Acordo descumprido para nossa reflexão.




Recebi na caixa particular esse correio e como é uma maravilhosa sacada (Montar chapa de oposição com os sindicatos não alinhados), resolvi postar nesse blog, inclusive para mostrar que existem profissionais de talento que embora muito perto da aposentadoria ou já aposentados, ainda se preocupam com os destinos da nossa profissão.

Profissional de alto desempenho com tempo disponível e sem pretensões financeiras não se encontra facilmente, sabemos disso, mas se pretendemos mudar essa situação, necessitamos atrair, reter e motivar a classe prevencionistas do nosso estado, igualmente como já e feito em outras cidades brasileiras.

Marcio Santiago Vaitsman


Posto carta recebida na integra.

Porque os sindicatos não "alinhados" não lançam uma chapa de oposição?

Os que querem a mudança podem convencer os indecisos e enfrentar a situação...

Sei o quanto essa área é de difícil vivência (acompanhei a luta do Marcio na década dos anos 70, no Rio de Janeiro)...

Evitei me filiar ao Sindicato do DF por não acreditar nas propostas....

Enfim, vamos ver se há luz no fim do túnel ou se vamos continuar à mercê dos que nos prejudicaram até agora...

George James.Brasília - DF.


Segunda postagem.

Parabéns Márcio pelas observações, acredito realmente que os Técnicos em Segurança do Trabalho do Rio de janeiro, deveriam se juntar a você e encabeçar uma gestão responsável e promissora para os profissionais deste estado.

Valdizar Albuquerque - SP.


Caros amigos prevencionistas Valdizar Albuquerque e George James:

Como já tive a oportunidade de conversar com vocês, existem outros motivos para a satisfação financeira e pessoal, no momento não tenho pretensões em ocupar quaisquer cargos em sindicatos de classe.

Desde a década de 70, luto altruisticamente em defesa da regulamentação da profissão, pela melhoria das condições de trabalho, por um piso salarial justo as nossas responsabilidades, e fundamentalmente por um Conselho Federal exclusivo para a nossa classe.

Penso que enquanto não conseguirmos impor essas reivindicações, será utópico pensar em satisfação plena profissionalmente para todos nós técnicos em Segurança do Trabalho.

Marcio Santiago Vaitsman




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