Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
marciovaitsman@yahoo.com.br - marciovaitsman@gmail.com - http://twitter.com/SMSeg
PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

28 de fevereiro de 2013

ATITUDE – DDS de reflexão.

Uma mulher acordou uma manhã após a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça.

- Bom (ela disse), acho que vou trançar meus cabelos hoje.

Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça.

- Hummm (ela disse) acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje.

Assim ela fez e teve um dia magnífico.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.

- Bem (ela disse), hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo.

Assim ela fez e teve um dia divertido.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.

- Yeeesss... (ela exclamou), hoje não tenho que pentear meu cabelo.

ATITUDE É TUDO!

Seja mais humano e agradável com as pessoas.

Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.

Viva com simplicidade.

Ame generosamente.

Cuide-se intensamente.

Fale com gentileza.

E, principalmente, não reclame.

Se preocupe em agradecer pelo que você é, e por tudo o que tem!

E deixe o restante com Deus.




 
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27 de fevereiro de 2013

Trabalho com nanotecnologia traz riscos ainda desconhecidos.

Com o baixo investimento em impactos, questões como saúde do trabalhador e conseqüências ao meio ambiente preocupam especialistas. Os efeitos da manipulação e uso de nanopartículas são desconhecidos a curto, médio e longo prazo. Para a pesquisadora da Fundacentro, Arline Arcuri, o baixo investimento em impactos é visto de modo preocupante.

"Preocupa-me bastante o estímulo preferencial para o desenvolvimento de novos materiais e produtos e quase nada de estudos que visem conhecer os impactos à saúde humana, ao meio ambiente e inclusive as transformações que poderão ocorrer e até já estão ocorrendo".

Os profissionais são expostos a nanotecnologia nos laboratórios. "De maneira geral, o comprometimento com a segurança nos laboratórios é muito baixa", diz o coordenador do Renanosoma, Paulo Martins. "Até nas universidades, onde a segurança deveria ser mais enfatizada, não há preocupação com a segurança de bolsistas e laboratoristas".

No Brasil, a Fundacentro, órgão vinculado ao Ministério do Trabalho, produz cartilhas sobre nanotecnologia e capacita trabalhadores e profissionais da área da segurança e saúde do trabalho. Os materiais estão disponíveis no site da instituição (www.fundacentro.gov.br) e são utilizados por entidades sindicais para a área de saúde do trabalhador.

"A ação principal é voltada a capacitação dos trabalhadores para que possam entender o que são estas novas tecnologias e conhecer as suas possíveis conseqüências no mundo do trabalho, nas relações trabalhistas, na sua saúde e segurança", explica Arline Arcuri.

A diretora de saúde do trabalhador e meio ambiente do Sindicato dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (Sinpaf), Mirane Costa, diz que ainda faltam informações sobre a nanotecnologia. "Numa área tão crescente como esta, cabe aos dirigentes sindicais ficarem atentos e participarem do debate sobre nanotecnologia", diz Mirane.

De acordo com o pesquisador Luciano Paulino da Silva, as normas de segurança na Embrapa correspondem às normas internacionais. "Todos os procedimentos adotados atualmente estão em consonância com aqueles que vêm sendo empregados por outras instituições nacionais e internacionais e atendendo às regulamentações vigentes", explica.

Em São Paulo, trabalhadores do setor farmacêutico conseguiram que cláusulas sobre o assunto fossem aprovadas em convenção coletiva da categoria. "O trabalhador que trabalha com a nanotecnologia está sujeito a muitas irregularidades. Não se sabe dos riscos de inalação ou contato das nanopartículas com a pele", diz Martins.

No Brasil, assim como em outros países, não existem leis específicas para proteção do trabalhador exposto à nanotecnologia. Já foram realizadas algumas recomendações no National Institute for Occupational Safety and Health (Niosh), nos EUA, e na International Organization for Standardization (ISO).

"No Brasil, infelizmente, nem as leis antigas voltadas à segurança e saúde dos trabalhadores são respeitadas como deveriam. O que se dirá das recomendações voltadas à nanotecnologia", explica Arline Arcuri.

Em 2012, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que iria traçar diretrizes para a segurança dos trabalhadores que lidam com nanopartículas em todo o mundo. As orientações irão abranger elementos de gestão, avaliação de riscos e recomendações para proteção dos trabalhadores do setor de nanotecnologia em todo o mundo.

Revista Proteção.



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26 de fevereiro de 2013

Dicas para se manter motivado no trabalho – DDS

Trabalhe com alegria:

Você já parou para pensar que trabalhar é uma coisa boa? Se não, me responda, quando estava desempregado ficava feliz por isso? Pois é, trabalhar é bom e importante, se não fosse verdade ninguém procuraria emprego!

Seja feliz por estar empregado. Tem muita gente que está triste por falta de trabalho Gostaria de se juntar a eles… Acho que não, então agradeça a Deus por ter um trabalho, e se alegre por isso!

Faça um excelente trabalho:

Quando você faz um trabalho excelente mesmo que ninguém o elogie saberá que foi além das expectativas, e certamente isso te trará ainda mais motivação para trabalhos ainda melhores. Lembre-se: “O que merece ser feito merece ser bem feito” Cecília Meireles.

Trabalhar faz parte da vida:

A menos que tenha nascido podre de rico, trabalhar sempre será parte da sua vida. Trabalhar é algo tão natural quanto comer ou dormir. Encare o trabalho com naturalidade e entenda que você precisa trabalhar para viver dignamente.

Aceite os defeitos da sua equipe:

Ninguém é perfeito, nem você! Aceite que a sua equipe tem defeitos. O segredo é focar nas qualidades e trabalhar os defeitos gradualmente. Assim conseguirá extrair o melhor que ela tem, e estará feliz com ela.

Seja positivo sem deixar de ser realista:

Ser positivo é possível mesmo sem deixar de ser realista. Seja realista com os números, mas acredite que com seu trabalho números melhores virão. Enxergue o lado bom e oportuno, veja aquilo que lhe agrada.

Não se deixe abater pelos resultados negativos:

Diante de um ataque, nada melhor do que um contra-ataque! Se os resultados são negativos, se esforce mais. Busque saber onde está o erro e foque nele. Para vencer é preciso saber quem é o inimigo e usar tudo contra ele.

Resolva problemas:

Se tiver autonomia para resolver um problema por que repassá-lo aos seus superiores! Tenha iniciativas próprias, profissional que resolve problemas se sente mais útil e conseqüentemente mais motivado. Se você escolheu essa profissão então faça valer a pena!

Nada de ficar reclamando da vida levante-se e reaja, existe um mundo de possibilidades explore-as!

Errar é humano!

Quem nunca cometeu um grande erro no trabalho? Todos nós erramos uma vez outra. Se você errou acredite, isso é perfeitamente normal. O que não pode é persistir no erro. Então levante sacode a poeira e dê a volta por cima, existe uma frase muito boa a esse respeito que diz, “O fracasso é a chance de começar de novo só que de forma inteligente”.


Henry Ford.



 
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25 de fevereiro de 2013

Indenizações por acidente de trabalho de empregado de prestadora de serviços são mantidas pelo TRT10.

A Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT10) manteve as indenizações por danos morais, materiais e estéticos a um empregado da Ágil Serviços Especiais que sofreu um acidente de trabalho. O voto da relatora, juíza convocada Elke Doris Just, foi aprovado por unanimidade.

Segundo os autos, o reclamante foi contratado pela empresa em 2007. Em 2010, ocorreu um acidente de trabalho no seu local de prestação de serviços, a Agência Nacional de Águas (ANA), ao auxiliar os carregadores de materiais no transporte de tubos de aço. “Ao efetuar a retirada de um dos tubos, toda a pilha veio em cima de seu corpo, tendo este aparado o seu corpo com o braço esquerdo, sofrendo esmagamento do antebraço, punho e dedos”, informa o empregado na ação.

A Confirmação de Acidente de Trabalho (CAT) comprovou a lesão no braço por impacto sofrido por objeto metálico, com fratura que causa restrição funcional do autor para algumas atividades laborativas. Segundo o laudo pericial, há incapacidade de força de apreensão palmar, de pinça e de garra com a mão esquerda do reclamante. Assim, estimou dano permanente e redução de sua capacidade física funcional em 26,75%.

A reclamada alegou que as funções de carregamento e descarregamento são sempre efetivadas pelos empregados da empresa Monte Sinai, mas, naquele dia, dada a ausência daqueles funcionários, o reclamante foi convocado pelo preposto da ANA para auxiliar no carregamento, e que tal atividade seria estranha ao contrato firmado entre a reclamada e a agência.

Indenizações - O juiz Urgel Ribeiro Pereira Lopes, da 8ª Vara do Trabalho de Brasília, deferiu o pedido de indenizações por danos morais no montante de R$ 15 mil, por dano material no valor de R$ 102 mil, e por dano estético na quantia de R$ 5 mil.

Conforme o magistrado, os depoimentos mostraram que o reclamante estava em cumprimento ordinário de suas atribuições na ANA, não sendo o responsável pelo transporte, mas zelando pela correta identificação do lote a ser transportado.

“Nos termos do art. 157, incisos I e II, da CLT, compete às empresas cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho e instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais", apontou o juiz Urgel Ribeiro Pereira Lopes.

Em seu voto, a juíza convocada Elke Doris Just apontou que ficou demonstrado o nexo causal entre a lesão sofrida e as atividades laborais do reclamante. “Também está presente a culpa da reclamada pelo infortúnio do obreiro.

Se a reclamada tem como ramo de negócio a prestação de serviços, então submete seus empregados ao ambiente de trabalho de terceiros. A contratação que a empresa faz com terceiros é livre, de sua escolha.

Conseqüentemente, também é de sua indireta escolha e direta aceitação o ambiente de trabalho que vai inserir seus empregados. E nisso reside sua culpa: no ato voluntário da escolha do ambiente de trabalho de seu empregado.

“Se o ambiente não atende às normas de segurança, há culpa da empresa prestadora de serviços que voluntariamente inseriu seu empregado no ambiente inseguro”, argumentou a magistrada.

Agência Câmara de Notícias.




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Relator quer obrigar empresas a pagar participação nos lucros a empregados.

O relator da Medida Provisória 597/12, deputado Luiz Alberto (PT-BA), pretende tornar obrigatório, para todas as empresas, o pagamento de participação nos lucros e resultados aos seus funcionários – o chamado PLR. Originalmente, o objetivo da MP é isentar de Imposto de Renda os valores de até 6 mil reais recebidos pelos trabalhadores a título de PLR.

Atualmente, recebem participação dos lucros e resultados das empresas somente as categorias com sindicatos mais fortes, como bancários, metalúrgicos e petroleiros. Como o pagamento de PLR não é obrigatório por lei, ele precisa ser incluído em acordos coletivos de trabalho. O relator pretende alterar essa regra.

“A legislação não foi estabelecida para determinadas categorias ou setores da economia. Foi para o conjunto da economia – todos trabalhadores, inclusive os de pequenas e médias empresas. É claro que aí você tem que estabelecer tratamento diferenciado, dependendo do tamanho e do ramo da empresa”, defendeu Alberto.

Aumento na isenção - Instalada nesta quinta-feira, a comissão será presidida pelo senador Waldemir Moka (PMDB – MS). A primeira reunião está marcada para a próxima quarta-feira, quando será definido o plano de trabalho da comissão. O relator adiantou que realizará audiências públicas para ouvir as reivindicações dos trabalhadores e para saber do governo o que é possível atender. Uma das possibilidades é aumentar de 6 mil para 10 mil reais a isenção no Imposto de Renda para os valores recebidos a título de PLR.

A MP foi publicada no final do ano passado, depois de negociação com as centrais sindicais. Autor da emenda que aumenta a isenção para 10 mil reais, o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), afirmou que o valor isento de imposto foi menor que o esperado.

“O pleito dos trabalhadores é R$ 10 mil, pelo menos, de isenção. Por quê? Porque nas principais categorias, nas principais empresas brasileiras, hoje a participação nos lucros e resultados é mais ou menos nesse valor. Bancários, por exemplo, recebem R$ 12 mil por ano.

No setor automobilístico, há empresas que pagam até R$ 20 mil”, declarou Silva. Ao todo, a MP recebeu 36 emendas. Depois de passar pela comissão mista, precisará ser votada pela Câmara e pelo Senado.

Agência Câmara de Notícias.

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24 de fevereiro de 2013

IÇAMENTO MECÂNICO E OUTROS EQUIPAMENTOS MOTORIZADOS – DDS.


Os guinchos, talhas e lanças são alguns dos equipamentos de içamento motorizados que normalmente são encontrados em nosso meio de trabalho. O desenvolvimento destes equipamentos envolve muita experiência de campo e teste de engenharia.
 
Quando finalmente são liberados para a utilização geral, estes dispositivos serão tão seguros quanto a moderna tecnologia pode nos oferecer, entretanto, requerem operação e manutenção adequada para se tornar uma operação segura e de muita utilidade.
 
Devemos sempre verificar estes equipamentos antes de usá-los,  verificar quanto ao abastecimento de combustível, vazamentos de óleos e fluidos hidráulicos, mecanismos de embreagens emperrados ou danificados, desgaste anormal, trincas por fadigas e outras condições inseguras.
 
Sempre que for observada uma condição insegura, relate isto e certifique-se que foi reparado prontamente. A utilização de guinchos e de outros equipamentos motorizados em nossos trabalhos é uma operação meticulosa. Mesmo a maioria desses equipamentos sendo simples o suficiente para uma criança operá-los, somente uma pessoa habilitada e qualificada pode fazê-lo de forma correta e com segurança.
 
O operador qualificado nunca abusa de seu equipamento. Ele evita parada e partidas rápidas, que podem provocar desgaste excessivo. Ele sempre faz um teste de levantamento para verificar se o gancho ou a armação está correta e no local certo.
 
O operador escolhe uma pessoa para os sinais manuais necessários e aceita somente os sinais dessa pessoa indicada e apenas aqueles sinais claramente indicados. Entretanto, a manutenção das distâncias de afastamento é de responsabilidade do operador. Se ele mesmo achar que há motivos para questionar o julgamento da pessoa que está sinalizando, deve verificar estas  distâncias antes de continuar.
 
Ele deve dar a atenção particular aos espaçamentos em relação a fios aéreos que poderia provocar energização do veículo. Se qualquer coisa sair errada, o operador deve parar o equipamento e não reiniciar até que o problema tenha sido esclarecido e um novo plano tenha sido desenvolvido.
 
Quando estamos trabalhando com este equipamento ou deslocando-o, temos que ter a certeza de todos os cuidados para não danificá-lo. Eis aqui algumas ações que podem ocorrer danos facilmente.
 
Quando uma escada em lança é mantida ereta com o veículo movimentando-se um local para o outro. Ela pode ser danificada pelo contato com pontes, galhos de árvores e fios. Muitos outros exemplos poderiam ser citados, mas todos mostrariam que poucos riscos, se é que existe algum, estão incorporados nos projetos destes equipamentos.Os riscos inicialmente são decorrentes de abusos e negligência.
 
Existem várias proteções que devem ser usadas, dependendo do tipo de equipamento. Em alguns casos, estas proteções são parte integrante do equipamento. Por exemplo, certas proteções que fazem parte do sistema hidráulico, permitem que uma plataforma desça suavemente em vez de cair abruptamente quando há um vazamento hidráulico.
 
Os procedimentos de operação segura devem ser sempre utilizadas. Por exemplo: quando há uma possibilidade de contato com o fio energizado, use as luvas de borracha. Este cuidado se aplica não apenas às pessoas que estejam diretamente envolvidas com o trabalho em eletricidade, mas também a todas aquelas que estejam trabalhando próximas de redes elétricas ou de equipamentos que possam fazer contatos com fios energizados.
 
Outros procedimentos: não fique embaixo de cargas suspensas, use o cabo de controle para guiar a carga, procure testar continuamente o equipamento. O bom operador - o operador seguro - sabe que equipamentos motorizados são extensões de seus braços.
 
 grande maioria dos acidentes envolvendo os guindastes, atinge trabalhadores embaixo ou próximos a cargas suspensas, quando as mesmas caem devido à amarração, ganchos e estropos inseguros.
 
Os cabos e os prendedores devem ser examinados diariamente e inspecionados completamente pelo menos uma vez por semana e mais frequentemente ao aproximar de sua vida útil. O número de arames quebrados, a quantidade de desgaste dos arames externos e a evidência de corrosão são indicadores.
 
Se um cabo de 6 por 19 ou de 6 por 25 tiver seis arames partidos numa perna, esta seção de cabo estará seriamente comprometida.
 
Os ganchos deterioram devido à fadiga e à má prática de içar a carga em um ponto, o que faz com que o gancho se abra. Se você encontrar um gancho nestas condições, substitua-o. Um gancho giratório minimiza o esforço e o desgaste provocado pelo giro da carga durante um içamento. Um gancho de segurança possui um trinco que impede o estropo de sair.
 
A operação de um sistema de guindar em terreno macio ou inclinado é perigosa. O guindaste deve estar sempre nivelado antes de ser colocado em operação.
 
As sapatas de apoio dão uma estabilidade confiável somente quando usadas em terreno firme.
 
A sobrecarga é uma causa frequente de acidentes sérios, como o tombamento, colapso da lança e falha de cabos.
 
Todos os fabricantes estabelecem os limites de carga de segurança para diferentes ângulos de inclinação da lança.
 
Os limites especificados na tabela de carga nunca devem ser excedidos, além das instruções de operações devem ser seguidas.
 
O plano de rigging deve ser elaborado por um profissional capacitado, incluindo a memória de cálculo, os projetos de dispositivos, os desenhos demonstrativos de todas as fases de içamento, as posições mais críticas e as folgas previstas em relação as interferências.
 
Não execute tarefas com guindaste a sem o plano de Rigging.
 
 
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22 de fevereiro de 2013

A MALETA - Excelente reflexão!

O que tem nessa maleta?

Um homem morreu.

Ao se dar conta, viu que Deus se aproximava e tinha uma maleta com ele.

E Deus disse:

- Bem, filho, hora de irmos.

O homem assombrado perguntou:

- Já? Tão rápido?

Eu tinha muitos planos.....

- Sinto muito, mas é o momento de sua partida.

- O que tem na maleta?

Perguntou o homem.

E Deus respondeu:

- Os seus pertences!!!

Meus pertences?

Minhas coisas, minha roupa, meu dinheiro?

Deus respondeu:

- Esses nunca foram seus, eram da terra.

- Então são as minhas recordações?

- Elas nunca foram suas, elas eram do tempo.

- Meus talentos?

- Esses não pertenciam a você, eram das circunstâncias.

Então são meus amigos, meus familiares?

Sinto muito, eles nunca pertenceram a você, eles eram do caminho.

Minha mulher e meus filhos?

- Eles nunca lhe pertenceram, eram de seu coração.

- É o meu corpo.

- Nunca foi seu, ele era do pó.

Então é a minha alma.

- Não! Essa é minha.

Então, o homem cheio de medo, tomou a maleta de Deus e ao abri-la se deu conta de que estava vazia...

Com uma lágrima de desamparo brotando em seus olhos, o homem disse:

Nunca tive nada?

É assim, cada um dos momentos que você viveu foram seus.

A vida é só um momento...

Um momento só seu!

Por isso, enquanto estiver no tempo, desfrute-o em sua totalidade.

Que nada do que você acredita que lhe pertence o detenha...

Viva o agora!

Viva sua vida!

E não se esqueça de SER FELIZ, é o único que realmente vale à pena!

As coisas materiais e todo o resto pelo que você luta fica aqui.

VOCÊ NÃO LEVA NADA!

Valorize àqueles que valorizam você, não perca tempo com alguém que não tem tempo para você.

Desfrute cada segundo vivido.

É isto que você vai levar.


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21 de fevereiro de 2013

É ou não é trabalho escravo?

Todo trabalho degradante é necessariamente escravo? A resposta é negativa. Todo trabalho humilhante, excessivo, imoral, indecente, é necessariamente escravo? A resposta é negativa. Por mais revoltante que seja o tratamento dado aos funcionários por parte de certos empregadores, é preciso tomar cuidado ao classificar uma empresa como fomentadora de trabalho escravo, pois pode não sê-lo.

Vamos a um exemplo. O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Jundiaí (SP) denunciou recentemente a Empresa de Transporte Coletivo de Itatiba (também em São Paulo), de prática de trabalho escravo. Alega o sindicato que a empresa está obrigando os funcionários a realizar horas extras, " transformando-os em verdadeiros escravos".

Outra prática abusiva, segundo o sindicato, refere-se a "obrigar o trabalhador a dobrar o serviço", citando ainda assédio moral. Por que isso não é trabalho escravo? Afinal, o que caracteriza trabalho escravo? Na verdade, há um elemento que identifica de forma inequívoca o trabalho escravo, que é a liberdade - ou melhor, a falta desta. Se todos os exemplos negativos de condições de trabalho acima apontados forem acompanhados da ausência de liberdade, então se pode classificar a situação de trabalho escravo.

E por que a liberdade é um elemento tão importante neste contexto? Porque a falta de liberdade agrava as condições do trabalho negativo e é a falta dela que não permite que a pessoa submetida a condições degradantes se livre do emprego. No caso citado, os trabalhadores têm a liberdade de deixar a empresa. Pode-se falar em péssimas condições de trabalho, mas não em trabalho escravo.

Se o conceito de trabalho escravo começar a sofrer interpretação ampliativa, agregando elementos que possam, de forma subjetiva, entender que quaisquer desrespeitos à CLT levem empresas a serem categorizadas como praticantes de trabalho escravo, teremos instalada uma colossal insegurança jurídica.

Mais grave é que existe uma Proposta de Emenda Constitucional, de número 438, de 2001, a qual permite a expropriação de empresas que pratiquem trabalho escravo, valendo-se de conceito difuso sobre a questão. Que dê atenção a sociedade para este movimento do Poder Legislativo e faça valer o bom senso!

Ninguém é a favor da exploração do homem pelo homem, da forma mais condenável que existe. Mas não se pode, por conta desta triste realidade ainda presente em nosso país, admitir uma brutal insegurança jurídica.

É preciso lembrar que uma empresa classificada injustamente por prática de trabalho escravo, caso venha a fechar suas portas por causa desta condição, ceifa milhares de empregos, que desaparecem também injustamente.

Diário do Comércio e Indústria.



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20 de fevereiro de 2013

Gestão de Segurança X Gerenciamento de Riscos

Em projetos existe uma série de incertezas quanto ao cronograma, ao custo e a qualidade do produto final. Como estas incertezas, que a partir daqui podemos nominar de riscos, podem ser gerenciadas? O gerenciamento de risco é o meio pelo qual estas incertezas são sistematicamente gerenciadas para garantir que os objetivos (prazo, custo e qualidade) do projeto sejam alcançados. É importante ressaltar que os objetivos do projeto não se limitam apenas a essas restrições, mas esta é uma outra discussão.

A ação sistemática de trabalhar nos riscos do projeto é o grande diferencial, pois o enfoque e a continuidade aumentam a capacidade de identificação, controle e redução dos riscos. Os princípios de gerenciamento do risco podem ser aplicados a todos os aspectos do negócio e a todos os ramos de atividade, não ficando limitados ao mundo dos projetos ou mesmo da área de engenharia ou tecnologia.

A gestão de risco já está inserida há muito tempo no mundo dos negócios em setores como seguros, energia atômica, petrolífera, entre outros. Estas empresas criaram ao longo do tempo uma cultura de gestão do risco e praticam esta cultura, pois entendem que este é fundamental para o seu negócio.

A importância do gerenciamento de risco agora é evidente no mundo todo. Uma gestão mais eficiente dos riscos, por exemplo, poderiam ter evitado grandes prejuízos a acionistas e investidores nestes tempos de crise financeira. Muitos gerentes de projetos já chegaram à conclusão que a gestão de risco é a ferramenta que lhe permite se sobressair perante outros.

Não diferente, é o gerenciamento dos riscos à saúde e segurança no local de trabalho, influenciando não só em prazo, custo e qualidade, como também perdas para o trabalhador (acidentes, doenças e fatalidades), prejuízo ao patrimônio e ao meio ambiente.

O risco é o potencial avaliado das conseqüências prejudiciais que podem resultar de um perigo, expressa em termos de Probabilidade e Severidade, tomando como referência a pior condição possível.

Em outras palavras, a gestão de riscos facilita o equilíbrio entre os riscos avaliados e a mitigação viável dos mesmos. A gestão de riscos é um componente integrante da gestão da segurança operacional que supõe um processo lógico de análise, particularmente na avaliação dos riscos.

Uma vez confirmada a presença de perigos para a segurança operacional, é necessário algum tipo de análise para avaliar o potencial de prejuízos ou danos. Tornando necessária a utilização de ferramentas de análise de riscos.

Análise de Riscos, em atividades industriais ou não, tem como objetivo minimizar o potencial de ocorrência de acidentes, utilizando técnicas de prevenção e/ou de proteção.

Com o desenvolvimento da era industrial pós-guerra e, principalmente, das indústrias químicas e petroquímicas, os potenciais de risco presentes em qualquer atividade industrial, sem dúvida nenhuma, aumentaram. Esses potenciais de risco aumentaram devido a natureza dos produtos químicos utilizados, bem como pela sofisticação dos processos operacionais empregados, como por exemplo: pressões e temperaturas elevadas, frio, altura, espaços confinados, eletricidade.

É de suma Importância para as atividades das empresas de todos os segmentos, grandes e pequenas é o gerenciamento de risco e a análise de risco de todas as suas atividades.

Roberval Villa Flor
Gestor de SMS.



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19 de fevereiro de 2013

Trabalhadora que engravidou durante aviso prévio tem reconhecido o direito à estabilidade.

A concepção ocorrida durante o curso do aviso prévio, ainda que indenizado, garante à trabalhadora a estabilidade provisória no emprego. Assim, se a rescisão do contrato de trabalho ocorrer por desconhecimento do estado gravídico por parte do empregador ou até mesmo da própria trabalhadora, o direito ao pagamento da indenização não usufruída está garantida.

Em processo analisado no Tribunal Superior do Trabalho, no último dia 6, uma trabalhadora que ficou grávida durante o período do aviso prévio conseguiu o direito de receber o pagamento dos salários e demais direitos correspondentes ao período da garantia provisória de emprego assegurada à gestante. A Terceira Turma deu provimento ao seu recurso e reformou as decisões das instâncias anteriores.

A empregada recorreu à Justiça do Trabalho pedindo reintegração ao emprego. Entretanto, o juízo de origem decidiu pelo não reconhecimento da estabilidade por gravidez, uma vez que a concepção ocorreu em data posterior à rescisão contratual, conforme argumentou a empresa em sua defesa.

Diante da decisão, a trabalhadora recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) argumentando que, conforme comprovado em exames médicos, a concepção ocorreu durante o aviso prévio, período que integra o tempo de serviço.

Mas o Regional negou o provimento ao recurso e confirmou a sentença, entendendo que, no momento da rescisão do contrato, a trabalhadora não estava grávida, e não faria jus à proteção invocada.

Ao apelar ao TST, a trabalhadora sustentou que o pré-aviso não significa o fim da relação empregatícia, "mas apenas a manifestação formal de uma vontade que se pretende concretizar adiante, razão por que o contrato de trabalho continua a emanar seus efeitos legais".

O relator do processo na Terceira Turma, ministro Maurício Godinho Delgado, destacou que o próprio Tribunal Regional admitiu que a gravidez ocorreu no período de aviso prévio indenizado. Ao adotar a Orientação Jurisprudencial nº 82 da SDI-1 do TST, que dispõe que a data de saída a ser anotada na CTPS deve corresponder à do término do prazo do aviso prévio, ainda que indenizado, entendeu que a estabilidade estava configurada. "Incontroverso, portanto, que a concepção ocorreu durante o aviso-prévio indenizado, ou seja, antes da despedida, configurada está a estabilidade provisória," destacou o ministro em seu voto.

Assim, com base na Súmula 396 do TST, decidiu que a trabalhadora tem direito ao pagamento dos salários do período compreendido entre a data da despedida e o final do período de estabilidade, não lhe sendo assegurada a reintegração. O voto foi acompanhado por unanimidade.

O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).

Tribunal Superior do Trabalho.




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18 de fevereiro de 2013

Ponha a pulga atrás da orelha.

A cada dia que passa a legislação de segurança do trabalho fica mais rígida e completa. No entanto, mesmo que acreditemos na redução dos acidentes é utópico acreditar na sua eliminação.
 
Mas porque isto acontece? Não é aceitável acreditar que o trabalhador tenha a intenção de se machucar ou o empregador de machucá-lo.
 
Na verdade, todos sabem algo sobre os riscos envolvidos, mas acreditam que não irá acontecer com eles, seja porque são experientes, religiosos, “safos”, etc. Nesta hora são diversos os argumentos.
 
E dentre os vários motivos que levam a um acidente, um bem interessante, é a falta de medo.
 
Como assim, professor?
 
Por exemplo, se você tem medo de altura, mas precisa realizar alguma atividade nesta situação, dificilmente irá cair, exceto em situação de pânico extremo. Isto ocorre porque você redobra a sua atenção, mas se você não tem medo, acaba relaxando e se expondo.
 
No caso do trabalho em altura, várias situações podem ocorrer, uma tábua solta, uma pedra que nos faça escorregar, um piso escorregadio, desequilíbrio devido à queda de algum material, andaime sem total estabilidade, tábuas sem resistência ideal, talabarte com desgaste, dentre várias outras situações possíveis.
 
No entanto, basta um segundo de total autoconfiança, como por exemplo, não realizar a diária inspeção do cinto e do andaime que estará utilizando e o acidente pode ocorrer.
 
Então precisamos deixar o trabalhador seguro, porém fazer com que ele saiba todos os riscos envolvidos, ou seja, colocar uma pulga atrás da orelha, que o faça manter a atenção mínima necessária para realizar sua atividade sem acidentes.
 
Mário Sobral Jr – Eng. de Seg. do Trabalho.
Jornal O Segurito.




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16 de fevereiro de 2013

Novidades do adicional de periculosidade.


Por meio da Lei nº 12.740, de 2012, publicada em dezembro no Diário Oficial da União, e já em vigor no dia 10 de dezembro, foi alterado o artigo 193 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), acrescido do inciso II, que passa a prever novas hipóteses para o pagamento de adicional de periculosidade.
 A inovação estendeu o direito ao percebimento de adicional de periculosidade aos trabalhadores expostos a "roubos ou outras espécies de violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial".
 Em outras palavras, a partir de agora, a atividade de vigilante privado e de transporte de valores passou a ser considerada uma atividade perigosa, possibilitando a estes trabalhadores, desde que preenchidos os requisitos do artigo 193 da CLT, o recebimento do adicional de periculosidade equivalente a 30% sobre o salário básico.
 É importante ressaltar que para fazer jus a esse adicional, nos moldes instituídos pela nova lei, o trabalhador deve estar devidamente habilitado para exercer a profissão de vigilante patrimonial ou pessoal, nos termos da Lei nº 7.102, de 1983, a qual prevê, em seu artigo 16, uma série de requisitos a serem seguidos, além da fiscalização pelo Departamento de Polícia Federal (art. 17).
 Todavia, o simples fato de o empregado ser vigilante não lhe dará, automaticamente, o direito ao adicional de periculosidade. Isto porque o texto da lei não vincula o direito a uma determinada função, mas sim ao ambiente em que esta se desenvolve. Ou seja, só terá o direito ao adicional de periculosidade o trabalhador de segurança pessoal ou patrimonial que efetivamente estiver exposto a risco acentuado de roubo ou outras espécies de violência física.
 Outra alteração trazida pela nova Lei foi a inclusão, no inciso I do artigo 193 da CLT, da proteção aos trabalhadores em contato permanente com energia elétrica, os quais também passarão a receber o adicional de periculosidade no importe de 30% sobre o salário base.
 A edição da nova lei revogou a Lei nº 7.369, de 1985, que instituía um salário adicional aos empregados no setor de energia elétrica, em condições de periculosidade, no importe de 30% sobre o "salário que perceber" (artigo 1º).
 Houve, portanto, uma alteração na base de cálculo do benefício, que na lei anterior era calculado sobre o salário efetivamente percebido pelo empregado e agora passou a ser sobre o salário base, ou seja, excluídos da base de cálculo outros adicionais ou gratificações legais que compõem a remuneração do empregado. Tal alteração tem gerado críticas, eis que representa possível perda salarial para os trabalhadores do setor.
 Além disso, aparentemente há uma contrariedade com o disposto na Súmula nº 361 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), a qual previa o pagamento de adicional de periculosidade aos trabalhadores em contato intermitente - e não permanente - com energia elétrica. A nova redação do artigo 193, em seu caput, prevê o pagamento do adicional no caso de risco acentuado em virtude de "exposição permanente" do trabalhador.
 A Lei nº 12.740 também acrescentou o parágrafo 3º ao artigo 193 da CLT, segundo o qual é vedado o acúmulo de adicional de periculosidade com outros da mesma natureza eventualmente já concedidos ao vigilante por meio de acordo coletivo, sendo permitido o seu desconto ou compensação. Na prática, o acréscimo dessa vedação impedirá a cumulação do adicional de periculosidade com adicional de risco de vida, visto que o pagamento deste último é previsto na maioria das normas coletivas da categoria dos vigilantes.
 Neste ponto, a lei fez menção à previsão de adicionais em acordos coletivos, deixando de citar eventuais benefícios previstos em convenções coletivas. Todavia, em que pese a falha na redação do parágrafo 3º do artigo 193 da CLT, a melhor interpretação é a de que também será vedada a cumulação de adicionais previstos em convenções coletivas de trabalho.
 Destaca-se, por fim, que a nova redação dada ao caput do artigo 193 dispõe que o Ministério do Trabalho e Emprego deverá regulamentar quais são, de fato, as atividades ou operações consideradas perigosas, razão pela qual será necessário aguardar a referida regulamentação para avaliar-se, com clareza, o real alcance dessa nova lei.
 Por ora, percebe-se que as inovações trazidas pela Lei nº 12.740 são, em sua maioria, benéficas aos trabalhadores. Por outro lado, é fato que estas trarão um aumento significativo nos custos das empresas de vigilância e segurança, na medida em que serão impactadas com um aumento na folha de pagamento, diante do acréscimo ao salário dos empregados abrangidos em mais 30%, além dos reflexos em férias acrescidas do terço constitucional, 13º salário, depósitos do FGTS e contribuição previdenciária.
 Valor Econômico.
 
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15 de fevereiro de 2013

Banco de empregos – Vaga urgente.

Consultoria de Recursos Humanos contrata para início imediato Estagiário Técnico em Segurança do Trabalho – RJ.

Deverá estar cursando Técnico de Segurança do Trabalho – Provável que a vaga se torne efetiva.

Salário em torno de R$ 832,00.

6 horas a combinar de 2ª a 6ª feira-feira.

A empresa oferece vale transporte e vale refeição de R$ 13,50, por dia, assistência médica e odontológica extensiva aos dependentes, convênio farmácia, seguro de vida em grupo e plano de cargos e salários.

Os interessados deverão enviar currículo somente no corpo do e-mail para: r.etica@yahoo.com.br

Boa sorte.




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