Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

31 de dezembro de 2010

DECRETO Nº 7.331 DE 19 DE OUTUBRO DE 2010 - Altera o Regulamento da Previdência Social. Elaboração do PPRA e PCMSO.

Quando foi publicado o Decreto 6.945, de 21 de agosto de 2009, que trata da redução das alíquotas da Contribuição Previdenciária, em relação às empresas que prestam serviços de tecnologia da informação - TI e de tecnologia da informação e comunicação - TIC, a Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho - FENATEST, impetrou Mandado de Segurança Coletivo Preventivo, com pedido de concessão de liminar MS nº 28519/2009 junto ao Supremo Tribunal Federal - STF contra o Presidente da República, pelo fato de o artigo 1º § 6º "a" e "b", do mesmo, dar exclusividade para a elaboração do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA e de doenças ocupacionais - PCMSO, ao Engenheiro de Segurança do Trabalho, excluindo os demais profissionais do Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT, determinando a sua homologação pelas Superintendências Regionais do Trabalho, para ser apreciado quando exigido pela fiscalização da Secretaria da Receita Federal e do Ministério do Trabalho e Emprego.

Negado o pedido de liminar pelo Presidente do STF, Min. Ricardo Lewandoski, de imediato a Federação entrou com Agravo Regimental com pedido de reconsideração. 

Como o processo ainda está em tramitação no STF, o Presidente da República (impetrado) publicou no dia 20/10/2010, o Decreto nº 7.331, revogando todo o § 6º e considerando, como era a nossa reivindicação judicial, que esses programas PPRA e PCMSO, fossem disciplinados nas normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego, revogando, portanto, o inciso IV do § 6º do art. 201-D, do Decreto 6.945. 

Com essa revogação, através do Decreto 7.331/2010, mesmo antes do julgamento desse pedido mandamental junto ao STF, fica claro o direito líquido e certo na elaboração do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA, nos lindes da legislação específica, pelos Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil.



Dessa forma, consideramos e reconhecemos a vitória da luta do sindicalismo brasileiro, da FENATEST e da CNTC, onde o Presidente da República e respectivos Ministros que subscreveram tal decreto, mesmo sem o julgamento do mérito da Ação, passaram a reconhecer e valorizar o trabalho de todos os profissionais do SESMT, restabelecendo-lhes o PODER de ELABORAR o PPRA e o PCMSO, conforme estabelecido no novo Decreto publicado. 
 
Assim, ganha promoção também, a segurança e saúde dos trabalhadores, real objetivo daqueles que lutaram e continuam lutando pelos que mais necessitam: os trabalhadores! 

Solicitando que as entidades presididas pelos companheiros dêem, conhecimento dessa matéria às assessorias jurídicas e a categoria dos Técnicos em Segurança do Trabalho, subscrevemo-nos e reiteramos nossas cordiais saudações sindicais.

Cordialmente,

                       
CNTC - Confederação Nacional dosTrabalhadores no Comércio.

30 de dezembro de 2010

Essa é a nossa oração. Para quem agredita.

"Senhor quero agradecer-te pela oportunidade de poder ajudar as pessoas através do meu trabalho”.

Faça de mim, Senhor, um instrumento de promoção da vida dos trabalhadores.

Que os trabalhadores possam regressar para junto das suas famílias no fim do dia com saúde e com a sua integridade física preservada. 


Peço-lhe que me ilumine na orientação das pessoas que resistem a cuidar de suas próprias vidas e que todos os trabalhadores abram os seus corações para escutar e assumir as minhas orientações e estas sejam sempre corretas e abençoadas.

Dai-me humildade para entender as resistências;

Dai-me perseverança para não desistir às dificuldades;

Dai-me palavras sábias, para que penetrem nos corações daqueles que ignoram a segurança do Trabalho;

Dai-me sabedoria para analisar os acidentes, quando eles ocorrerem, e que a minha mente e o meu coração conduzam minhas atitudes para melhorar o processo, e não somente para buscar culpados;

Dai força aos acidentados, para que eles tenham uma recuperação rápida e abençoada;

Dai força às famílias dos acidentados para superarem as perdas indesejáveis.

E por fim Senhor ajudai-me para que com a tua força e benção possa ser um exemplo de Saúde e Segurança no desempenho das minhas atividades profissionais.

Que assim seja. Amém.




Desejo a todos os seguidores deste Blog, muita Saúde, Paz e Prósperidade no ano que se inícia.


Marcio Santiago Vaitsman

29 de dezembro de 2010

MENOR AO VOLANTE - DDS.


Como se explica a paixão do adolescente pelos automóveis?
A adolescência é um período caracterizado pela insegurança e instabilidade emocional. Para o jovem, o carro é um instrumento de auto-afirmação. Dentro de um carro, ele se sente mais bonito, atraente e, por isso, mais seguro. 

O automóvel deixa de ter a função utilitária de transporte e passa a compensar a sensação de inferioridade e impotência que o jovem sente diante do mundo. O adolescente se identifica a tal ponto com seu carro que este acaba fazendo parte de seu próprio corpo.

Por que os jovens se revoltam quando os pais os proíbe de dirigir sem carteira?

O jovem sente a proibição como um meio dos pais impedirem ou retardarem sua passagem para o mundo adulto. É difícil para o jovem compreender, porque ele se sente inteiramente capaz de controlar um automóvel. E ele não está totalmente errado. 

Em geral os jovens têm grande habilidade para atividades manuais, reflexos rápidos e facilidade para operar máquinas. Alguns dirigem muito bem, sem nunca terem freqüentado uma auto-escola. 

O problema é que há um descompasso entre seu desenvolvimento motor e emocional. Enquanto a parte motora é extremamente desenvolvida e a visão e audição muito acuradas, a parte emocional é bastante instável. Atitudes maduras alternam-se a reações infantis.

O que dizer ao meu filho menor de idade que insiste em dirigir?

Pelas leis penais, um menor de 18 anos ao volante está praticando uma contravenção penal. Embora penalmente não seja ele o responsável, poderá complicar a vida de muitos. Por exemplo: pais ou responsáveis ( e o proprietário do veículo, se for o caso ) pelo menor que desrespeita o Código Nacional de Trânsito estão sujeitos à maior multa prevista em lei, apreensão da carteira de habilitação e, ainda, às penas dos Código Penal e Civil, em caso de acidente com vítimas ou danos materiais. 

Se o acidente tiver vítimas, fatais ou não, a pessoa ou pessoas que permitiram o uso do veículo serão enquadradas como co-autoras do crime em questão ( homicídio ou lesões corporais ), respondendo a inquérito policial e conseqüente ação penal. 

As penas previstas variam de três meses a vinte anos de prisão. 

Quanto aos acidentes com danos materiais, o menor de 18 anos também não responde por eles. E continua sem responder até os 21 anos de idade, a não ser que se emancipe antes. Nestes casos, portanto, os prejuízos recaem também sobre os pais, responsáveis e proprietários do veículo. 

Ao menor de 18 anos que desrespeita as leis ao volante, a Justiça aplica medidas que variam caso por caso. Elas podem ir desde uma advertência até o internamento em estabelecimento educacional apropriado. 

Você pode evitar conflitos mantendo um diálogo franco. 

Mostre a ele o que a lei determina sobre a habilitação para motoristas amadores. 

O problema de menores conduzindo veículos é muito comum e na maioria das vezes com o conhecimento dos próprios pais, que neste caso assumem a posição do co-autores, estando sujeito às penalidades mencionadas acima. 

Fica aqui um alerta para estes pais reavaliarem sua postura perante os filhos, pois uma simples voltinha pode se transformar em um pesadelo.


26 de dezembro de 2010

Na integra a proposta de texto para elaboração da NR 36 -.

TRABALHO EM ALTURA

36.1 Objetivo e Campo de Aplicação:
 
36.1 Objetivo e Definição:
 
36.1.1 Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente com esta atividade.
 
36.1.2 Considera-se trabalho em altura toda atividade executada em níveis diferentes e na qual haja risco de queda capaz de causar lesão ao trabalhador.
 
36.1.2.1 Adicionalmente, esta norma é aplicável a qualquer trabalho realizado acima de dois metros de altura do piso, em que haja risco de queda do trabalhador

36.2 Responsabilidades
 
36.2.1 Cabe ao empregador e contratante:
 
a)      garantir a efetiva implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma;
 
b)      adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas;
 
c)      garantir que qualquer trabalho só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção definidas nesta Norma;
 
d)      assegurar a interrupção imediata de todo e qualquer trabalho em caso de mudança nas condições ambientais que o torne potencialmente perigoso à integridade física e psíquica dos trabalhadores;
 
e)      assegurar a realização da Análise de  Risco - AR e a emissão da Permissão de Trabalho - PT;
 
f)        realizar, antes do início das atividades operacionais, Diálogo Diário de Segurança - DDS, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, consignando o tema tratado em um documento, rubricado pelos participantes e arquivado, juntamente com a lista de presença;
 
g)      garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle.
 
36.2.2 Cabe aos trabalhadores:
 
a)      colaborar com o empregador e contratante  na implementação das disposições contidas nesta Norma;
 
b)      interromper imediatamente o trabalho, informando ao superior hierárquico, em caso de qualquer mudança nas condições ambientais que o torne potencialmente perigoso à integridade física e psíquica dos trabalhadores.
 
36.3 Capacitação e Treinamento:
 
36.3.1 É considerado trabalhador qualificado aquele que comprovar conclusão de curso específico para sua atividade em instituição reconhecida pelo sistema oficial de ensino.
 
36.3.2 É considerado profissional legalmente habilitado o trabalhador previamente qualificado e com registro no competente conselho de classe.
 
36.3.3 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido a treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas, cujo conteúdo programático deve incluir, além dos riscos presentes na atividade:
 
a)     os equipamentos de proteção coletiva e individual para trabalho em altura: seleção, inspeção e limitação de uso;
 
b)    as condutas em situações de emergência, tais como suspensão inerte, princípios de incêndio, salvamento e rota de fuga, dentre outras.
 
36.3.4 O empregador deve desenvolver e implantar programa de capacitação, compreendendo treinamento admissional, periódico e sempre que ocorrer qualquer das seguintes situações:
 
a)      mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
 
b)      evento que indique a necessidade de novo treinamento;
 
c)      acidente grave ou fatal.
 
36.3.5 O treinamento periódico deve ter carga horária mínima de quatro horas e ser realizado anualmente ou quando do retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias.  
 
36.3.6 A capacitação deve ser realizada durante o horário normal de trabalho.
 
36.3.6.1 Ao término da capacitação, deve ser emitido certificado contendo o nome do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data e local de realização do treinamento e assinatura do responsável.
 
36.3.6.2 O certificado deve ser entregue ao trabalhador e uma cópia deve ser arquivada na empresa.
 
36.3.6.3 A capacitação será consignada no registro do empregado.
 
36.4 Planejamento e Organização:
 
36.4.1 Todo trabalho em altura será planejado, organizado e executado por trabalhador capacitado e autorizado.
 
36.4.1.1 Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado e cujo estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa atividade.
 
36.4.1.2 Quanto à avaliação do estado de saúde dos trabalhadores capacitados e autorizados para trabalho em altura, cabe a empresa:
 
a)      garantir que a avaliação seja efetuada periodicamente, considerando os riscos envolvidos em cada situação;
 
b)      assegurar que os exames e a sistemática de avaliação sejam partes integrantes do seu Programa de Controle Médico da Saúde Ocupacional - PCMSO, devendo estar nele consignados.
 
36.4.1.3 A empresa deve estabelecer sistema de identificação que permita a qualquer tempo conhecer a abrangência da autorização de cada trabalhador.
 
36.4.2 No planejamento do trabalho, devem ser adotadas as seguintes medidas:
 
a)      medidas para  evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução;
 
b)      medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores, na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma;
 
c)      medidas que minimizem a distância e as consequências da queda, quando o risco de queda não puder ser eliminado.
 
36.4.3 Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco, que deve considerar:
 
a)      as condições metereológicas adversas;
 
b)      o local em que os serviços serão executados;
 
c)      a autorização dos envolvidos;
 
d)      a seleção, forma de utilização e limitação de uso dos equipamentos de proteção coletiva e individual, atendendo aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda;
 
e)      o risco de queda de materiais;
 
f)        as situações de emergência, especialmente as rotas de fuga ou meios de abandono devidamente sinalizados.
 
36.4.4 As recomendações oriundas da análise de risco devem ser consignadas em Permissão de Trabalho, contemplando:
 
a)      a inspeção das proteções coletivas e dos equipamentos de proteção individual;
 
b)      as medidas para prevenção de queda de ferramentas e materiais;
 
c)      o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho;
 
d)      a proibição do trabalho de forma isolada;
 
e)      a relação de todos os envolvidos e suas autorizações;
 
f)        o planejamento do resgate e primeiros socorros, de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte do trabalhador;
 
g)      o sistema de comunicação;
 
h)      a disponibilidade dos equipamentos de combate a incêndio no local de trabalho.
 
36.4.4.1 A permissão de Trabalho deve:
 
a)      a. ser emitida em três vias, a serem, respectivamente
I.        afixada no local de trabalho;
 
II.      entregue à chefia imediata;
 
III.    arquivada e estruturada de forma a permitir a rastreabilidade;
 
b)      conter os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos e, quando aplicável, às disposições estabelecidas na APR;
 
c)      ser assinada pelos integrantes da equipe de trabalho, chefia imediata e profissional de segurança e saúde no trabalho ou, na inexistência desse, pelo responsável pelo cumprimento desta Norma;
 
d)      ter validade limitada à duração da atividade, não podendo ser superior ao turno de trabalho.
 
36.4.5 Equipamentos de Proteção Individual:
 
36.4.5.1 Os Equipamentos de Proteção Individual - EPI, acessórios e sistemas de ancoragem devem ser selecionados considerando-se a carga aplicada aos mesmos e o respectivo fator de segurança, quando da queda.
 
36.4.5.2 Antes do início dos trabalhos deve ser efetuada e registrada a inspeção de todos os EPI a serem utilizados, recusando-se os que apresentem falhas ou deformações ou que tenham sofrido impacto de queda, quando se tratar de cintos de segurança. 
 
36.4.5.3 O cinto de segurança deve ser do tipo paraquedista, dotado de dispositivo trava-queda e ligado a cabo de segurança independente da estrutura onde se encontra o trabalhador.
 
36.4.5.3.1 Na impossibilidade técnica de utilização de cabo de segurança, comprovada por Analise de Risco, aprovada pelo trabalhador qualificado em segurança no trabalho, poderá ser utilizado meio alternativo de proteção contra queda de altura.
 
36.4.5.4 Na impossibilidade de se utilizar os EPIs com fator de queda menor que 1 o talabarte deverá possuir obrigatoriamente amortecedor/atenuador de queda .
 
36.4.5.4.1 O talabarte ou sistema amortecedor deve estar fixado acima do nível da cintura do trabalhador, ajustado de modo a restringir a queda de altura e assegurar que, em caso de ocorrência, o trabalhador não colida com estrutura inferior.
 
36.4.5.5 Quanto aos pontos de ancoragem, devem ser tomadas as seguintes providências:
 
a)      inspecionar todos os pontos antes da sua utilização;
 
b)      identificar os pontos definitivos e a carga máxima aplicável;
 
c)      realizar o teste de carga em todos os pontos temporários antes da sua utilização.
 
36.4.5.5.1 O dimensionamento da carga máxima do ponto de ancoragem definitivo deve ser realizado por profissional legalmente habilitado.
 
36.4.5.5.2 O procedimento de teste de carga dos pontos temporários deve ser elaborado por profissional legalmente habilitado, que supervisionará a sua execução.
 
36.4.5.5.3 Devem ser mantidos no estabelecimento a memória de cálculo do projeto dos pontos de ancoragem definitivos e os resultados dos testes de carga realizados nos pontos de ancoragem temporários.
 
36.4.6 Emergência e Salvamento:
 
36.4.6.1 A empresa deve elaborar e implementar procedimentos de emergência e resgate adequados ao trabalho em altura contemplando, no mínimo:
 
a)      descrição dos possíveis cenários de acidentes, obtidos a partir da Analise de Risco;
 
b)      descrição das medidas de salvamento e de primeiros socorros a serem executadas em caso de emergência;
 
c)      seleção e técnicas de utilização dos equipamentos de comunicação, iluminação de emergência, resgate, primeiros socorros e transporte de vítimas;
 
d)      acionamento da equipe responsável pela execução das medidas de resgate e primeiros socorros;
 
e)      exercício simulado periódico de salvamento e combate a incêndio, considerando possíveis cenários de acidentes para trabalhos em altura, realizado, no mínimo, uma vez a cada ano.
 
36.4.6.2 As pessoas responsáveis pela execução das medidas de salvamento devem possuir aptidão física e mental compatível com a atividade a desempenhar.
 
36.4.7 Metodologia de Trabalho:
 
36.4.7.1 Na execução do trabalho em altura devem ser tomadas as seguintes providências:
 
a)      isolamento e e sinalização de toda a área sob o serviço;
 
b)      adoção de medidas para evitar a queda de ferramentas e materiais, inclusive no caso de paralisação dos trabalhos;
 
c)      desenergização, bloqueio e etiquetagem de toda instalação elétrica aérea nas proximidades do serviço;
 
d)      instalação de proteção ou barreiras que evitem contato acidental com instalações elétricas aéreas, conforme procedimento da concessionária local, na inviabilidade técnica de sua desenergização;
 
e)      interrupção imediata do trabalho em altura em caso de iluminação insuficiente ou condições metereológicas adversas, como chuva e ventos superiores a 40km/h, dentre outras.
 
36.4.8 Acesso por Corda:
 
36.4.8.1 Na execução das atividades com acesso por cordas devem ser utilizados procedimentos técnicos de escalada industrial, conforme estabelecido em norma técnica nacional ou, na sua ausência, em normas internacionais.
 
36.4.8.2 A empresa e a equipe de trabalhadores devem ser certificadas em conformidade com norma técnica nacional ou, na sua ausência, com normas internacionais.
 
36.4.8.3 A equipe de trabalho deve ser capacitada para resgate em altura e composta por no mínimo três pessoas, sendo um supervisor.
 
36.4.8.4 Para cada local de trabalho deve haver um plano de auto-resgate e resgate dos profissionais.
 
36.4.8.5 Durante a execução da atividade, o trabalhador deve estar conectado a pelo menos dois pontos de ancoragem.
 
36.4.8.6 Devem ser utilizados equipamentos e cordas que sejam certificados por normas nacionais ou, na ausência dessas, por normas internacionais.  
 
36.4.8.7 Os equipamentos utilizados para acesso por corda devem ser armazenados e mantidos conforme recomendação do fabricante/fornecedor.
 
36.4.8.8 As informações do fabricante/fornecedor devem ser mantidas de modo a permitir a rastreabilidade.
 
36.4.8.9 O trabalho de acesso por corda deve ser interrompido imediatamente em caso de iluminação insuficiente e condições meteorológicas adversas, como chuva e ventos superiores a quarenta quilômetros por hora, dentre outras.
 
36.4.8.10 A equipe de trabalho deve portar rádio comunicador ou equipamento de telefonia similar.
 
 
Propõe-se ainda a incluísão dos  anexos abaixo:
 
Escadas, rampas e passarelas (NR18)
Plataformas Fixas (NR18)
Plataformas Elevatórias (NR18)
Andaimes (NR18)


PROPOSTA DE PROCEDIMENTO PARA ELABORAÇÃO DE NORMA DE TRABALHO EM ALTURA NR 36LOCAL
                              15/12/2010
ENVIO DE PORPOSTA DE TEXTO E CRIAÇÃO DO GRUPO DE ESTUDOS TRIPARTITE - GET
CGNOR/DSST
                   15/121/03/2011
FUNCIONAMENTO DO GET, ELABORAÇÃO DO TEXTO BASE
REUNIÕES
-19/01/2011
-14-15//02/2011
-14-18/03/2011
                        3031/03/2011
APRESENTAÇÃO DO TEXTO BASE NA CTPP PARA CONSULTA PÚBLICA
BRASÍLIA
                  15/0415/07/2011
CONSULTA PÚBLICA DO TEXTO BASE E FORMAÇÃO DO GTT
CGNOR/DSST
              31/0731/01/2012
ELABORAÇÃO DA PROPOSTA FINAL DO TEXTO
REUNIÕES DO GTT

A sugestão desse blog é:

Adicionar diretrizes para fixação de cabo de vida e ou ancoragem em parabolts, número de presilhas, espessura do cabo, etc.;

Treinamento para utilização de Trava-quedas em cabo de aço;

Definir direto na norma qual seria o melhor tipo e mais seguro cinto para atividades em altura;

Definir qual o talabarte ideal:

Com absorvedor de energia no talabarte ou aquele de caixinha.

Dê a sugestão também.


25 de dezembro de 2010

BACHARELADO EM SEGURANÇA DO TRABALHO

Você já tomou conhecimento das coisas que determinados grupos estão querendo fazer com a sua profissão? Caso afirmativo, é bom começar a se mexer para não se decepcionar depois,

O Projeto de Lei nº 6179/09, que institui o Bacharelado em Segurança do Trabalho, com os títulos de Bacharel e de Agente Superior, está tramitando em ritmo acelerado - Você sabia?

 O objetivo é formar profissionais de nível superior com melhor qualificação do que os atuais Técnicos em Segurança do Trabalho.

O Deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), afirma que a Segurança do Trabalho é fundamental para a economia e sustenta que a profissão de Técnico não está adequada à realidade atual.

É necessário formar um profissional de curso superior capaz de exercer atividades que se ajustem à nossa época, diante da complexidade das exigências sociais do mercado de trabalho.

Vejam que interessante, eles reconhecem a importância da profissão para que possam ganhar com cursos diversos, mas não querem reconhecer que os salários são aviltantes.

O projeto inclui dispositivos na Lei nº 7.410/85, que trata da profissão de Técnico em Segurança do Tabalho e da especialização de Engenheiros e Arquitetos, mas  é impossível apresentar projeto para rever os salários da classe.

"O Profissional em Segurança do Tabalho é tão importante que exige profissionais graduados". 

Porque o governo que criou a profissão não faz uma campanha de valorização desses profissionais. Será mais fácil e lucrativo torná-los  bacharel?

O novo curso se aprovado, terá currículo fixado pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Medicina e Segurança do Trabalho (Fundacentro) ou por Universidades e será o extermínio da nossa profissão.


Marcio S. Vaitsman

Reafirmado juridicamente a competência do Técnico de Segurança do Trabalho para elaborar o PPRA

O SINTESP teve decisão favorável, em mandato de segurança contra o CREA sobre competência do TST para elaborar o PPRA, veja decisão do 15º Vara Cível – 982/2008 de 21 de julho de 2008.

2005.61.00.018503-5 – SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABLAHO NO ESTADO DE SÃO PAULO – SINTESP ( ADV. SP163179 ADEMAR JOSE DE OLIVEIRA) X PRESIDENTE DO CONSELHO REG. DE ENGENHARIA, ARQUITET, AGRONOMIA DE SP (ADV. SP152783 FABIANA MOSER E ADV. SP043176 SONIA MARIA MORANDI M. DE SOUZA).

JULGO PROCEDENTE o pedido e concedo a segurança, a fim dedeterminar que o CREA que se abstenha de praticar qualquer ato relacionado á exigência de registro, de fiscalização, de limitação ou restrição ao exercício das atividades relacionadas com a prevenção e segurança do trabalho exercidas pelos Técnicos de Segurança do Trabalho.


VAMOS FAZER VALER NOSSO DIREITO.

19 de dezembro de 2010

Mensagem Natalina

Sinceramente, desejo a todos os seguidores deste BLOG 


Um Ano Novo Repleto de Muita Saúde, Paz e Prosperidade. 







Marcio Santiago Vaitsman








ERGONOMIA NO MANUSEIO DE MATERIAIS - DDS.


Levante pesos corretamente para evitar esforços desnecessários, lesões musculares e problemas na coluna vertebral:

Avalie a carga e fique junto dela;

Abaixe-se dobrando as pernas, mantendo os pés ligeiramente separados;

Levante-a empregando a musculatura das pernas e braços, mantendo a coluna o mais reta possível;

Transporte-a junto ao corpo;

Se estiver carregando um objeto e pretende mudar a posição do mesmo ou ajustá-lo melhor, não o faça em movimento. Em primeiro lugar pare e apóie o objeto, depois faça a mudança.

Não tente levantar pesos acima de suas forças. Limite-se ao que você pode levantar, sem excesso de esforço. Peça auxílio sempre que necessário.

Empilhe material corretamente, observando a disposição e a altura de acordo com a orientação da Supervisão, mantendo sempre os corredores livres.

Seja cuidadoso ao manusear uma carga, a fim de evitar prensamento das mãos, calçando as cargas, evitando apoiá-las diretamente no solo.

Use o tipo de proteção individual recomendado para a execução do trabalho.