Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

28 de abril de 2016

Valores não reparam acidente de trabalho.


Desde o ano de 2002, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) consagra a data de 28 de abril em memória das vítimas de acidentes de trabalho e de doenças ocupacionais como o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho.
 
Esse evento foi incorporado ao calendário oficial brasileiro três ano depois com a edição da Lei 11.121, que estabeleceu o Dia Nacional em Memória dos Trabalhadores Vítimas de Acidentes de Trabalho e de Doenças Ocupacionais.
 
Não se trata de um momento festivo ou de celebração, como ocorre com a maioria das datas comemorativas. Mas de um tempo para uma maior reflexão de todos, empresários, trabalhadores, agentes públicos e a população em geral, sobre este grave problema social que assola vários países do mundo, em especial aqueles em desenvolvimento e subdesenvolvidos, com fortes índices de mortes, mutilações e doenças ocasionadas a partir de uma atividade profissional.

A cada 15 segundos, um trabalhador morre por acidentes ou doenças relacionadas com o trabalho. Nesse mesmo tempo, 115 sofrem um acidente laboral.
 
Em relação ao Brasil, e de acordo com os dados da Previdência Social, ocorreram, entre 2007 e 2013, cinco milhões de acidentes do trabalho, com o quantitativo de 19.551 trabalhadores inválidos.
 
Os custos da Previdência para o pagamento de benefícios como auxílio acidente, pensão por morte, auxílio doença, dentre outros, são estratosféricos. Dispendioso para a nação e jamais reparador para o acidentado ou sua família. De certo, não existe valor no mundo que possa reparar um trabalhador mutilado, física ou mentalmente, por condições de trabalho que não respeitaram as normas regulamentadoras vigentes em nosso país.
 
Os números de acidentes de trabalho em nosso país são espantosos. Apesar do Brasil não ser mais o campeão mundial neste tipo de morte, mutilação e adoecimento – em meados da década de 1970, o Brasil era o país no mundo com maior número de acidentes do trabalho -, não podemos nos orgulhar da atual realidade. Devemos, sim, e não apenas no dia 28 de abril, adotar medidas concretas para um meio ambiente de trabalho seguro, adequado e saudável.
 
Não há como se falar em trabalho digno ou decente se o mesmo é realizado sem segurança ou em condições inadequadas.
 
Nota:
Companheiros (as) continuo ausente da cidade do Rio de Janeiro, portanto, conto com a compreensão de vocês retornarei a regularidade das mensagens assim que tiver oportunidade.
 
Obrigado pela compreensão e apoio a este blog.
Marcio Santiago Vaitsman
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.
 

27 de abril de 2016

Você sabia que emissão da CAT no contrato temporário ou de experiência gera estabilidade?

Empregado temporário é o trabalhador contratado por empresa de trabalho temporário para prestação de serviço destinado a atender necessidade transitória de substituição de pessoal regular e permanente, ou a acréscimo extraordinário de serviços.
 
O contrato de experiência é uma modalidade do contrato por prazo determinado, cuja finalidade é a de verificar se o empregado tem aptidão para exercer a função para a qual foi contratado, bem como para avaliar a adaptação mútua entre as partes.
 
A emissão da CAT, além de se destinar para fins de controle estatísticos e epidemiológicos junto aos órgãos Federais, visa principalmente a garantia de assistência acidentária ao empregado junto ao INSS ou até mesmo de uma aposentadoria por invalidez.
 
O art. 22 da Lei nº 8.213/91 prevê que todo acidente de trabalho ou doença profissional deverá ser comunicado pela empresa ou pelo empregador doméstico ao INSS até o primeiro útil seguinte ao da ocorrência e, de imediato, em caso de morte, sob pena de multa variável entre o limite mínimo e o limite máximo do salário de contribuição, sucessivamente aumentada nas reincidências, aplicada e cobrada pela Previdência Social.
 
Portanto, ocorrendo o acidente de trabalho é obrigatória a emissão da CAT por parte do empregador, independentemente do prazo do contrato e se houve afastamento ou não.
 
Fica a empresa tomadora ou cliente obrigada a comunicar à empresa de trabalho temporário qualquer acidente, cuja vítima seja trabalhador posto à sua disposição.
 
O encaminhamento do acidentado ao INSS pode ser feito diretamente pela empresa tomadora de serviço ou cliente, em conformidade com as normas expedidas pelo INSS.
 
Caso a empresa se recuse a emitir a CAT, podem formalizá-la as seguintes pessoas:
 
a) O próprio acidentado ou seus dependentes;
 
b) A entidade sindical competente;
 
c) O médico quem o atendeu ou qualquer autoridade pública, não prevalecendo, nestes casos, o prazo citado anteriormente.
 
A legislação prevê por meio do artigo 118 da Lei nº 8.213/91 a estabilidade ao empregado segurado que sofreu acidente do trabalho, pelo prazo de 12 meses após a cessação do auxílio-doença acidentário, independentemente de percepção de auxílio-acidente.
 
Assim, podemos entender que a partir do término do auxílio-doença acidentário será garantida a estabilidade ao empregado pelo período de 12 meses, independentemente deste ter ou não recebido o benefício da Previdência Social (auxílio-acidente), ou seja, bastando que o afastamento pela Previdência tenha ocorrido.
 
A corroborar com o disposto na norma previdenciária, o TST incluiu o inciso III na Súmula 378, ratificando o direito à estabilidade provisória mesmo nos contratos firmados a títulos precários (contrato determinado), conforme abaixo:
 
“Súmula 378 do TST:
 
III – O empregado submetido a contrato de trabalho por tempo determinado goza da garantia provisória de emprego, decorrente de acidente de trabalho, prevista no art. 118 da Lei nº 8.213/91. (Inclusão dada pela Resolução TST 185 de 14.09.2012).”
 
Conforme dispõe o art. 443 § 1º da CLT, considera-se contrato por prazo determinado o contrato de trabalho cuja vigência dependa de termo prefixado, ou seja, não há expectativa das partes da continuidade do contrato, pois ambas têm ciência do seu término no ato da contratação.
 
No entanto, o entendimento extraído do inciso III da referida súmula está consubstanciado no fato de que a estabilidade provisória objetiva exatamente a continuidade do vínculo empregatício e a proteção do trabalhador, situação esta que sobrepõe uma relação de emprego por tempo determinado.
 
Seja no contrato de experiência ou no contrato determinado (temporário) a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho – CAT vincula o empregador à obrigação de que dispõe o art.118 da Lei 8.213/91, garantindo assim a estabilidade a todo empregado pelo período de 12 meses, a contar da cessação do auxílio-doença acidentário.
 
BGT.
 
Nota:
Companheiros (as) continuo ausente da cidade do Rio de Janeiro, portanto, conto com a compreensão de vocês retornarei a regularidade das mensagens assim que tiver oportunidade.
 
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Marcio Santiago Vaitsman
 
 
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26 de abril de 2016

NR-16: MTPS lança consulta pública para norma de periculosidade em atividades de motocicleta.


A partir desta segunda-feira (18) a sociedade civil, trabalhadores e empregadores, poderão contribuir, por meio de uma consulta pública, com o texto que integrará a Norma Regulamentadora (NR) nº 16, que especifica quais as situações de trabalho com utilização de motocicletas que geram direito ao adicional de periculosidade.
As sugestões podem ser enviadas por e-mail (normatizacao.sit@mte.gov.br) ou via correio para sede do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS) até o dia 17 de junho, para o endereço Esplanada dos Ministérios – Bloco “F” – Anexo “B” – 1º Andar – Sala 107 – CEP 70059-900 – Brasília/DF.
De acordo com o texto original, proposto pelo governo federal no Anexo 5 da NR-16, são consideradas perigosas as atividades laborais que utilizem motocicletas ou motonetas em vias públicas, desconsiderando desta forma, o uso deste veículo no deslocamento do trabalhador da residência para seu local de trabalho e seu uso em locais privados.
O adicional de periculosidade corresponde a 30% do salário do empregado, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa. Esse direito passou a ser garantido aos motociclistas desde a publicação da Lei 12.997/2014.
Após encerramento do prazo para o envio de contribuições, as propostas serão avaliadas por um grupo tripartite composto por representantes do governo federal, trabalhadores e empregadores. As sugestões que forem consenso irão compor o novo texto do Anexo 5 da NR-16.
MTPS.
Nota:
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Marcio Santiago Vaitsman
 
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21 de abril de 2016

Pare de reclamar e comece a agir desde ontem.



Com a diminuição do número de vagas de empregos, voltei a escutar as lamúrias sobre crise e a injustiça das empresas que só contratam por peixada ou com vários anos de experiência.

Como assim, professor? Não são lamúrias. Sou recém-formado e o negócio está feio.

Realmente tem empresa que não dá chance.

Como vamos ter experiência se não nos deixam mostrar a nossa capacidade? É realmente injusto?

Vamos por partes, meu filho. Primeiro eu queria lhe fazer uma pergunta: desde quando as empresas nasceram para serem justas?

Além disso, qual é a injustiça de dar preferência para alguém que já trabalha há dez anos na área ao invés de alguém com meses de experiência?

Não concordo, professor! Posso ter pouca experiência, mas mereço uma chance de provar a minha competência.

Ok, meu filho! Mas como você sabe que será mais capaz do que aquele que tem mais tempo na área?

Mas a empresa também não tem como saber.

Além disso, duvido que ele vá se empenhar, com eu me empenharei, professor.

É verdade, a empresa não tem como saber. Mas, posso ser sincero, na média, tempo de trabalho pode fazer muita diferença. Pois o conhecimento sobre determinado assunto pode ser melhorado e desenvolvido com estudo. Mas alguns fatores dependem de experiência prática. Só quem tentou , errou, caiu e levantou terá desenvolvido determinadas habilidades.

Imagine alguém que saboreia a Segurança do Trabalho faz dez anos e o tanto de conhecimento adquirido.

Para com isso, professor. Como eu fico nessa? Desempregado, em um looping de precisar experiência para trabalhar, mas precisar trabalhar para ter experiência? Tô ferrado !!!

Sei que você deve já estar chateado comigo, mas para amenizar a minha barra vou lhe contar um segredo de ouro. Sabe qual deve se o seu diferencial?

Tô chateado, mesmo. Mas fala aí!

Apenas alguns meses de estudo em conhecimento teórico.

Como assim ! Não entendo mais nada, o senhor acabou de falar que experiência é importante e blá, blá, blá... e agora está falando em alguns meses de estudo.

Pois é, infelizmente para o mercado e felizmente para você, temos muitos profissionais com anos de trabalho, mas que na média pouco estuda e não se recicla. Como consequência não tem os anos de vantagem sobre os recém-formados.

Quando vejo um profissional que está começando, acredito que a forma mais fácil de se diferenciar é tornar-se uma máquina de aprender.

E como eu faço isto, professor?

Quantos livros você tem lido ao mês?

Exatamente, eu falei livros, no plural. Você sabia que na média o brasileiro não lê nem quatro livros no ano. Agora imagine se você ler pelo menos dois livros técnicos no mês (leia mais se possível).

Além disso, imagine se você fizer cursos (há gratuitos), escrever materiais técnicos (não precisa publicar, basta escrever para coordenar as ideias), conversar sobre assuntos técnicos com colegas de trabalho, ao invés de discutir apenas abobrinhas pelo whatsapp, tirar dúvidas, ver vídeos sobre o assunto, complementar as informações técnicas com temas sobre liderança, gestão de projetos, informática etc. E se, além disso, você ainda desenvolve habilidades de gestão, criatividade, relação interpessoal etc....

Ok, professor, posso tentar fazer isto tudo, mas vou continuar sendo recém-formado!

Meu filho, este perfil é tão raro que na primeira oportunidade você será contratado.

Na verdade, quando lhe descobrirem você será disputado.

A crise e a falta de experiência atingem primeiro aos de menor preparo. Não adianta ficar esperando e reclamando. Faça por merecer, construa uma trajetória, mas comece desde ontem.

 O Segurito por Mário Sobral Júnior 

Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.

19 de abril de 2016

Tire algumas dúvidas sobre horas extras.


A seguir algumas perguntas e respostas sobre horas extraordinárias.

1)         A jornada normal de trabalho pode ser prorrogada diariamente por no máximo quantas horas?

A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de, no máximo, duas horas suplementares (horas-extras), mediante acordo escrito entre o empregador e o empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho.

2) Qual o percentual que deverá ser aplicado sobre as horas-extras que forem realizadas pelo empregado?

A Constituição Federal (CF) estabelece que a remuneração do serviço extraordinário deverá ser de, no mínimo, em cinquenta por cento à hora normal. Destaca-se, contudo, que caberá ao empregador verificar dentre as cláusulas do Documento Coletivo da Categoria Profissional a que o empregado pertence a possibilidade de existir a previsão de percentual superior ao previsto na CF, situação em que caberá ao empregador respeitar tal disposição por ser a mesma mais vantajosa para o empregado.

3) O empregado sob o regime de tempo parcial poderá realizar horas extras?

Não. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em seu artigo 59, parágrafo 4º, estabelece que o empregado sob o regime de tempo parcial não poderá prestar horas-extras. É importante ressaltar, contudo, que se considera trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a vinte e cinco horas semanais.

4) Entre duas jornadas de trabalho, qual é o tempo mínimo que deverá ser respeitado para descanso do empregado?

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelece, em seu artigo 66, que entre duas jornadas de trabalho haverá um período mínimo de onze horas consecutivas para descanso. É importante ressaltar a importância de o empregador respeitar rigorosamente esse período mínimo estabelecido pela legislação, sob pena de ser considerado como horas-extras. Caso se descumpra o referido período, há possibilidade de multa, caso ocorra uma eventual fiscalização, ou mesmo ser compelida em uma eventual reclamação trabalhista por parte do empregado que se sentir prejudicado.

UOL


Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.

 

18 de abril de 2016

O USO DO LEITE COMO DESINTOXICANTE NAS INDÚSTRIAS – DDS.



Companheiros (as) continuo ausente da cidade do Rio de Janeiro, portanto, conto com a compreensão de vocês retornarei a regularidade das mensagens assim que tiver oportunidade.
Obrigado pela compreensão e apoio a este blog.


Marcio Santiago Vaitsman


Esse assunto está sendo exaustivamente solicitado em todos os grupos, portando o BLOG não poderia deixar de trazer sua colaboração.


Será que devemos dar leite às vitimas de incêndio?

Constantemente, chegam consultas a respeito da distribuição de leite a funcionários expostos a determinados agentes químicos nas atividades industriais. Solicitam-se também, perícias após mudança nos locais de trabalho, na operação industrial ou substituições de substâncias químicas para saberem se devem ou não continuar fornecendo leite aos funcionários.

Nos casos de envenenamento por ingestões acidentais de elementos químicos, muitas vezes nos primeiros socorros, os socorristas inadvertidamente fornecem leite ao acidentado na tentativa de neutralizar o agente tóxico.

Muitas vezes, ocorrendo incêndio, há uma correria para que todos aqueles que estiverem expostos à fumaça, tomem quantidades apreciáveis do precioso líquido para que não se intoxiquem com as emanações produzidas pela queima de materiais.

O que existe de valor nessas atitudes adotadas para tentar neutralizar os elementos nocivos ao trabalhador:


Existe desde muitos séculos a tradição de que para cada veneno, há um antídoto neutralizante, e nesse papel particular, o leite vem desempenhando a função tradicional, usado sempre como um antitóxico universal. É ensinada pelos trabalhadores aos aprendizes a ingestão do leite para evitar doenças profissionais.


Na literatura, existem citações de vários autores que relatam o uso desse liquido para tentar evitar doenças do trabalho e como elemento auxiliar na terapêutica das intoxicações nos incêndios. Esses relatos analisam a crendice popular, as propriedades do leite e chegam à conclusão da inocuidade no uso dessa medida. Mas, no nosso meio, persiste ainda a ideia de que com o uso do leite evita os males provenientes do trabalho e das fumaças do incêndio.


O Uso do leite:


É fornecido geralmente nas indústrias onde se usam tintas, vernizes, chumbo, solventes como benzeno e tolueno, locais onde há grande emanação de fumaça e para os pintores em geral. Pretende-se com essa medida, proteger o trabalhador contra intoxicação no uso desses agentes.


Ora, adotando o fornecimento de leite, dará ao trabalhador a falsa sensação de segurança contra os elementos nocivos ao ambiente, levando muitas das vezes, ao descuido e a desprezar os princípios básicos de segurança como a não utilização de equipamentos de proteção individual e coletivo. Esse falso pensamento pode inclusive levar o empresário a não adotar as medidas necessárias para a efetiva proteção dos trabalhadores, com evidente prejuízo à saúde dos mesmos.


Muitas vezes, o próprio local de fornecimento, não é adequado, apesar de existir refeitório ou área de alimentação, o trabalhador nutre-se de leite no próprio ambiente hostil de trabalho, junto aos produtos químicos, sejam eles em forma de pó, névoa, fumaça, etc. Isso leva à contaminação desses alimentos, aumentando o risco de intoxicação.


Será que existe mesmo alguma propriedades antitóxicas no Leite?


Como fator alimento, possui o leite todas as qualidades necessárias ao organismo humano. É composto por proteínas, gorduras, hidratos de carbono, vitaminas essenciais e sais minerais. São eles elementos indispensáveis à atividade diária, atuando como fonte de nutrientes e energia, proporcionando uma alimentação de alto valor biológico ao trabalhador. Mas, convém lembrar que existem pessoas alérgicas ao leite, devido à sensibilidade individual, podendo levar a dores abdominais, diarreia, vômitos e coceiras pelo corpo.


Não existe até o momento na literatura médica mundial, nenhum estudo científico que comprove o poder antitóxico dos componentes lactíferos, como um elemento neutralizante de intoxicação ou envenenamento.


Portanto, não se justifica a ingestão de leite para prevenir certas intoxicações químicas, assim como o seu uso nos casos de incêndio não e correto.


Concluindo:


Pode-se fornecer o leite aos trabalhadores, mas, com a finalidade única de alimento, esclarecendo bem o seu papel. “O conhecimento pelos trabalhadores da inocuidade decorrente da ingestão do leite contra os perigos de intoxicação deve ser bem salientado”, inclusive que ela não suprime a utilização dos equipamentos de proteção individuais e coletivos.


A ingestão deve ser realizada em ambientes limpos, fora do local de trabalho, tendo-se o cuidado de antes, lavar as mãos e o rosto, evitando a contaminação acidental com os produtos com que trabalha.


E, os que se recusam a beber, por motivos pessoais, não se devem insistir ou obrigar a este ato.


Fundacentro.






Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.






9 de abril de 2016

As vantagens de terceirizar a limpeza do seu condomínio.






A terceirização de serviços está sendo cada vez mais utilizada.

Nos últimos 20 anos, essa forma de contrato aumentou consideravelmente. Isso se dá pelas infinitas vantagens em terceirizar atividades como limpeza e segurança.

Mesmo com esse crescimento do número de pessoas adeptas a esse tipo de serviço, muitos ainda têm duvidas quando o assunto é terceirizar. Por isso, separamos uma lista de vantagens para você que quer terceirizar o serviço de limpeza do seu condomínio.

Vantagens em terceirizar o serviço de limpeza:

- Melhorias

Ter funcionários qualificados é o sonho de qualquer administrador. Quando contratamos alguém, esta é uma das maiores questões a se analisar.

A qualificação dos funcionários é de inteira responsabilidade da empresa contratada pelo seu condomínio, ou seja, ao fechar um acordo com uma empresa de terceirização de serviços, você já tem a certeza de que as pessoas que ela enviará para trabalhar para você são especializadas.

- Diminuição de responsabilidades

Uma vez que o funcionário é terceirizado, você não precisa se preocupar com ele. É de responsabilidade da empresa contratada lidar com salários, burocracias e qualquer problema que seu funcionário possa apresentar.

- Redução de gastos

Ao terceirizar um funcionário, os custos com recursos humanos e processos trabalhistas são reduzidos.

Está é mais uma questão de responsabilidade da empresa terceirizada.

Clique no link e comprove.



Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.
 

6 de abril de 2016

Caros prevencionistas e seguidores deste blog.


Companheiros (as) estarei fora da cidade do Rio de Janeiro por um longo período a partir de 07/04.

 

Caso tenha dificuldade em acessar a internet na cidade de destino, provavelmente não poderei postar, dessa forma, retornarei a regularidade das mensagens assim que tiver oportunidade.  

 

Obrigado pela compreensão e apoio a este blog.

 

Marcio Santiago Vaitsman

Administrador do blog conselhoesegurança.

Interessante: Como aproveitar melhor o tempo gasto no caminho até o trabalho.


Muita gente pode considerar que o período gasto no caminho até o trabalho é um tempo perdido. Mas não precisa ser assim — de acordo com um estudo de professores americanos, esse tempo pode ser usado para deixar a rotina profissional mais satisfatória.
 
Conduzido por professores das universidades de Harvard e Columbia, entre outras, o estudo tentou entender se o tempo gasto no deslocamento entre casa e trabalho sempre tem efeito negativo na satisfação de um profissional. Mais de um terço dos brasileiros gasta mais de meia hora para chegar até o trabalho todos os dias, segundo dados do Censo de 2010. Em São Paulo, quase 6% dos trabalhadores demoram mais de duas horas nesse caminho — três vezes a média brasileira, de 1,8%.
 
Por meio de dois experimentos, os pesquisadores viram que profissionais com níveis elevados de autocontrole sofrem menos efeitos negativos de passar muito tempo se deslocando entre casa e emprego. Isso porque eles costumam usar esse tempo para pensar nas responsabilidades do trabalho e traçar objetivos para aquele dia, ao invés de realizar atividades dedicadas ao prazer pessoal, como ouvir música e ler.
 
Em uma terceira pesquisa, os resultados comprovaram que mesmo profissionais que não apresentavam níveis altos de autocontrole sentiam mais satisfação com o trabalho e menos cansaço quando usaram o tempo de deslocamento para planejar o dia que viria e se preparar para o trabalho.
 
Embora o tempo gasto até o emprego normalmente esteja fora do controle dos profissionais — em especial em grandes metrópoles de trânsito imprevisível — os autores destacam que é possível controlar como esse tempo será usado. Para eles, mesmo separar alguns minutos durante o deslocamento para planejar o dia pode transformar um tempo considerado perdido em um momento benéfico. “Deslocar-se até o trabalho pode ser visto como uma tarefa chata, mas também pode se tornar um período útil”, escrevem os autores.
 
Valor Econômico.
 
 
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5 de abril de 2016

Casos extraconjugais no ambiente corporativo podem prejudicar a carreira.

 
“Entre os assuntos da rádio corredor das empresas, há um que pode ser bastante corrosivo: as relações afetivas dos colegas. E é ainda pior se as suspeitas recaem sobre pessoas casadas. Às vezes, a carreira dos envolvidos é prejudicada. Pode até haver implicações legais. “A questão é saber se houve um comportamento que afetou o ambiente de trabalho – a vida pessoal não deve prejudicar o que ocorre dentro do ambiente de produção”, diz a advogada Aparecida Tokumi Hashimoto.”
 
Todos que trabalham em uma corporação sabem o poder da rádio corredor, uma difusa rede de maledicências acionada em intervalos da atividade, pausas para o cafezinho e almoços. Ela existe, é atuante e não há empresa que consiga evitá-la.
 
Ninguém é capaz de dizer a origem dos boatos, que às vezes ganham ares de informação fidedigna, e podem comprometer todo um esforço para a harmonização da equipe. As fofocas sobre contratações, demissões, desavenças, fazem parte do dia a dia do ambiente de trabalho. E, quanto menor a transparência da comunicação interna da organização, mais os funcionários lançam mão do expediente.
 
Reputações já foram criadas e destruídas dessa forma, com reflexo para carreiras e consequentemente para a competitividade da empresa. Mas, entre todos os assuntos da rádio corredor há um que pode ser bastante corrosivo: as relações afetivas dos colegas. E é ainda pior se as suspeitas recaem sobre pessoas casadas.
 
A história do golfista Tiger Woods, que perdeu patrocínios após admitir que tinha cometido adultério, demonstra os riscos dessas relações.“O tema do adultério nas empresas é espinhoso, e não há uma fórmula exata e acabada sobre o que fazer nesse tipo de situação”, diz a consultora Valéria Drummond, da Potenciar Consultores Associados.
 
A Potenciar atua há 25 anos no mercado aplicando técnicas de psicodrama em corporações para melhorar o autoconhecimento dos funcionários e harmonizar as relações internas. No psicodrama, que tem uma dinâmica coletiva, emergem questões que são tratadas de forma particular posteriormente. Muitas vezes surgem situações que poderiam ser problemáticas para o relacionamento do grupo, e entre elas estão comportamentos considerados inadequados.
 
Valéria não cita nomes nem as empresas envolvidas, mas diz já ter se deparado com pelo menos dois casos em que relações adúlteras entre funcionários estavam causando constrangimentos na equipe.
 
Mas não há uma resposta definitiva sobre o que fazer numa hora dessas. “Cada situação é diferente da outra, e deve ser tratada de um modo”, diz a consultora. Para ela, um fator determinante é preservar identidades, o que facilita a tomada de soluções sem maiores escândalos.
 
Bom senso - “Em uma das situações, quando o caso já era de conhecimento dos colegas, o constrangimento acabou fazendo com que uma das pessoas pedisse demissão”, diz Valéria. Mas, quando isso não ocorre, tudo depende do bom senso das lideranças.
 
A consultora cita também um exemplo em que o gestor teve de chamar – discretamente – o par envolvido para uma boa conversa sobre as melhores saídas, uma vez que o grupo de trabalho não estava recebendo bem aquela situação. Por um consenso, houve uma transferência de postos.
 
Quando o problema não é bem resolvido pode prejudicar até mesmo o desenvolvimento de carreiras. Uma profissional da área de turismo, que trabalhou quatro anos no setor de comunicação de uma grande empresa de viagem, e relata como os casos extraconjugais de um gestor acabaram por minar a confiança do grupo.
 
“Todos sabiam que ele era casado, a esposa estava grávida, nem por isso deixava de procurar uma série de parcerias, inclusive entre as colegas”, diz. “O problema é que a equipe não consegue, depois de um tempo, confiar mais naquela liderança, e o ambiente vai ficando envenenado, cheio de piadinhas”, relata.
 
De acordo com a profissional, que prefere não se identificar, todos ficavam constrangidos ao perceber que aquele chefe vivia em uma rede de mentiras, e que favorecia as parceiras amorosas que tinha no ambiente de trabalho. “Chegou uma hora em que ninguém acreditava em mais nada do que ele falava”, completa, impressão que era agravada pela percepção de que as diretorias tinham conhecimento da situação, mas nada faziam para mudar esse clima. Ela acabou pedindo demissão, acompanhada, ao longo do tempo, por outros colegas.
 
A questão da cultura organizacional é determinante para que as lideranças tomem ou não atitudes. Mas é preciso sempre estar atento a um fator: a inclinação à maledicência e à suspeição exagerada. “Não é porque a chefe sorriu ou olhou para o funcionário que eles estão tendo um caso”, diz Valéria.
 
Almoços mais demorados ou trabalhos depois do horário também podem ser usados por alguns membros atuantes de rádio corredor para disparar ilações. Nessa mesma linha, vale ressaltar que o afeto, a amizade e a simpatia não têm necessariamente conotação sexual. “Sempre o que vai ser mais importante é o bom senso e a habilidade dos gestores para lidar com as situações embaraçosas, sejam elas verdadeiras ou simples fantasia dos colegas”, diz Valéria. “E quase tudo se resolve com uma boa conversa em particular.”
 
Implicações legais :
 
O tema não se resume a moralismo, a uma intervenção descabida da empresa na vida particular dos funcionários. A situação de envolvimentos amorosos dentro do ambiente profissional pode gerar uma série de prejuízos na harmonia do grupo na medida em que as pessoas trabalhem no mesmo local e ainda mais se houver uma relação de subordinação entre elas.
 
É por esse mesmo motivo que algumas empresas – dependendo de seu código de conduta e valores – proíbem que os funcionários formem casais estáveis. De acordo com essa visão, sempre haveria suspeitas de favorecimentos, informações privilegiadas e outras práticas inadequadas. Se isso vale para casamentos, vale ainda mais para um caso amoroso clandestino, cheio de segredos que aumentam as desconfianças.
 
Uma recente enquete feita por um dos maiores portais de internet do Brasil constatou que 89% das pessoas flertaram no ambiente de trabalho, ante menos de 11% que responderam dizendo que nunca o fizeram. A pesquisa não identificava se a paquera ocorreu com pessoas solteiras ou comprometidas.
 
“Perante a lei trabalhista, o principal é manter a isonomia entre os funcionários”, diz a sócia do escritório de advocacia Granadeiro Guimarães, Aparecida Tokumi Hashimoto. Dessa forma, ela acredita que a empresa tem o direito de transferir ou mesmo demitir profissionais que tenham um comportamento que não esteja de acordo com esse princípio, o que inclui casos em que possa haver favorecimento entre pessoas que mantenham um relacionamento. “A questão é saber se houve um comportamento que afetou o ambiente de trabalho – a vida pessoal não deve prejudicar o que acontece dentro do ambiente de produção”.
 
Aparecida também afirma que os relacionamentos amorosos entre pessoas de empresas concorrentes, que possam levar prejuízos a uma delas, como o vazamento de informações confidenciais, dá o direito ao empregador de se precaver até mesmo com a demissão do funcionário.
 
No entanto uma atitude mais drástica só poderia ser tomada com provas de que houve prejuízo às atividades da empresa, de forma a se evitar um futuro processo por danos morais no caso de uma alegação mal formulada. E vale lembrar que, num caso desses, a rádio corredor não é prova de nada.
 
Canal RH.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.

ABRIL VERDE 2016 – Divulgação de Eventos na PARAÍBA.

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA.
 
04/04 Segunda-feira - 08:00h - Lançamento da Campanha do Abril Verde dos Servidores da Secretaria Estadual de Saúde.
Local: Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba - Av. Pedro II, 1826, Torre - João Pessoa-PB.
 
04/04 a 15/04 - 09:00h às 16:00h - SIPAT - Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho da ALPARGATAS S.A.
Local: Município de Mogeiro – PB.
 
06/04 Quarta-feira - 14:00h - Palestra: Gestão de perigo e riscos como base para prevenção de Acidentes e Doenças Ocupacionais.
 
Palestrante: Ana Pinho - Subcoordenadora do Programa de Gestão Compartilhada – PGC-PB, Engenheira de Segurança do Trabalho da Duratex S/A - Louças Paraíba.
Local: Auditório da ASPLAN - Av. Rodrigues de Aquino, Centro - João Pessoa – PB
 
07/04 Quinta-feira - 09:00h às 12:00h - Campanha de Conscientização sobre SST junto aos alunos do Liceu Paraibano, com exibição de vídeos educativos e distribuição de cartilhas de SST Expositores: Dr. André Machado e Dr. George Falcão, Juízes do TRT da 13ª Região.
Local: Ginásio da Liceu Paraibano - Av. Getúlio Vargas, Centro – João Pessoa-PB
 
07/04 Quinta-feira - 14:00h às 21:00h - Apresentação de Trabalhos Acadêmicos Expositores: Alunos dos cursos de Segurança do Trabalho e Técnicos em Enfermagem da Escola Técnica CETEPA.
Local: Escola Técnica CETEPA - Santa Rita-PB
 
08/04 Sexta-feira - 09:00h às 12:00h - Campanha de Conscientização da sociedade sobre Prevenção de Acidentes do Trabalho na Praça Venâncio Neiva, com Plantão Fiscal dos AFT-PB, Exposição de vídeos e Trabalhos Acadêmicos dos alunos dos cursos de Técnicos e Tecnólogos de Segurança do Trabalho, distribuição de cartilhas educativas, etc.
Local: Praça Venâncio Neiva (Pavilhão do Chá), na frente da SRTE PB, Centro - João Pessoa – PB
 
09/04 Sábado - 09:00h às 10:00h - Estreia do Programa "Bate Papo sobre Saúde, Segurança no Trabalho e Meio Ambiente, com Nivaldo Barbosa" na 100,5 - FM Líder Convidados: Aparecida Estrela, José Ribamar Gomes, Henrique Maroja e outros.
 
REALIZAÇÃO E PARCERIA:
 
SINTEST-PB / AEST-PB / ASTEST-PB / APEAMB / TRT-13 GETRIN-PB / SRTE-PB / INSS-PB / PRT 13 / CEREST-JP / CEREST-PB / CEREST-CG / CPR-CGR / PGC-PB / SINAIT-DS-PB / CREA-PB / CUT-PB / SINTTEL PB / SIND. BANCÁRIOS / SINTRICOM-JP / ASPLAN / SINDUSCON-JP / SIND. DO COMÉRCIO / SINDMAE-PB / FACULDADE MAURICIO DE NASSAU / FTI-PB / FETAG / UNEPI / REVISTA PROTEÇÃO / FÓRUM INTERSINDICAL DE SST DA PB / TREVENTOS / PREVSEG AMBIENTAL / CONSST CONSULTORIA / CLINICA MÉDICA DE JACUMÃ / 100,5 FM LIDER / SUPPORTE CONSULTORIA / PMJP / FUNEPI.
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.