Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

31 de maio de 2013

Portaria MTE nº 644 de 09.05.2013 – Altera itens 18.6, 18.14 e 18.17 da Norma regulamentadora nº 18 - A NR 18 trata das condições e do meio ambiente de trabalho na indústria da construção.


O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) promoveu alterações em vários dispositivos da Norma Regulamentadora (NR) 18, a qual trata das condições e do meio ambiente de trabalho na indústria da construção. Dentre as novas determinações, destacamos:

a) toda escavação somente pode ser iniciada com a liberação e autorização do engenheiro responsável pela execução da fundação, atendendo ao disposto na NBR 6122:2010 ou alterações posteriores;

b) os tubulões a céu aberto devem ser encamisados, exceto quando houver projeto elaborado por profissional legalmente habilitado que dispense o encamisamento, devendo atender aos requisitos legais estabelecidos;

c) são permitidas, por 12 meses contados de 10.05.2013, a instalação e a utilização de elevador de passageiros tracionado com um único cabo, desde que atendidas às disposições da NR-18;

d) os serviços de aquecimento, transporte e aplicação de impermeabilizante a quente e a frio devem estar previstos no PCMAT e/ou no PPRA e atender à NBR 9574:2008 ou alteração posterior.

Veja íntegra:



Diário Oficial da União.

“Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história”.


Resolução Normativa CFQ nº 252 - Dispõe sobre a responsabilidade para avaliar e emitir FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) FDSR.

O Perfil Profissiográfico Previdenciário deverá ser preenchido por profissionais da química registrados em CRQ - A Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ), a Ficha com Dados de Segurança de Resíduos Químicos (FDSR) bem como o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) deverão ser avaliados e emitidos por profissionais da química registrados em Conselho Regional de Química (CRQ).

Observa-se que, no formulário PPP, campo II - Seção de Registros ambientais, os itens 15 a 16.4 deverão ser preenchidos pelos referidos profissionais.

Íntegra da Norma:

Diário Oficial da União, Seção 1, Edição 85, p. 144, 06.05.2013 Resolução Normativa CFQ nº 252/2013 - Dispõe sobre a responsabilidade para avaliar e emitir FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) FDSR (Ficha com Dados de Segurança de Resíduos Químicos) e PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário).

O Conselho Federal de Química, no uso das atribuições que lhe conferem os artigos 8º, alínea f, 1º, 15 e 24 da Lei nº 2.800 de 18/06/1956, e tendo em vista os mandamentos dos artigos 326, 330, 332, 337 e 341 do Decreto-Lei nº 5.452/43; Considerando o contido nos artigos 1º, itens IV e V, 2º item IV, alíneas a e g, e artigo 4º alíneas f e i, do Decreto nº 85.877/81; Considerando as Resoluções Normativas do Conselho Federal de Química de nºs 12, 123, 133, 198, 224, 226, 237, 240 e 245; Considerando a norma ABNT-NBR 14725 - Produtos Químicos - Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente;

Considerando a norma ABNT-NBR 16725 - Produtos Químicos - Ficha com Dados de Segurança de Resíduos Químicos;

Considerando a Instrução Normativa INSS/PRES nº 20, de 10 de outubro de 2007;

Considerando a Instrução Normativa INSS/PRES nº 27 de 30 de abril de 2008, resolve:

Art. 1º - A Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ), Ficha com Dados de Segurança de Resíduos Químicos (FDSR) e Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) deverão ser avaliados e emitidos por profissionais da Química registrados em CRQs.

Parágrafo único - No formulário Perfil Profissiográfico Previdenciário campo II - Seção de Registros ambientais itens 15 a 16.4 deverão ser preenchidos por Profissionais da Química registrados em CRQs.

Art. 2º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação no DOU.

Oficial da União.



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29 de maio de 2013

Primeira geração com HIV enfrenta os desafios do envelhecimento precoce – DDS.

Soropositivos infectados no início da epidemia que sobreviveram numa época em que não havia terapia e o diagnóstico era uma sentença de morte se deparam com doenças comuns às pessoas mais velhas, como câncer, infarto e AVC.

Passados 30 anos da descoberta do vírus responsável por causar a AIDS e pelo menos 15 anos depois de o diagnóstico ter deixado de ser considerada uma sentença de morte, a primeira pergunta que muitos pacientes ainda fazem logo após saber que são soropositivos é: quanto tempo eu tenho de vida? O infectologista Alexandre Naime Barbosa tem a resposta na ponta da língua: "O mesmo tempo que qualquer outra pessoa da sua idade".

Fica para os soropositivos com longo tempo de convivência com o vírus, porém, outra constatação. Os pacientes vivem mais, sim, mas envelhecem mais rapidamente.

O advento da terapia antirretroviral, com vários medicamentos, conseguiu controlar a principal causa de morte durante o início da epidemia: as doenças oportunistas, que surgiam depois que o vírus, em multiplicação alucinada, aniquilava as defesas do organismo.

As drogas conseguiram diminuir a replicação do vírus a ponto de a carga viral, nas pessoas que tomam o remédio rigorosamente, ficar indetectável no sangue. Algumas partes do corpo, porém, funcionam como reservatório do vírus, como o sistema nervoso central e linfático, uma espécie de refúgio, já que neles os vírus ficam fora do alcance das drogas e continuam se replicando lentamente.

"A gente assistiu à história de 30 anos da doença vendo-a de trás para frente. A primeira visão foi catastrófica. A AIDS levava a uma profunda redução da imunidade, a ponto de a pessoa morrer em decorrência das doenças oportunistas. Conseguimos mudar isso, tratar as pessoas. Aí, começamos a ver a doença pelo começo", diz Ricardo Diaz, infectologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

"A infecção por HIV é inflamatória, no modelo de outras doenças crônicas. Mesmo tratando, ficam resquícios do vírus que promovem uma resposta de inflamação constante do corpo - e é ela que acelera o processo de degeneração dos órgãos e dos tecidos. Então, os desafios mudam. Agora precisamos lidar com esse envelhecimento prematuro".

Nos últimos anos, vários estudos em todo o mundo vêm mostrando que o corpo de uma pessoa que vive por muitos anos com o HIV acaba funcionando como o de alguém que tem, em média, 15 anos a mais.

As comorbidades mais comuns são as doenças cardiovasculares, como infarto e AVC (acidente vascular cerebral), que têm uma prevalência maior nessa população. Em segundo lugar, vêm os vários tipos de cânceres, como o de próstata, mama e colo de útero. Também são comuns perda de massa óssea, diabete e distúrbios neurocognitivos, como demência precoce e deficiência renal, mas que pode estar mais relacionada ao próprio uso dos remédios.

"Envelhecer para todas as pessoas nada mais é do que ficar inflamado por muito tempo, o que ocorre com o chamado estresse oxidativo, com a liberação de radicais livres. No caso dos pacientes com HIV, é o vírus, entre outros processos, que faz isso bem mais cedo”. Explica o coordenador de um centro de tratamento de HIV na Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (UNESP), em Botucatu.

Cuidados extras. A solução, afirma o médico, é tentar lidar preventivamente com isso, associando outros medicamentos quando necessário. "Mulheres com o HIV devem fazer o exame de Papanicolau e mamografia a cada seis meses. Recomendamos que todos sempre tomem vacinas." Com esses cuidados, diz, mesmo com uma incidência maior de outros problemas de saúde, não há impacto na expectativa de vida. "A mortalidade é praticamente igual à de quem não tem HIV. Só é preciso ter mais cuidados."



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28 de maio de 2013

Rescisão indireta não implica renúncia da estabilidade provisória de integrante da CIPA.

A estabilidade provisória no emprego conferida ao membro da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), desde o registro da candidatura até um ano após o final do mandato, nos termos do artigo 10, inciso II, alínea "a", do Ato das Disposições Constitucionais Transitória, é direito fundamental dos trabalhadores, relacionado com o direito à saúde e segurança no trabalho.

Por essa razão, não é passível de renúncia, sendo garantido o direito à indenização referente ao mandato de cipista quando reconhecida a rescisão indireta do contrato de trabalho.

Nesse sentido foi o entendimento adotado pela 7ª Turma do TRT-MG, com base no voto do desembargador Paulo Roberto de Castro, ao julgar desfavoravelmente o recurso de uma empresa de telecomunicações.

No caso, ficou demonstrado que o reclamante foi submetido a situações de constrangimento excessivo no ambiente de trabalho, em razão de sua orientação sexual.

As testemunhas ouvidas confirmaram já ter ouvido comentários e brincadeiras de colegas a esse respeito, ao passo que documentos revelaram que isso afetou a saúde dele e gerou diversos problemas psicológicos.

Respaldando o entendimento adotado na sentença, o relator concluiu que a situação vivenciada pelo trabalhador autoriza a rescisão indireta do contrato de trabalho, nos termos do artigo 483, alínea "d", da CLT.

É que ficou claro que o empregador não cumpriu deveres previstos na Constituição Federal, como respeitar a dignidade, honra e imagem do trabalhador, bem como garantir um meio ambiente do trabalho saudável.

Pelo contrário, o patrão permitiu que a discriminação em razão da opção sexual e as ofensas ocorressem no ambiente de trabalho. Como lembrou o relator, o próprio direito à intimidade prevista na Constituição foi violado, deixando a empresa de adotar qualquer conduta no sentido de coibir as práticas constatadas.

A conduta ilícita do empregador garantiu ao trabalhador uma reparação por danos morais no valor R$15 mil reais, a qual foi mantida pelo relator. Ele também confirmou a condenação ao pagamento da indenização do período de estabilidade do empregado, por ser membro da CIPA, rejeitando o argumento da empresa de que o pedido de rescisão indireta acarretaria renúncia a esse direito. "A estabilidade que detinha o obreiro por ser um membro do CIPA não é passível de renúncia", destacou no voto.

Nesse contexto, a sentença que reconheceu a culpa do empregador pela rescisão contratual foi mantida. Afinal, o patrão foi o responsável por tornar insuportável a continuidade do emprego, frustrando a possibilidade de o reclamante continuar exercendo atividade destinada à prevenção de acidentes. Por tudo isso, o relator negou provimento ao recurso apresentado pela fabricante de celulares, no que foi acompanhado pela Turma de julgadores.

Tribunal Regional do Trabalho.



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Especialista explica como o FAP afeta a economia das empresas.

O investimento em segurança do trabalho pode significar uma economia superior a 70% no pagamento da contribuição das empresas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Isso ocorre pela relação entre a quantidade de acidentes registrados com o percentual recolhido da folha de pagamento das companhias, o que vigora desde 2011.

A afirmação é do especialista em direito trabalhista e previdenciário, Luis Augusto de Bruin, que explicou como o Fator Acidentário de Prevenção (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP) podem afetar diretamente as finanças das empresas amazonenses.

“O FAP é um multiplicador que informa que, quanto maior a quantidade de acidentes a empresa tiver registrada, maior a contribuição ela precisa fazer à Previdência Social”.

“Isso é uma mudança de metodologia, pois antes a cobrança era igual para todo mundo e gerava uma insatisfação, fazendo com que as empresas não tivessem uma motivação para investir em prevenção de acidentes”, ressaltou.

Já o NTEP é um mecanismo que caracteriza se a doença apresentada pelo trabalhador possui relação com a atividade desenvolvida. Com o nexo, as empresas são classificadas por níveis: quanto menor o nível, menos a empresa paga ao INSS.

Diferenças entre setores:

O empresário do setor de equipamentos de segurança do trabalho, João Abílio Marcos, criticou alguns setores da economia local pelo descuido com a segurança dos trabalhadores. Segundo ele, a indústria é uma das que mais investe no segmento, enquanto a construção civil e órgãos públicos ele avalia como as piores.

Na avaliação do executivo, a preocupação com a integridade física e mental do trabalhador precisa ser uma prioridade para as empresas, não só pela importância social, mas também pela economia que pode ser gerada.

"Uma empresa do porte da Moto Honda pode economizar até R$ 10 milhões por ano na folha de pagamento se ela investir propriamente em segurança do trabalho. Isso porque quem investe mais acaba pagando menos", explicou, Bruin deu outro exemplo de como o investimento em segurança do trabalho pode ser benéfico para a saúde financeira da empresa.

De acordo com o especialista, dependendo do número de acidentes, uma companhia com folha de pagamento de R$ 1 milhão pode desembolsar R$ 16 mil em contribuição social, enquanto outra, do mesmo porte, pode ser obrigada a pagar R$ 60 mil, caso tenha mais sinistros registrados.

Revista Proteção.



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24 de maio de 2013

Sem dano, acidente com picada de agulha de injeção exclui dever de reparação civil.


Não é por haver acidente de trabalho com o funcionário que necessariamente a empresa tem o dever de indenizar. Em um caso peculiar, uma atendente de farmácia buscou reparação civil pela exposição a risco de contaminação pelo vírus HIV, porque feriu o dedo polegar direito com a agulha ao aplicar uma injeção.

Porém, como o acidente não resultou em dano ou redução da sua capacidade de trabalho, a Justiça do Trabalho julgou que o Serviço Social da Indústria não teria motivo para pagar indenização.

Ao examinar o recurso de revista da trabalhadora, a Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho não alterou a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (SC) que indeferiu o pedido de indenização por dano moral em decorrência de acidente de trabalho. A decisão baseou-se na conclusão da perícia médica judicial de que não houve dano nem perda da capacidade de trabalho.

Além disso, o TRT-SC frisou que a atendente utilizava todos os equipamentos de segurança necessários na ocasião do acidente. Dessa forma, não se poderia atribuir nenhuma espécie de culpa ao empregador. A trabalhadora, no entanto, insistiu em buscar a indenização.

No recurso ao TST, ela alegou que o fato de ter sido exposta ao risco de ser contaminada, por exemplo, pelo vírus HIV, caracteriza responsabilidade objetiva da empregadora, pois suas atividades rotineiras a expunham a esse risco. Por isso, achava que fazia jus à reparação, com base no artigo 927 do Código Civil, que, segundo ela, teria sido violado pelo TRT.

Após esclarecer que os fatos registrados pelo Regional não podem ser reexaminados pelo TST, em razão da Súmula 126, o relator do recurso, ministro Vieira de Mello Filho, rejeitou o argumento de violação do artigo 927 do Código Civil.

Ele ressaltou que, sem a conduta culpável do empregador e, sobretudo, sem ocorrência do dano, "exclui-se o dever de reparação civil". Com base na fundamentação do relator, a Turma não conheceu do recurso, permanecendo válida, assim, a decisão do Regional.

O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).


Tribunal Superior do Trabalho.



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23 de maio de 2013

Consulta pública da Norma Regulamentadora sobre segurança e saúde em plataformas de petróleo.


MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO
PORTARIA N.º 382 DE 21 DE MAIO DE 201



(D.O.U. de 22/05/2013 - Seção 1) Disponibiliza para consulta pública o texto técnico básico de criação da Norma Regulamentadora sobre Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo.

O SECRETÁRIO DE INSPEÇÃO DO TRABALHO, no uso das atribuições conferidas pelo art. 14, inciso II, do Anexo I do Decreto n.º 5.063, de 3 de maio de 2004, e em face do disposto nos arts. 155 e 200 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, e no art. 4º da Portaria MTE n.º 1.127, de 02 de outubro de 2003, resolve:

Art. 1º Disponibilizar para consulta pública o texto técnico básico para criação da Norma Regulamentadora sobre Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo.

Art. 2º Fixar o prazo de sessenta dias, após a publicação deste ato, para o recebimento de sugestões ao texto, que deverão ser encaminhadas para o e-mail: normatizacao.sit@mte.gov.br ou via correio para o endereço: MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho, Coordenação -Geral de Normatização e Programas (Esplanada dos Ministérios - Bloco “F” - Anexo “B” - 1º Andar - Sala 107 - CEP 70059-900 - Brasília/DF).

Art. 3º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

LUIZ FELIPE BRANDAO DE MELLO
Secretário de Inspeção do Trabalho.



http://portal.mte.gov.br/legislacao/normas-regulamentadoras-1.htm


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22 de maio de 2013

Problema decorrente - Sabendo Antes.

U m problema recorrente em muitas empresas é o de conseguir que a Segurança do Trabalho seja comunicada, em tempo hábil, quanto à aquisição de uma nova máquina, alteração de mudança de layout, etc.

O ideal é que haja um procedimento para formalizar esta comunicação. Mas é claro, não precisamos nos iludir, não significa que será seguido.

Ok, mas de que forma o SESMT irá ajudar caso seja comunicado em tempo hábil? Como nosso foco principal não é a produtividade da máquina, teremos um olhar diferente durante sua aquisição.

Por exemplo, iremos verificar se a máquina não é muito ruidosa, se não irá interferir na rota de fuga ou na obstrução de extintores, se será utilizado algum novo produto químico neste processo e se já possuímos a FISPQ, se o trabalhador não ficará exposto a situações perigosas ou se este não é capaz de burlar o sistema de segurança, se a sinalização da máquina e o seu manual estão em português, se a máquina possui botão de emergência, se há a necessidade da utilização de algum EPI na operação da máquina, etc. Ou seja, para que os demais setores passem a nos comunicar sobre suas ações, precisamos provar que estaremos agregando valor às atividades da empresa e não apenas preenchendo um relatório que irá servir como registro de uma inspeção.

O Segurito.


COMENTÁRIO PERTINENTE DO ADMINISTRADOR DESSE BLOG.


O assunto acima é pertinente e muito mais sério e complexo do que se possa imaginar, exige do técnico em segurança  experiencia em processos, análise e percepção de risco aguçada, de procedimentos e normas técnicas, assim como   leitura de plantas técnicas.

Como um dos administradores do Sistema Integrado de Gestão de Mudanças - SIGM da empresa a qual exerço minhas atividades profissionais, tomo a liberdade de comentar a titulo de esclarecimento aos demais colegas.

O principal objetivo do SIGM é exatamente estabelecer diretrizes, responsabilidades e metodologia para o gerenciamento de mudanças de modo a assegurar que os riscos potenciais de segurança, meio ambiente e saúde associada a uma mudança sejam identificados e controlados, é uma sistemática de procedimentos e práticas para identificar, registrar, analisar, avaliar, aprovar, implementar, comunicar e controlar mudanças, visando a eliminação ou redução de riscos decorrentes de sua implantação.

Todos os projetos são analisados por equipe multidisciplinar com a participação direta da Segurança do trabalho sobre o ponto de vista de SMS, os aspectos relacionados aos impactos de atividades críticas ou mesmo de uma nova tecnologia, mudança de instalação e de pessoas que possam afetar a empresa, empregados e a sociedade.

Para que possamos ter uma real visão do que seja mudança, vejam alguns exemplos:

Mudança de tecnologia: caracteriza-se pelas mudanças nos projetos dos equipamentos, sistemas ou parâmetros de funcionamento dos mesmos ou de um processo produtivo. Tais mudanças, potencialmente, invalidam avaliações de riscos anteriores, pois podem alterar qualitativas e/ou quantitativamente os perigos e riscos. Portanto, devem ser realizadas novas avaliações de risco.

São subdivididas em:

Mudança de matéria-prima/substância processada: alteração da especificação de propriedades físicas, químicas, de composição, de embalagens, de qualquer das substâncias usadas no processo, sejam elas: Matéria-prima, produtos intermediários, produtos finais, produtos secundários e os rejeitos intermediários e finais.

Mudança de dados básicos de processo: alteração da condição padrão de operação devido ao balanço de material e/ou energia diferente da condição padrão de operação.

Mudança em "software": substituição de programas, software e elementos que compõem um sistema lógico de instrumentação, comando computacional e que determinem alterações na lógica de funcionamento (sentido de fluxo, alimentação de dados, operação de máquinas, linguagem de programação ou acessórios).

Mudança das especificações de equipamentos: mudanças no projeto do equipamento, tais como: dados de engenharia/processo, desenhos de projeto, cálculos de dimensionamento de equipamentos, códigos e normas de engenharia.

Mudança de Pessoas: admissão, demissão, transferência, substituição temporária ou permanente; alteração do local do posto de trabalho que impacte a acessibilidade ou que possa caracterizar alteração no risco, alteração de contingente; promoção com mudança de função; retorno às atividades após afastamento por um período superior a trinta dias, que possa caracterizar alteração no risco, ou no modo de operação, ou na forma de intervenção no processo, inclusive em emergências.

A aplicação do processo de gestão de mudança de pessoas em atividade administrativas executadas em prédios administrativos é opcional, exceto nos casos que envolvam questões como:

Necessidade de adequação para acessibilidade (Pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida);

Alteração da exposição aos riscos ambientais em função de atividade ou ambientes; ou mudança de quantitativo que altere o nível de conhecimento e experiência relacionados às atividades críticas (ex. gerente de contrato) e atividades relacionadas à SMS (ex.: monitor de andar e brigadista).

Mudança de instalação: caracteriza-se pela alteração ou inclusão de itens em um equipamento ou instalação, sem modificação da tecnologia. Pode ser subdividida em:

Mudança de equipamento: substituição de um equipamento em operação por outro de características diferentes sem alterar os parâmetros de processo.

Mudança de layout ou arranjo físico: alterações físicas de equipamentos, ou arranjo das instalações, consequente alteração em classificação de áreas, cenários de risco, estratégias de fuga e resgate.

Novas Instalações: alteração de projetos aprovados, construções e montagens de novas instalações e ampliações.

Descomissionamentos: instalações retiradas de operação (parcial ou total, temporária ou definitiva), com desmontagem ou não dessas instalações.

Creio eu ter esclarecido aos colegas os verdadeiros objetivos da Gestão de Mudanças nas atividades desenvolvidas na empresa.

Marcio Santiago Vaitsman



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21 de maio de 2013

É BOM SABER - ANEURISMA CEREBRAL - dds.



O aneurisma é uma dilatação anormal e frágil da parede de uma artéria do cérebro. (Popularmente falando é uma bolha de sangue).

COMO ELE SE DESENVOLVE?

Por razões ainda desconhecidas, um determinado ponto da parede arterial torna-se frágil. Com o passar do tempo e sob o efeito da pressão sanguínea a parede frágil começa a se dilatar formando o aneurisma que cresce lentamente. Sabe-se, hoje, que o fumo e a hipertensão arterial são fatores relacionados com o desenvolvimento e ruptura do aneurisma. Estatisticamente as mulheres são mais acometidas que os homens e a idade média de rompimento é entre 40 e 50 anos. O aneurisma não é congênito, isto é, não é uma doença de nascença.

QUAIS SÃO OS RISCOS?

O principal risco do aneurisma é a sua ruptura com consequente hemorragia na "capa" do cérebro (meninge) causando a hemorragia subaracnóidea. Quando o aneurisma rompe dentro da massa cerebral causa o hematoma.

Estas situações são, popularmente, conhecidas como "Derrame cerebral". Estima-se que 30% das pessoas que apresentam ruptura do aneurisma morrem sem ter tempo de atendimento médico. Daqueles que conseguem sobreviver ao sangramento inicial (derrame), a metade não sobrevive ou fica com sequelas. Apenas 30% a 40% dos pacientes conseguem ter vida normal após ruptura do aneurisma se forem tratados corretamente.

QUAIS SÃO OS SINTOMAS?

Habitualmente os aneurismas pequenos (até 15 mm) são silenciosos e só apresentam sintomas quando rompem. À medida que vão crescendo, e dependendo da localização, podem comprimir estruturas dentro do cérebro apresentando manifestações variadas tais como: queda da pálpebra, visão dupla, dor de cabeça, dor ocular ou na face. O maior risco é quando acontece a ruptura e, frequentemente, são os pequenos que rompem. ATENÇÃO: quando o aneurisma rompe opaciente sente uma dor de cabeça muito intensa, súbita ou um estalo dentro da cabeça. Geralmente tem um desmaio transitório e apresenta vômitos. A pressão arterial sobe muito. A dor de cabeça e os vômitos persistem. O paciente deve procurar atendimento médico imediatamente.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO?

O diagnóstico de certeza é feito pela Arteriografia Cerebral. Exame que analisa com precisão as artérias do cérebro. A Tomografia Computadorizada é o exame mais indicado para pesquisar se houve ou não sangramento. A Ressonância Magnética pode mostrar aneurismas maiores que 5 mm.

PORQUE DEVE SER TRATADO?

O aneurisma pequeno e que ainda não rompeu, Descoberto por acaso, deve ser tratado para prevenir sua ruptura, cujas consequências podem ser desastrosas. Já o que se rompeu deve ser tratado imediatamente após a sua descoberta, pois, tem alto índice de nova ruptura nas primeiras 48 horas. A segunda ruptura é quase sempre fatal.



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20 de maio de 2013

PERIGOS DO GÁS NITROGÊNIO – DDS

Nosso sucesso ao trabalhar com N2 tem muita relação com a forma como tratamos esse gás. Nós o consideramos não perigoso. Ele quase sempre está listado junto com outras utilidades, como ar e água. Isso cria um falso senso de segurança complacência. Não vamos nos iludir:

Nitrogênio é um elemento gasoso, não tóxico, sem odor, sem cor, sem sabor, e que constitui 78% em volume da nossa atmosfera (o ar que respiramos).

Oxigênio constitui aproximadamente 21%. Quando a concentração de N2 é suficiente para reduzir o nível de oxigênio abaixo de 19.5%, pode ocorrer rápida asfixia.

Enquanto alguns produtos químicos podem afetar as pessoas de forma mais ou menos intensa, dependendo da maior ou menor resistência e tolerância de cada um, o N2 é bem mais democrático. Ele afeta todos os indivíduos da mesma forma. Ele desloca o oxigênio, tomando o seu lugar. Sem oxigênio não ha vida.

Descoberto em 1772, N2 não é detectado por nenhum dos sentidos humanos. Ele não é inflamável e tem aproximadamente o mesmo peso do ar.

Inalação de atmosfera rica em N2 pode causar tontura, sonolência, náusea, vomito, excesso de salivação, diminuição do estado de alerta, perda de consciência, e morte.

Nitrogênio gás é classificado como “asfixiante simples”. Isso significa que ele desloca o oxigênio e cria uma atmosfera com baixas concentrações desse gás (19.5%) sem efeitos fisiologicos significantes.

Limites de exposição não são determinados para asfixiantes simples, porque o fator limitante é a quantidade de oxigênio disponível. Sendo assim o N2 não tem limite de exposição definido.

O N2 liquido é incolor, sem odor, e extremamente frio quando pressurizado. Contato com esse liquido pode causar queimaduras sérias.

A respiração é estimulada e controlada pelo dióxido de carbono (CO2) presente nos pulmões. Quando o nível de CO2 aumenta, o cérebro manda uma mensagem para aumentar o ritmo respiratório. Quando o nível de CO2 cai, o ritmo da respiração também cai, para manter o balanço apropriado.

Todos nós devemos entender que apenas uma respirada profunda numa atmosfera de 100 % de N2 é fatal. O N2 desloca o CO2 e o O2 completamente. Na ausência de CO2, (O sinal para o cérebro), o estimulo para a respiração, deixa de existir.

INALAÇÃO - Chamar socorro extra, remover a vitima para lugar com ar fresco o mais rápido possível - Assegure-se que você está protegido! Consiga ajuda de pessoas treinadas o mais rápido possível.

Se a pessoa não estiver respirando, o pessoal treinado deve administrar oxigênio suplementar e/ou ressuscitação cardiopulmonar (RCP), se necessário.



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19 de maio de 2013

Telefone Amigo – Lição de vida para você TS.


Quando eu era criança, meu pai comprou um dos primeiros telefones da vizinhança. Lembro-me bem daquele velho aparelho preto, em forma de caixa, bem polido, afixado à parede. O receptor brilhante pendia ao lado da caixa. Eu ainda era muito pequeno para alcançar o telefone, mas costumava ouvir e ver minha mãe enquanto ela o usava, e ficava fascinado com a cena!
 
Então, descobri que em algum lugar dentro daquele maravilhoso aparelho existia uma pessoa maravilhosa - o nome dela era "informação, por favor," e não havia coisa alguma que ela não soubesse. "Informação, por favor," poderia fornecer o número de qualquer pessoa e até a hora certa.
 
Minha primeira experiência pessoal com esse "gênio da lâmpada" aconteceu num dia em que minha mãe foi na casa de um vizinho. Divertindo-me bastante mexendo nas coisas da caixa de ferramentas no porão, machuquei meu polegar com um martelo. A dor foi horrível, mas não parecia haver qualquer razão para chorar, porque eu estava sozinho em casa e não tinha ninguém para me consolar. Eu comecei a andar pelo porão, chupando meu dedão que pulsava de dor, chegando finalmente à escada e subindo-a.
 
Então, lembrei-me: o telefone! Rapidamente peguei uma cadeira na sala de visitas e usei-a para alcançar o telefone. Desenganchei o receptor, segurei-o próximo ao ouvido como via minha mãe fazer e disse:
 
"Informação, por favor!", com o bocal na altura de minha cabeça. Alguns segundos depois, uma voz suave e bem clara falou ao meu ouvido: "Informação."
 
Então, choramingando, eu disse: "Eu machuquei o meu dedo..." Agora que eu tinha plateia: as lágrimas começaram a rolar sobre o meu rosto.
 
"Sua mãe não está em casa?", veio a pergunta. "Ninguém está em casa a não ser eu", falei chorando.
 
"Você está sangrando?" Ela perguntou. "Não." Eu respondi. "Eu machuquei o meu dedão com o martelo e está doendo muito!"
 
Então a voz suave, do outro lado falou: "Você pode ir até a geladeira?" Eu disse que sim. Ela continuou, com muita calma:
 
"Então, pegue uma pedra de gelo e fique segurando firme sobre o dedo."
 
E a coisa funcionou! Depois do ocorrido, eu chamava "Informação, por favor," para qualquer coisa. Pedia ajuda nas tarefas de geografia da escola e ela me dizia onde Filadélfia se localizava no mapa. Ajudava-me nas tarefas de matemática. Ela me orientou sobre qual tipo de comida eu poderia dar ao filhote de esquilo que peguei no parque para criar como bichinho de estimação.
 
Houve também o dia em que Petey, nosso canário de estimação, morreu. Eu chamei "Informação, por favor," e contei-lhe a triste estória. Ela ouviu atentamente, então me falou palavras de conforto que os adultos costumam dizer para consolar uma criança.
 
Mas eu estava inconsolável naquele dia e perguntei-lhe: "Por que é que os passarinhos cantam de maneira tão bela, dão tanta alegria com sua beleza para tantas famílias e terminam suas vidas como um monte de penas numa gaiola?"
 
Ela deve ter sentido minha profunda tristeza e preocupação pelo fato de haver dito calmamente: "Paul, lembre-se sempre de que existem outros mundos onde se pode cantar!" Não sei por que, mas me senti bem melhor.
 
Numa outra ocasião, eu estava ao telefone: "Informação, por favor,". "Informação," disse a já familiar e suave voz. "Como se soletra a palavra consertar?" Perguntei.
 
Tudo isso aconteceu numa pequena cidade da costa oeste dos Estados Unidos. Quando eu estava com nove anos, nos mudamos para Boston, na costa leste. Eu senti muitas saudades de minha voz amiga!
 
"Informação, por favor," pertencia àquela caixa de madeira preta afixada na parede de nossa outra casa; e eu nunca pensei em tentar a mesma experiência com o novo telefone diferente que ficava sobre a mesa, na sala de nossa nova casa. Mesmo já na adolescência, as lembranças daquelas conversas de infância com aquela suave e atenciosa voz nunca saíram de minha cabeça.
 
Com certa frequência, em momentos de dúvidas e perplexidade, eu me lembrava daquele sentimento sereno de segurança que me era transmitido pela voz amiga que gastou tanto tempo com um simples menininho.
 
Alguns anos mais tarde, quando eu viajava para a costa oeste a fim de iniciar meus estudos universitários, o avião pousou em Seattle, região onde eu morava quando criança, para que eu pegasse outro e seguisse viagem. Eu tinha cerca de meia hora até que o outro avião decolasse. Passei então uns 15 minutos ao telefone, conversando com minha irmã que na época estava morando lá. Então, sem pensar no que estava exatamente fazendo, eu disquei para a telefonista e disse: "Informação, por favor,".
 
De um modo milagroso, eu ouvi a suave e clara voz que eu tão bem conhecia! "Informação."
 
Eu não havia planejado isso, mas ouvi a mim mesmo dizendo: "Você poderia me dizer como se soletra a palavra consertar?"
 
Houve uma longa pausa. Então ouvi a tão suave e atenciosa voz responder:
 
"Espero que seu dedo já esteja bem sarado agora!" Eu ri satisfeito e disse:
 
"Então, ainda é realmente você? Eu fico pensando se você tem a mínima ideia do quanto você significou para mim durante todo aquele tempo de minha infância!"
 
Ela disse:
 
"E eu fico imaginando se você sabe o quanto foram importantes para mim as suas ligações!"
 
E continuou: "Eu nunca tive filhos e ficava aguardando ansiosamente por suas ligações."
 
Então, eu disse para ela que muito frequentemente eu pensava nela durante todos esses anos e perguntei-lhe se poderia telefonar para ela novamente quando eu fosse visitar minha irmã. "Por favor, telefone sim! É só chamar por Sally".
 
Três meses depois voltei a Seattle. Uma voz diferente atendeu: "Informação". Eu perguntei por Sally. "Você é um amigo?" Ela perguntou. "Sim, um velho amigo". Respondi.
 
Ela disse:
 
"Sinto muito em dizer-lhe isto, mas Sally esteve trabalhando só meio período nos últimos anos porque estava adoentada. Ela morreu há um mês."
 
Antes que eu a desligasse disse:
 
"Espere um pouco. Seu nome é Paul?" "Sim" Respondi.
 
"Bem, Sally deixou uma mensagem para você. Ela deixou escrita caso você ligasse. Deixe-me ler para você."
 
A mensagem dizia:
 
"Diga para ele que eu ainda continuo dizendo que existem outros mundos onde podemos cantar. Ele vai entender o que eu quero dizer".
 
Eu agradeci emocionado e muito tristemente desliguei o telefone. Sim, eu sabia muito bem o que Sally queria dizer.
 
Autor desconhecido.


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