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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

31 de outubro de 2014

SABEDORIA DE UM HOMEM – DDS de reflexão.


Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:
 
1 - que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos a época;
 
2 - que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
 
3 - que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos;
 
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
 
1 - quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles não têm poder de cura perante a morte;
 
2 - quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
 
3 - quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
 
É necessário fazermos realmente uma reflexão sobre isso.
 
Você é suficientemente capaz para seguir esse exemplo!

 
"Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história”.

30 de outubro de 2014

RESÍDUOS PERIGOSOS – DDS.


É o que a lei determina sobre o assunto!
 
As leis estaduais e federais exigem um gerenciamento/manuseio especial de resíduos perigosos.
 
A lei determina que o resíduo seja identificado, armazenado em recipientes controlados adequadamente, indicado para áreas de acúmulo e treinamento para o pessoal que os manuseia.
 
O que é um resíduo perigoso?
 
Dentre os resíduos perigosos estão incluídos resíduos de óleos, resíduos de tintas, refrigerantes gastos, latas de aerossol, panos ensopados de solvente, etc.
 
Quais são minhas responsabilidades?
 
Saibam quais são os materiais de resíduos perigosos.
 
Identifique os resíduos perigosos que tenha gerado (em caso de dúvida, pergunte ao seu superior imediato).
 
O descarte de resíduos perigosos só pode ser feito em recipientes próprios e designados por empresas especializadas para este fim.
 
Verifique o rótulo do recipiente para garantir que esteja se desfazendo do resíduo no recipiente correto. Se não houver recipiente para tal resíduo, entre imediatamente em contato com o setor responsável pelo descarte de resíduos de sua empresa.
 
Assegure-se de que tenha prendido a tampa/tampo depois de colocar o resíduo no recipiente.
 
Quando encher completamente um recipiente, avise seu supervisor imediatamente. O recipiente deve ser removido no máximo em três dias.
 
Mantenha a área de resíduos bem arrumados e ordenados para facilitar a faxina.
 
Verifique semanalmente os rótulos corretos e se há vazamento nos recipientes.
 
Informe seu supervisor sobre a existência de derramamentos e ou resíduos sem identificação, abandonados e caso exista essa não conformidade, providencie a sua remoção imediatamente.
 
Nunca derrame tintas, óleos ou solventes pelo ralo nem os jogue numa Lixeira, o meio ambiente agradece.
 
 
"Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história”.
 

29 de outubro de 2014

Trabalho na lavoura de cana em calor excessivo gera direito a adicional de insalubridade.


Tem direito ao adicional de insalubridade o trabalhador da lavoura de cana-de-açúcar que exerce atividade exposto ao calor excessivo, inclusive em ambiente externo com carga solar, nos termos do Anexo 3 da NR-15 da Portaria 3.214/78 do MTE. Esse foi o fundamento utilizado pela 6ª Turma do TRT de Minas ao julgar desfavoravelmente o recurso de uma usina açucareira e reconhecer o direito de um trabalhador rural, que atuava no corte e plantio da cana-de-açúcar, ao recebimento do adicional de insalubridade por exposição ao calor.

A decisão se baseou em uma segunda perícia técnica produzida nos autos. Na primeira, não foi constatada a insalubridade. Mas o trabalhador afirmou que a conclusão contrariava outros laudos periciais realizados no mesmo local e requereu a realização de nova perícia. Entendendo que a matéria não estava suficientemente esclarecida, o juiz atendeu ao pedido. O outro perito, combinando os dados colhidos na ocasião com outros coletados por ele mesmo em perícias anteriores, apurou que o trabalhador ficava exposto ao agente insalubre "calor" acima dos limites de tolerância. E foi esta a conclusão que prevaleceu.

A relatora do recurso da empresa, juíza convocada Rosemary de Oliveira Pires, não acolheu a tese de que o Anexo 3 da NR-15 versa apenas sobre calor artificial: "Na referida norma, há previsão acerca da medição de calor em ambientes externos com carga solar (caso do ambiente de trabalho do autor)", frisou. E, já de cara, ela rechaçou o entendimento de que a NR-15 se aplicaria apenas a trabalhadores urbanos, sendo o trabalho rural regulamentado apenas pela NR-31. Para a julgadora, a NR-15 é norma de ordem pública geral, que visa garantir a saúde, segurança e higidez física do trabalhador. E, por óbvio, nos locais de trabalho rural, também devem ser observadas as normas de segurança e higiene estabelecidas em portaria do Ministério do Trabalho (art. 13 da Lei 5.889/73).

Conforme esclareceu a julgadora, a insalubridade não foi caracterizada pela mera exposição do empregado a raios solares decorrente da sua atividade a céu aberto. Mas ocorreu porque o calor a que se submeteu no trabalho atingiu níveis superiores aos limites de tolerância previstos na norma regulamentar, sendo irrelevante o fato de que este calor fosse proveniente do sol. Segunda ela, a questão está pacificada pela OJ-SDI1-173 do TST, que afasta o direito a percepção do adicional pela simples exposição aos raios solares (item I), mas garante o seu pagamento pela exposição ao calor excessivo, inclusive quando oriundo de carga solar (item III).

Quanto à frequência do fator, a juíza convocada explicou que a exposição era habitual, pois o empregado lidava diretamente no corte e plantio da cana de açúcar, exercendo atividade contínua e pesada, exposto às condições climáticas do local. Ela observou que as medições do perito, em diferentes horários do dia ao longo do ano, demonstraram que o calor foi excessivo em todos os meses, ultrapassando os limites previstos no Anexo 3 da NR-15. E, para a relatora, a utilização pelo empregado de blusas de mangas compridas, touca e outras vestimentas não bastava para protegê-lo do agente insalubre identificado, mas de cortes produzidos pelas folhas da cana, como afirmou o próprio perito.

Por fim, a julgadora afastou a afirmação da empregadora de que a atividade do reclamante não se encontra classificada pelo MTE como insalubre. Isso porque o item 15.1.1 da NR-15 estabelece que são atividades ou operações insalubres as que se desenvolvem: "acima dos limites de tolerância previstos nos Anexos n.º 1, 2, 3, 5, 11 e 12", abrangendo, portanto, a situação do reclamante.

 
Tribunal Regional do Trabalho 3ª Região.

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28 de outubro de 2014

Pesquisa indica os 5 principais motivos de demissões no Brasil.


Uma pesquisa feita com diretores de RH pela consultoria de recrutamento Robert Half aponta que o desempenho fraco é o principal motivo de demissões no Brasil.
 Este foi o motivo apontado por 34% dos 100 diretores de recursos humanos ouvidos no levantamento.
 A falta de aderência à cultura da empresa aparece em segundo lugar (26%), seguida de relacionamento ruim com a equipe (16%).
 A seguir estão problemas relacionados à frequência, como atrasos e faltas (12%), e baixa empatia com o superior (10%).
 Para Fernando Mantovani, diretor de operações da Robert Half, o resultado da pesquisa indica tendência das organizações em unir questões comportamentais e técnicas ao avaliar o desempenho de profissionais. "As empresas buscam maior eficiência e rentabilidade e para isso acontecer é necessário que os colaboradores estejam comprometidos com a organização", diz o executivo, em nota.

MOTIVOS DA DEMISSÃO

Posição

Motivo

Porcentagem dos entrevistados que concordam


Baixo desempenho

34%


Não se adequou à cultura da empresa

26%


Relacionamento ruim com a equipe

16%


Atrasos e faltas

12%


Relacionamento ruim com o superior

10%

O estudo apontou ainda que 54% dos diretores de RH entrevistados consideram os programas de treinamento e de desenvolvimento como a principal ferramenta de prevenção contra a rotatividade, enquanto 30% apostam que a solução está em um processo de recrutamento mais elaborado.
 
 Contratar profissionais de forma temporária antes de efetivá-los foi um método indicado por 13% dos executivos e 3% confiam nos programas de mentoring.
 
 Folha de São Paulo.


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27 de outubro de 2014

LIXO TECNOLÓGICO – DDS.

Quando uma pilha ou uma bateria acaba, qual é a tendência se a pessoa não tiver informação? Jogar no lixo comum. Mas pilhas, baterias, lâmpadas florescentes possuem produtos químicos na sua composição.
 
Quer dizer, uma pilha ou uma bateria em um aterro sanitário, ou jogado em um local público, com a ação do tempo acabam se decompondo e os produtos químicos entram no solo, contaminando-o, e por tabela, contaminam também os corpos hídricos e acaba alcançando a cadeia alimentar.
 
Por isso é importante que pilhas, baterias e lâmpadas tenham uma destinação separada do lixo comum. O lixo comum (papel, vidro, plástico, metal) já é separado através da coleta seletiva e depositado cada qual em seu recipiente específico.
 
E o lixo tecnológico, aquele que contém produtos químicos na sua fabricação, também tem uma destinação correta. Deve ser tratado de forma diferente para não expor os trabalhadores a riscos.
 
Jogue o lixo tecnológico nos recipientes próprios para cada tipo de lixo. Cada cor de recipiente representa um determinado tipo de lixo.
 
Amarela: metal;
 
Verde: vidro;
 
Azul: papel;
 
Vermelho: plástico.
 
Dessa forma, com a implantação da coleta seletiva, o lixo tecnológico não pode ser misturado com o lixo que tem a capacidade de ser reutilizável.
 
Informe que a Resolução CONAMA nº 257 / 1999 é a lei que define qual a destinação adequada para pilhas e baterias, e define as técnicas de reaproveitamento do material reciclável e deixe a criatividade dos colaboradores fluir!


 
 
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24 de outubro de 2014

O que fazer se a empresa não está depositando o FGTS?


A lei nº 8.036/1990 que regulamenta o FGTS é clara ao dispor que os empregadores devem depositar, até o dia sete de cada mês, em conta bancária vinculada, o FGTS de cada empregado.
 
Além disso, as empresas estão obrigadas a comunicar mensalmente a seus colaboradores os valores recolhidos a título de FGTS nas contas vinculadas.
 
Desta forma, a lei prevê que o empregador que não realizar os depósitos no prazo citado, deverá pagar a parcela com a incidência de TR (taxa referencial) acrescida de juros de mora de 0,5% ao mês. Além disso, cumulativamente, incorrerá na multa variável de 10% a 50% do débito salarial, garantida pelo Decreto-lei 368/1968.
 
A verificação do cumprimento da lei é competência do Ministério do Trabalho e da Previdência Social. Estes órgãos poderão notificar as empresas para efetuarem ou comprovarem os depósitos e cumprirem com as determinações legais.
 
Também o funcionário que se sinta prejudicado pela falta de depósitos poderá se dirigir até o Ministério do Trabalho e tentar resolver a questão através deste organismo.
 
Em última hipótese, o colaborador pode ingressar com uma ação trabalhista perante à Justiça do Trabalho e requerer da empresa o pagamento do FGTS devido.
 
 
Exame.com
 
 
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Benefícios generosos no trabalho podem ser ′algemas douradas′.

Para muitos trabalhadores de hoje, os únicos benefícios que eles esperam são um bom plano de saúde e uma cafeteira que funcione no escritório. Mas existem aqueles que desfrutam de refeições finas e petiscos gratuitos, academias de ginástica no local de trabalho, nutricionistas, serviços de faxina para suas casas e quartos para sonecas.
 
A nova escalada na corrida armamentista dos benefícios surgiu com as férias ilimitadas que empresas como Virgin, Netflix e Ladders oferecem a alguns funcionários, enquanto o Facebook anunciou neste ano que reembolsaria em até US$ 20 mil as despesas de suas funcionárias que desejem congelar óvulos. A Apple planeja seguir seu exemplo em janeiro.
 
Os benefícios adicionais mais comuns nos Estados Unidos incluem licenças maternidade e paternidade pagas, creches no local de trabalho, horários flexíveis e planos de saúde com 100% dos custos cobertos pelo empregador.
 
A maioria desses incentivos acontece no ramo da tecnologia ou em mercados nos quais existam concorrência para atrair determinados trabalhadores de alta capacitação. Mesmo assim, mesmo nesses setores há quem diga que existem poucos indícios de que os benefícios motivem os trabalhadores – e que talvez sirvam a um propósito nefando: garantir que os trabalhadores raramente deixem o escritório.
 
"As pessoas do resto do país contemplam os benefícios do Vale do Silício e imaginam que trabalhar para aquelas empresas deve ser maravilhoso", disse Gerald Ledford, pesquisador da Universidade do Sul da Califórnia.
 
A primeira coisa a ter em mente, porém, ele diz, é que "esse é de longe o mais competitivo mercado de trabalho do país. Desenvolver as recompensas mais atraentes se tornou uma corrida armamentista".
 
Expediente longo:
 
Segundo, e mais importante, segundo ele, é que "esses benefícios não estão sendo oferecidos por generosidade. Existem porque as organizações querem que o pessoal esteja disponível 24 horas por dia. Se você nunca precisa sair do trabalho para apanhar sua roupa na lavanderia, ir à academia, comer ou mesmo dormir, pode trabalhar o tempo todo. Os benefícios são como algemas douradas".
 
E já que algumas empresas agora permitem que os funcionários levem seus animais de estimação ao trabalho, ou suas famílias ao refeitório da companhia para jantar, é a casa que começa a parecer um conforto desnecessário.
 
Lotte Bailyn, professora emérita da Escola Sloan de Administração de Empresas, no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), diz que, embora alguns desses benefícios ofereçam flexibilidade – licenças pagas e a opção de trabalhar de casa, por exemplo, "é importante diferenciar entre as opções que oferecem ao trabalhador mais controle sobre o que faz e aquelas que permitem que as pessoas passem mais e mais tempo em seus locais de trabalho".
 
Um exemplo, diz ela, são as empresas que oferecem assistência médica caso o filho de um funcionário esteja doente.
 
"Bem, a última coisa que você deseja é ter seu filho doente cuidado por um desconhecido", ela diz, mas, quando as empresas oferecem essa opção, se torna mais difícil ficar em casa para cuidar da criança.
 
O mesmo pode ser dito sobre as férias ilimitadas. A ideia pode ser boa, ao demonstrar que a empresa confia em que seus funcionários decidirão sabiamente. Mas "tudo depende das normas e expectativas da força de trabalho", disse Bailyn.
 
Se tirar folgas é algo que a companhia reprova, implícita ou explicitamente, as pessoas podem terminar com férias mais curtas do que teriam sob um sistema mais formal de tempo de descanso, ela diz.
 
Até mesmo o mais recente desses benefícios, o reembolso pelo congelamento de óvulos, leva céticos a afirmar que embora essa escolha possa ser positiva para algumas mulheres, também pode ser encarada como uma forma de os empregadores pagarem para que suas funcionárias posterguem gestações.
 
Controle sobre a vida:
 
As empresas, de sua parte, dizem que todos os benefícios têm por objetivo tornar as vidas de seu pessoal mais fáceis e propiciar maior controle sobre elas aos trabalhadores.
 
A SAS, uma companhia de software que emprega quase 7.000 pessoas em sua sede em Cary, Carolina do Norte, ficou em segundo lugar no ranking da revista "Fortune" sobre as cem melhores companhias para trabalhar nos Estados Unidos, logo atrás do Google.
 
A SAS oferece personal trainers em seu centro de musculação, uma piscina coberta, um salão de beleza, atendimento médico no local de trabalho e conselheiros para ajudar as pessoas a conciliar trabalho e vida pessoal.
 
Os benefícios e a cultura da companhia ajudam a "minimizar o estresse que afeta os trabalhadores a cada dia", diz Jen Mann, porta-voz da SAS. "Queremos que os pais possam acompanhar os filhos à escola no primeiro dia de aula, ou levar os pais idosos ao médico. A vida anda. A SAS, de sua parte, tem o compromisso de reduzir o estresse e as distrações, para que as pessoas possam produzir seu melhor trabalho".
 
Mas será que todos esses benefícios fazem o que supostamente deveriam, ou seja, atrair, reter e motivar empregados? Ledford diz que não existem muitas pesquisas de qualidade nessa área, mas que embora essas vantagens possam atrair e até mesmo ajudar a reter pessoal, os estudos não apontam que os motivem.
 
Competição:
 
Na realidade, disse ele, algumas pesquisas demonstram que os trabalhadores altamente competitivos estão mais interessados nas recompensas individuais que podem receber por seu desempenho do que nas vantagens disponíveis para todos.
 
"As empresas poderiam ser muito mais inteligentes na maneira pela qual gastam a sua verba de benefícios", ele diz, especialmente aquelas que, ao contrário da maior parte do setor de alta tecnologia, não dispõem de recursos ilimitados.
 
Por exemplo, oferecer frutas frescas e comida saudável ao pessoal parece um benefício sensato, diz ele.
 
Uma tendência em ascensão, micromercados em locais de trabalho, surgiu como resposta a essa necessidade. Montados como os quiosques de comércio disponíveis em aeroportos – mas em modo self-service– eles são unidades modulares que oferecem salgadinhos, saladas, sanduíches e bebidas.
 
Embora essa comida não seja gratuita, a ideia é de que seja rápida e relativamente barata. Os trabalhadores pagam com um cartão de débito ou crédito, ou podem vincular sua impressão digital a um cartão de vale-refeição e pagar premindo o dedo sobre um leitor de impressões digitais ao sair, diz Jim Mitchell, presidente da Company Kitchen.
 
Os operadores da Company Kitchen – que funcionam de modo semelhante a um sistema de franquia – montaram mais de mil micromercados em todo o país, e o setor têm mais de 7.500 em operação nos Estados Unidos, segundo Mitchell.
 
O crescimento geral do setor já atingiu os 72% do final de 2013 para cá, segundo Mitchell.
 
A instalação de um mercado como esse custa entre US$ 16 mil e US$ 18 mil, e o custo é coberto pelos operadores, que faturam com a venda de produtos. Um sanduíche custa normalmente entre US$ 2 e US$ 4, disse ele, embora o preço possa ser mais alto em alguns mercados.
 
Outra vantagem é que os empregadores têm um histórico de suas compras em seus computadores e sabem se estão comendo comida com sal ou gordura demais, por exemplo. As empresas podem fazer o mesmo para o agregado de sua força de trabalho, ainda que não tenham acesso aos dados individuais de cada trabalhador, Mitchell se apressa a acrescentar, o que permite que excluam os itens menos saudáveis do cardápio.
 
A sede da AMC Theatres, em Leawood, Kansas, um subúrbio de Kansas City, contratou a Company Kitchen para instalar um micromercado no ano passado, quando mudou de prédio, e agora cerca de 500 funcionários e prestadores de serviço o usam.
 
O micromercado demonstra tanto as vantagens quanto as desvantagens dos benefícios. Ryan Noonan, porta-voz da AMC, disse que no velho edifício ele podia ir a pé a um restaurante vizinho –o que oferecia a vantagem de uma pausa no trabalho e uma caminhada ao ar livre.
 
Mas se ele optasse por não comer fora, a única opção era comprar salgadinhos ou doces nas máquinas de venda automática – o que era frequente em dias de muito frio.
 
Agora, ele pode comprar comida fresca no andar de baixo.
 
E embora isso não se compare a massagens ou serviços de faxina gratuitos, poder almoçar uma salada e frutas em lugar de uma barra de cereais passada já é benefício suficiente para a maioria de nós.
 
New York Times.
 
 
Enquanto isso, aqui no Brasil as empresas se apressam em cortar o máximo possível dos benefícios de seus empregados.
 
 
"Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história”.