Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
marciovaitsman@yahoo.com.br - marciovaitsman@gmail.com - http://twitter.com/SMSeg
PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

30 de abril de 2012

Estabilidade no contrato de experiência ou determinado.

Muitas são as dúvidas sobre a estabilidade ou não nos contratos de experiência ou determinado para as situações de acidente de trabalho, gestante, CIPA entre outras formas de garantia de emprego.

O contrato de experiência possui a mesma natureza do contrato por prazo determinado, o que se presume, o direito do empregador de rescindi-lo quando do seu vencimento de prazo.

Legislação:


O contrato por prazo determinado, conforme estabelece o artigo 443, § 2º da CLT, é o contrato de trabalho cuja vigência dependa de termo prefixado ou da execução de serviços especificados ou ainda da realização de certo acontecimento suscetível de previsão aproximada. Continua...


Veja íntegra do artigo no link abaixo:






29 de abril de 2012

Quanto você vale? Reflexão.


Um famoso conferencista começou um seminário segurando  uma nota de 20 dólares.


Numa sala com 200 pessoas, ele perguntou:


- Quem quer esta nota de 20 dólares?


Mãos começavam a erguer-se quando ele disse:


- Eu darei esta nota a um de vocês, mas, primeiro, deixem- me fazer isto.


Então ele amassou a nota. E perguntou, outra vez:


- Quem ainda quer esta nota?


As mãos continuaram erguidas.


- Bom! - disse ele - e se eu fizer isto?


E deixou a nota cair, pisou nela e começou a esfregá-la contra o chão.


Depois pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou:


- E agora? Quem ainda quer esta nota?


Todas as mãos permaneceram erguidas.


- Meus amigos, todos devemos aprender esta lição:


Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta
cédula, porque ela não perde o valor. Ela sempre valerá 20 dólares.


E continuou:


Pois é! Essa situação também se dá conosco...


Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos sujos por decisões que tomamos ou pelas circunstâncias que vêm em nossos caminhos. E, assim, ficamos nos sentindo desvalorizados, sem importância.

- Porém, creiam, não importa o que aconteceu ou o que acontecerá, jamais perderemos o nosso valor perante Deus.


Quer estejamos sujos, quer estejamos limpos, quer amassados ou inteiros, nada disso altera a nossa importância, a nossa valia.


- O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou sabemos, mas pelo que somos.



E somos muito especiais. Pense nisso!


27 de abril de 2012

Reflita em quanto a tempo, para não se arrepender amanhã.

Sinto dizer que sem esforço nada vai acontecer! Não adianta reza forte, nem macumba com 20 velas, nem passar "corrente de fé".



Se você não se decidir logo em dar o primeiro passo em defesa da sua profissão e, se você não sair dessa posição que se encontra, nem os anjos poderão te ajudar se você mesmo não se ajuda!



Quer valorizar a sua profissão, batalhe por ela e, pare de dizer que não tem ninguém fazendo algo e que ninguém faz nada se você muito menos faz.



Quer um novo emprego com melhores condições?



Estude algo novo que possa promover a união da classe, abra a cabeça, os pensamentos, se informe e aprenda um pouco mais sobre a sua profissão, procure fazer diferença e as empresas vão correr atrás de você!



Não fique esperando que outros façam por você, quem se valoriza sabe o quanto vale, sabendo quanto vale não se troca por qualquer emprego/salário.



Pelo dia 28 de abril, façamos uma breve reflexão sobre “O que eu já fiz e o que faço pela minha profissão, e o que ainda posso fazer”.



Acorde enquanto há tempo e comece as mudanças, antes que um Conselho qualquer venha e acabe com a nossa esperança de ver dias melhores para nós profissionais, principalmente no patamar em que já deveríamos estar.



Você tem que atentar para o problema que é de todos nós.



Pense nisso!





Marcio Santiago Vaitsman

26 de abril de 2012

28 de abril - dia internacional em memória ás vítimas de acidentes e doenças do trabalho.




Vinte e oito de abril, Em diversos continentes, eventos homenageiam, de maneiras diferentes, aos trabalhadores vítimas de doenças e acidentes.

É, para os trabalhadores, o dia internacional, lembrança aos colegas mortos, manifesto sindical, chamando atenção do mundo para um problema real.


Essa data instituiu-se para manifestação no ano sessenta e nove quando exercendo a função setenta e oito mineiros morreram numa explosão.


Isso ocorreu na Virgínia, um estado americano, e após quase quatro décadas e meia que aconteceu esse dano se constatam infelizmente novas vítimas todo ano.


Os que se juntam na rua em torno do manifesto fazem enterro simbólico no momento do protesto e há razão suficiente pra justificar o gesto.



As passeatas comportam ativos e inativos, comungando ao mesmo tempo os mesmos objetivos, relembrando os que estão mortos, defendendo os que estão vivos.



É pedida nesse dia uma atuação constante contra acidente fatal, doença incapacitante, que segundo as estatísticas têm ocorrido bastante.



Nessa data é discutida a legislação local, faixas, cartazes, discursos, sempre o mesmo ritual, cobrando rigor nas normas de segurança geral.



Trabalhadores exigem condição satisfatória, os mártires da mesma luta têm resgatada a memória, as injustiças não podem ficar à margem da história.



Visam a fazer as pessoas tomarem conhecimento, higidez e segurança dependem de investimento e a prevenção custa menos do que qualquer tratamento.



As tragédias deixam claro o que deve ser mudado, a comparação é feita quando o pretérito é lembrado, o presente é refletido e o futuro é preparado.



Os acidentes ocorrem do escritório ao cascalho, categorias discutem sobre o que ainda está falho, propondo o melhoramento das condições de trabalho.



O fato de, atualmente, ser comum se ver alguém contaminado por sílica, por amianto também, mostra que o Brasil precisa de mais prevenção do que tem.



Há condições adversas de pessoas conduzidas a trabalhar com mercúrio, a lidar com pesticidas. Uma simples negligência pode custar muitas vidas.



Incidências de operários que de asbestose padecem, os que de máquinas são vítimas, os que de câncer falecem, muitas delas, evitáveis, freqüentemente acontecem.



Acidentes e doenças ocorrem em todo reduto, segundo a OMS, pode o gasto absoluto chegar a quatro por cento do produto interno bruto.



É cobrado mais empenho das empresas do país, mais atuação das CIPAs, disposição de EPIs, tendo ambiente seguro, há trabalhador feliz.



A OIT deixa claro quanto ao assunto: acidente, cerca de três mil pessoas são vítimas diariamente, essa estatística precisa reduzir daqui pra frente.



Nesses quarenta e dois anos a tragédia é relembrada, foi, em diversos países, essa data incorporada. Uma causa quando é justa não pode ser desprezada.



Aqui não é diferente, vinte e oito de abril, um projeto no Congresso tramitou desde dois mil, pra oficializar esta data Brasil.




Autores: Antonio de Lisboa e Edmilson Ferreira.




Nota:

Já que está data importante está se aproximando, o Blog ressalta alguns pontos importantes e dicas para deixar seu trabalho mais seguro:



Realize treinamentos disponibilizados pela e empresa;



Se seu cargo exigir o uso do EPI, utilize-os;



Se não souber manusear, peça ajuda no departamento responsável;



Mantenha-se bem informado sobre os riscos que sua função possui;



Conserve seu ambiente de trabalho organizado;



Respeite as normas internas do seu trabalho e pratique suas tarefas com segurança!



Alimente-se e durma bem.




Valorize a única vida que você tem!





























































24 de abril de 2012

Empregado que fuma perde 20% do tempo de trabalho com o cigarro : Essa conta ia ser feita um dia. E os resultados não são bons para os fumantes.


Segundo estimativas de Marcelo Maron, Diretor Executivo do Grupo PAR e especialista em finanças corporativas, um empregado que fuma pode estar desperdiçando 20% do seu dia de trabalho com o vício. Se para o empregado esse tempo longe da mesa de trabalho pode não ser significativo, para as empresas pode significar o dado que faltava para buscar profissionais que não fumem.

Com o cerco da legislação antifumo, as empresas que têm fumantes em seus quadros de funcionários podem começar a se preocupar com as questões da produtividade desse pessoal. Hoje, com a eliminação dos fumódromos nas empresas, os empregados que fumam precisam ir para a rua ou para ambientes arejados.

Dependendo do movimento do prédio comercial e das distâncias envolvidas, além do tempo necessário para fumar um cigarro apenas, o tempo médio dessa atividade não será inferior a 15 minutos de trabalho perdidos para cada cigarro fumado:

“Vamos supor um fumante razoavelmente controlado, que fume apenas seis cigarros durante as 8 horas de trabalho, três pelas manhã e três à tarde. Levando em conta a média de tempo apurada acima, esses seis cigarros vão consumir 90 minutos de um dia de trabalho. Nada menos que uma hora e meia de uma jornada de oito horas se esvai com o vício, o que equivale a quase 20% do horário de trabalho”, alerta Maron.

ustos – De acordo com o especialista em finanças corporativas, um empregado fumante, teoricamente, renderia 20% menos do que outro que não fuma, pois precisará se ausentar do trabalho durante um quinto de sua jornada diária.

“Quanto isto pode custar? Vamos imaginar um empregado com um salário de R$ 3.000,00 por mês. Somando ao salário os benefícios e encargos legais, esta remuneração chega a R$ 5.400,00 por mês.

Se o empregado está ausente quase 20% deste tempo para fumar, seu vício custa R$ 1.080,00 por mês para a empresa, ou R$ 12.960,00 por ano. Para uma empresa que tenha 20 fumantes em seu quadro funcional, o custo anual do vício desses empregados atingirá a casa de R$ 259.200,00. É incrível, mas a quantia pode até ser bastante significativa em relação ao resultado do negócio”, assinala Maron.

Para o consultor, esses cálculos, relativamente conservadores, começam a determinar o fato de que muitas empresas estão preterindo fumantes em seus processos seletivos. Além disso, há uma grande pressão para que os fumantes deixem de fumar durante o trabalho. “Tenho visto isso com frequência cada vez maior.

Se há empate entre bagagem acadêmica e experiência, com certeza o fumante terminará eliminado do processo seletivo, embora muitas empresas se neguem a admitir isso”, explica Maron.

Mas há outra conta que joga contra o fumante: o cálculo do uso do plano de saúde. Como as empresas arcam com custos crescentes em relação a esse benefício, contar com muitos fumantes em seus quadros pode ser desastroso:

“Empregados com problemas circulatórios, cardíacos ou até mesmo de câncer elevam de modo considerável os gastos com o plano de saúde, que já é a segunda maior despesa de pessoal das empresas, logo após a folha de pagamento. Nesse sentido, reduzir o número de fumantes no trabalho é um fator de redução do custo do plano de saúde, e as empresas estão caminhando nessa direção”, alerta Maron.

Empresas & Negócios.

23 de abril de 2012

Banco de emprego.


Técnico em Segurança do Trabalho.


Empresa de porte contrata para trabalhar em Niterói/RJ.

Salário R$ 2.500,00; Refeição no local; Vale refeição.


Trabalho em turno de 12X36h.

Necessário experiência de 3 anos na área da prevenção.

Enviar currículo no corpo do e-mail para:


monique.moreno@elloselecaopessoal.com.br


Escrever no assunto: RJ/ Técnico em Segurança do Trabalho-Niteroi/RJ.


Boa sorte.


Em uma palavra.

Caso tivéssemos que definir ergonomia em uma única palavra, qual seria?  Pode pensar!!  Eu utilizaria a palavra conforto.

Vejamos um exemplo: imagine que você trabalha em um banquinho de madeira sem encosto ou estofado, sentado durante todo o expediente. Você se sentirá confortável?

Agora imagine que a empresa comprou uma cadeira com estofamento adequado, injetado, com os ajustes necessários, encosto e apoio para braços, porém o ambiente é extremamente quente e ruidoso. Você se sentirá confortável?

No entanto, a empresa comprou um ar condicionado e resolveu o problema do ruído, mas a atividade na sua empresa é no “chicote”, com o chefe lhe pressionando direto. Você se sentirá confortável?

Concluindo, podemos perceber que para trabalhar em um posto de trabalho ergonômico seria necessário o mobiliário e ambiente adequados, além de estar me sentindo bem física e psicologicamente.

Quando você conseguir um posto de trabalho assim, pode me chamar que eu estou indo.

Infelizmente ou felizmente o ser humano é extremamente exigente e vive em contínua mudança, ou seja, o que está adequado hoje, não necessariamente me dará conforto amanhã.

Agora, caso eu pudesse utilizar mais duas palavras na definição da ergonomia, eu introduziria as palavras saúde e produtividade.


J.O Segurito.

21 de abril de 2012

Nexos do Nosso Lado.


Tenho certeza de que muitos já tiveram esta ideia, mas não custa nada compartilhar a informação.

Como já sabemos o NTEP - Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário vinculou determinadas doenças às empresas pelo CNAE – Código Nacional de Atividades Econômicas, ou seja, caso um colaborador esteja com uma doença que estatisticamente tem maior ocorrência em determinado ramo de atividade o perito do INSS, com base em sua análise e listagem estabelecida na legislação vigente, pode (e geralmente o faz) indicar o nexo entre a doença e o trabalho.

Nenhuma novidade, porém devemos manter a mente aberta no sentido de poder utilizar esta estatística a nosso favor, ou seja, caso o colaborador esteja com alguma doença que na análise técnica do SESMT, não tenha nexo com o trabalho, mas ainda assim haja um processo contra a empresa, devemos dar uma olhada na Lista C do Decreto 6.957 de 2009, caso a doença não esteja vinculada ao nosso CNAE, podemos fazer o seguinte questionamento ao advogado do Reclamante:

Dentre as doenças com significância estatística da associação entre o Código de Classificação Internacional de Doenças e o da Classificação Nacional de Atividade Econômica estabelecida pela Previdência Social por meio do NTEP, consta a doença do Reclamante? Ou seja, estatisticamente não há nexo entre a doença e o trabalho.

Outra forma de utilizar a própria legislação para a defesa da empresa é relacionada a Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho apresentada pela Portaria do Ministério da Saúde no 1339/GM de 18/12/99, com diversas atualizações, a qual apresenta relação de agentes ou fatores de risco de natureza ocupacional, com as respectivas doenças que podem estar com eles relacionadas.

Não pense que essas listagens vão lhe ajudar tanto assim, mas é mais uma ferramenta que pode ser utilizada pela classe.

J.O Segurito.


20 de abril de 2012

RUÍDO EM CALL CENTERS – DDS.

O setor de tele serviços tem crescido, em média, 10% ao ano, atualmente as empresas de Call Center já empregam mais de um milhão de pessoas em todo o país. Cerca de 40% desses cargos são ocupados por jovens em seu primeiro emprego, na maioria dos casos de 6 horas por dia,durante a realização de seu estudo nas universidades ou no segundo grau.
Existe legislação trabalhista através da portaria 3124/1978 do M. T. E. que limita a exposição ao ruído no ambiente de trabalho em 87 dBA para 6 horas de jornada por dia. Na maioria dos casos, os trabalhadores de Call Center usam um headfone de um ouvido.
Os Call Centers normalmente são divididos em salas, onde cada uma tem cerca de 20 a 100 trabalhadores aproximadamente. Nestas salas existem as mesas de trabalho, um computador para cada trabalhador e o supervisor de serviços.
As conversas dos trabalhadores com os clientes pelo headset e aliada a conversas do supervisor com os outros trabalhadores na sala, torna o ambiente com ruído de fundo alto fazendo com que os trabalhadores aumentem a voz e o volume de conversa com o cliente para conseguir entender e analisar cada situação.
Assim os trabalhadores acabam ficando com alta carga mental e de concentração, além do aumento da dose de ruído percebida.
Existem duas normas internacionais que norteiam como fazer a medição da dose de ruído.
I. Usando microfone em ouvido real de telefonistas
II. Usando cabeça simuladora artificial
Deve-se tomar cuidado da existência no mercado brasileiro de empresas e pessoas que fazem as medições da dose de ruído dos telefonistas, sem satisfazer as normas. Estas empresas usam uma cabeça de baixo custo que não tem as dimensões padronizadas do ouvido e simuladoras não padronizadas, e até usam o dosímetro normal que não satisfaz as normas.
O dosímetro normal tem faixa dinâmica e tipo de microfone que não satisfaz as normas mencionadas aqui de medição da dose de ruído para usuários de headset.
Baseado nos trabalhos de pesquisas e desenvolvimentos feitos na UFSC, em teses concluídas de mestrado e doutorado além de trabalhos publicados em revistas indexadas e congressos, é recomendável usar a norma de medição com mini microfone em ouvido real ISSO 11904-1 e evitar usar norma de cabeça ISSO 11904-2.

Prof. Samir N. Y. Gerges, Ph.D.

19 de abril de 2012

Dia Mundial em memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho.

O Dia Internacional em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças no Trabalho é celebrado em 28 de abril. A data surgiu a partir de uma tragédia que marcou esse mesmo dia no ano de 1969, quando a explosão de uma mina nos Estados Unidos matou 78 trabalhadores.

Este dia é considerado também pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho. Por isso, muitas instituições realizam eventos de SST durante a última semana do mês. Geralmente essas ações buscam informar ou refletir sobre os problemas que atingem a Segurança e Saúde do Trabalhador.

A Revista Proteção preparou uma agenda com algumas atividades relacionadas a data no país. Além de consultá-los no site, você também pode enviar informações para o e-mail
redacao@protecao.com.br com sugestões de outros eventos a serem divulgados.


Confira abaixo alguns eventos programados:

Pernambuco
O Movimento 28 de Abril, formado por diversas entidades da sociedade civil organizada, está promovendo, a exemplo de anos anteriores, um evento para refletir sobre a temática "De que adoecem, se acidentam e morrem os trabalhadores em Pernambuco".O Seminário será realizado nos dias 25 e 26 de abril de 2012, no auditório da Fafire (Av. Conde da Boa Vista, 921, Recife - PE). Inscrições:
eventos@fundacentro-pe.gov.br (A inscrição será confirmada mediante entrega de 1kg de alimento não perecível no dia do evento).
São Paulo
A Plenária Municipal de Saúde do Trabalhador de São Paulo e a Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador realizarão em 26 de abril, das 14h às 17h, o debate "Os Desafios para a Democratização da Previdência Social". O evento ocorrerá no Conselho Regional de Psicologia e contará com a presença da pesquisadora da Fundacentro, Maria Maeno, e do Secretário de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Mais informações pelo e-mail
viniciusboim@bol.com.br

O movimento sindical e os CERESTs do Grande ABC, envolvendo as sete cidades da região, promoverão um grande seminário na parte da manhã e um ato público de rua na parte da tarde, na Praça da Moça, em Diadema.O tema deste ano será "Saúde Mental e trabalho", focando a necessidade da prevenção dada a dificuldade de diagnóstico e perícia médica pelos CERESTs. Mais informações pelo fone (11) 4433 5813

A Associação dos Advogados de São Paulo (AASP) em parceira com AASP Associação Latino-Americana de Advogados Trabalhistas (ALAL), estará promovendo um Seminário Nacional sobre Acidentes do Trabalho e Adoecimentos Ocupacionais. Será em SP de 26 a 28 de abril de 2012, na AASP, Rua Álvares Penteado, nº 151,
Centro São Paulo-SP. Informações e inscrições no site
http://cursos.aasp.org.br/detalhecurso.aspx?id_aceite=11965&id_curso=20187

A SINTESP promove o 15º Sábado de Capacitação Permanente, no dia 28 de abril, das 8h30min às 13h. Será realizado no Salão Nobre da Câmera Municipal de São Paulo ( Viaduto Jacareí, nº 100, Bela Vista, São Paulo. Inscrições pelo site
capacitacao@sintesp.org.br. Informações pelo fone (11) 3362-1104.

Sindicato dos Químicos, através do seu Departamento de Saúde e Meio Ambiente com a responsabilidade de transmitir conhecimento aos trabalhadores envolvidos com a Cipa, convida a participar do 23°Encontro de Cipeiros a realizar-se no Clube de Campo, em Guarulhos - SP.O encontro acontecerá dia 27 de Abril de 2012. As inscrições deverão ser feitas até o dia 25 de abril, solicitando a ficha através do e-mail
saude@sindiquimicos.org.br

A Plenária Municipal de Saúde do Trabalhador de São Pulo e a Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador realizam em 26 de abril, das 14h às 17h, o debate " Os Desafios para a Democratização da previdência Social". O evento ocorrerá no Conselho Regional d ePsicologia e contará com a presença da pesquisadora da Fudacentro, Maria Maeno, e do Secretário de Saúde e Condições de Trabalho do SIndicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Walcir Previtale Bruno. Mais informações pelo e-mail
viniciusboim@bol.com.br

Curitiba
Ato Público, Movimento 28 de abril. Acontecerá no dia 28 de abril, das 9h às 12h15min, na Praça Santos Andrade, nas Escaradias da universidade Federal
Rua: Praça Santos Andrade centro de Curitiba. organização de Adir Souza. Maiss informações (41) 3363-4152
Santa Catarina De 23 A 27 de Abril 2012,será realizado na cidade de Jaraguá do Sul-SC nas dependências do Colégio Marista São Luis a II Semana de Saúde e Segurança no Trabalho, o evento é uma parceria das empresas Bergo Eqtos, Rede Consultoria em Segurança e TEC/PUC. Durante toda semana como já ocorreu no ano passado,serão realizadas palestras educativas com temas ligados a prevenção de acidentes para os alunos desde o ensino infantil,básico,fundamental até alunos do ensino médio,num total de mais de 900 alunos participando,inclusive com exposição de equipamentos de proteção e atividades com a participação do Corpo de Bombeiros Voluntários da cidade. Nos dias 23,24 e 25 ,haverá mini-cursos e palestras com especialistas convidados, onde o público alvo será a comunidade prevencionista em geral. As inscrições para as palestras deverão ser realizadas pelo e-mail:

redegranadosul@brturbo.com.br , ou através do fone: (47) 3274.4303



Revista Proteção, 19.04.2012 .








18 de abril de 2012

CARRINHOS DE MÃO, você sabe usar - DDS.


Todos conhecem um carrinho de mão. Eles se parecem um com o outro. Uma rodinha de pneu, a caçamba e duas barras de segurá-lo. Pode haver apenas uma grande diferença no jeito que cada um executa um trabalho com segurança.


As pessoas que utilizam esses carrinhos de mão os conhecem muito bem e sabem quais os trabalhos que podem executar. Isto é importante para uma utilização segura. Já vimos carrinhos carregados com caixas empilhadas tão alto que a caixa do topo fica na altura do peito.
 

O tempo perdido tentando equilibrar esta carga prova que uma carga menor é mais segura e melhor para se executar a tarefa. Os ferimentos mais comuns entre aqueles trabalhadores que utilizam este tipo de carrinho envolvem as mãos e os pés.


Assim sendo, use luvas para proteger as mãos. Se algum de vocês já teve o dedão do pé atropelado por um carrinho, sabe bem a importância de usar as botas de segurança.


Não tente impedir o movimento do carrinho usando os pés. Isto acabará mais tarde com uma lesão, existem certos procedimentos que deve ser seguido para os utilitários destes carrinhos:


Mantenha a carga mais baixa possível; Coloque primeiro os objetos pesados, depois os mais leves e arrume a carga de modo que o peso concentre no eixo; Não obstrua sua visão com cargas altas; Ao levantar o carrinho, faça força com os braços e pernas e não com as costas; O carrinho é que deve transportar a carga, você só empurra e equilibra; Nunca ande para trás com carrinho carregado; Ao descer uma rampa, mantenha o carrinho virado para frente, quando subir inverta a posição; Os carrinhos de mão não devem ser usados em rampas acima de 5%.


Ao final do expediente o mesmo deve ser mantido numa posição tal que os cabos não venham a oferecer riscos de choques para as pessoas que possam estar transitando nesse na área de trabalho.


17 de abril de 2012

Governo lança logomarca alusiva às vítimas de acidente de trabalho.

Para marcar o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho (28 de abril), os Ministérios do Trabalho, Previdência e Saúde lançaram logomarca em memória das vítimas de acidente de trabalho. As imagens poderão ser utilizadas por demais instituições. Na Justiça do Trabalho, a logomarca será usada em sites e comunicações oficiais.

A data foi instituída pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como uma homenagem às vítimas de uma explosão ocorrida em 1969 nos Estados Unidos, que matou 78 mineiros.

Desde então, no dia 28 de abril, são celebrados eventos em diversos países para a conscientização dos trabalhadores e dos empregadores quantos aos riscos de acidentes no trabalho.

De acordo com a OIT, anualmente, cerca de 270 milhões de trabalhadores são vítimas de acidentes de trabalho em todo o mundo. Os dados estatísticos de acidentes de trabalho no Brasil estão disponíveis no site da Previdência Social.

Em março de 2011, o Tribunal Superior do Trabalho e o Conselho Superior da Justiça do Trabalho lançaram o Programa Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, que possui como parceiros os Tribunais Regionais do Trabalho, o Ministério do Trabalho e Emprego, o Ministério da Saúde, o Ministério da Previdência Social, a Advocacia Geral da União, o Serviço Nacional da Indústria, o Ministério Público do Trabalho, a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Amatra), Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, entre outros.

No âmbito da Justiça do Trabalho, o programa foi instituído pela Resolução nº 96/2012 e prevê uma série de ações de capacitação.

Veja íntegra da resolução:

http://www.granadeiro.adv.br/arquivos_pdf/res_csjt_96.pdf




15 de abril de 2012

Profissionais que fizeram a diferença.

Estava pensando e veio à mente o início de tudo, das reuniões em banco da praça XV no centro da cidade, do play do meu prédio, nas salas e auditórios de várias empresas onde havia um supervisor de segurança disposto a ajudar e das varandas das casas emprestadas dos bons amigos, muitas vezes longe do centro, etc., enfim, das coisas e pessoas que fizeram a diferença em prol da Regulamentação da Profissão dos Técnicos em Segurança do Trabalho.

Pessoas que por quaisquer outros motivos sumiram do mapa, são profissionais que agiram enquanto a maioria permanecia na inércia, ou não tinham a real dimensão da nova profissão que surgia no mercado de trabalho.


Esses sim tiveram coragem de mostrar a cara, procurar seus ideais que na época era a criação de um Sindicato e consequente Regulamentação da Profissão objetivando conseguir em um futuro próximo a criação do Conselho Profissional, coisa que ninguém dava muita atenção e que continua fazendo falta aos que labutam na área nos dias de hoje, embora já tenha passado mais de trinta anos.

Vocês estão fazendo muita falta no atual cenário de incertezas que vive a classe dos Técnicos em Segurança nos dias de hoje, com o total abandono e descontentamento que de modo geral se vê na classe prevencionista.

O que vocês podem estar fazendo de tão excepcional de tão importante que não possam aparecer para decretar o fim dos espertos e sabidos que imbuídos de sindicalistas, tomaram as regias de nossa nobre profissão.

Por onde andam vocês, ainda existe espaço para o otimismo, a classe precisa de suas experiências, de suas forças de vontade por um ideal comum, Venham novamente para à luta em prol do nosso Conselho de Classe.

Adilson Tebaldi Ferrari; Adilson Alves Pequeno; Agnaldo Barreto Sá; Deusdécio Domingos de Souza; Esdras de Oliveira Pisetti; Fernando Álvaro G.C. da Silva; George James; Jorge Ferreira Gonçalves; Jorge Costa Barbosa; João Sant’Anna Filho; Luis Carlos Ramos Horta; Luiz Ciqueira; Marcio S. Vaitsman; Nelson Jorge Lemos de Souza; Paulo Wilson Pedrosa; Paulo Cesar Ribeiro Gomes; Ruth Helena Ribeiro da Silva; Sérgio Ferreira Ribeiro;



Conclusão:

 
Lembrar o valor de cada um se existe uma história que realmente demonstre o que já foi colocado em prática no passado, dos responsáveis por vocês hoje ter uma profissão regulamentada, isso precisa ser lembrado sim, para que possamos ter embasamento nos julgamentos e poder lidar melhor com os problemas futuros da nossa profissão.


Para mim isso é RELEVANTE, em nome de outros companheiros aqui não citados, mas que também estavam lá e ajudaram com suas experiências marcantes nesta empreitada.

Precisamos conhecer o passado para que possamos traçar o futuro, porque “Embora ninguém possa voltar a trás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo Fim”.


Marcio S. Vaitsman