Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

28 de junho de 2013

Segurança em plataformas de trabalho/Andaimes – DDS.


Todos os andaimes e plataformas de trabalho com risco de queda de materiais devem dispor de sistema de guarda-corpo e rodapé, inclusive nas cabeceiras em todo o perímetro, com exceção do lado da face do trabalho. Isso é o que exige a NR 18 do Ministério do Trabalho.

Para que essas plataformas de trabalho estejam adequadas e montadas com qualidade, precisarão ter garantidas no mínimo as seguintes medidas:

Instalar guarda-corpo a altura de 1,20 m para o travessão superior e O,7O m para o travessão intermediário;

Todos esses travessões deverão estar presos solidamente;

Rodapé deverá ter uma altura de 0,20 m em toda a periferia do andaime, passarela ou plataforma;

Os vãos entre travessas de guarda-corpos preenchidos com tela ou outro dispositivo que garanta o adequado fechamento das aberturas;

Além desses cuidados, é obrigatória a instalação de proteção coletiva onde houver risco de queda de trabalhadores ou de projeção de materiais;

Toda a abertura em plataforma ou pisos deve ter fechamento provisório resistente e, em caso de ser usada para transporte vertical de materiais, deve ser protegida por guarda-corpo fixo, no ponto de entrada e saída de material e por sistema de fechamento do tipo cancela ou similar;

Em todos os acessos de entrada a torre de elevador deve ser instalada uma barreira (cancela), recuada a 1,0 m da mesma, para bloquear o acesso acidental de pessoas à torre;

É expressamente proibida a utilização de escadas e outros meios sobre plataforma de trabalho, desde que não sejam adequadamente projetadas e montadas;

O acesso a plataformas de trabalho deverá ser garantido por escadas tipo de marinheiro, adequadamente montadas e com guarda-corpo a partir de 2,10 m de altura;

Os andaimes não devem ser sobrecarregados e os pranchões sem nós e rachaduras na sua extensão;

As cargas devem ficar distribuídas de maneira uniforme, tanto quanto possível;

Use somente material para a aplicação imediata, mantendo a plataforma limpa, sem entulhos e outros materiais;

Nunca pule sobre pisos de andaimes (o pranchão pode quebrar);

Nunca empurre peças ou cargas pesadas sobre pisos de andaimes;

Não se esqueça de travar os pranchões de andaimes nos dois apoios, (pranchões soltos causam quedas de pessoas e de materiais).

Tenha certeza de que todo o piso do andaime esteja bem fechado (sem vãos de aberturas), e rodapé em toda a sua extensão;

O piso do andaime para ser seguro precisa ter pranchões que estejam em bom estado de conservação, ou seja, não podem estar rachados, podres, com furos, ter nós ou cupins.

Nunca utilize pranchões em andaimes com pregos, molhados e danificados pelo tempo.

Inspecione os andaimes antes de sua utilização, assim como os equipamentos de segurança dos colaboradores (cinto de segurança do tipo paraquedista com talabarte duplo).

“A segurança é responsabilidade de todos”.


“Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história”.

27 de junho de 2013

Sobre Explosões – DDS.

Para que uma explosão seja deflagrada são necessários quatro elementos: fluído, oxigênio, uma fonte de ignição e um espaço confinado.

O fluído é gerado a partir de um material a granel que produza nuvens explosivas de poeira de um gás inflamável ou de um produto químico volátil que gere vapores.

O oxigênio está prontamente disponível na maioria dos ambientes.

A fonte de ignição poderá ser gerada pelo fogo, pela chama, por uma combustão espontânea, por faíscas ou por descargas eletrostáticas.

Espaços confinados a maioria dos riscos estão localizados neles uma vez reunidos os quatro elementos, existe a possibilidade real de ocorrer uma explosão.

Uma explosão pode ser caracterizada como:

Uma onda de combustão, de propagação voluntária que se move a uma altíssima velocidade. A chama frontal propaga-se inicialmente a velocidades mais baixas, mas aumenta rapidamente sua velocidade após a Ignição formando uma onda de alta pressão.

Como regra, se um material pode queimar, sob determinadas condições eles podem e irão explodir.

Alumínio, produtos farmacêuticos, papel, borracha, grãos, resinas, acetona, gases liqüefeitos, álcool, gasolina, nafta, querosene e lubrificantes, são apenas alguns exemplos de fluídos em que poderá ocorrer explosão durante o manuseio, o processamento, o transporte e o armazenamento.

Em se tratando de explosões a prevenção é o melhor, se não a única saída.

Como medidas protetivas aos riscos de explosão podemos destacar:

Treinamento e capacitação do pessoal para identificação e prevenção dos riscos de explosões;

Medidas administrativas e de organização do trabalho (normas, instruções e procedimentos);

Detectores e outros dispositivos de monitoramento permanente;

Projeto que contemple a supressão de explosões;

Organização, arrumação e limpeza.

Na dúvida, não tenha vergonha, procure assessoramento adequado.

Para evitar explosões, o método eficaz é a prevenção.





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26 de junho de 2013

Prezados Colegas Técnicos em Segurança.

Em resposta a centenas de correios chagados em minha caixa de e-mails, esclareço aos colegas seguidores deste blog que  infelizmente ainda não temos nosso “Conselho de Classe”.

O CFTST só vai se tornar realidade, quando a classe se conscientizar de que só a união faz a força.

A atuação profissional quando pautada na ética, salvaguarda a sociedade em seus interesses e direitos, e, como consequência, fortalece a dignidade daqueles que atuam profissionalmente harmonizando os interesses pessoais e coletivos de determinada categoria profissional.

Entendemos que o conhecimento é a melhor forma de promover a conduta ética e cidadã no exercício profissional.

O código de ética profissional é controlado por um Conselho Federal e Regional quando houver e de natureza autárquica.

Companheiros é relevante destacar que não há obrigatoriedade de criar um conselho corporativo sempre que uma profissão for regulamentada.

Quando a descentralização administrativa não se mostrar conveniente, a atividade de fiscalização do exercício de atividades profissionais pode ser exercida pela Administração direita, mais especificamente pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que é o caso dos Técnicos em Segurança do Trabalho.

A instituição de autarquia para tal finalidade depende da avaliação da sua efetiva necessidade em cada caso e autorizada pelo Poder Executivo.

Portanto, enquanto não for criada a Autarquia "Conselho Federal dos Técnicos em Segurança do Trabalho", não temos conselho.

Marcio Santiago Vaitsman



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Comunique-se para integrar – DDS.


Para as empresas de modo geral, a comunicação é a principal ferramenta para estabelecer parcerias e comprometimentos entre todas as pessoas, independente de seu nível dentro da organização.

Sempre é tempo para melhorarmos o sistema de comunicação, primeiro para manter o estímulo à motivação e ao comprometimento e segundo para consolidar o processo de melhoria contínua.

Quanto melhor for a comunicação, maior será a possibilidade de acerto e melhor será o acompanhamento dos resultados alcançados.

Para uma boa comunicação é necessário que se garanta os seguintes critérios:

Cultivar o respeito entre pares, líderes e liderados; Estabelecer ambiente de cordialidade receptividade permanentemente;

Saber ouvir o colega, o subordinado ou chefe é fundamental;

Ninguém é tão autossuficiente que não precise aprender nada, e ninguém é tão deficiente que não possa contribuir com nada;

Todas as pessoas têm valores que precisam ser preservados e o comportamento, caminho comum final, deve ser permanentemente estimulado ao crescimento, ao comprometimento e ao desenvolvimento;

Não há boa ideia que nasça pronta, as grandes ideias são aquelas que podem ser melhoradas continuamente;
Não há apenas mão de obra e sim mão, mente e espírito porque o homem é o começo, o meio e o fim de todo o processo produtivo, por isso, se não há comunicação, não há mudança alguma se o homem não quiser mudar.

Diante do exposto, para qualquer processo de desenvolvimento é necessário acima de tudo que se saiba onde se quer ir e como chegar lá, para isso, a comunicação e a principal ferramenta, o método mais eficaz, mais prático e mais produtivo do relacionamento interpessoal.

"Comunique-se mais com seu colega de trabalho, viva melhor, isso vale a pena!"


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25 de junho de 2013

Não à terceirização!

Estamos vivendo um momento de crise intensa das instituições. Um governo de esquerda que parece haver esquecido completamente seus compromissos políticos. Repressão a movimentos sociais como aquele que recentemente movimentou São Paulo constituem a prova de que nossa frágil democracia corre perigo.

As ameaças também são legislativas. Recentemente, uma lei sobre a atividade do motorista criou dispositivos inconstitucionais, permitindo jornada de doze horas ou mesmo indenização (sic) para horas extras em patamar inferior ao mínimo estabelecido na Constituição.

Agora, o Poder Legislativo ameaça aprovar um projeto de lei que permite a terceirização mesmo em atividades diretamente ligadas à finalidade social da empresa.

Trata-se de uma lei vergonhosa, que, caso aprovada, implicará ruptura definitiva com o projeto constitucional de inclusão mediante garantia à relação de emprego (art. 7º, inciso I). As instituições estão mobilizadas, mas o poder constituído parece cego e surdo, alheio à realidade.

Uma realidade cujos números oficiais demonstram a triplicação do número de acidentes de trabalho, inclusive com morte, nas atividades terceirizadas. O dossiê sobre a terceirização, realizado em 2011 pelo DIEESE e pela CUT, mostra dados assustadores: o número de empresas terceirizadas que simplesmente somem no ar sem pagar verbas salariais; a discriminação entre empregados contratados diretamente e aqueles terceirizados; a fragilização dos vínculos, cada vez mais curtos. Uma realidade próxima de nós.

O dossiê aponta que as empresas terceirizadas abrigam as populações mais vulneráveis: mulheres, negros, jovens, migrantes e imigrantes. E alerta para o fato de que “não é esse o compromisso que os atores sociais devem ter com a construção do país”.

Essa relação “aumenta os custos para a sociedade, com a perda da qualidade de serviços e produtos, com agressões ambientais a comunidades vizinhas, com o empobrecimento dos trabalhadores, com a concentração de renda, com a monetização da vida humana, e com a atuação estatal como fomentador da precarização das relações de trabalho, e ainda, com as fraudes em licitações, evasão fiscal, focos de corrupção, aumento das demandas trabalhistas e previdenciárias”. A pergunta que nos inquieta é até onde vamos nessa marcha neoliberal que parece haver perdido todos os freios

Os trabalhadores não querem caridade. Essa é uma lógica liberal que precisa ser superada. De nada serve o bolsa-família ou o bolsa-escola, se não existem empregos seguros e estáveis, se a remuneração continua sendo vilipendiada pela dupla (ou tripla) exploração da mão de obra através de empresas interpostas.

Não há medida em que seja possível a terceirização. Precisamos ter a coragem de retroceder nesse movimento de precarização que parece haver contaminado todos os âmbitos das relações de trabalho. Não se trata de modificar o projeto de lei, mas de rechaçá-lo, resgatando a centralidade da relação de emprego e a condição de empregador, afastando de uma vez por todas a pleonástica expressão "tomador de trabalho".

Tribunal Regional do Trabalho.



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24 de junho de 2013

Corte e soldagem em ambientes confinados – DDS.


Corte e solda em ambientes confinados trazem grandes riscos à vida e à saúde, pois há a possibilidade de ocorrer intoxicação, explosão, incêndio, choque elétrico, etc.

Gases inertes usados em soldagem como: argônio e CO, por exemplo podem matar uma pessoa em poucos instantes sem que ela perceba o que está ocorrendo.

Por esse motivo é fundamental que seja garantido ar respirável, com renovação constante e que seja garantido no mínimo 19,5% de oxigênio. Isso pode ser feito com ventiladores e exaustores e/ou por meio de máscara facial com linha de ar mandado ou com cilindro de ar comprimido.

É sempre bom lembrar que o corte e a soldagem executados em ambientes confinados geram gases, fumaças, vapores e misturas explosivas, além de raios (ultravioleta e infravermelho) que agridem os olhos e a pele.

Por isso, para a liberação de trabalhos nessas condições, são necessárias as seguintes medidas de prevenção e proteção:

Todas as etapas do trabalho devem ser planejadas, iniciar cada tarefa mediante PT e assessoramento de profissional de Segurança;

Não permitir execução de trabalhos de pintura e limpeza de peças com desengraxantes em espaços confinados onde serão executados corte e soldagem;

Deverá ser garantido ar respirável, permanentemente renovado, com no mínimo 19,5% de oxigênio e totalmente isento de gases ou vapores perigosos;

Nunca usar oxigênio puro na ventilação de espaços confinados, assim evita-se a formação de atmosfera explosiva;

Afastar e/ou proteger as mangueiras de suprimento de ar, de fontes de fagulhas, partículas incandescentes e arestas cortantes, mantendo o ambiente organizado e limpo;

Providenciar iluminação adequada (máximo de 12V corrente contínua com transformador de separação);

Manter um observador treinado, do lado de fora, junto a boca de visita, esse trabalhador terá a função de auxiliar o(s) executante(s) em situação de emergência;

As equipes executantes devem dispor de recursos adequados de comunicação e conhecer o sistema de controle de emergência da empresa e os procedimentos a adotar em caso de acidente e/ou incidente.

Trabalhos em ambientes confinados requerem critérios e procedimentos adequados para a preservação da vida, da saúde e das instalações da empresa, portanto, mais uma vez prevenção e proteção são o melhor caminho."


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23 de junho de 2013

O que o CREA pretende fazer com os Técnicos em Segurança do Trabalho é imoral.


Ministério do Trabalho regulamenta a lei nº 7.410 /85, e 28 anos após, o CREA continua insistindo em abocanhar ilegalmente esses profissionais que tem a única profissão do Brasil criada por Lei.





Art. 2º - O exercício da profissão de Técnico de Segurança do Trabalho será permitido, exclusivamente:

I - ao portador de certificado de conclusão de curso de Técnico de Segurança do Trabalho, a ser ministrado no País em estabelecimentos de ensino de 2º grau;

II - ao Portador de certificado de conclusão de curso de Supervisor de Segurança do Trabalho, realizado em caráter prioritário pelo Ministério do Trabalho;

III - ao possuidor de registro de Supervisor de Segurança do Trabalho, expedido pelo Ministério do Trabalho, até a data fixada na regulamentação desta Lei.

Parágrafo único - O curso previsto no inciso I deste artigo terá o currículo fixado pelo Ministério da Educação, por proposta do Ministério do Trabalho, e seu funcionamento determinará a extinção dos cursos de que trata o inciso II, na forma da regulamentação a ser exercida.

Art. 3º - O exercício da atividade de Engenheiros e Arquitetos na especialização de Engenharia de Segurança do Trabalho dependerá de registro em Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, após a regulamentação desta Lei, e o de Técnico de Segurança do Trabalho, após o registro no Ministério do Trabalho. Portanto dependemos somente de prévio registro no MTE.

facebook/Markkos Marcos e Adir de Souza.

Nota desse blog: CREA, por favor decore essa lei e socorra os engenheiros, eles sim, estão sentindo a sua ausência e pare de forçar a barra junto a alguns poucos técnicos ainda desavisados.




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21 de junho de 2013

Você sabia que o Sistema de Registro Profissional via internet chega a todo país a partir de 2ª feira (24/6).


A partir desta segunda-feira (24), os usuários dos estados da Bahia, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro já podem fazer a solicitação do registro profissional via internet. A secretaria de Relações do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, informa que o sistema Sirpweb, que permite fazer a solicitação do registro via web, on line, já estará disponível em todo país.

O sistema de gerenciamento e controle das informações dos registros dos profissionais das categorias regulamentadas por lei foi testado, de forma experimental, no Distrito Federal em 2012.

A partir de 29 de abril deste ano o sistema foi disponibilizado, numa primeira etapa, para os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. Nessa nova fase, com a ampliação para os outros estados, o sistema vai estar disponível em todo país.

Sirpweb - Por meio do Sirpweb, as solicitações de registro profissional podem ser feitas e acompanhadas on line, bastando o interessado informar seus dados e os relativos ao registro pretendido.

O Sirpweb é um sistema de gerenciamento e controle das informações dos registros dos profissionais das categorias regulamentadas por lei. Essas categorias tem a obrigação de se cadastrarem no sistema para desempenhar suas atividades e o uso da ferramenta vai facilitar bastante quem utiliza esse serviço.

O MTE concede o registro profissional a 14 categorias: Agenciador de propaganda, artista, atuário, arquivista, guardador e lavador de veículos, jornalista, publicitário, radialista, secretário, sociólogo, técnico em espetáculos de diversões, técnico de segurança do Trabalho, técnico em arquivo e técnico em Secretariado.

Com a utilização do Sirpweb as solicitações de registro profissional poderão ser feitas e acompanhadas on line. O interessado tem apenas que informar seus dados e os relativos ao registro pretendido.

O sistema, que será disponibilizado nas páginas das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego, vai gerar um número de solicitação, discriminando a documentação que deverá ser protocolada na SRTE mais próxima do interessado,  a partir de então todo processo poderá ser acompanhado pela internet.

Passo a passo:

Preenchimento dos dados pessoais:

Seleção da categoria profissional e dos documentos de capacitação; Resumo para conferência dos dados informados; Transmissão da solicitação; Impressão da solicitação; e Protocolo dos documentos na SRTE.

Para acessa o sistema basta entrar no link abaixo:http://sirpweb.mte.gov.br/sirpweb/principal.seam


Ministério do Trabalho e Emprego.



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H2S o gás da morte - DDS.

Um dos mais temidos agentes de riscos encontrados em alguns laboratórios e campos de petróleo é o H2S.

Também conhecido por Gás Sulfídrico, Gás de Ovo Podre, Gás de Pântano etc. ele Pode originar-se de várias fontes e muitas vezes são resultantes de processos de bi degradação. Por exemplo, a decomposição de matéria orgânica vegetal e animal.

Este gás já foi o responsável por diversos acidentes, sendo alguns deles fatais, pois é extremamente tóxico e inflamável, exigindo vigilância permanente e um rigoroso e especifico plano de controle.

Em algumas empresas os empregados mantêm máscaras de fuga, presas a sua cintura durante as 24 horas do dia e disponíveis para uso a qualquer momento. Nós seres humanos também produzimos H2S e o exalamos através da respiração ( 25 a 200 ppb) e do trato intestinal (25 ppm).

Na indústria do petróleo o H2S poderá estar presente nos reservatórios de petróleo e nos campos onde há injeção de água do mar. Pode ser resultante de mecanismos de dissolução de sulfetos minerais, da decomposição de compostos orgânicos sulfurados etc. Outra fonte de H2S tem sido atribuída a atividade da bactéria redutora de sulfato - BRS, no interior do reservatório.

Características:

Muito tóxico; Incolor; Mais pesado que o ar; Tem odor de ovo podre a baixas concentrações, mas inibe o sentido do olfato em concentrações elevadas; Forma misturas explosivas com o ar; Ataca o aço e selos de borracha rapidamente; Também conhecido como gás sulfídrico e sulfeto de hidrogênio.

Recomendações gerais e medidas preventivas:

Evitar condições de estagnação de água de produção e água do mar seja em vasos de pressão, tanques e linhas;

Sempre que houver necessidade de drenar para a atmosfera água estagnada, seguir os procedimentos de segurança indicados para uma possível ocorrência de H2S, especialmente em ambientes confinados;

Todos os envolvidos nas operações de sistemas de produção, armazenagem e transferência de óleo e água de formação devem conhecer os procedimentos de segurança, operacionais e de emergência utilizados em situações onde há presença de H2S;

As instalações deverão estar equipadas com sistema de detecção e alarme, específicos para H2S, bem como placas indicativas alertando para uma possível exposição ao gás. A localização dos sensores deverá seguir as indicações efetuadas pela análise de risco;

A concentração do H2S não deverá ser inferida apenas pelo odor, pois esta indicação não é confiável, e como o H2S tende a se acumular nos pontos mais baixos de uma instalação, é necessário intensificar os cuidados nestes locais;

Incluir nos "briefing" de segurança e diálogos diários ou periódicos, os aspectos relativos a segurança em operações onde possa haver a presença de H2S;

No caso de alarme de emergência devido a presença de H2S, deverá ser observado a direção do vento para escolha da melhor forma de sanar o vazamento;

A utilização de máscara com filtro químico, tipo Parat II deverá se restringir aos casos em que a atmosfera apresente no mínimo 18% de oxigênio e a concentração de H2S não seja superior a 150 ppm. Deverá ser utilizada apenas como máscara de fuga;

Deverão ser realizados treinamentos teóricos sobre H2S, práticos sobre a utilização dos equipamentos autônomos de respiração e simulados de emergência com H2S com primeiros socorros para todo o pessoal;

Todas as instalações deverão possuir birutas ou bandeirolas distribuídas pela unidade para facilitar a observação da direção do vento de qualquer ponto da instalação, inclusive à noite;

Todo trabalho onde existe a possibilidade da presença de H2S deverá ser executado mediante emissão de PT (permissão para trabalho) emitida pelo supervisor da área e com o endosso do técnico em segurança, observando-se as disposições constantes de segurança;

Deverão ser instalados sensores Danpes (fechamento automático) na sucção dos sistemas de VAC (ventilação e ar condicionado) e dos compressores de ar;

Garantir que o sistema de ventilação e exaustão esteja operacional e de forma eficiente;

Criar condições para facilitar a remoção rápida de pessoas caso haja evidencia de vazamento de H2S, dos locais de difícil acesso e da própria instalação;

Realizar análise de risco para determinar os possíveis locais com presença de H2S;

Todos os trabalhos em locais onde há possibilidade de ocorrência de H2S deverão ser rigorosamente monitorados e executados com a presença de pelo menos duas pessoas.




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20 de junho de 2013

Projeto que regulamenta terceirização gera polêmica.

O texto do Projeto de Lei (PL) 4.330/04 que visa regulamentar a terceirização está causando polêmica e sendo combatido por movimentos sociais, magistrados e procuradores. A proposta deve ser colocada em votação no próximo dia 9 de julho.

O Brasil hoje conta com mais de 15 milhões de trabalhadores terceirizados. Atualmente, o único instrumento legal no País que regula a terceirização no setor privado é a súmula 331, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o qual proíbe a terceirização para atividade-fim da empresa, mas a admite para atividades-meio e nos serviços de vigilância, conservação e limpeza. Já no setor público, o Decreto 2.271/97, limita a prática às atividades instrumentais, complementares e auxiliares.

Na opinião do juiz da 3ª Vara do Trabalho de Brasília, Francisco Luciano de Azevedo Frota, a proposta representa um golpe fatal no Direito do Trabalho, pois tem o escopo de precarizar direitos, permitindo contratações e subcontratações de mão de obra de forma precária e sem critério.

"O projeto admite até a ′quarteirização′, um verdadeiro cheque em branco para os empregadores, sem falar no enfraquecimento da luta coletiva pela fragmentação da classe laboral", alertou o magistrado.

O presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), Carlos Eduardo de Azevedo Lima, teme que, caso o PL seja aprovado com o atual texto, haja um aumento da precarização das relações de trabalho. Numa posição mais radical está a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Ela diz que o texto "rasga" a CLT.

Diário do Comércio e Indústria.



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19 de junho de 2013

LIXO - DDS.


O lixo reúne uma grande variedade de resíduos de atividades humanas e de outras fontes. Seu destino conveniente constitui problema sanitário, de conforto e estético.
 
Amontoados de lixos lançados no solo, nos quintais, nas ruas ou mesmo nos arredores das cidades, tornam-se incômodos e desagradáveis.
 
Devido ao apodrecimento, exalam mau cheiro, além de atrair moscas, mosquitos, baratas, ratos e outros parasitas, podendo tornar-se fontes e vetores de numerosas doenças transmissíveis ao homem, como: gastrenterite, disenteria, amebíase e bacilares, peste e tifo.
 
Cada indivíduo da comunidade deve participar da solução desse problema, cuidando adequadamente do lixo de sua casa e colocando-o em recipientes próprios.
 
Nas cidades, as autoridades municipais devem estabelecer normas quanto a recipientes, horários, transporte, etc. facilitando a coleta tanto para os carregadores como para a comunidade.
 
Uma casa bem construída e mantida em bom estado de conservação e limpeza tem mais possibilidades de ficar livre da presença de parasitas.
 
Insetos:
 
A colocação de telas nas portas e janelas pode ajudar a impedir a entrada de moscas e mosquitos, em casas situadas em regiões infestadas destes insetos.
 
Deve-se enterrar o lixo em valas, jogar fora ou guardar garrafas e latas emborcadas ou qualquer outro recipiente que possa abrigar insetos. Deve se, também, secar poças d’água, pois estes as utilizam para procriarem-se.
 
Roedores: As medidas de controle podem ser resumidas em três:
 
Eliminação das fontes de alimentação dos roedores: proteção conveniente de alimentos e adequado destino do lixo;
 
Eliminação dos locais de procriação e esconderijo: remoção de materiais que possam servir de abrigo aos roedores. Exemplo: caixotes, tábuas, canos, tijolos, pedras e outros.
 
Se tiverem de ser guardados, deve-se conservá-los em estrados que estejam a pelo menos 40 cm do solo;
 
Extinguir os roedores: uso de armadilhas (ratoeiras) ou iscas envenenadas. Ressaltando que é importante tomar-se todos os cuidados para que não ocorram acidentes com o homem e animais domésticos.
 
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18 de junho de 2013

RESÍDUOS INDUSTRIAIS – DDS.

Definição e Classificação:

A produção de resíduos industriais no mundo hoje é em torno de dezenas de milhões de toneladas por ano.

Você sabe qual é a definição de resíduos industriais?

Conforme as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), resíduos sólidos são materiais em estado sólido ou semissólido, que resultam de atividade industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição.

RESÍDUOS PERIGOSOS são lodos provenientes de sistemas de tratamento de água, bem como determinados líquidos cujas características tornem inviável seu lançamento na rede pública de esgotos, rios e lagos ou exijam tratamento através de soluções técnicas inviáveis e/ou de custo muito elevado.

Como os resíduos são classificados?

Conforme sua periculosidade, que, em função de suas propriedades físicas, químicas ou infectocontagiosas, podem apresentar riscos à saúde pública ou ao meio ambiente.

As classes de Resíduos são:

Perigosos/ Não-Inertes e Inertes.

Os resíduos perigosos são aqueles com características de inflamabilidade, Corrosividade, reatividade, toxidade ou patogenicidade.

Os resíduos Não-Inertes são aqueles com características de combustão, biodegradabilidade ou solubilidade em água.

Os resíduos Inertes são aqueles que não são decompostos prontamente, rochas, tijolos, vidros, certos plásticos e borrachas.




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HIGIENE INDUSTRIAL - DDS.

A poeira é definida como a gente químico formada de partículas sólidas, produzidas por ruptura mecânica de sólidos.

Todo pó está constituído por partículas geradas momentaneamente, resultantes de operações, tais como: moenda, perfurações, explosões, manuseio de minérios, limpeza abrasiva, corte e polimento de granitos.

De todas as partículas arrastadas pelo ar, as de maior importância são aquelas cujo tamanho é inferior a 5 microns, pois são capazes de atingir o interior de nossos pulmões.

As partículas superiores a 5 microns tendem a se sedimentar e desta maneira não são inaladas.

O pó inorgânico de maior importância para a saúde do trabalhador é a sílica livre, as quais se encontram na crosta terrestre em torno de 60%.

O nosso ambiente por ter umidade muito alta, a sílica livre tende a se precipitar.

 


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17 de junho de 2013

SEGURANÇA NO TRANSITO – DDS.

Todos os dias, a todo o momento nos deparamos com riscos os mais variados e, muitos deles estão fora do trabalho, estão na nossa casa, na escola, no convívio social e sobremaneira no dia a dia do trânsito.

Cada um de nós, diariamente percorre um trajeto para chegar e para voltar do trabalho. Dessa forma, estamos frequentemente convivendo com os riscos das ruas e estradas. Seguidamente ficamos sabendo que um colega, um amigo próximo ou até mesmo um familiar se envolveu num acidente de trânsito.

Nós todos sabemos o quanto é importante reduzirmos os transtornos provocados por esses acidentes, só que eles continuam acontecendo e muitos de nós permanecemos pensando que essas coisas acontecem apenas com os outros, conosco dificilmente acontecerá.

O que podemos fazer para contribuir com números melhores, com situações menos arriscadas e com menos sofrimentos e prejuízos?

Nada muda sem metas e objetivos definidos. Somente mudamos alguma coisa quando assumimos responsabilidades, isso pressupõe fazer alguma coisa mesmo que signifique fazer o mínimo.

Melhorar a segurança do trânsito – essa meta é nossa. Como podemos alcançá-la?

Respeitar os outros, as regras e a sinalização é um bom começo;

Não ingerir bebida alcoólica antes de dirigir;

Responsabilizar-se pelo veículo mantendo-o em boas condições de manutenção;

Não usar o automóvel para exibição e sim para deslocamentos tranquilos;

Colaborar com campanhas de prevenção orientando os desatentos, comprometendo todos na busca pela preservação da vida;

Sempre que puder, pensar no assunto e assumir uma postura de mudança.

Pense nisso.



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14 de junho de 2013

Acidente de trabalho e desoneração da folha.

Com o argumento de estimular a adoção de políticas empresariais voltadas às melhorias do meio ambiente do trabalho por meio de ações de medicina, segurança, saúde e higiene do trabalho, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) alterou em 2010 as regras de fixação de alíquotas do Seguro Acidente de Trabalho (SAT), incluindo no ordenamento a metodologia do Fator Acidentário de Prevenção (FAP).
 
O FAP é um multiplicador variável aplicado sobre a alíquota do SAT de cada empresa, o qual, por sua vez, é estabelecido segundo a sua atividade principal conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). O resultado prático da aplicação do FAP será a majoração ou a diminuição do SAT.
 
Na composição do FAP, o INSS leva em consideração principalmente os acidentes e doenças relacionadas ao trabalho dentro de certo período, que tenham resultado em pagamento de benefícios.
 
Nesse modelo, o FAP serve para aferir o desempenho das empresas, estimular a introdução de políticas de segurança e saúde do trabalho e, consequentemente, reduzir os índices de acidente de trabalho.
 
Em tese, deveria ser oferecido um prêmio (a redução do SAT em até 50%) para as empresas que, em razão de melhorias implantadas no meio ambiente do trabalho, conseguissem reduzir o número de acidentados na sua atividade empresarial.
 
No entanto, na apuração do FAP, além dos acidentes comunicados pela empresa (através da CAT), são utilizados também aqueles estabelecidos pelo próprio INSS por meio dos nexos técnicos previdenciários (NTP), que são os critérios técnicos que possibilitam a presunção de que determinada moléstia esteja direta ou indiretamente relacionada com as atividades desempenhadas pelo empregado, ainda que a empresa assim não entenda.
 
Assim, no momento da perícia médica realizada no empregado pelo INSS, ainda que o afastamento decorra de doença não relacionada com o trabalho, portanto, sem emissão prévia de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), o perito poderá enquadrar a doença como acidentária, cabendo ao empregador o dever de demonstrar que no caso específico a patologia que incapacitou o cidadão não guarda nenhum vínculo com as tarefas por ele exercidas.
 
Em relação a essa conduta do INSS, é importante salientar que a concessão mediante enquadramento por nexo técnico, bem como aquela decorrente da emissão da CAT, também reflete no cálculo do FAP, pois todos os benefícios decorrentes de acidente de trabalho são considerados para esse fim.
 
Além da majoração do FAP e consequente oneração tributária da empresa, os enquadramentos acidentários do INSS por nexos técnicos podem refletir em outras áreas e gerar prejuízos ao empregador, tais como: implicações trabalhistas decorrentes da obrigatoriedade de manutenção dos depósitos de FGTS durante todo o período de afastamento e dever de respeitar a estabilidade de um ano após o retorno e possíveis ações trabalhistas indenizatórias.
 
Outra possibilidade são as implicações civis decorrentes da possibilidade de ação de regresso por parte do INSS para recuperar as despesas decorrentes da concessão de benefício acidentário. Ainda há as implicações ambientais decorrentes de fiscalizações ambientais, tanto por parte da administração pública, quanto dos sindicatos.
 
É simples concluir que o prêmio representado pela redução do FAP, fundamento da adoção do novo método, está se mostrando cada vez mais como uma penalização às empresas. Por vezes, mesmo as empresas que efetivamente reduziram seus índices de acidente, podem ter os seus índices deturpados por atos unilaterais da perícia médica pela incorreta aplicação dos NTP′s.
 
Cabe às empresas a impugnação legal desses enquadramentos por nexo técnico sempre que verificada a ausência de fundamentos que os justifiquem. Para tanto, é imprescindível a manutenção de uma eficiente gestão de acidentados, com o controle por meio de laudos médicos e de engenharia de segurança do trabalho, relativamente ao cumprimento das normas regulamentadoras (NR′s) e da existência ou não de acidente ou doença do trabalho.
 
De tal modo, tem se mostrado cada vez mais importante que as empresas, principalmente aquelas que em função de sua atividade estão mais sujeitas a acidentes, administrem esse passivo acidentário e avaliem essa contingência de enquadramentos por NTP, pois o sucesso nas impugnações acarreta na diminuição do FAP e, consequentemente, na desoneração da folha das empresas.
 
Valor Econômico.
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