Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

27 de outubro de 2016

27 de Novembro – Orgulhosamente esse é o nosso dia.



Vinte e sete de novembro sempre será lembrado porque é uma data especial para nós, um momento de comemoração para os que labutam na área da prevenção, especialmente para os Técnicos em Segurança do Trabalho.

Embora alguns possam até se ressentir das dificuldades, das incompreensões e das "puxadas de tapete", que já vimos tantas vezes, o que temos a comemorar é o que temos dentro de nós, espírito de solidariedade e de respeito pela vida do próximo.

Nossas convicções, nossa conscientização... Os frutos do nosso trabalho... As vitórias do dia a dia... Dos aliados que conquistamos a cada dia, pelo caminho da conscientização.

Temos muito mais a comemorar do que a lamentar, porque aqueles que são contra nós pecam pelo negativismo, pela pequenez dos objetivos e dos horizontes. Incapazes de fazer preocupam-se mais em tentar desfazer e impedir que outros façam...

Mas não serão bem sucedidos, porque nós somos os verdadeiros fortes nessa situação... Nós somos os bem sucedidos, nós somos - e sempre seremos - os vitoriosos, porque, a cada dia, temos mais colegas de trabalho, mais pessoas salvas dos acidentes e agora envolvidas com prevenção, mais pessoas verdadeiramente preocupadas com o que é importante.

Um abraço a cada colega, um abraço a cada um que - com justificado orgulho - carrega seu certificado de registro profissional e, mais que isso, o homenageia com trabalho sério e dedicado.

A todos as Técnicas em Segurança do Trabalho, mestras da dupla jornada... A todos os Técnicos em Segurança do Trabalho, muitas vezes beneficiários da mesma dupla jornada, um abraço do colega que, com muito orgulho se identifica.

Marcio Santiago Vaitsman


"Prevencionista, se você gostou, compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história”.






18 de outubro de 2016

Turma decide: Empresa só é obrigada a emitir CAT se acidente afastar o empregado do serviço por mais de 15 dias.

A emissão da Comunicação de Acidente do Trabalho, a conhecida CAT, é obrigação do empregador. Mas, se o acidente de trabalho ou doença a ele equiparada não afastar o empregado do serviço por tempo superior a 15 dias o empregador não estará obrigado a emitir a CAT. Com esse entendimento, a 3ª Turma do TRT-MG julgou favoravelmente o recurso de uma empresa de “soluções em equipamentos” para julgar improcedente a ação civil pública interposta contra ela pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

A decisão de primeiro grau acolheu os pedidos do MPT para condenar a empresa a expedir Comunicações de Acidentes de Trabalho (CATs) sempre que seus empregados sofressem lesões corporais leves ou levíssimas ou problemas de saúde decorrentes do trabalho, independente do tempo afastamento do serviço ou todo período de afastamento, sob pena de multa de R$ 20.000,00 por acidente não comunicado na forma da lei. A ré também foi condenada a afixar cartazes em todos os quadros de avisos do seu estabelecimento para dar ampla ciência aos empregados sobre essas obrigações determinadas na sentença.

Mas, de acordo com o desembargador Milton Vasques Thibau de Almeida, cujo posicionamento foi acolhido pela Turma, em afastamentos do trabalho inferiores a 15 dias, não há exigibilidade de emissão de CAT pelo empregado. Isso porque, nessas situações, faz parte do poder diretivo do empregador avaliar extrajudicialmente a ocorrência de suposto acidente do trabalho. E, no caso, os registros extraídos pelo MPT, a respeito dos controles e investigação de incidentes elaborados pela empresa nos anos de 2014 e 2015, consignavam afastamentos inferiores a 15 dias, quando não contavam que o incidente sequer chegou a gerar ausência ao trabalho. Nesse quadro, a Turma deu provimento ao recurso da empresa, para julgar improcedente a ação civil pública e absolvê-la das condenações que lhe foram impostas na sentença.

“O empregador detém poder diretivo para, não apenas determinar as medidas preventivas dos acidentes do trabalho, mas também para avaliar extrajudicialmente o enquadramento legal da definição de acidente do trabalho aos eventos supostamente acidentários que lhes são apresentados pelos seus empregados, principalmente se os afastamentos não excedam 15 (quinze) dias (hipótese de interrupção do contrato de trabalho – artigo 473 da CLT c/c artigo 60, § 3º, da Lei nº 8.213, de 1991) e a empresa dispuser de serviço médico próprio ou em convênio”, destacou o julgador. Ele acrescentou que o artigo 60, § 4º, da Lei nº 8.213, de 1991 é claro ao dispor que o empregador somente deve encaminhar o segurado à perícia médica da Previdência Social quando a incapacidade ultrapassar 15 dias. Assim, o auxílio-enfermidade pago pelo empregador com duração inferior a 15 dias não gera obrigação de emissão da CAT, frisou.

Além disso, o desembargador explicou que a emissão da CAT (Comunicado de Acidente do Trabalho) não decorre de uma imposição legal inflexível, já que o artigo 22 da Lei nº 8.213, de 24/07/1991, em seu § 2º, faculta ao empregador o direito de omissão na emissão desse documento, elegendo outras pessoas que também podem emitir a CAT e apenas penalizando o empregador com uma multa administrativa (§ 5º) à exceção da hipótese prevista no caput do artigo 21-A (acidente do trabalho por equiparação).


Tribunal Regional do Trabalho 3ª Região.



14 de outubro de 2016

Adicionais de insalubridade e periculosidade não são acumuláveis, diz TST.


O Tribunal Superior do Trabalho definiu nesta quinta-feira (13/10) um novo entendimento sobre a acumulação de adicionais de insalubridade e periculosidade. Para o tribunal, não é possível acumular os dois adicionais dentro da mesma função e jornada de trabalho, conforme o artigo 193, parágrafo 2º da Consolidação das Leis do Trabalho.

O caso concreto envolvia um trabalhador que manipulava tintas. Na ação, ele alegava que o fator insalubre seria o material corrosivo e a periculosidade estaria associada ao barulho excessivo no ambiente de trabalho. A corte entendeu que, independente dos fatos geradores serem diferentes, não se pode acumular os dois.

Com a decisão, o empregado poderá optar pelo adicional de periculosidade – que é de 30% sobre o salário base – ou o de insalubridade – que varia entre 10%, 20% ou 40% sobre o salário mínimo regional.

O advogado trabalhista Ronaldo Tolentino, sócio do escritório Ferraz dos Passos, atuou no caso. Ele lembra que o TST há anos seguia o entendimento firmado no julgamento de hoje, mas uma virada jurisprudencial no ano passado permitiu a cumulatividade desde que os fatos geradores fossem distintos. “A decisão da época levou empresas a se preocuparem com a possibilidade de uma avalanche de processos sobre a acumulação de adicionais que nunca foi admitida do ponto de vista da CLT.”

Consultor Jurídico.

POR QUE TEMOS O DIREITO EM TER O NOSSO CONSELHO PRÓPRIO?

A relatora Deputada Flávia Morais (PDT/GO), do PROJETO DE LEI No 5.179, DE 2016, que cria o Conselho dos Técnicos Industriais e Agrícola em tramitação na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados, após um acordo, apresentou no dia 05/10/2016 o seu Parecer do Relator de nº 1 CTASP, pela aprovação deste Projeto e rejeitou todas as Emendas de n.ºs 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11 todas de 2016, excluindo principalmente àquela que incluía a categoria Técnico de Segurança do Trabalho, nesta propositura.

A parlamentar deu seu voto no relatório pela rejeição das Emendas e pelo envio de INDICAÇÃO ao poder Executivo (Ministro do Trabalho) sugerindo a ele, o encaminhamento ao Congresso Nacional de proposição que atenda ao objetivo mencionado, criando o Conselho Federal e os Conselhos Regionais dos Técnicos de Segurança do Trabalho.

A íntegra da indicação Nº..., DE 2016 da Sra. Deputada Flávia Morais.

Sugere o envio de projeto de lei visando a criação de conselho de fiscalização profissional específico para a categoria dos Técnicos de Segurança do Trabalho.

Excelentíssimo Senhor Ministro do Trabalho:

A categoria dos Técnicos de Segurança do Trabalho encontra-se regida pela Lei nº 7.410, de 27 de novembro de 1985, estando regulamentada no Decreto nº 92.530, de 9 de abril de 1986.

Trata-se de categoria que exerce atividade de extrema relevância, pois diretamente relacionada com a saúde e a segurança do trabalhador, com foco para a redução de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. Sendo assim, é primordial a criação de órgão fiscalizador e normatizador específico da profissão, que a organize e controle suas atividades e que exija constante atualização e aperfeiçoamento dos profissionais, garantindo que os serviços sejam prestados à coletividade por pessoas devidamente habilitadas e capacitadas.

Tendo em vista a competência privativa do Poder Executivo para propor lei sobre a matéria, como dispõe o art. 61, § 1º, II, “e”, da Constituição Federal, sugiro ao ilustre Ministro o encaminhamento ao Congresso Nacional de proposição que atenda ao objetivo mencionado, criando o Conselho Federal e os Conselhos Regionais dos Técnicos de Segurança do Trabalho.

Sala das Sessões, 05 de outubro de 2016.

Por que temos o direito em ter o nosso Conselho Próprio?

Deputada FLÁVIA MORAIS - PDT/GO.

Lembramos que já existe o processo do Anteprojeto de Lei de iniciativa do governo (MTE) de nº 46010.001767/2003-99 e a Exposição de Motivos é de nº 16 de 08.12.2004, que já foi enviado pelo Ministério do Trabalho e Emprego para a Casa Civil da Presidência da República, ao Ministério do Planejamento e para a Advocacia Geral da República.

Atualmente esse Anteprojeto de iniciativa do governo (Poder Executivo), por sugestão da Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho - FENATEST se encontra no Gabinete do Ministro do Trabalho, portanto, está proposição atende o objetivo citado pela Deputada Flávia Morais em sua INDICAÇÃO.

Considerando, que a Profissão de Técnico de Segurança do Trabalho foi regulamentada pela Lei Nº 7.410, de 27 de novembro de 1985 e regulamentada pelo Decreto Nº 92.530 de 09 de abril de 1986, possuindo o seu Estatuto Profissional através da Portaria Ministerial MTb Nº 3275 de 21 de setembro de 1989, Norma Regulamentadora NR-27 da Portaria Nº 3214 do MTE em seu item 27.1, onde diz que o exercício da profissão depende de prévio registro no Ministério do Trabalho, até que seja instalado o respectivo Conselho Profissional e contando também com um riquíssimo conteúdo em seu Classificação Brasileira de Ocupações - CBO de Nº 3516-05, publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego em sua última revisão em 2002.

Temos este direito e necessitamos da autorização legislativa e da sanção presidencial para o seu funcionamento, pois a profissão de Técnico de Segurança do Trabalho exige conhecimentos teóricos e técnicos no que se refere a sua formação profissional, pois além da formação no segundo grau para o ingresso, o curso de formação para habilitar esse profissional tem a sua regulamentação legal, com as respectivas cargas horária e estágio supervisionado, tratando-se de uma formação pós-médio, com conhecimentos adquiridos práticos e teóricos, aulas práticas de laboratório, conhecimentos técnicos, humanísticos e científicos no campo da física, química e biologia, administração, desenho técnico, administração, etc, voltados para a área de segurança e saúde no trabalho. Esse curso é reconhecido pelo Ministério da Educação e é ministrado em praticamente todos os estados brasileiros.

Exercem a profissão como categoria profissional diferenciada, trazendo benefícios para a sociedade, família, trabalhadores e para o Brasil, pois se trata de uma função que atende o bem estar social no tocante a segurança e saúde de todos que trabalham, ao patrimônio e à segurança da coletividade e dos cidadãos individualmente, pois a matéria é segurança e saúde no trabalho e meio ambiente, onde esses profissionais são formadores de opiniões e colaboram com todos que trabalham nesse país no aspecto educação, pois ministram cursos, treinamentos e orientações na área da segurança, saúde e higiene ocupacional, trazendo sempre a informação, vindo mostrar técnicas e métodos preventivos para o bem da saúde e da integridade física de todos os trabalhadores, bem como colabora com as ações voltadas para o meio ambiente e preservação da natureza, tendo inclusive em sua formação esta matéria e como uma de suas atribuições na Portaria Ministerial MTb Nº 3275 de 21 de setembro de 1989.

Lembramos também, não ser exclusiva desse profissional dentro da área de segurança e saúde no trabalho, pois envolve matéria multidisciplinar, onde outros profissionais desenvolvem os seus trabalhos específicos e outras atividades em benefício da segurança e saúde dos trabalhadores sendo, portanto, uma profissão que não propõe a reserva de mercado para apenas um só segmento em detrimento de outras profissões com formação idêntica ou equivalente.

Devido a relevante e tão importante matéria, ou seja, segurança e saúde de todos que trabalham e a preservação do meio ambiente, necessita de fiscalização do exercício profissional e de seu respectivo e oficial código de ética profissional, por uma questão de ordem ética no exercício profissional, disciplina, regulamentações e qualidade desses serviços prestados por esses profissionais junto à sociedade.

Os Técnicos de Segurança do Trabalho representam atualmente 80% dos especialistas da área de segurança e saúde no trabalho e considerando como já expomos, que essa regulamentação profissional desta categoria profissional já é uma realidade há anos, sendo assunto de interesse social e nacional, pois foi homologada pelo Congresso Nacional e regulamentada pelo Presidente da República desde 1986, destacando-se o trabalho e a luta histórica que foi empenhada por ela e pelas suas representações sindicais até aqui, empenho este que foi e continua sendo um orgulho para toda a categoria profissional no Brasil, havendo a consideração da sociedade e das entidades representativas da sociedade organizada, de instituições nacionais e do próprio Ministério do Trabalho e Emprego que elaborou e encaminhou projeto de lei de iniciativa do governo, sugerido pela Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho - FENATEST à Casa Civil da Presidência da República, para análise, para que posteriormente se encaminhe para as Comissões Permanentes na Câmara e Senado Federal.

Concluindo, pela dignidade e pelo que foi exposto praticamente e legalmente sobre estes profissionais e o que eles representam para a sociedade, preservando vidas humanas, tendo grande importância para a nação brasileira, pois a prevenção de acidentes no trabalho e o zelo pelas questões ambientais são de fundamental importância para a sobrevivência e para o bem estar em nosso país, são merecedores legalmente e pelo que foi exposto, de ter regulamentado o seu Conselho Federal dos Técnicos de Segurança do Trabalho - CONFETEST e seus respectivos Conselhos Regionais.

José Augusto da Silva Filho

Diretor de Relações Institucionais da ABRATEST, fundador e ex-presidente da FENATEST e ex-vice-presidente do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar - DIAP

13 de outubro de 2016

Projeto garante segurança e higiene a trabalhador que atua em área externa.


A Câmara analisa proposta que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-lei nº 5.452/43) para deixar claro que as normas de higiene e segurança do trabalho também se aplicam aos empregados que exercem suas atividades em ambiente externo.

A iniciativa está prevista no Projeto de Lei 6050/16, da deputada Erika Kokay (PT-DF). Segundo ela, os atingidos pela falta de clareza na norma têm sido os garis, que se veem obrigados a trabalhar muitas vezes sem ter acesso a banheiro, a local de refeição e água potável.

A legislação em vigor não faz distinção entre o trabalho exercido em ambiente fechado ou aberto, cabendo ao empregador cumprir com as suas obrigações com todos os seus empregados indistintamente.

Ainda assim, Kokay observa que a falta de clareza na lei tem motivado demandas judiciais por indenização em virtude da ausência de condições dignas no trabalho.

Nesses casos, ela a firma que o Tribunal Superior do Trabalho (TST), com base em norma do Ministério do Trabalho, tem decidido que as condições sanitárias e de conforto são de observância obrigatória e não excluem profissionais que trabalham em áreas abertas.

Tramitação:

A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

VEJA NA ÍNTEGRA DA PROPOSTA: PL-6050/2016.

Agência Câmara

9 de outubro de 2016

SABE USAR A MINI PERNEIRA? – DDS.

As mini perneiras tem por finalidades proteger a parte inferior da perna, o tornozelo, e o dorso do pé contra riscos de acidentes de origem mecânica ou térmica.

Riscos de origem mecânica: batida contra, golpes por objetos em movimento, golpes por objetos cortantes, queda decorrente de entrelaçamento.

Riscos de origem térmica: exposição a temperaturas extremas, projeções de partículas incandescentes, respingos de metais em fusão.

A indicação da mini perneira é feita por atividade que será desenvolvida no dia e, principalmente em capinas.

Porém é necessário que todos tenham informações adicionais das suas características técnicas e de alguns cuidados na utilização e conservação.

São utilizados dois tipos de mini perneiras, uma confeccionada em lona pesada e a outra em raspa de couro curtido ao cromo.

Exceto pelo material com que são confeccionadas, as mini perneiras tem as seguintes características comuns:

Ajustagem feita por fechos tipo velcro com quatro partes para melhor fixação;

Passante de vaqueta com ajustagem feita em uma das extremidades com fecho tipo velcro, par manter a mini perneira na altura adequada da perna;

Costuras com linha de algodão reforçada;

Desenho anatômico.

A indicação da mini perneira de lona ou raspa é feita em função do grau dos riscos da atividade que será executada ou das características do local de trabalho:

A mini perneira de lona é indicada para riscos de baixo grau, tais como:

Batidas leves contra peças e objetos não perfurantes; Contactos com arestas; superfícies ásperas ou abrasivas; exposição ou contacto com projeção de respingos / partículas de metais a temperaturas baixas e médias.

Mini perneira de raspa tem sua indicação para riscos mais severos tais como:

Impactos provocados por objetos cortantes ou perfurantes; contato com peças, superfícies e / ou materiais abrasivos; exposição ou contato com projeções de partículas / respingos incandescentes; calor irradiante.

Uso e conservação:

Mantenha a mini perneira bem ajustada na perna, através dos fechos tipo velcro.

Evite umidade, se molhada, secar á sombra;

Não altere a mini perneira cortando o passante;

Não use mini perneira rasgada.

Quaisquer dúvidas consultem o serviço especializado em segurança da sua empresa.


7 de outubro de 2016

A lei proíbe que grávidas trabalhem em ambientes insalubres?

Dúvida: Grávidas ou mulheres em período de amamentação podem trabalhar em ambientes insalubres? O que diz a nova lei?

A CLT descreve trabalho insalubre como sendo aquelas atividades que expõem os trabalhadores a agentes nocivos à saúde. Por exemplo: trabalho em câmaras frigoríficas, lava rápidos, hospitais, locais em que o barulho é muito alto e contínuo, ou locais muito quentes.

Os funcionários recebem um adicional no seu pagamento por terem de trabalhar nessas condições (lembrando que o local precisará ter passado por perícia e a atividade estar listada na NR15, do Ministério do Trabalho).

Com relação à gestante, a CLT já previa anteriormente a transferência das mulheres que trabalhavam em atividades perigosas ou insalubres para outras atividades, sendo garantida a retomada das funções anteriormente exercidas, quando isso fosse possível.

A nova Lei n. 13.287, de maio de 2016, só veio reforçar essa condição e esclarecer que ela também se aplica à lactante, ou seja, aquelas mulheres que estão amamentando.

Então, se a empregada, gestante ou lactante, trabalha em uma área insalubre, conforme a nova lei, ela terá de ser afastada, para exercer suas atividades em outro local que seja salubre. Uma vez afastada, ela não tem direito de receber o adicional referente à insalubridade, mas passada sua condição, ela poderá retornar ao seu antigo posto de trabalho normalmente.

Essa medida visa proteger tanto a mãe, quanto ao bebê, já que algumas atividades insalubres são desenvolvidas em locais de alta contaminação, como hospitais e postos de saúde.

Exame.com


4 de outubro de 2016

QUANTO CUSTA UM ACIDENTE? – DDS.



A modernidade invade as empresas.


A qualidade sem dúvida representa hoje a principal arma na venda da matéria-prima ou produto final. Entretanto, os acidentes do trabalho interferem sob camuflagem no andamento normal da produção.

Os problemas econômicos derivados do acidente de trabalho atingem a todos: acidentados, sociedade, nação e também, a empresa. Assim, o acidente do trabalho representa um custo social e privado.

As empresas são as mais fortemente atingidas pelas consequências antieconômicas dos acidentes de trabalho, apesar de nem sempre perceberem.

Podemos dizer mesmo que, via de regra, as empresas desconhecem os prejuízos que tem com os acidentes e às vezes seus dirigentes nem imaginam em quanto os acidentes oneram os custos dos seus trabalhos ou produtos.

No Brasil, uma parcela do custo é de responsabilidade da empresa seguradora (INSS), pois as empresas, por imposição legal, são obrigadas a manter seus empregados segurados contra acidentes do trabalho. Tal parcela constitui o que se denomina CUSTO DIRETO, ou mais propriamente Custo Segurado dos acidentes. Há, porém outra parcela, não rara, maior que a anterior que é de responsabilidade exclusiva do empregador, chamada CUSTO INDIRETO ou custo não Segurado do acidente.

Exemplos de custo segurado:

Despesas médicas, hospitalares e farmacêuticas necessárias na recuperação do acidentado. Pagamento de diárias e indenizações. Transporte do Acidentado.

Exemplos de custo não segurado:

Despesas com material nos reparos dos danos. Despesas com mão de obra na manutenção corretiva do equipamento acidentado. Prejuízos pelas horas improdutivas em decorrência do acidente.

As empresas brasileiras (urbanas e rurais) se transformam em verdadeiros campos de batalha. A cada ano, cerca de 750 mil trabalhadores São vítimas de acidentes de trabalho.

Deste total, 5 mil morrem e 20 mil ficam mutilados, sem condições de volta à atividade profissional.

Nessa guerra diária, 400 mil dão baixas do trabalho por pelos menos 15 dias, em função de algum tipo de acidente, e outros 280 mil são obrigados a ficar fora de ação por um período que pode variar de 15 dias a alguns anos.

Além do drama humano, este exercito de acidentados custa ao país 6 bilhões de DÓLARES por ano, segundo cálculos do Ministério do Trabalho.

Muitas empresas brasileiras, no entanto, estão longe de perceber o prejuízo que sofrem em função de não darem condições de trabalho a seus funcionários.

O custo indireto de cada trabalhador acidentado e quatro vezes maior que o custo direto do acidente. Ou seja, além dos gastos com seguro, médicos, e afastamento do trabalhador, existe uma perda ainda maior, já citada nos exemplos acima.

Sob o aspecto humano, poderemos afirmar que a preservação da integridade física, da vida e do gosto pelo trabalho são dádivas para o trabalhador e sua família. Mais do que isto, é o seu próprio direito!


FADIGA - DDS.



Uma pessoa fatigada tende a aceitar menores padrões de precisão e segurança. Ela começa a fazer uma simplificação de sua tarefa, eliminando tudo o que não for essencial. Os índices de erro começam a crescer. Um motorista fatigado, por exemplo, olha menos os instrumentos de controle e reduz a frequência das mudanças de marcha.

Isso produz um repentino aumento de erros, que podem resultar em acidentes. Mesmo que a pessoa pense que está fazendo o melhor possível, o seu padrão de desempenho vai caindo.

As tarefas com excesso de carga mental provocam decréscimo da precisão na discriminação de sinais, retardando as resposta sensoriais e aumentando a irregularidade das respostas. Com o aumento da complexidade nas tarefas, a fadiga também leva à desorganização das estratégias do operador para atingir os seus objetivos, encontrando maior dificuldade para combinar elementos, incluindo omissões daquelas tarefas de baixa frequência e alterações na memória de curta duração.

A sobrecarga ocorre quando as solicitações feitas sobre o indivíduo excedem sua capacidade de resposta, e isso depende do grau de liberdade que o operador dispõe para resolver o problema, da estratégia adotada para solucionar o problema e também dos conhecimentos e habilidades da pessoa.

O Segurito.