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DDS – EPI/EPC no ambiente de trabalho.

  A segurança no trabalho é um tema essencial em qualquer organização, independentemente do setor de atuação. A adoção de medidas preventivas contribui para a redução de acidentes, a preservação da saúde dos trabalhadores e a melhoria das condições no ambiente profissional. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) têm como objetivo amenizar os acidentes caso aconteça, proteger os trabalhadores, já os Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs). trata-se de todo dispositivo ou sistema de âmbito coletivo, destinado à preservação da integridade física e da saúde dos trabalhadores, assim como a de terceiros, ambos têm como objetivo amenizar os acidentes caso aconteça, proteger a saúde dos trabalhadores, mas atuam de maneiras diferentes e complementares com podemos observar. Nesse contexto, destacam-se os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e os Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs), que desempenham papéis fundamentais na prevenção de riscos e que muita das vezes, por ser us...

TST - Ajuda-me a fazer uma reflexão: Qual será a verdadeira intenção do empresário ao contratar um Técnico em Segurança do Trabalho.

Atualmente, a presença de um Técnico em Segurança do Trabalho dentro das empresas tornou-se algo cada vez mais comum. Contudo, é uma questão que merece ser levantada: Qual é de fato, a intenção do empresário ao decidir incluir esse profissional em seu quadro funcional de sua empresa? Estaria ele apenas atendendo a uma exigência legal, ou realmente compreendendo a importância da prevenção e da preservação da vida humana no ambiente laboral? Sabe-se que a legislação brasileira, por meio da Norma NR 04 Serviços especializados em Segurança do Trabalho, e da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), determina que empresas de determinados portes e graus de risco mantenham serviços especializados em segurança e medicina do trabalho. Essa obrigação tem o propósito de reduzir acidentes, preservar a saúde ocupacional e promover condições adequadas de trabalho. No entanto, é perceptível que, em muitas organizações, a contratação do Técnico em Segurança do Trabalho ainda é vista apenas como cumpri...

Enquadramento do Motoboy ao acidente do trabalho.

Nos últimos anos, têm surgido atualizações relevantes na legislação brasileira relacionadas à atividade dos motociclistas profissionais de entrega, conhecidos popularmente como motoboys ou entregadores. Mais recentemente, novos projetos de lei e discussões legislativas vêm sendo debatidos no âmbito do Congresso Nacional do Brasil, com o objetivo de ampliar a proteção desses profissionais, especialmente diante da expansão do trabalho por aplicativos de entrega. Essas mudanças refletem a crescente preocupação com a segurança desses trabalhadores, que utilizam a motocicleta como principal ferramenta de trabalho e, consequentemente, estão altamente expostos aos riscos do trânsito. Não existe apenas uma "lei única" exclusiva para o acidente de moto, mas sim um conjunto de normas que enquadram o motociclista conforme a situação do acidente. Vejamos as principais: Lei nº 8.213/91 – Benefícios da Previdência - artigos19, 21, IV” d”. Lei nº 12.997/14 – Altera CLT. - Altera artigo 19...

DDS - Operação Segura com equipamento de guindar ou Içar.

Antes de iniciar este DDS, são necessárias algumas definições: Rigging: É a atividade, o processo ou o planejamento técnico de içamento e movimentação de cargas. Profissional (o sinaleiro, amarrador, montador) especializado em planejar, montar e operar cargas suspensas ou estruturas. Guindaste é considerado um equipamento de içar (ou de guindar), e não um simples guincho, f oram projetados para levantar, suspender e movimentar cargas verticalmente e horizontalmente com segurança, utilizando cabos de aço, ganchos e lança. A operação de guinchar/içar em obras e ambientes industriais exige atenção constante, capacitação e cumprimento rigoroso das normas de segurança. Pequenas falhas podem resultar em acidentes graves, colocando em risco trabalhadores, materiais, operação e terceiros. Apresento algumas orientações técnicas essenciais para garantir uma operação segura com içamento: O plano de Rigging é um documento técnico detalhado e formalizado (previsto na NR-12) que planeja todas as...

Escolha você mesmo o assunto do seu DDS.

  Prezados seguidores  (as) deste blog. Estamos constantemente empenhados em compartilhar conteúdos relevantes e atualizados para fortalecer a segurança, o bem-estar e o desenvolvimento dos colaboradores. Gostaríamos de contar com a sua participação! Dessa forma eu pergunto quais temas de DDS (Diálogo Diário de Segurança) vocês consideram mais importantes para serem abordados e repassados para seus colaboradores? responderemos na medida do possivel. Sua sugestão é fundamental para que possamos direcionar os próximos conteúdos de forma alinhada às necessidades reais do seu ambiente de trabalho, contribuindo para a prevenção de acidentes, promoção da saúde e fortalecimento da cultura de segurança. Envie sua sugestão nos comentários ou por mensagem direta para marciovaitsman@yahoo.com.br A sua participação faz a diferença na construção de um ambiente mais seguro e consciente para todos. Atenciosamente, Marcio Santiago Vaitsman

DDS – SEGURANÇA NO USO DE FACAS.

As estatísticas mostram que as facas causam mais ferimentos incapacitantes do que qualquer outra ferramenta manual. Isso acontece porque é uma ferramenta muito comum, utilizada tanto no trabalho quanto em casa. Praticamente todos nós já usamos uma faca para abrir caixas, cortar materiais ou preparar alimentos. No ambiente de trabalho, o uso é ainda mais frequente, especialmente em almoxarifados, produção, açougues e frigoríficos. Por isso, todos estamos expostos ao risco de acidentes com essa ferramenta. Principais riscos: O principal risco no uso de facas é o escorregamento da mão sobre a lâmina, causando cortes graves; Outro risco comum é atingir a mão livre ou outra parte do corpo durante o corte, assim como atingier  principalmente os olhos quando da quebra da lamina. Além disso: Nunca utilize faca ou ferramenta cega ou danificada; Nunca improvise ferramentas. seja qual for; Medidas de segurança para evitar acidentes, siga estas orientações: Sempre corte no sentido contrário ao...

DDS - PREPARAÇÃO DE ÁREAS SEGURAS DE TRABALHO.

  Dizem que é impossível eliminar todos os riscos à nossa volta, é verdade, o melhor que podemos fazer é eliminar alguns e minimizar o máximo possível outros.  Uma pessoa que tenha que dirigir em estradas asfaltadas e escorregadias em dias chuvosos, não pode eliminar os riscos devidos as condições da estrada ou a má visibilidade, mas pode minimizá-los. Em primeiro lugar não deve usar pneus lisos para transitar com automóvel, devemos verificar se os limpadores de para-brisas estão funcionando bem e outros acessórios para uma eficaz operação. Chegando à estrada, o condutor deverá ser cauteloso, procurando uma velocidade compatível com aquelas condições de tráfego. Ela abaixará os vidros das janelas frequentemente para diminuir o embaçamento ou utilizar-se do ar-condicionado se houver. Manterá a distância necessária de outros veículos. No geral, a pessoa deverá intensificar suas táticas de direção defensiva, esperando pelo pior, mas sempre procurando dar o melhor de si para que n...

DDS – Qual deverá ser a postura do Técnico em Segurança do Trabalho diante do Assédio Moral e Sexual nas Empresas.

A atuação do Técnico em Segurança do Trabalho vai além da prevenção de acidentes físicos. Ele também tem papel fundamental na promoção de um ambiente de trabalho saudável, ético e respeitoso, onde todos os trabalhadores sintam-se seguros física e emocionalmente. Entre os desafios presentes nas organizações, o assédio moral e o assédio sexual são práticas graves que ferem a dignidade humana, comprometem a saúde mental e o equilíbrio social no trabalho, e configuram infrações passíveis de punições legais. Assédio Moral: O assédio moral caracteriza-se por condutas repetitivas que expõem o trabalhador a situações humilhantes, constrangedoras ou degradantes. Essas atitudes podem ocorrer de forma verbal, gestual ou comportamental, e têm como objetivo ou consequência o enfraquecimento emocional da vítima, levando à perda de autoestima, isolamento e até afastamentos médicos. Exemplos: gritos, humilhações públicas, sobrecarga proposital de tarefas, exclusão de atividades ou desvalorização const...

Reflexão sobre a força da Nossa Profissão.

Caros seguidores deste blog, hoje quero falar com vocês sobre algo que vai muito além de normas, EPIs ou relatórios. Quero falar sobre a nossa essência profissional , sobre aquilo que realmente nos move que é a preservação da vida e da dignidade humana. Todos nós, em algum momento, escolhemos essa profissão porque acreditamos no valor da prevenção . Acreditamos que nenhuma produção vale uma vida. Mas, com o passar do tempo, muitos de nós fomos sendo engolidos pela rotina, pelos desafios e pela falta de reconhecimento. E é justamente aí que precisamos refletir, quem vai valorizar a nossa profissão, se nós mesmos não a defendermos? A profissão de Técnico em Segurança do Trabalho é o sustento de milhares de famílias. É dela que tiramos o pão de cada dia, o orgulho de proteger o outro, e a esperança de um futuro mais humano e seguro. Mas, para que essa profissão continue viva e respeitada, precisamos estar unidos de verdade. É muito difícil conquistar avanços quando cada um caminha sozin...

Em Resposta ao Tema Conselho Profissional Próprio.

  Como é sabido, assim como centenas de outros Técnicos em Segurança do Trabalho, não sou a favor de que a nossa profissão seja vinculada a um conselho profissional que não seja o seu próprio, objetivando respeito às atribuições de natureza técnica da profissão. Reconheço, contudo, a importância e o papel institucional de um Conselho Federal de Classe profissional, cuja função é assegurar a observância dos princípios éticos, normativos e legais da profissão, padronizar procedimentos, orientar os conselhos regionais e zelar pela credibilidade e autonomia técnica da categoria perante a sociedade e o Estado. É por meio de um Conselho Federal específico que se consolidam as diretrizes nacionais, garantindo a unidade de representação e a valorização profissional. “Não tenho  absolutamente  nada a declarar quanto à competência dos demais Conselhos de Classe, pois reconheço que cada um possui sua função legal e institucional”. Entretanto, existe uma jurisprudência contestada pe...