Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
marciovaitsman@yahoo.com.br - marciovaitsman@gmail.com - http://twitter.com/SMSeg
PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

29 de fevereiro de 2016

Assuntos que devem ser abordados no BRIEFING.


Comportamental:
 
Objetivando a verificação permanente do atendimento á legislação e, assim como, evitar práticas de trabalho que possam gerar danos as pessoas, ao meio ambiente e para a empresa, elaboramos alguns itens que consideramos importantes e que devem ser abordados em um briefing nas empresas, dentre outros.
 
Identificar e corrigir eventuais desvios comportamentais:
 
Correção de desvio no campo, através de DDS aplicado na hora, explicando aos empregados as consequências do desvio cometido;
 
Transmitir ao empregado padrões de SMS pré-estabelecidos pela empresa;
 
Verificação da arrumação e limpeza do local do trabalho;
 
Verificar estado de conservação e uso correto dos E.P.I. / EPC;
 
Estado de conservação e uso das ferramentas fixas e manuais;
 
Posição e reação das pessoas nas áreas de trabalho;
 
Aterramento correto de andaimes tubulares e equipamentos elétricos;
 
Verificação da "OS" Ordem de serviço ou "PT" Permissão de Trabalho, onde houver.
 
Trabalhos em Altura:
 
Estabelecer os procedimentos necessários para a realização de trabalhos em altura, visando garantir a segurança e integridade física dos colaboradores internos ou de terceiros que realizarem este tipo de trabalho e a proteção dos que transitam nas áreas próximas.
 
É obrigatório a participação no Briefing e possuir identificação distribuída pelo SMS da empresa para identificar os colaboradores treinados, o mesmo deve ser afixado no crachá;
 
Os andaimes montados para a realização do serviço, obrigatoriamente necessitam de liberação de profissional credenciado e habilitado antes de serem utilizados;
 
Andaimes acima de 2.00m devem possuir escadas com a devida proteção;
 
Os trabalhos em altura só poderão ser executados por pessoas devidamente treinadas e orientadas pelas chefias responsáveis pelo serviço, a pressão dos colaboradores devem ser medidas antes do início de sua jornada de trabalho;
 
Antes do início da realização de qualquer trabalho em altura deverá ser feita previamente, rigorosa inspeção pelo encarregado do setor onde vão ser realizados os trabalhos, pelo responsável dos trabalhos e pelo emitente da autorização do serviço;
 
É obrigatório o uso de cinto de Segurança do tipo paraquedista com talabarte duplo;
 
O local deverá ser sinalizado através de placas indicativas e feito isolamento para prevenir acidentes com transeuntes ou pessoas que estejam passando ou trabalhando embaixo.
 
É obrigatório o uso do cinto de segurança tipo paraquedista, com talabarte duplo para trabalhos em altura superior a 2m (dois metros);
 
É proibido transitar a 1.50m (um metro e cinquenta) dos beirais dos telhados dos prédios, havendo necessidade, o cabo guia deve ser obrigatoriamente utilizado;
 
É obrigatório o uso de capacete com jugular para trabalhos em altura, ou em locais onde o vento estiver excessivo.
 
Trabalho em telhado:
 
É proibido transitar a 1.50m (um metro e cinquenta) dos beirais dos telhados dos prédios, havendo necessidade, o cabo guia deve ser obrigatoriamente utilizado;
 
Comunicar ao setor do usuário solicitante, sobre o início da realização do serviço;
 
Isolar e sinalizar a área localizada abaixo do local de trabalho;
 
Não pisar diretamente sobre as telhas, mas sim sempre nas tábuas (pranchões) que devem ser dispostas como passarelas;
 
Não sobrecarregar o beiral do telhado, pois esse não foi projetado para suportar peso;
 
Para içar telhas, peças e equipamentos devem suspendê-las até a altura desejada, uma a uma, devidamente amarradas, por meio de talhas ou outros meios igualmente seguros;
 
Nunca armazenar telhas e materiais inservíveis, peças ou equipamentos sobre o telhado;
 
Nunca deixar sobras de material sobre o telhado após a execução do serviço;
 
Os materiais que serão usados devem ser transportados no momento de sua utilização e não acumulados sobre os telhados;
 
Em dias de chuva ou de muito vento, ou enquanto as telhas estiverem úmidas, não executar serviços sobre o telhado, mesmo com o uso de passarela de madeira;
 
O cinto de segurança tipo paraquedista deverá ser utilizado, providenciando-se previamente os meios necessários á sua fixação de forma a possibilitar a locomoção do usuário sobre o telhado;
 
Nunca pisar diretamente em materiais frágeis como telhas de cimento-amianto, telhas plásticas e metálicas;
 
É obrigatório o uso de capacete com jugular, pois existe risco de queda do mesmo.
 
Trabalhos com eletricidade:
 
As empresas prestadoras de serviço de instalações elétricas devem ser obrigatoriamente registradas no CREA e possuir ART.
 
Assim teremos a garantia de que somente profissionais qualificados e instruídos quanto às precauções e riscos inerentes as suas atividades, estarão trabalhando em serviços de eletricidade dentro da empresa, conforme o previsto na NR - 10.
 
Somente podem ser realizados serviços nas instalações elétricas, quando o circuito elétrico não estiver energizado;
 
Quando não for possível desligar o circuito elétrico, o serviço somente poderá ser executado após terem sido adotadas as medidas de proteção complementar, sendo obrigatório o uso de ferramentas apropriadas e Equipamentos de Proteção Individuais e Coletivos;
 
Os serviços em eletricidade devem ser acompanhados e fiscalizados por pessoa habilitadas, que advertirá os eletricistas quando esses se aproximarem ou aproximarem suas ferramentas a menos de1. 50m (um metro e cinquenta) de circuito elétrico;
 
É obrigatório o teste de indução para serviços em circuitos desligados;
 
Na realização de pequenos reparos em eletricidade, deve-se desligar a energia, observar a capacidade adequada em amperes, energia residual e estar com as mãos secas sobre o piso seco.
 
Marcio santiago Vaitsman
 
 
 Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado.

27 de fevereiro de 2016

PORTARIA N.º 208, DE 08 DE DEZEMBRO DE 2015 Revoga os itens 18.15.2.2 e 18.15.2.3 e altera o item 18.14.21.11.1 da Norma Regulamentadora nº 18 ( NR18 ) – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção.


MINISTÉRIO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL – GABINETE DO MINISTRO.
 
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal e os arts. 155 e 200 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, resolve:
 
Art. 1º Revogar os itens 18.15.2.2 e 18.15.2.3 da Norma Regulamentadora n.º 18 ( NR18 ) – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, aprovada pela Portaria n.º 3.214/1978.
 
Art. 2º Alterar a redação do item 18.14.21.11.1 da Norma Regulamentadora n.º 18 ( NR18 )- Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, aprovada pela Portaria n.º 3.214/1978, que passa a vigorar com a seguinte redação:
 
“18.14.21.11.1 Nos elevadores do tipo cremalheira o último elemento da torre do elevador deve ser montado com a régua invertida ou sem cremalheira, de modo a evitar o tracionamento da cabina.”
 
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor em 2 de março de 2016.
 
Miguel Rossetto
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado.

As situações em que a demissão é proibida por lei.


Diversas situações podem resultar em estabilidade no emprego. Algumas são decorrentes de uma condição especial em que o funcionário se encontra.
 
Por exemplo:
 
A estabilidade conferida à empregada gestante e ao empregado que sofreu acidente do trabalho e recebeu auxílio-doença acidentário.
 
Já outras têm origem em alguma posição ocupada pelo funcionário que justifique essa espécie de garantia exemplos desse segundo caso são:
 
A estabilidade do dirigente sindical, do membro da CIPA, do representante no Conselho Curador do FGTS, do representante do Conselho Nacional de Previdência Social, dos empregados eleitos diretores de sociedades cooperativas e dos membros da Comissão de Conciliação Prévia.
 
Há ainda uma estabilidade mais específica chamada “decenal”. Explicando:
 
Antes da Constituição Federal de 1988 era possível que o trabalhador optasse entre aderir ao FGTS ou adquirir estabilidade após 10 anos de serviço. A Constituição Federal acabou com essa opção, tornando o regime do FGTS o único existente, no entanto, os trabalhadores que já tinham adquirido a estabilidade à época a mantiveram.
 
Por fim, além dessas hipóteses previstas na lei, é possível que convenção ou acordo coletivo de trabalho preveja outras hipóteses de estabilidade para cada categoria representada.
 
Exame.com
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado.

26 de fevereiro de 2016

CONSCIÊNCIA DE SEGURANÇA - DDS.

 
Revendo nossas estatísticas de acidentes, temos notado que a maioria dos acidentes ocorrido em nossa empresa não foram suficientemente estudados para que pudéssemos adotar uma postura mais rígida para evitar esses infortúnios.
 
Quero dizer que a espinha dorsal da Segurança do Trabalho é, e sempre será a prevenção, treinando e capacitando nossos colaboradores na forma mais segura de trabalhar.
 
Quando surgiu a Segurança do Trabalho no Brasil, todos os trabalhos de prevenção eram realizados, principalmente em cima dos acidentes ocorridos, ou seja, os acidentes aconteciam e depois que se traçavam as políticas para evitar a sua repetição. Trabalhávamos principalmente em cima dos efeitos, quero dizer do leite derramado.
 
Era um erro muito grande, pois com essa pratica muitas vidas foram ceifadas do nosso convívio, e muitos outros trabalhadores ainda se encontram deitados em seu leito, inválidos para o trabalho.
 
Hoje, procuramos nos antecipar aos acontecimentos, praticamos a segurança procurando identificar os problemas, observando o trabalho no dia a dia, analisando-os para que de posse desses dados, possamos propor plano de ação para evitar a ocorrência de acidentes.
 
Como fazer isso?
 
Basta praticar a Conscientização da força de trabalho através de Treinamento, agindo com maior percepção dos riscos para que os serviços sejam desenvolvidos de forma segura e eficaz.
 
O trabalhador conscientizado, bem treinado para a função que vai exercer já é um grande passo na procura de se evitar os infortúnios laborais.
 
Conscientização se faz através de Treinamento.
 
Vamos fazer prevenção como aprendemos nos treinamentos, e conscientizar a força de trabalho sobre os perigos de suas atividades.
 
Treinamento e Capacitação da força de trabalho são fundamentais ferramentas para a redução dos infortúnios laborais.
 
Pense nisso!
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado.

25 de fevereiro de 2016

Dicas para entrevista de emprego.

Visando colaborar com os colegas que estão atualmente desempregados e/ou com entrevista agendada, apresentamos as perguntas mais frequentes formuladas pelos recrutadores das diversas empresas especializadas em recolocação. Procure ser você mesmo, não minta em hipótese alguma, elas possuem pernas curtas, mas você pode omitir certos detalhes que possam lhe comprometer, vença o nervosismo e muito boa sorte.
 
A. Fale um pouquinho sobre você:
 
Está pergunta é quase obrigatória em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.
 
B. Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?
 
Seja específico e tente aproximar, de alguma forma, os seus objetivos aos da própria empresa. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.
 
C. O que o levou a enviar o seu currículo a está empresa?
 
Aproveite esta deixa para demonstrar que fez o seu "trabalho de casa" e fale sobre a atividade da empresa e a forma como o posicionamento desta a torna uma empresa de elevado interesse para qualquer profissional.
 
Naturalmente, para responder a está pergunta, é preciso fazer previamente uma pesquisa sobre a empresa. Vá ao site institucional, faça pesquisas usando mecanismos de busca, leia revistas da especialidade e converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam lá.
 
D. Qual foi à decisão mais difícil que tomou até hoje?
 
O que é pretendido com esta questão, é que o candidato seja capaz de identificar uma situação em que tenha sido confrontado com um problema ou dúvida, e que tenha sido capaz de analisar alternativas e consequências e decidir da melhor forma.
 
E. O que procura num emprego?
 
As hipóteses de resposta são várias:
 
Desenvolvimento profissional e pessoal, desafios, envolvimento, participação num projeto ou organização de sucesso, contribuição para o sucesso da sua empresa, etc.
 
F. Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
 
Um "não" a esta pergunta pode destruir por completo as suas hipóteses de ser o candidato escolhido.
 
Demonstre-se capaz de trabalhar por prazos e dê exemplos de situações vividas em trabalhos anteriores.
 
G. Dê-nos um motivo para escolhermos você em vez dos outros.
 
Está é sempre uma das perguntas mais complicadas, mas o que se espera é que o candidato saiba "vender" o seu produto. Isto é, deverá focar-se nas suas capacidades e valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.
 
H. O que você faz no seu tempo livre?
 
Seja sincero, mas, sobretudo lembre-se que os seus Hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.
 
I. Quais são as suas maiores qualidades?
 
Aponte aquelas características universalmente relacionadas com um bom profissional:
 
Pro atividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, competência.
 
J. E pontos negativos/defeitos?
 
Naturalmente que a resposta não poderá ser muito negativa, pois serão poucas as hipóteses para um profissional que diga ser desorganizado, desmotivado ou pouco cumpridor dos seus horários.
 
Assim, o truque é responder partindo daquilo que normalmente é considerado uma qualidade agravando-a de forma a parecer um "defeito". Ou seja, exigente demais, perfeccionista, muito autocrítico, persistente, etc.
 
K. Que avaliação faz da sua última experiência profissional?
 
Não se queixe e, não critique a empresa anterior e respectivos colaboradores. Diga sempre alguma coisa positiva, ou o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa.
 
Se começar a apontar defeitos ao seu emprego anterior correrá o risco de o entrevistador achar que o mesmo pode acontecer no futuro relativamente aquela empresa.
 
L. Quais foram às experiências profissionais de maior satisfação?
 
Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.
 
Desejo a todos que seguirem a estás dicas, muito boa sorte.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado.

 

24 de fevereiro de 2016

Previdência social deve eliminar FAP de acidentes de trajeto.

 
Você imaginou ser obrigado a responder pelo acidente que sua empregada doméstica teve no ônibus que a conduz da casa ao trabalho? Pois bem.
 
No caso das empresas, o seguro de acidentes do trabalho que pagam na folha de salários é aumentado se um empregado sofrer desastre desse tipo. É assim que funciona o Fator Acidentário Previdenciário (FAP). Ele varia de 0,5% a 2 pontos percentuais, é multiplicado pelas alíquotas que determinam o valor a ser pago a título de Seguro de Acidentes de Trabalho. Este, por sua vez, varia de 1 a 3, segundo o grau de risco.
 
A filosofia do FAP é saudável. A empresa relapsa, na qual ocorrem muitas doenças e acidentes, terá um FAP de valor 2, que, multiplicado pelo risco 3, dará 6 — o que significa risco altíssimo. No caso, o valor do seguro de acidentes será muito elevado. Por seu lado, a empresa cuidadosa, que tem FAP de 0,5, terá o grau de risco reduzido, pagando seguro bastante modesto. Ou seja, o FAP pune os desleixados e premia os cuidadosos.
 
A introdução do FAP está dando bons resultados. Entre 2007 e 2013, houve salutar redução na incidência de doenças e acidentes provocados por fatores ligados às empresas. Mas há um problema. No mesmo período, houve elevação de mais de 40% dos acidentes que ocorrem fora das empresas, em especial, no trajeto percorrido da casa ao trabalho e vice-versa. É que, por força do artigo 21 da Lei n° 8.212, de 1991, os acidentes são classificados como do trabalho e de responsabilidade dos empregadores, o que afeta o FAP e, consequentemente, o seguro de acidentes a ser pago. Muitas empresas que, nos últimos anos, fizeram bom esforço ao reduzirem a incidência de doenças e acidentes nos locais de trabalho vêm sendo obrigadas a desembolsar valor altíssimo no seguro devido à aplicação do FAP aos infortúnios que ocorrem na locomoção dos trabalhadores.
 
Evidente que as causas que levam à ocorrência estão completamente fora do controle das organizações. Como podem elas prevenir os desastres de ônibus coletivos, trens, bicicletas e motocicletas, que não têm nada a ver com o ambiente de trabalho? Convenhamos. As empresas não podem impedir, por exemplo, que empregados prefiram a própria motocicleta ao ônibus oferecido pelo empregador.
 
A Justiça tem reconhecido que a causa dos acidentes de trajeto não estão ligadas ao processo produtivo. Ouvi de um magistrado a seguinte observação: “O que pode uma empresa fazer para evitar o acidente de um trabalhador que, no percurso da residência ao local de trabalho, é alvejado por uma bala perdida?” Mas, se isso ocorrer, elevará o FAP e o valor do seguro.
 
Se o FAP veio para incentivar a prevenção — o que é ótimo —, não deveria punir esses casos. Por isso, vejo como de bom senso o pedido que as empresas vêm fazendo ao Ministério da Previdência Social para que seja retirado do cálculo do FAP o acidente de trajeto, que deve ser objeto da ação do poder público. Da mesma forma, a segurança geral da população é de responsabilidade das autoridades policiais.
 
Na aplicação de leis que buscam a proteção dos trabalhadores, não vale ser mais realista do que o rei. No caso em tela, é evidente que a imputação à empresa de riscos externos sobre os quais ela não tem o menor controle não faz sentido. O Ministério da Previdência Social precisa eliminar o FAP dos acidentes de trajeto.
 
Correio Brasiliense.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado.

Divulgação de evento profissional. Participe!




IMPROVISAÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - DDS.

As improvisações de instalações elétricas sempre geram riscos potenciais de acidentes, neste sentido devemos observar sempre as condições dos equipamentos que serão utilizados.
 
Segundo pesquisas, 23% dos casos de incêndios se originam de improvisações, sobrecarga e falha de projeto), como prevenção a estes riscos.
 
Vejamos algumas dicas:
 
Não repare, não conserte, não improvise, ao manipular ou utilizar condutores elétricos, chame o eletricista de manutenção, ele é o profissional habilitado para corrigir o defeito.
 
Inspecione a ferramenta elétrica, manual ou fixa, bem como o cabo de alimentação da mesma antes de usar, se houver qualquer irregularidade, bloqueie, coloque etiquetas, não use, chame o eletricista.
 
Cabos de maquinas de solda, não poderão ter falhas na capa de isolamento da fiação, se entrar em contato com partes metálicas, provoca curto circuito, e também pode causar choque elétrico, não repare com fita crepe ou outro meio que seja improvisado, chame o eletricista para fazer o reparo no cabo, fiações com partes condutoras expostas, podem causar incêndio ou explosão. Não corram estes riscos, vocês estarão muito perto do perigo.
 
Em ambientes confinados:
 
Interior de torres, vasos, tanques, equipamentos, etc., a iluminação deverá ser a prova de explosão e com corrente (tensão) de no máximo 24 Volts.
 
Todos os equipamentos elétricos, contêineres, devem estar aterrados (possuir ligação de condutor ligando a carcaça à malha de terra da obra ou planta), inclusive painéis metálicos e chaves de distribuição de circuitos elétricos.
 
Ao deitar cabos elétricos sobre passagem de maquinas e equipamentos, proteja os cabos contra prensagem / esmagamentos, tração mecânica.
 
Afaste equipamentos, painéis e cabos elétricos de locais úmidos, ou submersos em poças d’água.
 
Verifique sempre a voltagem do equipamento antes de ligá-lo.
 
Lembre-se proteja-se, não improvise instalações elétricas.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado.






23 de fevereiro de 2016

DIREITO DE RECUSA DO EMPREGADO.

 
O direito de recusa é uma ferramenta de segurança que assegura ao trabalhador a interrupção de uma atividade de trabalho por considerar que ela envolve grave e iminente risco para sua segurança, saúde e/ou de outras pessoas.
 
Ou seja, o empregado que não se sentindo seguro em iniciar ou continuar uma tarefa por julgar haver risco grave e iminente de acidente, comunica ao seu supervisor ou a chefia imediata para que haja a interrupção temporária da tarefa até que se elimine ou minimize os riscos no ambiente de trabalho.
 
O supervisor ou fiscal analisa junto com o empregado a procedência do questionamento utilizando as ferramentas de análise disponíveis, (Procedimento Operacional, Boas Práticas, Etc.). Havendo concordância de que a tarefa pode ser executada sem risco de acidente, esta é reiniciada com segurança.
 
Se for observado que é necessária medida corretiva / preventiva, esta deverá ser providenciada antes de se iniciar ou recomeçar a tarefa. Não havendo concordância, o empregado deve interromper o trabalho e comunicar ao gerente de área para que seja tomado as medidas cabíveis ao caso.
 
Já o gerente da área em conjunto com o supervisor / chefia imediata e o empregado analisam a situação novamente e concluem sobre a procedência da recusa e, providenciam as medidas necessárias para corrigir a situação e dar continuidade as atividades com a devida segurança ou que outra forma de procedimentos seguros sejam adotados.
 
Lei. NR 09 - 9.6.3. O empregador deverá garantir que, na ocorrência de riscos ambientais nos locais de trabalho que coloquem em situação de grave e iminente risco um ou mais trabalhadores, os mesmos possam interromper de imediato as suas atividades, comunicando o fato ao superior hierárquico direto para as devidas providências. (109.041-0 / I2).
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado.


22 de fevereiro de 2016

Redes sociais no trabalho: proibir ou liberar?


Descrever o poder das redes sociais é quase desnecessário. A não ser pelo fato de que elas sejam talvez ainda maiores do que você pensa. De acordo com a “Pesquisa Brasileira de Mídias – 2015”, feita pelo Secom, as três mídias sociais mais usadas no Brasil – Facebook, WhatsApp e YouTube – já contabilizam, respectivamente, 83 milhões, 38 milhões e 17 milhões de usuários brasileiros. Imagine agora os números globais.
 
São valores que empresa alguma pode ignorar.
 
O fato é que os funcionários querem ter a possibilidade de usar as redes sociais no trabalho. Não necessariamente para “matar tempo” (embora alguns possam desejá-lo), mas para aliviar a tensão entre uma atividade e outra.
 
Entretanto, os gestores ficam com uma pulga atrás da orelha quando pensam em como essa expansão frenética da social media impacta o seu negócio no dia-a-dia de escritório. “Se eu proibir as mídias sociais, meus colaboradores podem ficar insatisfeitos. Mas pelo menos serão mais produtivo por não desperdiçarem tempo com essas besteiras” é o raciocínio de alguns.
 
Na cabeça deles, existe uma gangorra, um trade-off inexorável entre satisfação e produtividade no que diz respeito a redes sociais. Mas será que funciona desse jeito mesmo?
 
Segundo o professor David Purdy, da Universidade de Nova York, empresas que ditam o que os colaboradores podem e não podem fazer acabam minando o engajamento de funcionários. E ambientes desengajadores tornam as pessoas improdutivas.
 
Por incrível que pareça, estatísticas acusam que LinkedIn, Pinterest, Facebook e afins podem, de fato, aumentar a produtividade:
 
46% dos entrevistados em uma pesquisa conduzida pela PEW Research afirmaram se considerar mais produtivas se tiverem internet e celulares liberados no escritório. Esse fenômeno acontece, de acordo com Purdy, porque as pessoas precisam respirar em meio à profusão de afazeres profissionais se quiserem se manter produtivas durante as atividades – e passar por fotos de cachorros ou pratos saudáveis no Instagram é uma das formas de fazê-lo.
 
Um outro estudo, dessa vez elaborado pela The Muse, concluiu que os empregados mais produtivos são aqueles que dividem, conscientemente ou não, seu dia profissional em blocos de 52 minutos de labuta e 17 minutos de descanso. E qual forma mais eficaz de usufruir desses 17 minutos do que se divertindo em alguma rede social?
 
Além da questão da produtividade, o uso de redes socais no trabalho pode potencializar a comunicação interna. O feed de notícias dessas plataformas pode atuar como um eficaz e divertido canal de comunicação interna que roda durante todo o dia. Por meio dele, colaboradores e gestores têm a possibilidade de se comunicar entre si, formando uma comunidade online da empresa e aproximando profissionais que outrora podiam se sentir distantes por questões hierárquicas ou departamentais.
 
Scott Heydt, CFO da VaynerMedia, atesta que a comunicação interna por meio do feed em rede social engaja os funcionários. Para o gestor, essa prática permite que ele tenha uma boa visão geral do que está acontecendo na empresa.
 
Mas nem tudo é um mar infinito de rosas. É claro que se o uso de mídias sociais durante o expediente for entregue ao deus-dará, haverá resultados negativos. Então, é importante que a empresa formalize uma política de redes sociais com regras bem delimitadas.
 
Como criar essa diretriz oficial sobre o uso de redes sociais no trabalho?
 
1. Deixe claro a todos os profissionais, tanto os atuais como os novos, que o uso é liberado em todos os terminais.
 
2. Enfatize que não haverá restrições em relação à quantidade de uso, a não ser que o desempenho do profissional esteja, comprovado por números, decaindo.
 
3. Estimule a rede social como instrumento de comunicação interna entre chefes e subordinados e entre profissionais de diferentes departamentos que estejam envolvidos em um mesmo projeto.
 
4. Alerte o colaborador sobre os riscos de se publicar conteúdo muito pessoal na rede social usada como canal de comunicação interna: uma vez que todos da empresa podem visualizar seu perfil, o funcionários não mais está isento das mensagens que compartilha na plataforma.
 
5. Aproveite os mais diversos canais de comunicação internos para divulgar as diretrizes: e-mail, cartazes, intranet, jornal interno, etc.
 
Como evitar que as redes sociais interfiram na produtividade dos funcionários:
 
Existe mais um cuidado a ser tomado em relação ao modo como conciliamos o trabalho e a rede social. É comprovado cientificamente que o ser humano não é multitarefa: se você acha que consegue, ao mesmo tempo, dialogar com seu amigo no inbox do Facebook e escrever aquele relatório para a reunião depois do almoço, saiba que na verdade seu cérebro está mudando freneticamente o seu foco de atenção de uma tarefa à outra, pois ele não é capaz de se concentrar em mais de uma coisa por vez.
 
Como o multitask é uma ilusão, o ideal é usar as redes sociais no trabalho em blocos de minutos dedicados exclusivamente a ela. O mesmo deve ser aplicado, claro, aos blocos de minutos trabalhados.
 
Para comprovar a tese, o professor de computação Stoney Brooks, da Middle Tennessee State University, juntou alunos de Administração em uma sala de computadores e pediu que eles assistissem a um vídeo de 15 minutos de duração.Cada computador tinha um navegador com várias abas abertas – dentre elas a aba com o vídeo e outras com redes sociais (as quais podiam ser usadas livremente). Todos os participantes foram monitorados para que os pesquisadores vissem como eles se comportavam ao longo do experimento.
 
Ao término da exibição do vídeo, todos foram submetidos a um teste com perguntas sobre o que tinham visto.
 
O resultado? Aqueles que entraram menos vezes nas abas com outros sites que não o do vídeo se saíram melhor do que os outros.
 
Portanto, libere as redes sociais. Mas libere com parcimônia.
 
Convenia.com
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado.

ÁCIDOS – DDS.


Houve uma época em que apenas os trabalhadores da indústria química lidavam com ácidos, porém, essa época já passou. Em qualquer instalação industrial hoje em dia, podemos deparar com eles, a maioria deles é mais ou menos prejudicial quando manuseados, ou podem causar danos só de se chegar perto deles e todos podem ser manuseados com segurança, mas antes se deve saber como.
 
Os dicionários dizem que os ácidos têm um gosto azedo e que atacam os metais, essa parte relativa ao gosto não nos interessa muito, mas a parte que fala da capacidade de atacar os metais é muito importante.
 
Porque esta é a característica que os tornam perigosos, o dicionário deve mencionar que eles também atacam pele e os tecidos orgânicos, além de outros materiais, alguns deles podem iniciar um incêndio e alguns podem produzir gases explosivos e venenos.
 
Sendo assim, é muito importante você saber um pouco mais sobre os ácidos ao manuseá-lo.
 
Lembre-se sempre de que qualquer ácido ataca, isto é, queima a pele e os tecidos abaixo dela, que os ácidos podem ser mortais. A rapidez e profundidade com que atacam os olhos e a pele dependem do tipo do ácido e do quanto seja forte, seu nível de concentração.
 
De qualquer maneira o primeiro princípio de segurança no manuseio de qualquer ácido é utilizar os E.P.I. Indicados, mantê-los o mais afastado possível de você e se houver respingos na sua pele procure lavar imediatamente.
 
A maioria dos ácidos corrói os metais rapidamente, liberando o hidrogênio durante a reação. O hidrogênio é altamente inflamável, apenas uma centelha ou uma chama pode iniciar um incêndio ou explosão.
 
Um exemplo é o da bateria comum dos automóveis, dentro dela o ácido sulfúrico combina com o composto de chumbo contido nas placas das baterias, liberando o hidrogênio, assim sendo, ao acender uma lâmpada, ascender um fósforo para verificar o nível de água da bateria (ou mesmo se chegar com cigarro aceso), você poderá ser vítima de labaredas de fogo no seu rosto, muitas pessoas já sofreram este tipo de acidente.
 
Portanto eis aqui algumas dicas de segurança para o manuseio dos ácidos:
 
Não dê chance à ocorrência de acidentes com ácidos;
 
Use vestuário resistente ao ataque dos ácidos, incluindo luvas; óculos contra respingos, aventais e máscara para gases;
 
Ao manusear, evite derramar ou quebrar o recipiente;
 
Nunca pipetar produtos químicos com a boca, isso é regra básica;
 
Mantenha-os afastado de qualquer fonte de calor e longe de substâncias que possam reagir.
 
Os ácidos podem ser manuseados, desde que se conheça sua incompatibilidade, riscos e as praticas seguras de manuseá-lo.
 
Pense nisso antes de manipular ácidos.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado.

21 de fevereiro de 2016

DICAS SOBRE FERRAMENTAS – DDS.

Reserve um tempo para verificar suas ferramentas sejam elas manuais ou elétricas, antes de começar a utilizá-las.
 
Se as mesmas estiverem gastas ou necessitarem de reparos, elas poderão ser um instrumento de acidentes graves.
 
Certifique-se de que as ferramentas estejam limpas e aquelas que possuem cortes estejam bem afiadas, um corte cego pode fazer uma ferramenta escapar de sua posição ao ser utilizada.
 
Use a ferramenta certa para o trabalho que vai executar. Saiba a finalidade de cada ferramenta e use-a da maneira correta. Não use a chave de fenda como alavanca ou ferramenta de bater.
 
A utilização incorreta da ferramenta pode quebrá-la ou causar um ferimento. Tudo isso é prejuízo. Use a ferramenta como ela foi projetada para ser usada. Proceda ao corte no sentido contrário a você.
 
Se uma ferramenta possui 2 cabos, utilize a ambos. Quando usar uma chave ajustável, puxe o cabo em vez de empurrá-lo. Se você não estiver certo como usar a ferramenta, verifique o manual de utilização.
 
Não trabalhe com impaciência. Prenda aquilo que for necessário numa bancada ou num torno e mantenha mãos, cabelos e vestuário afastados de peças móveis. Não teste a fiação da ferramenta com os dedos.
 
Use roupas apropriadas para o trabalho que estiver fazendo. Se estiver serrando, lixando ou martelando, use seus óculos de segurança.
 
Se estiver usando uma serra elétrica, use uma máscara adequada para evitar inalação de poeira.Se estiver trabalhando com a mesma máquina em ambientes fechados, use o protetor auricular.
 
Se estiver trabalhando em bancadas com peças, use o sapato de segurança.
 
Não use braceletes, gravatas ou vestuário folgado quando estiver usando ferramentas elétricas, pneumáticas ou hidráulicas.
 
Ao concluir todo o trabalho, limpe as ferramentas.
 
Transporte as bordas cortantes apontadas para baixo.
 
Providencie um lugar para guardar cada ferramenta.
 
Não deixe uma ferramenta fora do lugar porque você está planejando usá-la novamente no dia seguinte?
 
Tomando cuidado com sua ferramenta e, sabendo como usá-las, você pode eliminar os riscos e se proteger contra ferimentos/acidentes.
 
Pense nisso!
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado.