Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
marciovaitsman@yahoo.com.br - marciovaitsman@gmail.com - http://twitter.com/SMSeg
PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

30 de junho de 2016

Investimento em saúde e segurança no trabalho dá retorno às empresas.


Pesquisa inédita do Serviço Social da Indústria (SESI) com 500 médias e grandes empresas mostra que, para 48% delas, ações para aumentar a segurança no ambiente laboral e promover a saúde de trabalhadores reduzem as faltas ao trabalho. Para 43,6%, esses programas aumentam a produtividade no chão-de-fábrica e 34,8% apontam que tais ações reduzem custos. Por esses motivos, as empresas dão grande importância ao tema.

No levantamento, realizado entre outubro de 2015 e fevereiro de 2016, 71,6% das indústrias afirmaram dar alta atenção à saúde e segurança dos trabalhadores. Além disso, na visão de 76,4% dos entrevistados, o grau de atenção da indústria brasileira ao tema deve aumentar nos próximos cinco anos – para 13,2%, essa atenção deverá aumentar muito. A pesquisa mostra ainda que a alta importância dada ao tema está relacionada, sobretudo, à preocupação com o bem-estar do trabalhador, à maior conscientização das empresas e à prevenção de acidentes de trabalho.

De acordo com o diretor de Operações do SESI Nacional, Marcos Tadeu de Siqueira, ao focar no tema, as empresas têm como resultado a redução dos acidentes e doenças ocupacionais no Brasil. Dados do Ministério do Trabalho e Previdência Social apontam que o número de acidentes de trabalho por grupo de 100 mil profissionais caiu mais de 17% entre 2007 e 2013 – de 1.378, em 2007, para 1.142, em 2013. “Os acidentes e doenças trazem grande variedade de despesas, desde custos médicos e indenizações aos trabalhadores e famílias até perda de produtividade e desgaste da imagem das empresas”, destaca.

PROMOÇÃO DA SAÚDE – Ainda de acordo com a pesquisa, a maioria das empresas realiza programas de promoção da saúde de trabalhadores que vão além do cumprimento de requisitos legais. Entre as principais ações estão a gestão dos afastamentos por doenças, executada por 87,8% das indústrias, e o monitoramento de aspectos ergonômicos no ambiente de trabalho, feito por 84% dos empreendimentos.

Exemplo de empresa que vai além das exigências legais quando o assunto é saúde e segurança no trabalho é a Coteminas, do setor têxtil. Desde 2009, a empresa, com 4 mil funcionários, realiza diagnósticos para mapear as necessidades dos trabalhadores e planeja ações juntamente com o SESI para combater os principais problemas de saúde dos funcionários das unidades de João Pessoa e Campina Grande. Na primeira pesquisa, a indústria identificou mais fortemente problemas de obesidade, sedentarismo e uso de drogas, como álcool e cigarro.

A partir daí, a Coteminas passou a desenvolver projeto de reeducação alimentar de trabalhadores e dependentes e reavaliou o próprio cardápio de refeições servidas nas fábricas com ajuda de nutricionistas. “Envolvemos a família nesse projeto. Muitas vezes, as esposas são quem fazem a comida dos funcionários”, explica o gerente de Recursos Humanos e Gestão da Qualidade da empresa, Iran Cosme.

Além disso, a empresa passou a intensificar campanhas de estímulo à prática esportiva e combate ao uso de drogas. “Hoje, as incidências de uso de cigarro e álcool entre os funcionários são mínimas e passamos agora a dar mais suporte aos familiares”, conta Cosme. Essas iniciativas contribuíram para a elevação do bem-estar e melhora da saúde dos trabalhadores. “Além da melhoria do ambiente de trabalho, com essas ações conseguimos reter talentos”, comemora.

RETORNO FINANCEIRO:

Outra empresa com bons exemplos de ações na área de saúde e segurança no trabalho é a fabricante de equipamentos Voith Hydro, de São Paulo. Com cerca de 2 mil funcionários, desde 2007 os líderes são capacitados em gestão da segurança no trabalho e eles diretamente supervisionam e orientam os trabalhadores para questões como uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e procedimentos de risco. “Por questões legais, muitas empresas têm especialistas em saúde e segurança no trabalho e a tendência é de os gestores passarem a responsabilidade total sobre a segurança dos trabalhadores a esses profissionais. Isso é pouco efetivo para empresas que buscam resultados nessa área”, destaca o gerente de Qualidade e Saúde e Segurança da Voith, Mauro Pires.

Segundo ele, os chefes imediatos têm influência no comportamento dos trabalhadores e consideram esses itens em avaliações de desempenho, por exemplo. Na Voith, aspectos de segurança dos trabalhadores são considerados no Programa de Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

“A valorização do tema provoca, inclusive, cobranças de uso de EPIs entre os próprios funcionários”, diz Pires. Em praticamente dez anos, a taxa de frequência de acidentes na empresa caiu de 25 acidentes por mil horas trabalhadas para 2 acidentes por mil horas trabalhadas, dentro dos padrões mundiais de segurança. Em algumas unidades, não há mais registros de acidentes. “Isso contribuiu para que reduzíssemos, em algumas fábricas, o Fator Acidentário de Prevenção (FAT), de 3% sobre a folha de pagamento, para 1,8%, uma excelente economia”, declara Pires.

Após dez anos investindo na gestão da segurança no trabalho, a taxa de frequência de acidentes na empresa Voith Hydro, em São Paulo, caiu de 25 por mil horas trabalhadas para dois acidentes por mil horas trabalhadas, dentro dos padrões mundiais de segurança. Em algumas unidades, não há mais registros de acidentes.

PRINCIPAIS DESAFIOS:

O levantamento do SESI foi realizado no setor de máquinas e equipamentos, construção, instalação e manutenção, indústria metalúrgica, indústria alimentícia, vestuário, embalagens e plásticos, têxtil, papel e celulose, calçados, energia, madeireiro, bebidas, entre outros.

De acordo com as empresas, os aspectos da área de saúde e segurança que mais prejudicam a produtividade dos trabalhadores são acidentes e estresse no trabalho seguidos de doenças crônicas não transmissíveis, como problemas osteomusculares, pressão alta e diabetes.

SERVIÇOS:

O SESI oferece soluções em saúde e segurança no trabalho e promoção da saúde adequadas a cada realidade empresarial. São serviços de consultoria que visam reduzir os custos das empresas, melhorar a saúde e o bem-estar de trabalhadores e aumentar a produtividade nas indústrias. Recentemente, a instituição lançou o Programa SESI de Gestão do Absenteísmo em 15 estados. A iniciativa envolve desde diagnóstico para entender as causas de afastamentos do trabalho a propostas de soluções, como criação e mudanças em políticas de SST da empresa e melhor gerenciamento de exigências legais para evitar custos adicionais com, por exemplo, o Fator Acidentário de Prevenção (FAP).



Portal da Industria.



28 de junho de 2016

Flash Over Training


O Flash Over ocorre muito comumente nos grandes incêndios, ceifando vidas e/ou causando queimaduras graves nas pessoas que se dispõe a combatê-lo.

O Flash Over, acontece sempre que a fumaça desprendida do incêndio em alta temperatura se inflama repentinamente e explode.

Veja o caso da ocorrência do Flash over em um cenário real.

Ao término deste vídeo, clique na foto que está na barra para assistir vários outros de sua preferência com assuntos relacionados







Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.






27 de junho de 2016

ACIDENTES X LESÕES - DDS


Os acidentes de trabalho, em função de suas lesões, podem ser classificados da seguinte maneira:

Acidente sem afastamento: é todo acidente que possibilita ao acidentado voltar às suas atividades habituais imediatamente após o acidente.

Acidente com afastamento: é todo acidente que impossibilita o acidentado de voltar às suas atividades até o dia imediatado ao acidente.

Acidente com incapacidade temporária parcial: é a perda de parte da capacidade para o trabalho por um determinado período, não afastando o acidentado da empresa.

Acidente com incapacidade temporária total: é a perda total da capacidade para o trabalho por um determinado período.

Acidente com incapacidade permanente parcial: é a redução de parte da capacidade para o trabalho, impossibilitando a execução de algumas tarefas. Normalmente este acidente deixa sequelas que poderão dificultar o convívio do acidentado na sociedade.

Acidente com incapacidade permanente total: é a perda total da capacidade de trabalho em caráter permanente. Este acidente poderá também excluir o acidentado do convívio na sociedade, trazendo sérios transtornos e dificuldades para si e também para seus familiares.

Lembrem-se: Nenhum acidente é desejável, tanto para a empresa como para os colaboradores, pois estes poderão trazer sérios prejuízos para ambos.


Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.


26 de junho de 2016

Criação de cursos... Falemos sério....

Caros Blogueiros, recebi essa mensagem de um técnico em segurança do trabalho que considero um dos melhores profissionais que tenho o prazer de compartilhar de sua amizade, dessa forma, posto na integra o seu ponto de vista sobre o problema que está mexendo com toda a nossa classe.

Tenho visto, em tempos recentes, uma intensa discussão sobre cursos de formação voltados para a nossa área, sejam eles específicos, genéricos, generalistas, técnicos, superiores, de graduação, de pós-graduação, do que mais for que alguém deseje citar ou criar...

Como se a simples criação ou autorização de funcionamento deste ou daquele curso fosse à solução para os problemas relacionados com a Segurança do Trabalho, com a Prevenção de Acidentes, com a elevação do nível de qualidade de vida dos trabalhadores ou dos profissionais da área...

Na verdade, afora interesses econômicos que possam ser prejudicados ou beneficiados, nada disso faz muito sentido, se mantivermos o foco da questão prevencionista...

O que conta realmente é a reestruturação da área como um todo, levando-se a prevenção ao nível mais destacado... isso só ocorrerá mediante a conjugação de uma série de fatores, desde a real valorização da atividade dentro da cabeça dos dirigentes das empresas, passando pelo seu real comprometimento com as atividades prevencionistas, pelo apoio aos profissionais contratados em condições dignas e remunerados de forma digna, pelo treinamento de todos os empregados e com seu envolvimento na atividade prevencionista...

Passa ainda por um controle não apenas estatístico, mas verdadeiramente prevencionista, baseado em conscientização (punição pecuniária não conta como motivador)... pela regulamentação das profissões dos envolvidos no contexto... pela criação de conselhos de classe independentes e dignos e pelo redirecionamento das atividades dos sindicatos...

Passa pela eliminação, pela erradicação de interesses espúrios que, para desânimo dos profissionais, ainda conseguem atravancar o progresso e o crescimento da área...

Passa por um reposicionamento geral, que dirija o apoio dos profissionais envolvidos para aqueles que realmente se preocupam com a Prevenção de Acidentes, seja em que área de atuação for, em detrimento dos que se locupletam, auferindo benesses à custa de toda uma população trabalhadora, simples massa de manobra numérica nas estatísticas destinadas a fundamentar o arrocho fiscal...

Tivéssemos o que está colocado aí em cima, e não precisaríamos nos preocupar com empresários do ensino interessados em ganhar dinheiro, donos de cursos, escolas e faculdades... tivéssemos isso e não precisaríamos nos preocupar com gente politiqueira, verdadeiros traficantes de influencia, que não tem o menor escrúpulo em adotar discursos diferenciados, em função do público a que se dirigem...

Como já disse, tenho visto o bastante para me convencer de que ainda não vi praticamente nada... Fora iniciativas isoladas, pessoais ou de algumas instituições que ainda permanecem sob controle de gente séria, o mais é baboseira, é perda de tempo...

Sejam valorizados e respeitados os verdadeiros profissionais - hoje já existentes - e tudo mais se organizará, seja na área de "formação em massa" (massa mesmo, com profissionais "certificados" às fornadas, até mesmo via Internet), seja na atividade prevencionista de verdade, seja na redução de gastos com acidentes (não na compensação financeira via arrocho fiscal), seja no surgimento de verdadeiros representantes das categorias, seja no fortalecimento das categorias já existentes (não precisamos, definitivamente, de novos títulos mas sim de ação baseada em apoio real)...

Um abraço a todos... especialmente aos que realmente lutam pela Prevenção de Acidentes, pela Segurança no Trabalho, pela defesa da integridade dos nossos colegas trabalhadores...

Aos que se sentirem incomodados com estas linhas, só posso dizer que lamento se os atingi... é apenas porque, antes, eles mesmos se colocaram na linha de tiro...

George James
Brasília – DF


Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.



23 de junho de 2016

Quem se machuca em home office sofre acidente de trabalho?


O home office ou trabalho em domicílio tem sido cada vez mais frequente, especialmente em razão do contato entre empregador e funcionário ter se tornado possível pela via da tecnologia.

Esse tipo de trabalho está sujeito às mesmas regras a que estão os colaboradores que prestam serviço no estabelecimento da empresa. Assim, também devem ser respeitadas, por exemplo, as regras sobre jornada de trabalho e segurança do trabalho.

Nesse sentido, mesmo quando o funcionário presta serviço em sua residência, o empregador é responsável pela sua segurança, devendo, por exemplo, cuidar para que sejam cumpridas as regras de ergonomia do trabalho.

Além disso, considerando que durante a prestação do serviço a residência do empregado se torna seu local de trabalho, a jurisprudência tem entendido que havendo um infortúnio durante o horário laboral, ele será considerado acidente de trabalho.

Assim, se o empregado adquirir uma doença do trabalho, como LER, em função da prestação do serviço, haverá acidente do trabalho. Da mesma forma, se o funcionário, durante seu horário de trabalho, tropeça na escada de sua residência e fratura o pé, por exemplo, também há acidente do trabalho.

Maior dificuldade, porém, surge quando o colaborador em seu horário de trabalho passa a executar uma tarefa (por exemplo, consertar uma torneira) sem relação com sua atividade laboral e sofre um acidente. Ocorrendo o infortúnio no horário de trabalho, presume-se que houve acidente do trabalho e, no entanto, pode haver prova em contrário de que o acidente não teve qualquer relação com a atividade laboral, situação em que deixará de ser acidente do trabalho.

Exame.com


Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.


22 de junho de 2016

Trabalho de risco gera acréscimos; veja quem tem direito.


Trabalhadores que estão expostos a agentes nocivos à saúde no ambiente de trabalho, sejam insalubres ou perigosos, têm direito a adicionais à remuneração mensal e também a aposentadoria especial.

O adicional de insalubridade é devido a todo empregado que mantenha contato contínuo e exposição a agentes nocivos à saúde, em limites superiores aos permitidos pela Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho (NR15). “Tais agentes podem ser de origem física, química ou biológica.

Assim, dependendo das condições de temperatura, luminosidade ou ruídos do local, utilização de produtos químicos ou limpeza de banheiros, incidirá o direito do empregado de receber adicional de insalubridade”, explica o advogado João Badari, sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados.

Já o adicional de periculosidade é devido ao trabalhador que presta serviços que impliquem em risco acentuado em virtude de exposição permanente a explosivos, inflamáveis, energia elétrica, ou ainda, que exerçam atividade de segurança patrimonial ou pessoal com risco de roubos e violência física e, mais recentemente incluído por nova lei, o trabalho em motocicleta.

“Uma vez enquadrada a atividade do empregado como perigosa, ele terá direito ao recebimento do adicional de 30% sobre seu salário. Destaca-se que o referido adicional não incide sobre os acréscimos salariais decorrentes de gratificações, prêmios ou PLR.

Não será devido o adicional quando a exposição se der de forma eventual, ou seja, ocasional, ou, ainda que habitual, se dê por tempo extremamente reduzido”, define a advogada Karla Guimarães da Rocha Louro, do escritório Baraldi Mélega Advogados.

Segundo a especialista, na hipótese em que a atividade do trabalhador se enquadrar como insalubre e perigosa, “prevê a legislação trabalhista que o funcionário poderá optar por um dos adicionais”.

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) especifica que o exercício profissional em condições insalubres, acima dos limites de tolerância estabelecidos pelo Ministério do Trabalho, assegura ao trabalhador um adicional de 40%, 20% ou 10%, que são classificados, respectivamente, em graus máximo, médio e mínimo.

A advogada Ana Virginia Menzel, do escritório Lapa Góes e Góes Advogados, observa que a Súmula 228 do Tribunal Superior do Trabalho estabelece a base de cálculo do adicional de insalubridade. “A súmula define que o adicional de insalubridade será calculado sobre o salário básico, salvo critério mais vantajoso fixado em instrumento coletivo”.

Ana Menzel ressalta que a caracterização da periculosidade e da insalubridade é feita através de uma perícia a cargo de médico ou engenheiro do trabalho. “Assim, quando ocorre um litígio trabalhista, no qual o trabalhador pleiteia o pagamento de um destes adicionais, este atrai para si o ônus da prova, e o juiz deverá designar um perito habilitado para afirmar se o ambiente do trabalho é realmente insalubre ou perigoso”.

Proteção:

De acordo com os especialistas, a regulamentação do Ministério do Trabalho considera que o Equipamento de Proteção Individual (EPI) é obrigatório para proteção do trabalhador que esta suscetível aos riscos que ameaçam sua segurança e saúde. “É obrigatório o uso de EPIs em ambientes de trabalho insalubres ou perigosos.

E o empregador deve fornecer os mesmos, de acordo com as normas estabelecidas para a função, neutralizando o agente nocivo à saúde. E, principalmente, a empresa deve fiscalizar o uso do equipamento por parte de seus funcionários”, afirma o advogado João Badari.

Segundo Karla Louro, a empresa deve fornecer o equipamento de forma gratuita e realizar orientação e treinamento do empregado quanto o seu manuseio e a sua conservação.

“Já o empregado que não utilizar ou se recusar de forma injustificada a cumprir as normas sobre segurança e saúde do trabalho, inclusive quanto ao uso dos EPIs, poderá sofrer penalidades como advertência, suspensão e até mesmo demissão por justa causa”, conclui.

A Tribuna.


Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.




















20 de junho de 2016

Sinceros agradecimentos.


Vocês não podem imaginar o quanto fico envaidecido ao receber as mensagens postadas por vocês a respeito deste modesto blog no meu correio particular.

São pessoas de vários continentes, isso mesmo, continentes, querendo saber sobre a prevenção no Brasil, outras solicitando ajuda na tomada de decisões em suas empresas e muitos pedidos de ajuda técnica na nossa área de atuação.

Respondo com muito prazer a cada uma das centenas de consultas diárias, mas, na medida do possível, porque também trabalho e tenho escasso tempo para tal.

Nunca imaginei que o modesto blog fosse ter essa repercussão, em tão pouco tempo de existência, mesmo porque não era esse o meu objetivo e sim postar assuntos que penso serem importantes e de interesse da nossa classe, a fim de ajudar aos colegas com matérias técnicas e opiniões inerentes a prevenção, onde pudesse apenas compartilhar minha experiência de mais de 30 anos na Prevenção de Acidente do Trabalho em empresas de grande porte.

Saibam que vocês são pessoas que admiro muito, embora não conheça alguns pessoalmente, outros são velhos amigos, mas, desde já, posso considerá-los todos como pessoas realmente especiais pelas mensagens de carinho enviadas via e-mail que acabou tornando meu dia feliz.

Tomara que a gente continue assim, sempre trocando informações técnicas e gestos de amizade e consideração.

As simples palavras são impregnadas de vibrações, esse blog é seu, por isso não devemos perder nenhuma oportunidade de nos manifestarmos num sentido otimista e de consideração afim de que possamos festejar um dia a criação do nosso Conselho Profissional, o objetivo maior do criador desse Blog.

Muito obrigado a todos os seguidores.

Marcio Santiago Vaitsman


Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.




16 de junho de 2016

Integrante da CIPA que renunciou ao cargo pode ser demitido?


O empregado eleito para o cargo de cipeiro, ou seja para a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), como representante dos trabalhadores, e seu suplente, tem estabilidade no emprego desde o registro da candidatura até um ano após o término do mandato.

Nesse período eles só podem ser demitidos por justa causa ou por pedido de demissão. Esta é uma medida de proteção para permitir que esses funcionários possam exercer suas funções na CIPA com independência.

A estabilidade do cipeiro é uma garantia decorrente do cargo ocupado pelo trabalhador, e não de uma condição pessoal, como na estabilidade por acidente de trabalho ou por gravidez.

Havendo renúncia ao cargo na CIPA pelo funcionário, a Justiça do Trabalho tem se inclinado, na maioria das decisões, a entender que esse empregado perde o direito à estabilidade, uma vez que desaparecem as condições que justificam essa proteção.

Por último é importante ressaltar que, caso seja verificada a existência de alguma forma de coação por parte do empregador para o funcionário renunciar ao cargo da CIPA, com sua posterior dispensa sem justa causa, esse ato deverá ser anulado pela Justiça do Trabalho, voltando o trabalhador a ter estabilidade.

Exame.com


Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.


15 de junho de 2016

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - DDS.

O equipamento de proteção individual pode ajudá-lo a proteger você contra perigos físicos, principalmente a sua saúde.

O equipamento de proteção individual que deve ser usado, depende da natureza do risco que você está exposto.

Dentre os perigos físicos que requerem o uso dos EPI. Estão:

Objetos em queda, Calor ou frio; Equipamentos ou peças em movimento; Solda; Objetos cortantes; dentre outros existente.

Os perigos à saúde podem ser:

A exposição a substâncias químicas; Materiais que possam ser inalados ou irritar seus olhos ou pele.

Proteja seus olhos:

Sempre use óculos de proteção, lentes protetoras ou protetores faciais para o rosto quando houver possibilidade de substâncias químicas atingirem seus olhos.

Luvas protetoras o ajudarão a manter as mãos intactas; Luvas de borracha; Neoprene ou Vinil o protegerão contra substâncias químicas.

Há vários outros tipos de substâncias químicas diferentes, portanto informe-se com o Técnico em segurança de sua empresa.

Um calçado com biqueira pode ajudá-lo a manter seus pés seguros contra muitos perigos, principalmente se manusear objetos pesados que possam esmagar seus pés.

Use botas de borracha ou impermeável a substâncias químicas ou água de esgoto.

Deve-se usar um capacete resistente quando houver objetos que possam cair ou perigo de batida contra.

Às vezes é necessário proteger todo o corpo, alguns serviços exigem um traje completo ou avental de proteção para manter seu corpo protegido dos perigos existente do local de trabalho.

Caso tenha dúvidas sobre o tipo de EPI que deva ser usado na sua atividade, pergunte ao Técnico em Segurança, ele vai ajudá-lo.


Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado e, quem não luta pelo seu direito, não é digno dele.