Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
marciovaitsman@yahoo.com.br - marciovaitsman@gmail.com - http://twitter.com/SMSeg
PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

30 de junho de 2015

CARRINHOS DE MÃO, você sabe usar - DDS.

Todos conhecem um carrinho de mão. Eles se parecem um com o outro. Uma rodinha de pneu, a caçamba e duas barras de segurá-lo. Pode haver apenas uma grande diferença no jeito que cada um executa um trabalho com segurança.
 
As pessoas que utilizam esses carrinhos de mão os conhecem muito bem e sabem quais os trabalhos que podem executar. Isto é importante para uma utilização segura. Já vimos carrinhos carregados com caixas empilhadas tão alto que a caixa do topo fica na altura do peito.
 
O tempo perdido tentando equilibrar esta carga prova que uma carga menor é mais segura e melhor para se executar a tarefa. Os ferimentos mais comuns entre aqueles trabalhadores que utilizam este tipo de carrinho envolvem as mãos e os pés.
 
Assim sendo, use luvas para proteger as mãos. Se algum de vocês já teve o dedão do pé atropelado por um carrinho, sabe bem a importância de usar as botas de segurança.
 
Não tente impedir o movimento do carrinho usando os pés. Isto acabará mais tarde com uma lesão, existem certos procedimentos que deve ser seguido para os utilitários destes carrinhos:
 
Mantenha a carga mais baixa possível; Coloque primeiro os objetos pesados, depois os mais leves e arrume a carga de modo que o peso concentre no eixo; Não obstrua sua visão com cargas altas; Ao levantar o carrinho, faça força com os braços e pernas e não com as costas; O carrinho é que deve transportar a carga, você só empurra e equilibra; Nunca ande para trás com carrinho carregado; Ao descer uma rampa, mantenha o carrinho virado para frente, quando subir inverta a posição; Os carrinhos de mão não devem ser usados em rampas acima de 5%.
 
Ao final do expediente o mesmo deve ser mantido numa posição tal que os cabos não venham a oferecer riscos de choques para as pessoas que possam estar transitando nesse na área de trabalho.
 
 
"Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história".

29 de junho de 2015

Portaria n.º 857 - MTE - Altera a nr 12.


MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA N.º 857 DE 25 DE JUNHO DE 2015
(DOU de 26/06/2015 - Seção 1)
Altera a Norma Regulamentadora n.º 12 - Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos.
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal e os arts. 155 e 200 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, resolve:
Art. 1º Os itens 12.1.1, 12.5, 12.36, 12.129, 12.134, 12.138, alínea ‘b’, 12.142 e 12.152 da Norma Regulamentadora n.º 12 (NR-12) - Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, aprovada pela Portaria 3214/1978, com redação dada pela Portaria n.º 197, de 17 de dezembro de 2010, passam a vigorar com as seguintes redações:
12.1.1 Entende-se como fase de utilização o transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção, inspeção, desativação e desmonte da máquina ou equipamento.
12.5 Na aplicação desta Norma devem-se considerar as características das máquinas e equipamentos, do processo, a apreciação de riscos e o estado da técnica.
12.36 Os componentes de partida, parada, acionamento e controles que compõem a interface de operação das máquinas e equipamentos fabricados a partir de 24 de Março de 2012 devem:
a) possibilitar a instalação e funcionamento do sistema de parada de emergência, quando aplicável, conforme itens e subitens do capítulo sobre dispositivos de parada de emergência, desta norma; e
b) operar em extrabaixa tensão de até 25VCA(vinte e cinco volts em corrente alternada) ou de até 60VCC (sessenta volts em corrente contínua), ou ser adotada outra medida de proteção contra choques elétricos, conforme Normas Técnicas oficiais vigentes.
12.129 No caso de máquinas e equipamentos fabricados ou importados antes da vigência desta norma, os manuais reconstituídos devem conter, no mínimo, as informações previstas nas alíneas “b”, “e”, "f", “g”, “i”, “j”, “k", “m”, “n” e “o” do item 12.128.
12.134 É proibida a fabricação, importação, comercialização, leilão, locação, cessão a qualquer título e exposição de máquinas e equipamentos que não atendam ao disposto nesta Norma.
12.138 ..........................
b) ser realizada sem ônus para o trabalhador; 12.142 A capacitação só terá validade para o empregador que a realizou e nas condições estabelecidas pelo profissional legalmente habilitado responsável pela supervisão da capacitação, exceto quanto aos trabalhadores capacitados nos termos do item 12.138.2.
12.152 Para fins de aplicação desta Norma, os Anexos contemplam obrigações, disposições especiais ou exceções que se aplicam a um determinado tipo de máquina ou equipamento, em caráter prioritário aos demais requisitos desta Norma, sem prejuízo ao disposto em Norma Regulamentadora específica.
Art. 2º Incluir os itens 12.2A, 12.2B, 12.2C, 12.5A, 12.36.1, 12.126.1, 12.126.1.1, 12.138.1, 12.138.1.1, 12.138.1.2 12.138.2 e 12.153.2 na Norma Regulamentadora n.º 12 (NR-12) - Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, aprovada pela Portaria 3214/1978, com redação dada pela Portaria n.º 197, de 17 de dezembro de 2010, com a seguinte redação:
12.2A As máquinas e equipamentos comprovadamente destinados à exportação estão isentos do atendimento dos requisitos técnicos de segurança previstos nesta norma.
12.2B Esta norma não se aplica às máquinas e equipamentos:
a) movidos ou impulsionados por força humana ou animal;
b) expostos em museus, feiras e eventos, para fins históricos ou que sejam considerados como antiguidades e não sejam mais empregados com fins produtivos, desde que sejam adotadas medidas que garantam a preservação da integridade física dos visitantes e expositores; c) classificados como eletrodomésticos.
12.2C É permitida a movimentação segura de máquinas e equipamentos fora das instalações físicas da empresa para reparos, adequações, modernização tecnológica, desativação, desmonte e descarte.
12.5A Cabe aos trabalhadores:
a) cumprir todas as orientações relativas aos procedimentos seguros de operação, alimentação, abastecimento, limpeza, manutenção, inspeção, transporte, desativação, desmonte e descarte das máquinas e equipamentos;
b) não realizar qualquer tipo de alteração nas proteções mecânicas ou dispositivos de segurança de máquinas e equipamentos, de maneira que possa colocar em risco a sua saúde e integridade física ou de terceiros;
c) comunicar seu superior imediato se uma proteção ou dispositivo de segurança foi removido, danificado ou se perdeu sua função;
d) participar dos treinamentos fornecidos pelo empregador para atender às exigências/requisitos descritos nesta Norma;
e) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma.
12.36.1 Os componentes de partida, parada, acionamento e controles que compõem a interface de operação das máquinas e equipamentos fabricados até 24 de Março de 2012 devem:
a) possibilitar a instalação e funcionamento do sistema de parada de emergência, quando aplicável, conforme itens e subitens do capítulo dispositivos de parada de emergência, desta norma; e b) quando a apreciação de risco indicar a necessidade de proteções contra choques elétricos, operar em extrabaixa tensão de até 25VCA (vinte e cinco volts em corrente alternada) ou de até 60VCC (sessenta volts em corrente contínua), ou ser adotada outra medida de proteção, conforme Normas Técnicas oficiais vigentes.
12.126.1 As microempresas e empresas de pequeno porte que não disponham de manual de instruções de máquinas e equipamentos fabricados antes de 24/6/2012 devem elaborar ficha de informação contendo os seguintes itens:
a) tipo, modelo e capacidade;
b) descrição da utilização prevista para a máquina ou equipamento;
c) indicação das medidas de segurança existentes;
d) instruções para utilização segura da máquina ou equipamento;
e) periodicidade e instruções quanto às inspeções e manutenção;
f) procedimentos a serem adotados em situações de emergência, quando aplicável.
12.126.1.1 A ficha de informação indicada no item 12.126.1 pode ser elaborada pelo empregador ou pessoa designada por este.
12.138.1. A capacitação dos trabalhadores de microempresas e empresas de pequeno porte poderá ser ministrada por trabalhador da própria empresa que tenha sido capacitado nos termos do item 12.138 em entidade oficial de ensino de educação profissional.
12.138.1.1 O empregador é responsável pela capacitação realizada nos termos do item 12.138.1.
12.138.1.2 A capacitação dos trabalhadores de microempresas e empresas de pequeno porte, prevista no item 12.138.1, deve contemplar o disposto no item 12.138, exceto a alínea “e”.
12.138.2 É considerado capacitado o trabalhador de microempresa e empresa de pequeno porte que apresentar declaração ou certificado emitido por entidade oficial de ensino de educação profissional, desde que atenda o disposto no item 12.138.
12.153.2 O item 12.153 não se aplica:
a) às microempresas e as empresas de pequeno porte, que ficam dispensadas da elaboração do inventário de máquinas e equipamentos;
b) a máquinas autopropelidas, automotrizes e máquinas e equipamentos estacionários utilizados em frentes de trabalho.
Art. 3º Alterar o título do capítulo Projeto, fabricação, importação, venda, locação, leilão, cessão a qualquer título, exposição e utilização para Projeto, fabricação, importação, venda, locação, leilão, cessão a qualquer título e exposição.
Art. 4º Excluir a definição de falha segura do Anexo IV - Glossário - da NR12.
Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
Manoel Dias.
 
"Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história".

27 de junho de 2015

FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS - DDS.

Os pequenos e grandes acidentes geralmente acontecem da mesma maneira.
 
Os eventos que acabam em acidentes são os mesmos, porém os resultados são bastante diferentes.
 
Suponhamos, por exemplo, que um martelo esteja frouxo no cabo:
 
Um dia um colaborador tenta usá-lo, batendo em um objeto em cima da bancada.
 
A cabeça do martelo solta para longe, batendo em uma parede de concreto, caindo ao chão, não ferindo ninguém e não causando qualquer dano a propriedade.
 
Em outra ocasião, quando a cabeça do martelo sai do cabo, ela vai de encontro a uma pessoa que estava passando por perto, ferindo-a seriamente.
 
As circunstâncias foram inicialmente às mesmas em ambos os casos, mas os resultados foram diferentes.
 
E lembre-se que a verificação se as ferramentas e equipamentos estão em ordem é o primeiro passo, não apenas para uma operação segura, mas também, para uma operação eficiente.
 
Podemos afirmar que dez por cento dos acidentes que ocorrem dentro de uma empresa, está relacionado com ferramentas inadequadas e ou defeituosas, portanto a inspeção das mesmas antes do uso é fundamental.
 
 
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26 de junho de 2015

Afinal, para que serve sindicato?


Sindicato é uma associação de trabalhadores que lutam para defender os interesses e direitos de seus pares, onde os trabalhadores são livres para se juntarem ao grupo de filiados. A Constituição Federal de 1988 reconhece o direito à sindicalização, à greve, à luta pela dignidade, e em seu artigo oitavo, inciso terceiro reza que “ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas".
 
Cabe ao sindicato negociar coletivamente, intervir legalmente em ações judiciais e participar da elaboração da legislação laboral, tratando dos problemas coletivos que surgem decorrentes do exercício da profissão e se preocupa também com a condição social do trabalhador enquanto cidadão. Por exemplo: se o local de trabalho não tem condições adequadas, faltam equipamentos ou a manutenção destes é ineficiente, cabe ao sindicato informar a gestão sobre o ocorrido, e esta tomar as devidas providencia para que o problema seja solucionado. É comum confundirmos ações sindicais e ações de gestão.
 
As ações do sindicato de classe contribuem não apenas para a defesa do próprio interesse do seu filiado como para o desenvolvimento da sociedade. Muitos trabalhadores pensam em sindicalizar-se quando estão em situação de problemas concretos, porém nestes casos pode ser tarde demais. Ações isoladas formam ideias vagas, distorcidas e equivocadas diante dos problemas da classe e as posições a serem tomadas por este profissional, acaba por prejudica-lo e a toda a sua categoria.
 
Sindicalizar-se significa fortalecer-se com vista à defesa de seus interesses, sendo estes individuais e coletivos, levando em conta que o sindicato lhes faz chegar informações preciosas, que o trabalhador nunca terá acesso se estiver caminhando individualmente. É um investimento individual e coletivo. Cabe ao sindicato, por exemplo, negociar acordos coletivos, auxiliar juridicamente o seu sindicalizado em homologações das recisões contratuais, receber e encaminhar denuncias trabalhistas, como em casos de assédio moral, perseguição, atividade ilegal da profissão, precariedade de vínculo empregatício, negociar com o gestor em casos de demandas relativas a movimentos grevistas, jornada de trabalho, proteção aos diretos adquiridos, enfim, o sindicato representa o seu filiado.
 
Reparemos que mesmo em situações em que achamos que o sindicato não está fazendo o seu papel, inconscientemente sabemos que ele está atuante, pois é mais fácil tomarmos uma postura antissindical onde criticamos o nosso sindicato bradando aos quatro ventos que “ele não faz nada” ou mesmo que “ele não presta”, do que nos envolvermos com a causa, tomarmos pé dos problemas, participarmos das assembleias e contribuirmos para a evolução da classe. Envolver-se com a causa demanda tempo, comprometimento, estudo, e por vezes deixarmos de lado nossos projetos pessoais para colaborar com o coletivo.
 
Metaforicamente o sindicato é uma faísca, que transforma-se em chamas, é aquele fogo subterrâneo, persistente, que um ou outro isoladamente tenta apagar em vão. Nunca é demais ressaltar que uma categoria com representatividade é uma categoria unida, faça a sua parte: sindicaliza-se!
 
Jackelyne Pontes.
 
Nota deste blog:
 
O que faz o Sindicato dos Técnicos em Segurança do Trabalho do Estado do Rio de Janeiro?
A classe através da mídia toma conhecimento de eventos, comemoração de conquistas salariais dentre outras, realizado por diversos sindicatos dos Técnicos em Segurança em diversos Estados brasileiro, mas, aqui ninguém tem conhecimento de um só evento realizado pelo Sindicato dos Técnicos em Segurança do Estado Rio de Janeiro.

Por que será?
 

25 de junho de 2015

Como dar a volta por cima depois de uma demissão.


A perda de um emprego é um momento de grande dor, uma das piores experiências da vida de um indivíduo. Pode parecer exagero, mas para muitos essa é uma perda comparável à morte de uma pessoa próxima ou à notícia de uma doença grave.
 
Mas é possível dar a volta por cima mais rápido quando se tem ajuda. E por isso, neste momento em que o Brasil volta a viver uma onda de demissões, compartilho algumas dicas que dividi com meus clientes em 35 anos de carreira atuando em recolocação e coaching de executivos. Longe de tratá-las como “passo-a-passo” para garantir uma recolocação, mas elas podem servir como uma orientação para quem não sabe por onde começar.
 
1 – Ao receber a notícia de que está sem emprego, a primeira coisa a fazer é ir para casa e administrar suas emoções. Depois, com calma, faça uma descrição de como se apresentaria, em até três minutos, a um futuro empregador. Isso fará com que você desenvolva um raciocínio lógico a respeito de sua saída e afaste a influência de suas emoções numa apresentação;
 
2 – Faça uma lista de todas as situações, problemas, projetos e trabalhos que você resolveu em sua vida profissional. Descreva como fez isso e que resultados a empresa obteve com suas ações. Além de um importante material para seu currículo, esse exercício vai deixá-lo mais preparado para entrevistas;
 
3 – Identifique as competências que você usou para alcançar os resultados apontados. Elas te darão uma dica sobre as circunstâncias em que você pode gerar mais resultado e, assim, enxergar melhor o seu perfil. Isso é útil para seu currículo, para seu desempenho nas entrevistas e para a escolha do tipo de empresa em que você gostaria de trabalhar;
 
4 – Só então, com todo esse material, é que se deve escrever o currículo. Ele deve ser muito claro: logo no topo, após seus dados pessoais, especifique qual é o seu objetivo de trabalho. Todo o restante deve justificar esse objetivo.
 
5 – Qualquer pessoa com quem você se relaciona pode ter uma informação importante para o seu projeto de conseguir um novo emprego – antigos colegas de trabalho e chefes, amigos de faculdade e até mesmo pais dos colegas do seu filho. Faça uma lista com todos os nomes que lembrar e anote qual será seu objetivo ao falar com cada um deles. O objetivo não é pedir ao outro que resolva o seu problema, mas que lhe sinalize oportunidades ou que conte para outras pessoas sobre seu projeto. Está provado que 80% das chances de recolocação estão na boa utilização da rede de contatos;
 
6 – Pesquise quais são as empresas de seleção para as quais você pode mandar o seu currículo. Mas não fique parado, esperando ser chamado. As entrevistas só surgirão se houver uma vaga que se encaixa ao seu perfil;
 
7 – Prepare-se para as entrevistas. Peça a alguém da sua confiança para exercitá-lo com perguntas que te desafiem e o deixem pronto para falar sobre você. Quando receber uma proposta de emprego e tiver dúvidas sobre algum pacote de salário e benefícios, procure se aconselhar com um profissional da área de RH;
 
8 – Não descuide da sua aparência pessoal. É importante manter a forma física, cabelo e barba aparados, unhas bem cuidadas e usar roupas discretas, adequadas a um processo profissional de seleção;
 
9 – Faça um orçamento pessoal com uma projeção para seis meses. Mas não corte gastos que podem ser fundamentais na busca por um novo trabalho, como assinatura de um jornal ou revista e a presença em eventos que permitam ampliar sua rede de relacionamentos. Se puder, evite cortar despesas que afetem suas relações familiares, como tirar o filho da escola particular ou deixar de comprar um presente de aniversário para o cônjuge. Os familiares e amigos são o nosso maior suporte neste processo de transição;
 
10 – Por fim, cuidado com o sonho do negócio próprio. Se quiser considerar qualquer alternativa autônoma, lembre-se de que para isso é preciso analisar seu perfil com cuidado, preparar-se, planejar e pedir ajuda a quem entende do assunto. Não há milagre nem ganho fácil nessa opção.
 
O segredo para se manter atraente para o mercado – seja em um emprego com carteira assinada ou em um modelo alternativo – está em valorizar as suas competências e desenvolver outras novas. Pode ter certeza que sempre haverá espaço para pessoas que cuidam bem de suas carreiras.
 
Valor Econômico.
 
 
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24 de junho de 2015

SEDENTARISMO - DDS.

O sedentarismo é caracterizado pela falta ou a grande diminuição da atividade física, mas não necessariamente uma atividade esportiva, sendo visto como um dos grandes fatores de risco à saúde.
 
O sedentarismo pode contribuir com o aumento de doenças como hipertensão arterial, diabetes, obesidade, ansiedade, aumento do colesterol e infarto.
 
Atividades como andar, correr, pedalar, nadar, fazer ginástica, exercícios com pesos ou jogar ajudam a evitar o sedentarismo e a melhorar a qualidade de vida.
 
Se você não puder frequentar academias experimente trocar o elevador pelas escadas, estacionar o automóvel em local mais distante do que de costume, abolir as escadas rolantes, etc.
 
A recomendação é de pelo menos 30 minutos diários de atividades físicas, favorecendo a prevenção de doenças.
 
Mas, ao iniciar qualquer atividade física, você precisa sempre procurar orientação médica, principalmente indivíduos com idade acima de 40 anos e portadores de doenças cardíacas, vasculares, hipertensão e diabetes, de forma que sejam feitas as recomendações necessárias dos tipos de atividades mais indicadas para cada caso.
 
 
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23 de junho de 2015

Você já ouviu falar em contratação CLT flex ?


Tem sido muito comum, principalmente na área de TI e processamento de dados, que as empresas paguem parte do salário dos colaboradores “por fora” sob a denominação de CLT Flex, CLT flexível ou CLT Cotas. Nesses casos, algumas empresas dividem parte do salário “por dentro” (CLT) e o restante – entre benefícios, como alimentação, vestuário, moradia, educação, assistência médica, reembolso transporte, direitos autorais, propriedade intelectual etc. – é pago por fora.
 
Quantos aos seus direitos, decorrentes dessa contratação, é necessário avaliar as peculiaridades de cada situação. Infelizmente, na maioria dos casos, a contratação flex é apenas uma entre as várias fraudes utilizadas atualmente para fugir das imposições legais e direitos dos trabalhadores, como exigir que o colaborador emita notas como PJ (pessoa jurídica), se associe a uma cooperativa ou, ainda, que emita RPA, por exemplo.
 
Se ficar comprovada, por meio de uma ação trabalhista, que a contratação se reveste de uma operação fraudulenta para reduzir encargos trabalhistas e fiscais, o colaborador poderá obter, além da retificação na Carteira de Trabalho para constar o salário total, o pagamento de FGTS, férias mais um terço, 13º salário, horas extras, aviso-prévio, dentre outros.
 
Exame.com
 
 
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22 de junho de 2015

A empresa pode dar benefícios só a alguns funcionários?


Dúvida: Não tenho plano de saúde nem vale-refeição, mas outros têm, isso é certo?
 
O melhor a fazer é questionar a empresa sobre o motivo desse tratamento. Como regra geral, para evitar práticas discriminatórias, a legislação proíbe a diferença de salários entre funcionários que exerçam a mesma função – e benefícios, como plano de Saúde e Vale Refeição, também devem obedecer a essa regra.
 
Contudo, existem algumas hipóteses que autorizam a diferença no recebimento dos benefícios. São elas: se os outros trabalhadores estiverem exercendo a mesma função há, no mínimo, dois anos a mais que você; se houver diferença de produtividade, ou capacidade técnica entre vocês; ou ainda, no caso da empresa ter quadro de carreira.
 
Além disso, a diferença no recebimento desses benefícios também pode ser autorizada por meio de convenção ou acordo coletivo. É possível, por exemplo, que a norma coletiva estabeleça critérios para o recebimento das vantagens, os quais apenas uma parte dos trabalhadores tenha preenchido.
 
EXAME.com 
 
 
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Conheça mais sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis - DDS.


Essa informação é de vital importância para um DDS, nossos colaboradores precisam saber para que possamos diminuir a incidência dessas horríveis doenças entre nossos trabalhadores.

Por incrível que pareça, por motivos diversos, poucas pessoas sabem disso.

Gonorreia: Esta é a mais comum das DST. Sua principal característica é, entre 2 a 8 dias após a relação sexual, o homem ou a mulher senti ardência e dificuldade em urinar. Às vezes, pode-se notar um corrimento amarelado ou esverdeado – até mesmo com sangue – que sai do canal da urina. Nesta, a doença é de mais difícil reconhecimento já que, manifesta-se de forma assintomática. Caso não seja tratada pode provocar esterilidade, atacar o sistema nervoso (causando meningite), afetar os ossos e até o coração.
 
Candidíase: Na mulher caracteriza-se, pelo surgimento de corrimento de cor branca e sem cheiro, acompanhado de coceiras nos órgãos sexuais e ardência ao urinar; no homem, pode causar vermelhidão e coceira no pênis, além de ardência ao urinar. Em ambos, pode ocorrer infecção urinária.
 
Tricomoníase: Seus principais sintomas são corrimento amarelo-esverdeado, com mau cheiro, dor durante o ato sexual, ardência, dificuldade para urinar. Na mulher, a doença pode também se localizar em partes internas do corpo.
 
Sífilis: Manifesta-se com uma pequena ferida nos órgão sexual, com ínguas nas virilhas, surgidas entre a 2a ou 3a semana após relação sexual. A ferida e as ínguas não doem, desaparecendo após algum tempo, dando à pessoa a falsa impressão de estar curada. No entanto, isto não acontece: meses depois aparecem manchas em diversas partes do corpo, inclusive palmas das mãos e solas dos pés, que desaparecem, mas a pessoa continua doente. Caso não ocorra o tratamento, a doença fica estacionada por meses ou anos até o momento em que surgem complicações graves como cegueira, paralisia, doença cerebral, problemas cardíacos e, até mesmo, risco de morte. Ressalte-se que a sífilis pode ser também por transfusão sanguínea.
 
Caso a mulher esteja grávida com sífilis e não faça o tratamento, sua criança pode contrair a doença e apresentar doenças sérias ao nascer. É importante que no início da gravidez a mulher realize os exames solicitados no pré-natal, possibilitando assim o tratamento em caso positivo.
 
Cancro Mole: Popularmente conhecido como "cavalo", manifesta-se e 2 a 5 dias após a relação sexual. No início, surgem uma ou mais feridas pequenas, com pus, formando uma ferida úmida e bastante dolorosa, que se espalha e aumenta de tamanho. A seguir surgem outras feridas em volta da primeira. Após a 2a semana do início da doença pode aparecer uma íngua na virilha, dolorosa que pode abrir e expelir pus. Nos homens, em geral as feridas localizam-se na ponta do pênis; na mulher, na parte externa do órgão sexual e no ânus, mais raramente na vagina, ressalta-se que a ferida provoca dor na relação sexual e ao evacuar.
 
Herpes Genital: Em seu início manifesta-se, por pequenas bolhas localizadas principalmente na parte externa da vagina e na ponta do pênis, que podem arder e causam coceira intensa. As feridas desaparecem por si. Após algum tempo reaparecem no mesmo local, com os mesmos sintomas. Enquanto persistirem as bolhas e feridas, a pessoa infectada estará transmitindo a doença.
 
As DST, em sua maioria, podem ser curadas mediante o tratamento adequado. Se você ou seu parceiro observarem algum desses sintomas, procurem ajuda médica.
 
Sexo seguro é sexo sem medo e fonte de saúde e prazer.
 
 
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19 de junho de 2015

RUÍDO EM CALL CENTERS - DDS.


O setor de tele serviços tem crescido, em média, 10% ao ano, atualmente as empresas de Call Center já empregam mais de um milhão de pessoas em todo o país. Cerca de 40% desses cargos são ocupados por jovens em seu primeiro emprego, na maioria dos casos de 6 horas por dia,durante a realização de seu estudo nas universidades ou no segundo grau.
 
Existe legislação trabalhista através da portaria 3124/1978 do M. T. E. que limita a exposição ao ruído no ambiente de trabalho em 87 dBA para 6 horas de jornada por dia. Na maioria dos casos, os trabalhadores de Call Center usam um headfone de um ouvido.
 
Os Call Centers normalmente são divididos em salas, onde cada uma tem cerca de 20 a 100 trabalhadores aproximadamente. Nestas salas existem as mesas de trabalho, um computador para cada trabalhador e o supervisor de serviços.
 
As conversas dos trabalhadores com os clientes pelo headset e aliada a conversas do supervisor com os outros trabalhadores na sala, torna o ambiente com ruído de fundo alto fazendo com que os trabalhadores aumentem a voz e o volume de conversa com o cliente para conseguir entender e analisar cada situação.
 
Assim os trabalhadores acabam ficando com alta carga mental e de concentração, além do aumento da dose de ruído percebida.
 
Existem duas normas internacionais que norteiam como fazer a medição da dose de ruído.
 
I. Usando microfone em ouvido real de telefonistas;
 
II. Usando cabeça simuladora artificial;
 
Deve-se tomar cuidado da existência no mercado brasileiro de empresas e pessoas que fazem as medições da dose de ruído dos telefonistas, sem satisfazer as normas. Estas empresas usam uma cabeça de baixo custo que não tem as dimensões padronizadas do ouvido e simuladoras não padronizadas, e até usam o dosímetro normal que não satisfaz as normas.
 
O dosímetro normal tem faixa dinâmica e tipo de microfone que não satisfaz as normas mencionadas aqui de medição da dose de ruído para usuários de headset.
 
Baseado nos trabalhos de pesquisas e desenvolvimentos feitos na UFSC, em teses concluídas de mestrado e doutorado além de trabalhos publicados em revistas indexadas e congressos, é recomendável usar a norma de medição com mini microfone em ouvido real ISSO 11904-1 e evitar usar norma de cabeça ISSO 11904-2.
 
 
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