Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

8 de dezembro de 2016

Saber não ocupa espaço - Se um profissional é preso, ele perde o emprego?


A condenação criminal, com cumprimento de pena privativa de liberdade, é uma das causas de rescisão do contrato de trabalho por justa causa, conforme art. 482, “d”, da CLT. Ou seja, o empregado que for considerado culpado em processo criminal, já com todos os recursos esgotados, poderá ser dispensado por justa causa.

Se o empregador optar por rescindir o contrato dessa forma, deverá quitar todas as verbas trabalhistas, sem exceção. Como o empregado não poderá comparecer, pois estará preso, o mais seguro é realizar o depósito das verbas a fim de evitar multas por pagamento das verbas rescisórias fora do prazo legal.

É importante destacar que a demissão por justa causa é o recurso mais extremo e, portanto, precisa ter fundamento. Em nenhum momento o empregador pode dispensar o empregado preso por abandono de emprego, por exemplo. A justa causa deve estar fundamentada no motivo correto, caso contrário, poderá ser considerada nula.

Existem outras possibilidades que surgem nesse cenário de prisão do empregado. É possível que o empregador opte por manter o contrato de trabalho apenas suspenso, ou ainda que haja dispensa sem justa causa, antes do trânsito em julgado da sentença criminal.

De toda maneira o contrato de trabalho fica suspenso automaticamente desde a prisão, estando o empregador isento de proceder ao pagamento de salários. Da mesma forma, outros reflexos da prestação de trabalho não produzirão mais efeitos, tais como férias, 13º e recolhimento ao FGTS. O contrato poderá ser retomado, sem prejuízo, quando o empregado estiver em liberdade.

Exame.com 




A INFLUÊNCIA DO CALOR NO TRABALHO - DDS.


O calor excessivo pode ser considerado como um inimigo no nosso trabalho. Ele influi diretamente no nosso desempenho, fazendo com que o cansaço apareça precocemente, deixando-nos muito das vezes até irritado.

Nosso organismo tem mecanismos de defesa contra o calor que é mecanismo termorregulador. Eles fazem com que a pessoa comece a suar. A pele mantendo-se molhada pelo suor faz com que as pessoas sentem a sensação de frescor.

O ambiente térmico pode ser descrito por meio de quatro parâmetros:

Temperatura, umidade, movimentação do ar e o calor irradiante, podendo ser natural, ou seja, o (sol) ou artificial (forno).

A medição destes fatores ambientais serve para avaliar se um indivíduo está próximo ou não de sua capacidade de resistência. Estas avaliações são realizadas pelos Técnicos e o resultado é comparado com dados previstos na legislação.

A condição homeotérmica (mesma temperatura) do corpo humano possibilita através de mecanismos fisiológicos a manutenção da temperatura interna ideal mesmo diante de agressões ambientais que variam de 50 graus negativos a 100 graus Celsius quando devidamente protegidos. Sem proteção essa variação é de l0 graus a 60 graus Celsius.

A principal forma de proteção ao calor, como já dito é através do suor. Outro mecanismo é a evaporação do próprio suor, pelas vias respiratórias e pelas vias urinárias.

Portanto a perda de água e sais minerais é intensa em ambientes quentes, sendo necessária a reposição sempre.

O desequilíbrio crônico entre as perdas e a reposição ocasiona os seguintes sintomas:

Desidratação, câimbras, fadiga prematura, esgotamento, lesões da pele, baixa produtividade, intermação (temperatura do corpo superior a 40 graus.

A maneira mais eficaz na minimização dos efeitos do calor sobre nosso organismo é adotar alguns cuidados na exposição contínua, devendo observar as seguintes recomendações:

Após algum tempo de trabalho em ambientes com incidência solar ou em ambientes confinados sem ventilação em épocas de muito calor, procurar descansar alguns minutos em locais mais ventilados e frescos.

Evite bebidas alcoólicas nas noites que antecedem uma jornada de trabalho em locais quentes. O álcool ingerido faz com que aumente ainda mais a necessidade de ingestão de água já deficiente nestes casos.

Procure beber água o suficiente apenas para suprir suas necessidades fisiológicas.

Procure ingerir algumas pitadas de sal de cozinha, contudo sem excesso, pois o sal provoca mais sede e pressão alta.

Procure ir para o trabalho com as roupas limpas. As roupas sujas são menos ventiladas em função do suor, sujeira e outros produtos presentes.

Não fique sem camisa sob um sol intenso. As irradiações ultravioletas e Infravermelhas, provenientes do sol provocam lesões, podendo estas lesões provocar o câncer de pele.

Pense nisso!


7 de dezembro de 2016

Empresa que não pune empregado por não usar EPI também é culpada em caso de acidente.



Os magistrados da 9ª Turma do TRT da 2ª Região entenderam que há culpa concorrente da empresa que não repreende empregado por não usar equipamento de proteção individual (EPI). Essa foi uma das decisões do acórdão de relatoria do desembargador Mauro Vignotto no julgamento de recurso impetrado por um ajudante geral contra empresa da área de plásticos na qual trabalhava. Ele teve perda total da visão de um olho quando quebrava caixas plásticas com um martelo sem utilizar óculos de proteção.

A sentença original havia indeferido pedido do empregado de indenização por dano moral, estético e pensão mensal, sob o argumento de que o acidente ocorrera por culpa exclusiva do trabalhador, uma vez que ele próprio decidiu não usar o equipamento. Dois laudos periciais realizados apresentaram posições divergentes: um atribuindo culpa ao trabalhador e outro à empresa.

Os desembargadores levaram em conta dispositivo da Constituição Federal referente à teoria da responsabilidade subjetiva (inciso XXVIII do art. 7º), que afirma: “… seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa”. Os magistrados verificaram a coexistência de três elementos fundamentais para a obrigação dessa indenização:

a constatação do dano, o nexo de causalidade com o trabalho e sua decorrência por dolo ou culpa do empregador. Também analisaram provas, como o depoimento de uma testemunha patronal responsável pela fiscalização do uso de EPIs, que contou ter chamado a atenção do funcionário várias vezes pelo não uso dos óculos, porém disse que ele nunca havia sido advertido por escrito.

“Assim, caracterizado o nexo de causalidade entre o acidente e as atividades desenvolvidas pelo trabalhador, bem como a culpabilidade da empresa, que não proporcionou um ambiente de trabalho seguro e nem agiu no sentido de exigir o cumprimento das normas de segurança, é assegurado ao empregado o direito de ser reparado (art. 186 e 927 do Código Civil)”, afirmou o relator no acórdão.

No entanto, em razão do reconhecimento de culpa também por parte do funcionário, foi decidida a distribuição proporcional dos prejuízos, nos termos do art. 945, também do Código Civil.

Tribunal Regional do Trabalho 2ª Região.

Objetivo das cores no local de trabalho como sinalização de segurança.



A Norma Regulamentadora (NR)26 estabelece padrões quanto à utilização de cores para sinalização de segurança do local de trabalho, com a finalidade de:

Prevenir acidentes;

Identificar os equipamentos de segurança;

Delimitar áreas, para fins de identificação das canalizações empregadas nas indústrias para a condução de líquidos e gases e advertências contra riscos.

Deverão ser adotadas cores para segurança em estabelecimentos ou locais de trabalho, a fim de indicar e advertir acerca dos riscos existentes, o que não dispensa a utilização de outras formas de prevenção de acidentes.

O uso de cores deverá ser o mais reduzido possível, a fim de não ocasionar distração, confusão e fadiga ao trabalhador.

A indicação em cor, sempre que necessária, especialmente quando em área de trânsito para pessoas estranhas ao trabalho, será acompanhada dos sinais convencionais ou da identificação por palavras, quando necessário.

Dentre as diversas cores previstas pela NR-26, citamos as de maior incidência.

Vermelho:

O vermelho deverá ser usado para distinguir e indicar equipamentos e aparelhos de proteção e combate a incêndio.

Não deverá ser usado na indústria para assinalar perigo, por ser de pouca visibilidade em comparação com o amarelo (de alta visibilidade) e o alaranjado (que significa Alerta).

É empregado para identificar:

Caixa de alarme de incêndio;

Hidrantes;

Bombas de incêndio;

Sirenes de alarme de incêndio;

Caixas com cobertores para abafar chamas;

Extintores e sua localização;

Indicações de extintores (visível a distância, dentro da área de uso do extintor);

Localização de mangueiras de incêndio (a cor deve ser usada no carretel, suporte, moldura da caixa ou nicho);

Baldes de areia ou água, para extinção de incêndio;

Tubulações, válvulas e hastes do sistema de aspersão de água;

Transporte com equipamentos de combate a incêndio;

Portas de saídas de emergência;

Rede de água para incêndio (sprinklers);

Mangueira de acetileno (solda oxiacetilênica).

A cor vermelha será usada, excepcionalmente, com sentido de advertência de perigo, quando se tratar de:

Luzes a serem colocadas em barricadas, tapumes de construções e quaisquer outras obstruções temporárias;

Botões interruptores de circuitos elétricos para paradas de emergência.

Amarelo:

O amarelo deverá ser empregado para indicar “Cuidado!”, assinalando:

Partes baixas de escadas móveis;

Corrimões, parapeitos, pisos e partes inferiores de escadas que apresentem riscos;

Espelhos de degraus de escadas;

Bordos desguarnecidos de aberturas no solo e de plataformas que não possam ter corrimões;

Bordas horizontais de portas de elevadores que se fecham verticalmente;

Faixas no piso de entrada de elevadores e plataformas de carregamento;

Meios-fios;

Corredores sem saída;

Vigas colocadas à baixa altura;

Cabines, caçambas e gatos de pontes rolantes, guindastes, escavadeiras etc.;

Empilhadeiras, Tratores, Vagonetes, reboques, etc;

Fundos de letreiros e avisos de advertência;

Bandeiras como sinal de advertência (combinado ao preto).

Branco:

O branco deverá ser empregado em:

Passarelas e corredores de circulação por meio de faixas (localização e largura);

Direção e circulação por meio de sinais;

Localização e coletores de resíduos;

Localização de bebedouros;

Áreas em torno dos equipamentos de socorro de urgência, de combate a incêndio ou outros equipamentos de emergência;

Área destinadas à armazenagem;

Zonas de segurança.

Nota: O preto poderá ser usado em substituição ao branco, ou combinado a este, quando condições especiais o exigirem.

Verde:

O verde é a cor característica da Segurança do Trabalho e deverá ser empregado em:

Canalizações de água;

Caixas de equipamento de socorro de urgência;

Caixas contendo máscaras contra gases;

Chuveiros de segurança;

Macas;

Fontes lavadoras de olhos;

Quadros para exposição de cartazes, boletins, avisos de segurança, etc.;

Porta de entrada de salas de curativos de urgência:

Localização de EPI;

Caixas contendo EPI;

Emblemas de segurança;

Dispositivos de segurança;

Mangueiras de oxigênio (solda oxiacetilênica).

Azul:

O azul, utilizado em “cuidado” está limitado a avisos contra uso e movimentação de equipamentos, que deverão permanecer fora de serviço.

Ainda poderá ser utilizado em canalizações de ar comprimido, prevenção na movimentação acidental de equipamentos em manutenção ou avisos dispostos nos pontos de arranque ou fontes de potência.

Guia Trabalhista.





Diferença profissional no trabalho – Reflexão.



Observando as diferenças profissionais dos colegas de trabalho, vou cada vez mais percebendo que somos parte de um grande quebra-cabeça, em que cada pequena peça tem a sua forma, mas que fica incompleta quando só... Assim sendo, podemos dizer que os Serviços Especializados em Segurança do trabalho, são espaços onde se trabalham com grandes diferenças.

Cada um com suas possibilidades e limitações, com sua maneira de ver e sentir o mundo. Cada um precisando do outro para que o quebra-cabeça da vida seja montado e plenamente vivenciado.

Por isso, faz-se necessário reconhecê-las e valorizá-las, não ignorando ou segregando um indivíduo, mas orientando e oportunizando, pacientemente, meios para que ele aprenda na pratica, sem massificar o que é ensinado.

Assim, a aprendizagem será evidenciada de várias maneiras, mostrando que cada um aprende no seu ritmo e no seu tempo, mas que todos aprendem, porque na diversidade vivemos, crescemos e aprendemos a compreender o outro.

Cada um, com sua experiência vivencial, constroem uma história junto ao outro; uma história de erros, acertos, certezas, incertezas, tropeços e firmezas que favorecerão novos caminhos, outros sonhos e tantas valiosas descobertas, pela experiência da diversidade funcional... Até porque a vida pessoal e profissional acontece de maneira diferente e que juntos podemos enriquece - lá cada dia!

Para todos aqueles que fingem não querer entender essas diferenças.

2 de dezembro de 2016

Linda mensagem de Chico Xavier para reflexão.



Nasceste no lar que precisavas, vestiste o corpo físico que merecias, moras onde melhor Deus te proporcionou de acordo com teu adiantamento.

Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.

Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.

Teus parentes, amigos são as almas que atraíste, com tua própria afinidade.

Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle, tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.

Teus pensamentos e vontade são a chave de teus atos e atitudes.... São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência.

Não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa, a mudança está em tuas mãos.

Reprograma tua meta, busca o bem e viverás melhor, embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, mas qualquer um pode começar agora e fazer um Novo Fim.

Pense nisso!

Benção do Chico.