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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

10 de setembro de 2015

Você já parou para pensar o que significa a palavra acidente?


Se formos pegar um dicionário (ok, você também pode correr no google!) alguns dos verbetes desta palavra serão os seguintes: acontecimento casual, fortuito, inesperado.
 
Percebe que quando falamos de acidente do trabalho tem algo que não bate? Digo isso por acreditar que boa parte dos acidentes são mais que esperados.
 
Como assim, professor? Já trabalhei em empresa que aconteceram acidentes e eu não estava esperando não.
 
Ok, meu filho! O que quero dizer é que após uma boa análise percebe-se que não era impossível ter evitado.
 
Ahhh, professor!!! Mas tem trabalhador que é cabeça dura, que não quer usar o EPI, que não segue o procedimento, que mete o dedo onde não devia.
 
Sei que tem muito trabalhador que não é santo, mas sempre precisamos lembrar do artigo da CLT que fala sobre o “cumprir e fazer cumprir as normas de segurança”.
 
Quando o trabalhador não segue as normas, precisamos ter mecanismos para identificar e corrigir a situação.
 
Professor, eu sou apenas um. Como vou estar em todos os lugares? Foi mesmo um Acidente?
 
Um dos problemas é esse mesmo. Pois já está errado o resto da empresa acreditar, mas pior é quando o próprio profissional de segurança do trabalho acredita que esta é uma obrigação exclusiva dele.
 
Lembra-se daquela frase batida: “Segurança é responsabilidade de todos”.
 
Pois bem, é batida mas continua corretíssima. Além disso, sempre falo para os meus alunos que todo mundo tem algum minuto de “leseira”.
 
Por exemplo, você nunca procurou um óculos que já estava no seu rosto ou guardou algo na geladeira que era para pôr no armário? Pois bem, o que impede de o trabalhador ter o seu momento de “leseira” durante o trabalho e sofrer o acidente?
 
Professor, será preciso máquinas, processos e tudo mais tão seguro que proteja o trabalhador deste segundo de “leseira”.
 
Exatamente, mas para isso é preciso investimento.
 
Mas antes de concluir, deixar eu voltar para a definição de acidente e aproveitar para lhe fazer uma pergunta:
 
“Se é algo fortuito e inesperado, quando acontece por um motivo previsível, ainda posso considerar um acidente”?
 
J. O Segurito.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
Pense nisso!
 

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