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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

31 de agosto de 2015

O QUE É A AVALIAÇÃO GLOBAL DO PPRA?

 
A credito que o PPRA seja o documento mais elaborado na área de Segurança do Trabalho e infelizmente com diversas falhas e vícios.
 
Um dos problemas bem frequente é a avaliação global.
 
É bom mesmo professor, tenho muita dúvida de como fazer esse negócio.
 
Ok, meu filho, então vamos por partes.
 
A análise global nada mais é do que o balanço final do documento, justificando o que não deu certo e indicando os novos prazos.
 
Detalhando um pouco mais:
 
Você sabe que o PRRA tem por base a Antecipação, Reconhecimento, Avaliação e Controle, pois bem, todas estas etapas deveriam ter suas ações indicadas no cronograma do documento.
 
As primeiras três etapas não têm muita desculpa, nós não temos como dizer que não conseguimos antecipar os problemas (exemplo: listar quais os problemas na instalação de uma máquina que virá a ser instalada), que não reconhecemos os problemas (exemplo: este não tem desculpa mesmo, como vamos dizer que não identificamos ruído, calor, produtos químicos, etc) e por fim a avaliação (exemplo: quais valores das avaliações ambientais, intensidade de ruído, concentração de agentes químicos, etc).
 
Por fim temos o Controle, esta é a etapa de maior dificuldade para realizar todas as ações necessárias.
 
Nesta etapa, deveremos justificar o que não foi feito, mas indicando a nova programação no PPRA seguinte.
 
Resumindo, é um pedido de desculpa das atividades que não foram realizadas. Tipo assim.
 
J.O Segurito.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
Pense nisso!

30 de agosto de 2015

Quem é rico? DDS para Reflexão.


Um dia um pai de família rica levou seu filho para viajar para o interior com o firme propósito de mostrar quanto as pessoas podem ser pobres.
 
Eles passaram um dia e uma noite na fazenda de uma família muito pobre.
 
Quando retornaram da viagem o pai perguntou ao filho:
 
Como foi a viagem?
 
Muito boa, Papai!
 
Você viu como as pessoas pobres podem ser? o pai perguntou.
 
O filho: Sim.
 
E o que você aprendeu? - o pai perguntou.
 
O filho respondeu: Eu vi que nós temos um cachorro em casa, e eles têm quatro.
 
Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim.
 
Nós temos uma varanda coberta e iluminada com luz, eles têm as estrelas e a lua.
 
Nosso quintal vai até o portão de entrada, eles têm uma floresta inteira.
 
Quando o pequeno garoto estava acabando de responder, seu pai ficou estupefato.
 
O menino acrescentou: Obrigado pai por me mostrar quanto pobre nós somos!
 
Não é verdade que tudo isso depende da maneira como você olha para as coisas?
 
Se você tem amor, amigos, família, saúde, bom humor e atitudes positivas para com a vida, você tem tudo!
 
Se você é pobre de espírito, você não tem nada!
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
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27 de agosto de 2015

Governo planeja aliviar punição pelos acidentes de trabalho.

 
Diante do agravamento da crise econômica, o governo estuda um conjunto de medidas para ajudar as empresas e deve afrouxar as regras do Fator Acidentário de Prevenção (FAP). Essas regras estão em vigor há oito anos e punem empregadores que apresentam índices de acidentes de trabalho superiores à média do seu setor, com a cobrança de uma contribuição maior. A ideia é diminuir o impacto da punição no caixa das empresas.
 
A primeira mudança é a aplicação do fator por filial — e não sobre a folha de pagamento de toda a empresa (com base no CNPJ da matriz), como acontece hoje. Essa alteração na regra do FAP deve ser aprovada hoje na reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS). Vai beneficiar sobretudo montadoras, bancos e também estatais e empresas públicas, como a Petrobras e os Correios.
 
Outra medida em estudo é a retirada dos acidentes de trajeto do cálculo do FAP. A expectativa do setor produtivo é que essa mudança seja aprovada no dia 24 de setembro, na próxima reunião do Conselho de Previdência, para que entre em vigor já no próximo ano.
 
Ocorrências no trajeto são entrave:
 
O conjunto de medidas em discussão no grupo de trabalho criado para rever as regras inclui, ainda, a retirada, do cálculo do FAP, de ocorrências com afastamentos inferiores a 15 dias. A justificativa é que esse tipo de evento não é encaminhado à Previdência Social, já que o empregado não precisa do benefício do INSS. Outra proposta é evitar que empresas que tenham casos de morte, invalidez e alta rotatividade sejam impedidas de receber bonificações.
 
Pelas regras atuais, as empresas recolhem entre 0,5% e 6% sobre a folha de salários como contribuição para o custeio de acidentes de trabalho.
 
Os setores são classificados de acordo com o risco da atividade.
 
A alteração nas regras tem colocado em campos opostos o governo e empresários, de um lado; e os sindicatos dos trabalhadores, de outro. O setor produtivo alega que não pode ser responsabilizado pelos acidentes de trajeto, porque essas ocorrências não são alcançadas por ações de prevenção das empresas, limitadas ao ambiente de trabalho.
 
Já os sindicalistas argumentam que o FAP faz parte de uma política nacional de saúde do trabalhador e que os empregadores têm de ajudar a bancar esse custo.
 
Hoje, uma série de ações na Justiça já garante jurisprudência para a aplicação do FAP sobre a folha de cada filial e não de toda a empresa. Mas os sindicatos também não concordam com essa medida, alegando que uma política única da empresa (matriz) é mais abrangente e eficiente. Eles argumentam, ainda, que esta medida vai levar a uma perda na arrecadação da ordem de R$ 500 milhões por ano.
 
A questão mais polêmica é a que envolve os acidentes de trajeto. Isso porque, ao contrário da média geral de acidentados durante o trabalho, as ocorrências de trajeto têm subido muito nos últimos anos. De acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada ( Ipea), os acidentes de trabalho recuaram 0,4% entre 2011 e 2013 ( últimos dados disponíveis). Já o número de pessoas que se machucaram no trajeto para o trabalho cresceu 10,6% nesse mesmo período.
 
Paulo Cesar Andrade, coordenador geral de políticas de seguro contra acidentes de trabalho e um dos representantes da Previdência Social no grupo que discute as medidas, explica que a exclusão não alteraria de nenhuma forma a arrecadação de impostos proveniente do FAP e não incomoda o Ministério da Fazenda. Segundo ele, o comitê estaria retirando uma das bases de comparação do cálculo. Mesmo que a média geral caia, as empresas terão de continuar se esforçando para se manter no limite do setor.
 
- Estaríamos tirando apenas uma das bases de comparação. Ao se excluir um dos elementos do cálculo, não significa que teremos uma queda na arrecadação - disse Andrade.
 
Trabalhadores veem retrocesso:
 
Segundo a diretora de Relações Institucionais da Confederação Nacional da Indústria ( CNI), Mônica Messenberg, a permissão para que filiais possam ter um FAP próprio e a retirada dos acidentes de trajeto do cálculo darão um fôlego importante para o setor, principalmente nesse momento de crise econômica.
 
- Ajudam a atravessar a turbulência. São medidas importantes, porque reduzem a insegurança jurídica e garantem mais qualidade no ambiente de negócios - destacou Mônica.
 
De acordo com o secretário de Saúde do Trabalhador da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro ( Contraf ), Walcir Previtale, a mudança nas regras é um retrocesso. Ele considera que o trabalhador a caminho do serviço está à disposição da empresa e que o afrouxamento das regras é prejudicial aos trabalhadores.
 
- A gente tem é que fortalecer o FAP e não enfraquecer - destacou o sindicalista, que se queixa de falta de transparência, da recusa do governo em abrir os números em nome do sigilo fiscal.
 
Andrade, que representa o Ministério da Previdência, discorda das críticas e defende as mudanças em estudo.
 
- O FAP nada altera a estatística de acidentes de trabalho. Acidentes vão continuar sendo contabilizados, notificados e punidos, mas não pelo FAP - disse.
 
O Globo.
 
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Pense nisso!


Você sabia que existe um Projeto de Lei que proíbe salário menor para empregado readmitido após demissão.


A Câmara analisa o Projeto de Lei 3833/12, do deputado Geraldo Resende (PMDB-MS), que estabelece que a remuneração de empregado readmitido não poderá ser inferior à do contrato rescindido há menos de seis meses.
 
Pela proposta, a determinação valerá também para empregado demitido e contratado por empresa integrante do mesmo grupo econômico.
 
A proposta acrescenta artigo à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-lei 5.452/43). De acordo com o autor do projeto, há empresas que se utilizam de manobras escusas para burlar a Lei e reduzir a remuneração de empregados.
 
“Para tanto, rescindem o contrato de trabalho e, pouco tempo depois, o recontratam com salário menor, seja diretamente, seja por meio de outra empresa integrante do mesmo grupo econômico”, afirma.
 
O deputado lembra que, conforme a Constituição, a redução de salário só é admitida se houver disposição nesse sentido em convenção ou acordo coletivo de trabalho.
 
Tramitação - O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
 
Agência Câmara de Notícias.
 
 
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26 de agosto de 2015

SOLVENTES COMUNS - DDS.

Os solventes são líquidos e tem a propriedade de dissolver substâncias sem alterar sua natureza. A água dissolve o sal. Se você ferver a água até secar, você terá o sal de volta como era antes.
 
A água é o mais comum dos solventes, mas só funciona com determinados produtos. Se você utilizar a água para dissolver uma graxa, óleo ou gorduras não terá sucesso devido às características químicas destes produtos.
 
Assim, a água não funciona como solvente para graxas, óleos e gorduras. Temos que recorrer a outros tipos de solventes. O álcool, a nafta e assim por diante são excelentes solventes, porém tem suas desvantagens.
 
Todos esses solventes são perigosos dependendo da quantidade, local onde são manuseados. Estes solventes são chamados de solventes orgânicos por serem derivados do petróleo, constituído basicamente de cadeias de carbono. Eles se queimam, podem causar explosões e principalmente são muito tóxicos para o organismo.
 
Todos são úteis e podem ser usados se alguns cuidados de segurança forem tomados. Não é difícil ter este cuidado se você souber os riscos e a forma de controlá-los. Alguns solventes evaporam muito rapidamente, outros mais lentamente. Quanto maior for a área de contato entre o solvente e o ar, maior evaporação será produzida.
 
Suponha que você deixe uma lata de solvente aberta. Você terá apenas um fluxo de evaporação. Se este mesmo solvente for todo derramado pelo chão a evaporação será maior ainda.
 
Os solventes evaporam-se mais rapidamente com o ar em circulação do que com o ar parado. Quanto maior for sua temperatura mais rapidamente ele se evaporará. É difícil encontrar uma boa razão para que um solvente seja aquecido. Entretanto se ocorrer aquecimento do solvente haverá riscos de explosões e incêndios, assim sendo, antes de manusear qualquer solvente, primeiro conheça seus riscos, observe a situação a sua volta e planeje a tarefa cuidadosamente.
 
Lembre-se de que os vapores do solvente atuam e certifique-se de que ele não pode se evaporar a ponto de se tornarem perigosos. Não se esqueça de que eles se espalham muito rapidamente pelo ar e move-se conforme suas correntes, da mesma maneira que acontece com a fumaça do cigarro.
 
Conheça seu solvente. Não use gasolina como solvente por ser muito volátil e altamente inflamável. Prefira as essências minerais que são os substitutos seguros.
 
Não manuseie o solvente sem o Equipamento de Proteção.
 
 
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25 de agosto de 2015

Ter um emprego ruim é pior para a saúde do que estar desempregado.


O mercado de trabalho tem cada vez mais se tornado um lugar difícil de ingressar. Com o desemprego subindo, é comum que pessoas queiram se manter em empregos que não gostam apenas para não estarem sem trabalho. Mas essa prática cria uma vítima: a sua saúde.
 
Para Stephen Bevan, pesquisador especializado em performance no ambiente de trabalho, nem sempre ter um emprego ruim é melhor do que não ter emprego algum. “Controle, autonomia, desafio, variedade e autorealização são fundamentais para um ambiente saudável”, diz ele.
 
“Existe uma clara ligação entre estar em um bom emprego e saúde mental”, escreveu Stephen para o Mashable. “O pensamento popular é de que estar desempregado é algo ruim. Com certeza é, como sabemos, para o bolso. Também é ruim para a autoestima, dignidade, inclusão social, relacionamentos e saúde. Assim, baseado nisso, é bem recebido o pensamento de que ‘qualquer trabalho é um bom trabalho'”, explica ele.
 
Apesar da impressão de que essa é uma forma de permanecer conectado ao mercado de trabalho, um estudo (em inglês)  da Australian National University mostra que não. “Os dados mostram claramente que a saúde mental para os que trabalham em empregos ruins é pior do que a dos sem emprego”, explica o especialista.
 
“Esses números não devem nos parar de procurar empregos de maneira rápida. Mas deveria nos fazer pensar mais em como a qualidade do trabalho afeta nossa saúde mental e nossa produtividade. Mesmo durante uma crise, a desconfortável verdade pode ser de que ‘qualquer trabalho é um bom trabalho’ na verdade é uma mentira”, completa Bevan.
 
Administradores.com
 
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24 de agosto de 2015

O PROBLEMA DO TEMPO – DDS.


Ao lermos as Súmulas 47 e 364 do TST, transcritas a seguir, percebemos:
 
Súmula 47 - O trabalho executado, em caráter intermitente, em condições insalubres, não afasta, só por essa circunstância, o direito à percepção do respectivo adicional.
 
Súmula 364 - Faz jus ao adicional de periculosidade o empregado exposto permanentemente ou que, de forma intermitente, se sujeita a condições de risco. Indevido, apenas, quando o contato dá-se de forma eventual, assim considerado o fortuito, ou o que, sendo habitual, dá-se por tempo extremamente reduzido.
 
Que a exposição ao risco, ainda que intermitente, gera o direito aos adicionais de insalubridade e periculosidade, não havendo direito apenas se a exposição for esporádica.
 
No entanto, não temos um critério bem definido de quando o evento deixaria de ser intermitente para ser esporádico.
 
Pesquisando atrás do Dicionário Aurélio encontramos que intermitente significa: que apresenta interrupções ou suspensões; não contínuo, já a palavra esporádico, significaria: acidental, casual, raro.
 
No caso da insalubridade, nosso critério deverá ficar relacionado diretamente com a possibilidade de dano, ou seja, mesmo que a exposição seja mensal, trimestral, etc. Mas, se é programada e há a possibilidade de consequências à saúde do trabalhador, acredito que o ambiente deva ser considerado insalubre.
 
No caso da periculosidade, o caso deveria ser muito mais simples, pois se há uma programação ainda que, por exemplo, trimestral, sempre haveria a possibilidade de morte.
 
Porém a súmula resolveu complicar ao abrir exceção para situações de tempo extremamente reduzido. Mas o que é extremamente reduzido? Uma hora, 30 minutos, 40 segundos?
 
O problema é que no caso de periculosidade, poucos segundos podem ser suficientes para levar a morte.
 
Na verdade, acabamos dependendo da interpretação e da capacidade de argumentação, para definir o direito ao adicional em cada caso específico.
 
J. O Segurito.
 
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23 de agosto de 2015

SÓ COM O APOIO MÚTUO.


Imagine uma manhã de trabalho como qualquer outra de um profissional que Logo cedo entrega os EPIs (7h30), depois abre as Permissões de Trabalho (7h50), em seguida faz uma ronda pela empresa (8h20), finalmente chega no computador para ler os e- mails e atualizar os planos de ação (9h10).
 
Volta para o processo, pois um líder de produção está reclamando que o terceirizado está utilizando uma escada inadequada para o serviço, regulariza a situação e volta para computador para abrir o relatório de incidente do ocorrido (10h40).

Depois de preparar relatório imprime a planilha para realizar a inspeção dos extintores, após o almoço.
 
Um dia normal na vida de muito profissional de segurança do trabalho, mas vamos olhar o que estava acontecendo em paralelo a toda esta atividade realizada pelo nosso amigo ou por qualquer um de nós.
 
Às 7h30 a gerente de logística quase caiu ao subir a escada com o salto, por sorte um trabalhador estava ao lado e a segurou na hora do desequilíbrio.
 
Logo em seguida, às 7h50, operador da máquina injetora 2 iniciou suas atividades sem utilizar o protetor auricular, situação frequente no setor.
 
Às 8h20, o Joaquim da manutenção realizou um procedimento de teste em uma máquina mantendo a mesma energizada, apenas para Já por volta das 9h10, não aconteceu nada, porque a empresa não é tão ruim quanto você está pensando.
 
No entanto, às 10h20 o líder de produção liga para avisar sobre a situação irregular da escada do terceirizado e finalmente às 11h20 o Gerente de produção percebe que um dos terceirizados está subindo no andaime com o cinto de segurança, mas sem se prender a nada e pensa: “A onde está o TST que não está vendo isso?”.
 
Esta é uma situação corriqueira em boa parte das empresas, mas o que eu queria alertar é para um fato óbvio, mas que nem toda empresa leva em consideração, a impossibilidade do profissional de Segurança do Trabalho estar presente em todos os lugares a todo o momento.
 
Os gestores precisam entender que este profissional sempre estará disponível para dar o suporte necessário para ajudar nos problemas relacionados ao tema, mas as ações de orientação e mesmo de advertências, caso necessário, deve acontecer por iniciativa de todos, mas principalmente por parte dos gestores.
 
Esta dependência é totalmente danosa para a segurança na empresa e acaba sobrecarregando o SESMT que não consegue desenvolver as atividades, pois precisa ficar correndo de um lugar para o outro para apagar pequenos incêndios.
 
Enquanto continuarmos com a cultura de que Segurança do Trabalho é trabalho exclusivo do SESMT, não teremos como conseguir empresas com excelência em SST, pois para alcançar este objetivo é preciso que haja um real interesse e apoio mútuo.
 
J.O Segurito.
 
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21 de agosto de 2015

Cochilar no trabalho pode ser bastante exaustivo.


Durante mais de uma década, pesquisas comprovaram os benefícios de cochilar no trabalho.
 
Mais um estudo, divulgado neste trimestre pela Universidade de Michigan, mostrou que os participantes que tiraram um cochilo de uma hora lidaram melhor com tarefas frustrantes do que quem não cochilou.
 
A ciência sabe que o sono na metade do dia produz diversos benefícios, inclusive a melhora da memória, o aumento do nível de alerta e a redução de equívocos.
 
Há também algumas evidências de que os cochilos ajudam na criatividade e na solução de problemas.
 
Por outro lado, os pesquisadores descobriram que os trabalhadores perdem 11,3 dias de trabalho por causa da privação do sono.
 
Como resultado dessas descobertas, incontáveis artigos ao longo dos anos imploraram que os funcionários administrativos cansados tirassem um intervalo para cochilar — tudo em nome do aumento da produtividade.
 
Mas quem de fato faz isso? Eu não faço. Para verificar o porquê de todo esse alvoroço em relação aos cochilos, testei um regime de sestas durante um período de quatro dias no trabalho, dedicando 20 minutos a cada tarde para dormir no trabalho.
 
Apesar de uma crescente aceitação filosófica dos cochilos e do aumento no número de salas para dormir nos escritórios, tirar uma soneca no trabalho é algo que não tem muito sentido prático.
 
A maioria dos horários de trabalho, ao contrário dos praticados nos jardins de infância, não tem incorporado um momento para o cochilo.
 
O escritório não pode parar, e não para, por causa do seu momento de descanso de  20 ou 90 minutos.
 
Antes de partir para o cochilo, procurei especialistas em sono para saber o que faz com que uma sesta seja perfeita. Há duas quantidades ideais de tempo para o sono durante o dia: 20 ou 90 minutos.
 
“Se você cochila por muito mais que 20 minutos, você acaba entrando no sono profundo”, explica Christopher Lindholst, fundador e CEO da MetroNaps, que fabrica cápsulas de cochilo.
 
“Você experimenta a chamada inércia do sono quando acorda; demora mais para você ficar alerta novamente e voltar ao trabalho”.
 
Os pesquisadores da soneca também recomendam um ciclo completo de sono para evitar aquela sonolência.
 
O problema é que se desligar durante uma hora e meia é muito menos prático durante um horário de trabalho já movimentado.
 
Por motivos práticos, eu optei pelo cochilo de 20 minutos, a ser feito em qualquer momento da tarde em que fosse possível dentro da programação daquele dia.
 
Por não contar com uma sala para cochilos, tive que dormir na minha mesa, uma situação tão comum que originou toda uma indústria de acessórios pensados para ela. Para o meu experimento, usei diferentes equipamentos para que o cochilo na minha cadeira fosse mais confortável.
 
Cochilar no trabalho é difícil. Passar do modo trabalho para o modo descanso pode demorar quase a totalidade dos 20 minutos. Depois de relaxar até quase dormir, de repente minha autoconsciência se despertou: e se eu parecer uma idiota enquanto estou dormindo?
 
E se eu começar a babar ou a roncar? Pensamentos sobre e-mails ou possíveis respostas de chefes que eu estou ignorando me impedem de relaxar. Em um dos dias, um editor me enviou mensagens de chat enquanto eu estava dormindo, o que me deixou mais paranoica em relação à ocorrência de incidentes similares durante os cochilos futuros. Às vezes soa algum telefone no escritório ou o celular vibra. E isso distrai.
 
Pouca efetividade:
 
Os acessórios ajudaram bloqueando o barulho e a luz e, em alguns casos, oferecendo um descanso para a cabeça, embora nem todos os produtos para cochilos tenham sido efetivos.
 
O Emergency Nap Kit (Kit de Emergência para Cochilos, em tradução livre), que vem com uma cama inflável e um saco de dormir de vestir, parecem mais um presente de inimigo secreto do que uma ferramenta real para descansar no trabalho.
 
O Ostrich Pillow, que viralizou há alguns anos, é um envoltório completo para a cabeça com um buraco para a respiração e parecia ser o mais promissor. Mas me senti sufocada e ficava com uma aparência ridícula.
 
O Wrap-A-Nap é uma máscara para os olhos glorificada. O NapAnywhere, um disco acolchoado que usa uma faixa para segurar a cabeça exige um processo de montagem de várias etapas e é uma espécie de versão piorada da almofada de pescoço dos aviões.
 
Nada foi confortável o bastante. Eu nunca consegui, de fato, dormir no trabalho. Contudo, ainda assim pude perceber os benefícios de simplesmente descansar os olhos durante 20 minutos. Depois que passou a sonolência inicial, eu me senti mais desperta e alerta.
 
Não melhorei em nada no trabalho, apenas me senti realmente acordada enquanto procrastinava durante as horas finais de trabalho. Se de fato eu tivesse caído no sono, talvez eu me sentiria mais criativa, produtiva e alerta.
 
“Não basta dizer às pessoas para tirarem cochilos no trabalho, você precisa oferecer a elas uma solução”, diz Lindholst.
 
“Nós defendemos que se tenha um espaço dedicado, onde o cochilo seja aceito e incentivado”. Isso vai além da sala de dormir — os empregadores precisam fazer com que os cochilos pareçam algo normal.
 
Exame.com
 
 
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20 de agosto de 2015

Como o cérebro mede o tempo - DDS autoajuda.

Cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
 
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... você começará a perder a noção do tempo.
 
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
 
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
 
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
 
Nosso cérebro é extremamente otimizado.
 
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
 
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
 
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.
 
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
 
É quando você se sente mais vivo.
 
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.
 
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.
 
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
 
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
 
Como acontece?
 
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).
 
Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente.
 
Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa... São apagados de sua noção de passagem do tempo...
 
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
 
Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
 
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
 
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a...
 
ROTINA:
 
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
 
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).
 
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
 
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
 
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
 
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
 
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
 
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
 
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
 
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.
 
Seja diferente.
 
Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos..... em outras palavras..VIVA.!!!
 
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
 
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais vivo... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
 
Cerque-se de amigos.
 
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.
 
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é? Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
 
E s Cr E vA em TaManHos diFeRenTes e em CoReS DifErEn tEs!
 
Crie, recorte, pinte, rasgue, molhe, dobre, picote, invente, reinvente... viva!!!!!!!!
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
Pense nisso!