivo é arrecadar dinheiro.

Reportagem do Estado (23/5) identificou vários casos de irregularidades, algumas delas gritantes. Na região de Rio Verde, em Goiás, por exemplo, surgiu o Sindicato dos Trabalhadores de Movimentação de Mercadorias em Geral (Sintram), que gerou filhotes nos Estados do Tocantins, Bahia, Mato Grosso e no Distrito Federal. Típico sindicato pirata, o Sintram foi registrado pelo Ministério do Trabalho e tem sede em Brasília em endereço flagrantemente fictício, numa sala desocupada e fechada.

A entidade tem uma receita anual de R$ 1 milhão, como se constatou, mas a sua ação extrapola as finalidades que justificariam a fundação de um sindicato. O Sintram funciona como uma rede de prestação de serviços para empresas do agronegócio à procura de mão de obra. Não se trata de anunciar gratuitamente empregos ou de facilitar o acesso a empregos para os trabalhadores.

O Sintram exerce uma função muito semelhante à dos chamados "gatos", ou seja, agentes de empreendimentos que buscam contratar mão de obra, mediante o pagamento de comissão. Esta, no caso, é de 15%, sendo descontada todo mês dos salários dos trabalhadores. Os pelegos ou donos desses sindicatos são gatos gordos, pois, além dessas comissões ilegais, recebem sua parcela do Imposto Sindical.

Essa proliferação de sindicatos artificiais é lucrativa para as centrais de trabalhadores, que nada fazem para coibir essa distorção, uma vez que embolsam 10% do bolo das contribuições sindicais, distribuídos proporcionalmente ao número de entidades filiadas. Ainda por cima, as centrais sindicais, por uma benesse do governo do presidente Lula, estão desobrigadas de prestar contas ao TCU ou a quem quer que seja.

O Ministério do Trabalho até agora tem feito vista grossa para essa abundância de entidades sindicais. Mas alguns setores já começam a se preocupar com a infração do princípio legal da unicidade sindical.

"A minha premissa é de que os dirigentes pararam de ser dirigentes para serem empresários. Fundam sindicatos como se fossem empresas", como disse Antônio Cavalcante Rodrigues, procurador do Ministério Público do Trabalho.

Como se vê, vão longe os tempos em que alguns sindicatos tinham comissões de sindicância, que complementavam ou supriam a função fiscalizadora de que o Ministério do Trabalho está incumbido.

Entidades nunca fiscalizadas se vêm transformando em indústrias subsidiadas pelo governo por meio do Imposto Sindical, uma herança da ditadura getulista que o regime democrático foi incapaz de eliminar. A persistência desse maná fez surgir o que o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, chama, sem meias palavras, de "banditismo sindical".


Parece até um sindicato que conheço ou é mera coincidência,,,,,,,,,,

O Estado de São Paulo.