A profissão.

De um modo geral, estou chegando a conclusão que os problemas da Segurança do Trabalho no Brasil, não são dos empresários e ou dos órgãos governamentais de fiscalização.
 
O problema da baixa remuneração, as péssimas condições de trabalho e o descrédito da profissão, penso ser da própria classe.
 
Que não participa dos assuntos relacionados a sua profissão;
 
Que não lê artigos técnicos;
 
Que não se unem para reivindicar melhorias profissional;
 
Que reclama, mas nada faz para melhorar;
 
Que não quer ouvir falar de órgãos de classe;
 
Que só procura tirar proveito dos trabalhos feitos;
 
Que não prestigia a classe, mas, cria polemica quando outros procuram apoiar;
 
Que usa a profissão apenas como trampolim profissional;
 
Que se deixam manipular por patrões inescrupulosos;
 
Que se filia a órgãos extra classe (CREA, etc.) e não procura saber como está funcionando para fiscalizar o seu sindicato que é o representante oficial da sua profissão.
 
Que nada faz para melhorar pessoal e profissionalmente, mas, inveja àqueles que conseguiram por esforço próprio, destaque na área profissional;
 
Que não sabem procurar colocação que satisfaça as suas necessidades pessoas e profissionais e depois reclamam das péssimas condições de trabalho.
 
Caros colegas, após 36 anos atuando nas maiores empresas deste pais, ainda acredito na melhoria da Segurança do Trabalho como profissão nobre, tenho convicção que um dia com a união de todos, será reconhecida a sua importância para a sociedade brasileira, independente de quaisquer esforços de alguns em tentar aniquilar com a profissão dos Técnicos em Segurança do Trabalho do Brasil.
 
Marcio Santiago Vaitsman
 
 
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