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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

30 de setembro de 2014

Previdência libera fator de acidentes.



A Previdência Social libera hoje o acesso ao Fator Acidentário de Prevenção (FAP) que incide sobre a folha de pagamentos de 2015. O multiplicador pune ou beneficia empresas conforme o número de acidentes de trabalho.
 
De acordo com os benefícios pedidos pelos empregados de cada empresa, o FAP varia entre 0,5 e 2. Se o número de acidentes é alto, o fator sobe. O resultado é usado como multiplicador do Risco Ambiental do Trabalho (RAT), que varia entre 1% e 3% da folha de pagamentos.
 
No pior cenário, uma empresa num segmento de alto risco, com RAT de 3%, pode ter sua contribuição dobrada. Se o FAP chegar ao teto de 2, a alíquota vai para 6%. No melhor cenário, com FAP de 0,5, a taxa cairia para 1,5%.
 
Um dos questionamentos dos empresários é que o FAP depende da colocação da empresa no ranking de seu segmento. Contudo, a previdência não divulga a classificação. Cada empresa tem acesso ao seu próprio dado apenas. "Devia ser um processo mais transparente", diz o sócio do Coelho e Morello Advogados, Luiz Eduardo Moreira Coelho.
 
Ele ainda alerta que as empresas precisam fazer um monitoramento constante dos dados. "Quem não controlou, vai ter surpresas. Até funcionários que já deixaram a empresa podem conseguir auxílios que pesam no FAP", diz Coelho.
 
"A empresa tem que avaliar a questão o ano todo", diz André Luiz Domingues Torres, do Crivelli Advogados Associados. Assim, seria possível contestar equívocos para prevenir aumentos no fator acidentário.
 
Revisão do RAT:
 
Para a associada da Andrade Maia Advogados, Ane Streck Silveira, a alíquota do RAT (que vai de 1% a 3%), dependendo do caso, também pode ser contestada na Justiça. Em 2009, quando se implementou o FAP, as alíquotas do RAT também foram revistas, mas a União não justificou as altas.
 
Nesse sentido, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) garantiu à empresa do Grupo Fiat uma alíquota de 2% de RAT. A revisão de 2009 havia elevado a taxa para 3%. "Nesse caso, comprovou-se que não havia motivos para a alta. Isso abre precedentes", acrescenta ela.
 
A advogada ainda alerta que o contador precisa lembrar de alterar o FAP nas demonstrações a partir de janeiro. "Não só pelo risco de autuação, mas às vezes a empresa pode estar pagando a mais", afirma.
 
Diário do Comércio.
 
 
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Alimentação - é uma obrigação ou uma faculdade do empregador?


A alimentação, diferentemente do vale-transporte, não é uma obrigação legal imposta ao empregador, ou seja, não há lei que estabeleça que o empregador deva fornecer refeição ao empregado.
 
Não obstante, o art. 458 da CLT dispõe que a alimentação fornecida pelo empregador ao empregado, está compreendida no salário:
 
Art. 458 da CLT:
 
"Além do pagamento em dinheiro, compreendem-se no salário, para todos os efeitos legais, a alimentação, habitação, vestuário ou outras prestações in natura que a empresa, por força do contrato ou do costume, fornecer habitualmente ao empregado. Em caso algum será permitido o pagamento com bebidas alcoólicas ou drogas nocivas."
 
A redação deste artigo foi dada pela Lei 229 de 28.02.1967 e como podemos deduzir, imagina-se que nesta época ainda era possível que o trabalhador tivesse condições (tempo suficiente) para se ausentar do trabalho e fazer sua refeição em sua residência, razão pela qual a alimentação poderia ser considerada como salário.
 
Com o crescimento da economia, o mercado de trabalho tomou uma dimensão gigantesca e observamos, já há muito tempo, que tornou-se um privilégio poder ter as refeições diárias no ambiente familiar, pois é comum o trabalhador residir em uma cidade e trabalhar em outra ou, ainda que a residência seja na mesma cidade em que labora, o tempo de deslocamento entre o trabalho e residência não seja inferior a 1 (uma) hora.
 
Assim como em vários outros aspectos trabalhistas, a questão da alimentação vem sendo negociada por ajuste individual com o empregador ou por meio de normas coletivas (convenções e acordos coletivos e sentenças normativas).
 
Em complemento a alguns direitos dos trabalhadores estabelecidos pela CLT, os acordos individuais ou coletivos garantem ao empregado o fornecimento de alimentação in natura, ou mediante vales (também chamados de tíquetes refeição ou alimentação).
 
Conforme estabelece a Norma Regulamentadora (NR-24), a obrigação legal, em razão do número de empregados, diz respeito às obrigações do empregador quanto ao local destinado à alimentação e não à obrigatoriedade em fornecê-la, ou seja, se o empregador optar por fornecer a refeição, terá que seguir as exigências estabelecidas na referida NR.
 
A NR-24, que trata das condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho, ressalvadas as hipóteses descritas em seu item 24.3.15, assegura a existência de refeitório nos estabelecimentos em que trabalhem mais de 300 empregados, sendo que naqueles com mais de 30 até 300 empregados, embora não seja exigido, deverão ser garantidas aos trabalhadores condições suficientes de conforto para a ocasião das refeições.
 
É indiscutível que o fato não é apenas de uma questão legal ou não, mas da necessidade do próprio empregador que, num mercado competitivo e que preza pela qualidade e a necessidade de atender seus clientes em tempo cada vez mais curto, necessitam que os empregados se ausentem o menor tempo possível da atividade laboral.
 
Não obstante, se considerarmos que não há obrigação no fornecimento de alimentação por parte do empregador e se este tivesse a disponibilidade de dispensar seus empregados para fazer suas refeições nas próprias residências, ainda assim teria alguns inconvenientes como o tempo despendido pelo empregado (ida e volta), os riscos de acidente de trajeto, as intervenções familiares (problemas conjugais, doenças, afazeres e etc.) que poderiam dispersar a atenção no trabalho por parte do empregado e comprometer, consequentemente, o seu rendimento.
 
Portanto, embora não haja previsão legal da obrigatoriedade em fornecer a alimentação, o empregador que concede este benefício acaba se beneficiando também de duas grandes vantagens que são os incentivos fiscais e principalmente, a satisfação do trabalhador, que terá como preocupação, a melhoria do rendimento do seu trabalho e não como irá fazer ou deixar de fazer uma refeição com qualidade.
 
Condições de trabalho e incentivos fiscais:
 
O Ministério do Trabalho e Emprego busca, por meio das Normas Regulamentadoras, estabelecer as condições mínimas de trabalho para que o empregado possa desenvolver suas atividades e manter a boa condição de saúde e a qualidade de vida.
 
Além da NR-24 já mencionada anteriormente o MTE instituiu pela Lei 6.321/76, regulamentada pelo Decreto 05/1991, o Programa de Alimentação do Trabalhador - PAT.
 
O PAT foi instituído com o objetivo de melhorar as condições nutricionais e de qualidade de vida dos trabalhadores, a redução de acidentes e o aumento da produtividade, tendo como unidade gestora a Secretaria de Inspeção do Trabalho/Departamento da Saúde e Segurança no Trabalho.
 
É importante ressaltar que no PAT a parcela paga in natura pela empresa não tem natureza salarial, não se incorpora à remuneração para quaisquer efeitos, não constitui base de incidência de contribuição previdenciária ou do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nem se configura como rendimento tributável do trabalhador (art. 6º do Decreto 05/1991).
 
Não obstante, é válido lembrar que a lei dispõe sobre a ajuda alimentação por parte do empregador e não no custeio total, ou seja, o fornecimento de alimentação pela empresa deve ser custeada parte pela empresa e parte pelo empregado, pois o fornecimento de forma gratuita, caracteriza parcela de natureza salarial, incidindo assim, todos os reflexos trabalhistas sobre o valor pago.
 
Da mesma forma, poderá ser caracterizada a natureza salarial o valor custeado pelo empregador, independentemente de ser parcial ou não, quando este conceder o benefício aos empregados, sem ter aderido ao PAT através do contrato de adesão.
 
Observados alguns critérios, a pessoa jurídica ainda pode deduzir do Imposto de Renda devido, com base no lucro real, o valor equivalente à aplicação da alíquota cabível do Imposto de Renda sobre a soma das despesas de custeio realizadas na execução do PAT, diminuída a participação dos empregados no custo das refeições.
 
Boletim Guia Trabalhista.
 
 
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29 de setembro de 2014

Projeto permite que sindicatos participem da escolha de membros da Cipa.


O Projeto de Lei 7206/14, em análise na Câmara dos Deputados, permite a participação de sindicatos na escolha dos membros das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (Cipa).
 
O deputado Assis Melo (PCdoB-RS), autor da proposta, explica que a indicação dos empregados indicados por sindicatos, no entanto, não é obrigatória para realização das eleições.
 
A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT, Decreto-Lei 5.452/43) exige que as empresas mantenham a Cipa, com representantes da empresa e dos empregados. Os representantes dos empregados são eleitos em votação secreta, cuja participação é exclusivamente de empregados interessados, sem a participação de sindicatos no processo.
 
A Cipa tem como atribuição de identificar os riscos do processo de trabalho; preparar planos de ação preventiva para problemas de segurança e saúde no trabalho; participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias; entre outras.
 
Para o deputado Melo, a participação dos sindicatos na escolha dos membros da Cipa, vai possibilitar a construção de uma política interna de prevenção de acidentes mais democrática, “em que todos devem ser ouvidos para adoção de medidas eficazes de higiene, de saúde e de segurança do trabalho”.
 
Tramitação:
 
O projeto, que tramita em caráter conclusivo e em regime de prioridade, está apensado ao PL 4317/01 e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
 
Agência Câmara Notícias.
 
Nota deste blog:
 
Em minha opinião de profissional de Segurança do Trabalho, deverá ser mantida a atual norma conforme  preconiza o item 5.14.1 “ A documentação indicada no item 5.14 deve ser encaminhada ao Sindicato dos Trabalhadores da categoria, quando solicitada”.
 
As Cipas de forma geral lidam com dificuldades de comparecimento as reuniões dos empregados representantes lotados na própria unidade, a modificação da NR 5 vai burocratizar ainda mais os processos da Cipa.
 
Concluindo: A participação do Sindicato deve ser de fiscalização da lisura do processo eleitoral e do cumprimento da Norma Regulamentadora e, não opinar nos assuntos administrativos interno das empresas.

Marcio Santiago Vaitsman

 
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26 de setembro de 2014

Acidente de trabalho - responsabilidade do empregador?


"Pago porque a lei me obriga, mas não concordo. A desatenção dele foi o que provocou o acidente. Porque sou eu o responsável?"
Esta reação por parte dos empresários é bem comum por não se sentirem responsáveis pela causa do acidente e, tampouco, serem condenados ao pagamento de indenização por dano moral ou material ao empregado acidentado.
Assim como o empregador acredita muitas vezes não ser o culpado pelo empregado sofrer um acidente, não seria razoável acreditar que o empregado tivesse a intenção de provocar o acidente, sob pena de ficar inválido ou incapacitado, sem poder prover o sustento à sua família ou pelo risco de estar "descartando" sua vida pessoal ou profissional.
Acidente do trabalho é aquele que ocorre no exercício de atividade a serviço da empresa e provoca lesão corporal ou perturbação funcional, que pode causar a morte, a perda ou a redução permanente ou temporária da capacidade para o trabalho.
Consideram-se, também, como acidente do trabalho:
A doença profissional ou do trabalho, produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade;
Acidente típico, que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa;
Acidente de trajeto, que ocorre no percurso do local de residência para o de trabalho ou desse para aquele, considerando a distância e o tempo de deslocamento compatíveis com o percurso do referido trajeto.
O prejuízo material decorrente do acidente de trabalho se caracteriza pela diminuição das possibilidades em obter os mesmos rendimentos por meio da força de trabalho de que dispunha o empregado antes do fato ocorrido. Essa redução diz respeito à profissão ou ofício então desenvolvidos, em que se comprova a diminuição da capacidade de trabalho por parte do empregado, consoante entendimento extraído do art. 950 do Código Civil de 2002, in verbis:
"Art. 950. Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, ou da depreciação que ele sofreu.
Parágrafo único. O prejudicado, se preferir, poderá exigir que a indenização seja arbitrada e paga de uma só vez."
Dever de indenizar - dolo ou culpa? 
O dever de indenizar surgiu da teoria do risco gerado, ou seja, se é o empregador quem cria o risco por meio de sua atividade econômica (empresa), a ele caberá responder pelos danos causados, independente de dolo ou culpa. A este contexto atribuímos a teoria da responsabilidade objetiva.
Assim dispõe o art. 927 do Código Civil ao determinar que haja obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano (empregador) implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.
Se o empresário se propõe a estabelecer uma empresa que pode oferecer riscos na execução das atividades, se contrata pessoas para executar estas atividades e se os benefícios (lucros) gerados à este (empregador) devem ser atribuídos, logo, o risco do negócio, assim como os resultantes dos acidentes, também deverão ser por ele suportados.
Por outro lado, há entendimento de que se deveria aplicar, nestes casos, a teoria da responsabilidade subjetiva, ou seja, somente após comprovar que houve dolo ou culpa do empregador, é que lhe imputaria a responsabilidade pelo acidente e, consequentemente, o dever de indenizar.
A Constituição Federal dispõe em seu artigo 7º, inciso XXVIII, que é direito dos trabalhadores o seguro contra acidentes do trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.
O dolo é a intenção de agir em desfavor ao que dispõe a lei ou contrariamente às obrigações assumidas, agir de má-fé, é enganar mesmo com pleno conhecimento do caráter ilícito do próprio comportamento.
A culpa é a negligência, a falta de diligência (cuidado) necessária na observância de norma de conduta, isto é, não prever o que poderia ser previsível, porém sem intenção de agir ilicitamente e sem conhecimento do caráter ilícito da própria ação.
Como se pode observar há uma norma constitucional direcionando para a responsabilidade subjetiva e uma norma infraconstitucional direcionando para a responsabilidade objetiva.
Entendimento jurisprudencial - nexo de causalidade:
Assim como em diversos outros aspectos trabalhistas, a questão fica para ser solucionada pelo entendimento jurisprudencial, onde os magistrados, diante de cada caso concreto, tomam as decisões mediante as provas apresentadas no processo.
Ora pode-se comprovar que houve culpa do empregado no acidente de trabalho pela falta de cuidado ao manusear o equipamento ou executar a tarefa, mesmo com todas as orientações e treinamentos necessários, ora pode-se comprovar que houve culpa do empregador que, por não observar as normas de segurança ou por obrigar o empregado a laborar frequentemente em horas extras causando-lhe desgaste físico e mental, proporcionou o acidente.
Assim, o acidente do trabalho, por si só, é insuficiente para gerar a obrigação indenizatória por parte do empregador, pois, somente se verificará a obrigação de ressarcir os danos quando na investigação da causa, ficar comprovado que este dano é consequência direta e imediata (nexo de causalidade) de uma atuação dolosa ou culposa do empregador.
Dentre as considerações apontadas nos acórdãos da Justiça do Trabalho, mencionamos alguns a seguir:
Boletim Guia Trabalhista.
Nota: Caros companheiros, estarei fora da cidade do Rio de Janeiro no período de 27 a 28/09, quando retornarei com novas postagens.
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25 de setembro de 2014

Portaria MTE nº 1.471/2014: Alterada a NR 9 - PPRA - e prorrogado o prazo da NR 35 - Trabalho em altura.


Por meio da norma em referência, foi:
 
a) suprimido o item 6 - Parâmetros utilizados na avaliação da exposição - do sumário do Anexo 1 - Vibração -, da Norma Regulamentadora nº 9 (NR 9) - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA);

 
b) prorrogado por 3 meses o prazo estabelecido no art. 3º da Portaria MTE nº 593/2014, que aprova o Anexo 1 - Acesso por cordas - da NR 35 - Trabalho em altura -, para implementação do item 2.1, alínea "b", o qual dispõe que as atividades com acesso por cordas devem ser executadas por trabalhadores certificados em conformidade com normas técnicas nacionais vigentes de certificação de pessoas.
Diário Oficial da União, Seção 1.
 
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24 de setembro de 2014

A BOLACHA - DDS reflexão, entenda por favor.

Era uma vez uma moça que estava à espera de seu voo, na sala de embarque de um grande aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para matar o tempo.
 
Comprou, também, um pacote de bolachas. Sentou-se numa poltrona, na sala VIP do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz.
 
Ao seu lado sentou-se um homem. Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada.
 
Apenas pensou: "Mas que cara de pau! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse!!!".
 
A cada bolacha que ela pegava o homem também pegava uma. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia nem reagir.
 
Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou: "Ah. O que será que este abusado vai fazer agora?".
 
Então o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela. Ah!!! Aquilo era demais!!! Ela estava bufando de raiva! Então, ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao local de embarque.
 
Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona já no interior do avião olhou dentro da bolsa para pegar uma caneta, e, para sua surpresa, o pacote de bolachas estava lá... Ainda intacto fechadinho!!!.
 
Ela sentiu tanta vergonha! Só então ela percebeu que a errada era ela sempre tão distraída! Ela havia se esquecido de que suas bolachas estavam guardadas, dentro da sua bolsa....
 
O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado, enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo as dela com ele.
 
E já não havia mais tempo para se explicar... nem para pedir desculpas!
 
Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo as bolachas dos outros, e não temos a consciência disto?
 
Portanto, antes de concluir, observe melhor!
  
  • Talvez as coisas não sejam exatamente como você pensa!
  • Não pense o que você não sabe sobre as pessoas.
  • Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:
  • A pedra, depois de atirada; 
  • A palavra, depois de proferida;
  • A ocasião, depois de perdida;
  • E o “tempo, depois de passado”.
 
Procure pensar nisso antes de tomar qualquer atitude.


 
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23 de setembro de 2014

O lado ruim de "vestir a camisa" da empresa.

No mundo fascinado por trabalho em que vivemos, é recorrente a ideia de que bons profissionais são aqueles que “vestem a camisa” da empresa e se dedicam integralmente à carreira.
 
De fato, é difícil negar que esforço e dedicação contribuem para o sucesso profissional. Porém, um envolvimento desmedido com o trabalho pode ter o seu lado perverso, segundo Silvana Mello, master coach para América Latina da LHH|DBM.
 
A partir de sua experiência com profissionais de altos cargos executivos, ela atesta que muitos são os que confundem a fronteira entre o saudável e o doentio nessa relação.
 
“Vejo um excesso de autocobrança em absolutamente todos os executivos com que trabalho”, diz Silvana. Segundo ela, “só 1% cuida da qualidade de vida” e muitos se arrependem mais tarde por terem negligenciado a vida pessoal.
 
“Alguns me confessam que só foram conhecer seus filhos quando eles já eram adultos’”, diz a coach.
 
Além dos prejuízos para a vida pessoal, dedicar-se exclusivamente à carreira é algo que boicota a própria carreira, segundo Silvana. “Executivos que passam tempo demais debruçados sobre o trabalho não conseguem acessar todos os seus recursos intelectuais", diz ela. No fim das contas, em busca de eficiência máxima, acabam vendo seu próprio desempenho naufragar.
 
No rol de efeitos negativos dessa atitude, a perda de criatividade e de produtividade talvez seja dos menos graves. “O profissional que exagera pode sofrer um esgotamento físico e mental, e até contrair doenças sérias como a depressão”, afirma Silvana.
 
Por isso, Silvana acredita que o ideal de “vestir a camisa” precisa ser relativizado. “Entregar-se totalmente a uma empresa pode ser um erro grave, sobretudo se você não compartilha nenhum propósito com ela”, afirma Silvana.
 
Se não existe essa conexão íntima, explica ela, o risco de sentir um grande vazio, no caso de uma demissão ou outro revés profissional, é muito maior.
 
“O seu emprego é como um casamento: mesmo que um dia acabe, só vai ter valido a pena se algum dia existiu um vínculo genuíno”, compara.
 
Vale a pena se entregar?
 
Comer, beber e respirar trabalho pode compensar menos do que se imagina, segundo sugere um recente estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Chicago e da Universidade da Califórnia em San Diego.
 
O estudo avaliou as reações das pessoas a promessas de entregas no trabalho que são quebradas, mantidas ou excedidas por profissionais.
 
A conclusão é que dispender mais esforços para “superar expectativas” não leva a uma avaliação proporcionalmente mais positiva de uma tarefa. Em outras palavras, pessoas que entregam apenas o prometido são tão valorizadas quando as que vão além dele.
 
Por isso, observa a coach Silvana Mello, é fundamental ter uma visão realista sobre as expectativas do empregador quanto ao seu trabalho.
 
“Será que o seu empregador precisa mesmo de tanto?”, diz Silvana. “Se você não souber o que é realmente valorizado por ele, pode perder tempo e energia com entregas que talvez nem sejam percebidas como tão valiosas”.
 
Limites sempre existem - e não apenas para as expectativas dos seus empregadores. “Você também tem os seus, e precisa saber negociá-los com seu chefe, sua família e com você mesmo”, afirma ela.
 
 
Exame.com
 
 
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22 de setembro de 2014

Aplicação de herbicida – DDS.

A aplicação de herbicida exige cuidados especiais, porque, são produtos químicos utilizados no combate as pragas e corre-se o risco de causar dano à saúde das pessoas, dos animais e ao meio ambiente.
 
Por isso devemos seguir algumas regras para uma aplicação segura e eficiente como segue abaixo:
 
Ler atentamente as instruções de manuseio do rótulo e na bula;
 
Usar corretamente os seguintes Equipamentos de Proteção Individual:
 
Luvas de borracha, Protetor respiratório para Vapores Orgânicos, calçado de segurança, Óculos ampla visão;
 
Estar uniformizado com Boné com aba, camisa, calça;
 
Aplicar o produto sempre com as costas voltada para o vento;
 
Não beber, mascar, comer ou fumar durante o preparo e aplicação;
 
Não permitir que outras pessoas fiquem próximas a área de aplicação;
 
Olhe sempre onde pisa;
 
Tenha visão ampla do local de trabalho;
 
Cuidado com desníveis (degraus) no piso, buracos etc.;
 
Nunca trabalhar com sono, sob o efeito do álcool, drogas e/ou remédios;
 
Após a aplicação lavar as luvas e materiais usados e guardá-los limpos;
 
Nunca transportar o produto junto com utensílios pessoais, alimentos etc.; armazená-lo em local adequado e controlado;
 
Manter o produto sempre em sua embalagem original;
 
Nunca reutilizar as embalagens destes herbicidas;
 
Descartar as embalagens conforme orientação do rótulo;
 
Não seja autoconfiante, isto pode causar acidentes;
 
Mantenha-se sempre com a coluna reta;
 
Não faça esforço físico sozinho ao levantar objeto pesado, peça ajuda;
 
Pare o trabalho se houver risco de acidente;
 
Evite brincadeiras que possam causar acidentes;
 
Trabalhe em equipe com seus colegas;
 
Caso haja contato com o produto lave o local com bastante água;
 
Se durante o trabalho sentir mal estar, informe seu chefe ou o téc. de segurança;
 
Em caso de acidente grave chame o resgate e avise seu coordenador;
 
Cumpra estas regras você será um Prevencionistas e evitará acidentes tendo um dia de trabalho sadio e recompensador.
 
A não observação das indicações de segurança no trabalho acima pode por em risco a sua vida.
 
Prevenir-se, é cuidar da Segurança de todos, isso é ser um bom exemplo!
 
 
Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa atitude fez parte da sua história".