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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

22 de março de 2016

Como deve ser o meu “futuro”?


Se essa pergunta já passou na sua cabeça estamos no mesmo barco. Quando falamos de “FUTURO” rapidamente pensamos em tecnologias inovadoras presentes em nossas vidas como Smart Phone, Tablet, Smart TV, entre outros, assim sendo, por que não incorporar nos produtos para prevenção?
 
Existem diversos EPI’s com estudos avançados em “tecnologia embarcada”, mas a realidade no cenário atual é polêmica, pois existem fatores que não contribuem para os desenvolvimentos neste setor, por exemplo, os testes e certificações de alto custo, afinal, são produtos para salvar e não tirar vidas.
 
Em ambientes com gases ou deficiência de oxigênio como o cenário de um incêndio, os guerreiros bombeiros estarão entrando para combater e resgatar vidas. Para isso, utilizam diversos equipamentos de proteção que podem chegar a um peso aproximado de 30kg.
 
No entanto, um novo design de capacete poderá dar a eles a capacidade de ver através da fumaça e ouvir além do som das chamas.
 
Este conceito de visor e capacete oferece funções integradas que atualmente só estão disponíveis em aparelhos separados – como sensores térmicos portáteis e dispositivos de comunicação.
 
Então em vez de ter que rastejar sob a fumaça enquanto verifica um sensor térmico de mão e tenta não se perder do resto da equipe por trás de uma fumaça espessa, o bombeiro com o capacete pode apenas olhar ao seu redor com uma visão térmica.
 
O capacete transmitiria dados e vídeos do ambiente via wireless para um serviço de análise na nuvem através do dispositivo móvel de computação dos bombeiros. A partir daí, a informação processada seria distribuída para todos os membros da equipe.
 
Os dados gravados em vídeo poderiam ser usados como referência para treinamentos futuros – e talvez como evidências em processos movidos contra o departamento dos bombeiros.
 
Além disso, pode ter uma função de eliminar ruídos que seria usada para que os bombeiros abafassem o barulho do prédio em chamas enquanto tentam ouvir gritos de socorro, assim como o som de partes de madeira que estão prestes a quebrar. Isso liberaria os bombeiros para que não precisassem gritar um com o outro através de seus walkie-talkies.
 
Com todas essas funções disponíveis no equipamentos usados na cabeça, o combate ao fogo pode ficar mais seguro do que nunca isso, claro, facilitará no salvamento de vidas.
 
Rafael Gustavo
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.

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