O tal CREA (ARGH!) ainda vai conseguir/Indignação de quem entende.

Meus queridos amigos desta lista.

Aqui aprendo a cada dia.

Aqui convivo com grandes profissionais da área em que atuo.

Sinto-me sempre em casa, lendo e vivenciando maravilhosas e inovadoras ideias, das quais, em grande parte, incorporo ao meu trabalho.

Não tenho nada contra os ESTAGIÁRIOS, muito pelo contrário, tenho grande amigos EST aos quais admiro e respeito.

Da mesma forma convivo com médicos ha décadas.

Meu grande companheiro de trabalho é Médico do Trabalho.

Mas considero o tal CREA (ARGH!) como o grande vilão da SMS, pois a única e verdadeira finalidade deles é faturar uma graninha extra.

Veja só o que pregam dia e noite, sem parar: Arrecadar uma graninha com a ART.

Prá que?

Os grandes acidentes que presenciamos ultimamente e causaram sofrimento e morte tinham ART.

Prá que?

Em nosso caso específico a canalhice deles é exemplar.

Um técnico em Edificações pode assinar uma planta dentro de seus limites.

Já coloquei aqui pouco tempo atrás, sugerindo que então o tal CREA (ARGH!), siga o que preconiza a NR 4: Empresas que só tem obrigatoriedade de ter TST estes sejam responsáveis pelo PPRA, PCMAT, etc.

Conta-se com grau de risco e quantidade de funcionários suficientes para ter ESTAGIÁRIO, que estes assinem.

Banal, legal, simples, fácil, solucionaria tudo.

E aí, finalmente, o tal CREA (ARGH!), faturaria mais uma graninha, pois todo TST, inclusive eu, correria para se filiar. Mas parece que eles não têm esta capacidade de discernimento, sei lá.

E o pior, culpa nossa, de nossos sindicatos inoperantes, não nos mobilizamos para criar o nosso próprio conselho de classe CRTST.

Nós mesmos nos prejudicamos por comodismo ou incompetência.

Esta é a triste verdade.
Ernesto dos Santos Filho
TST/RJ MTE 9.627.0

OPNIÃO DESSE BLOG:

A submissão da classe vem trazendo prejuízos incalculáveis para todos nos, até quando vamos suportar esse tipo de coisa.

Caro Nesto, tenho a consciência que não podemos mudar a direção do vento, mas, tenho certeza que podemos ajustar as velas para que possamos alcançar com dignidade os nossos ideais.

A classe dos Técnicos em Segurança precisam tomar medidas imediatas para extirpar o cancro que correi a nossa profissão.

Marcio Santiago Vaitsman



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