Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

30 de setembro de 2015

Revolução digital pode reinventar o emprego contemporâneo.


Desde o fim do século 18 no Reino Unido, revoluções industriais tentam realizar o sonho do escravo mecânico. Tudo começou com a mecanização da indústria têxtil, assumindo depois a fabricação de objetos, que deixaram de ser feitos à mão.
 
Era a primeira Revolução Industrial. Ela foi complementada pela linha de montagem para produção em massa, contribuição dos EUA no início do século 20, que criou o que se convencionou chamar de Segunda Revolução Industrial. A digitalização dos processos de manufatura promete criar uma terceira revolução, com novas ideias como impressão tridimensional, robôs colaborativos e serviços acessíveis online.
 
Enquanto a capacidade das máquinas cresce exponencialmente, a de seus operadores continua, em linhas gerais, não muito diferente do que era em tempos pré-históricos. Até agora essa simbiose entre forças produtivas correu bem. A tecnologia agrícola gerou a agroindústria, a revolução industrial levou as pessoas para as fábricas e a globalização e automação as tiraram delas para colocá-las em escritórios de serviços de informação. Ao longo de todas essas transformações, o número de empregos sempre aumentou.
 
A terceira revolução, no entanto, não promete ser tão amigável com aqueles que a criaram. Robôs e algoritmos espalhados por funções de todos os níveis - de garçons a cirurgiões, de motoristas a fornecedores de serviços jurídicos - tendem a uma eliminação de postos de trabalho constante e permanente, em ritmo jamais visto.
 
A esperança de que as máquinas livrem seus donos de fardos costuma vir acompanhada do temor de que elas, mesmo que não se revoltem, acabem por tirar-lhes a capacidade de ação. Muitas vezes desprezado como falácia tecnófoba, esse medo vem ganhando popularidade graças à crescente concentração de capital, sua prevalência sobre o trabalho, a sutil desvalorização do trabalhador e a velocidade das tecnologias de informação.
 
Como toda revolução tecnológica, ela é superestimada a curto prazo para ser subestimada a longo prazo. Empresas costumam levar diversos anos para substituir trabalhadores por máquinas. Apesar de existir desde a década de 1960, robôs começaram a dominar as fábricas nos anos 90. Como eles, PCs existem desde o início dos anos 1980, mas não ameaçavam empregos até próximo da virada do século. Hoje há a promessa de drones comerciais, carros autônomos e robôs que fritam hambúrgueres. Todas as tecnologias são viáveis e visíveis, por mais que seu efeito no mercado de trabalho não seja significativo. Ainda.
 
Talvez demore para que máquinas tenham capacidades humanas como a compaixão, a criatividade e a reflexão profunda. Mas quantas vezes esse tipo de habilidade é demandada de um trabalhador de fábrica? De um cobrador de ônibus? De um burocrata? De você? A maioria dos trabalhos é tediosa, repetitiva, maçante, rotineira e fácil de automatizar, pelo menos em parte.
 
Há um certo exagero no otimismo que defende que a tecnologia cria empregos. Por mais que existam novas profissões, boa parte das novas oportunidades de trabalho criadas já existia há mais de meio século. Para piorar, os novos negócios tendem a ser mais “eficientes”, e demandam cada vez menos funcionários.
 
Mas até que ponto o trabalho humano é verdadeiramente importante? Até a primeira Revolução Industrial ele era considerado um castigo divino, punição imposta a Adão e Eva por suas sacanagens no jardim do Éden. A visão de Paraíso sempre foi uma visão de ócio criativo.
 
Foi só com a popularização da igreja calvinista que o trabalho passou a ser considerado um valor, não um fardo. Max Weber chamou essa ideologia de ética protestante. De acordo com ela, só o trabalho, não a compaixão ou a devoção religiosa, levariam à salvação da alma. Sua influência é tão grande atualmente que até hoje a primeira pergunta que se faz a um indivíduo é relacionada a seu emprego.
 
O emprego, no mundo contemporâneo, está diretamente relacionado à autoestima. São poucos os “esclarecidos” que não se sentem culpados por estarem improdutivos. Pouco importa a origem ou a fortuna pessoal, todos precisam trabalhar. Quanto mais, melhor.
 
A devoção quase religiosa ao trabalho em tempos de prosperidade sem precedentes faz com que muitos sacrifiquem a família, a saúde e o desenvolvimento pessoal em nome de um salário que não conseguirão gastar. Não custa lembrar que o portão de entrada do campo de concentração de Auschwitz dizia “o trabalho liberta”.
 
A crença irracional e dependência no trabalho pelo trabalho leva muita gente a se escravizar em tarefas desprovidas de propósito, identidade, autonomia ou criatividade. Excomungados dessa seita, poucos desempregados usam seu tempo para desenvolver atividades sociais, aprender ou fazer esportes. A maioria, deprimida, vê TV ou dorme enquanto espera uma nova “oportunidade”
 
Durante a Depressão de 1929, o economista John Maynard Keynes percebeu que a condição poderia ser transitória, e que uma única saída possível estaria em uma semana de 15 horas de duração, que ele imaginou que aconteceria por volta de 2030. Durante muito tempo sua proposta foi criticada, mas à medida que se chega próximo ao prazo, percebe-se que sua opinião tem fundamento.
 
Assumindo que a previsão de Keynes se concretize, muitos sentirão a tentação de obter dois ou três empregos, apenas para descobrir que eles não existem. E que os empregos em que eles estão demandarão um conhecimento e preparo que provavelmente ocupará boa parte da semana. O resto poderá ser investido em saúde, educação, socialização e outras atividades para as quais ninguém parece ter tempo hoje, como política, filosofia e cidadania.
 
A palavra “escola”, a propósito, surgiu do grego, e quer dizer “lazer”, descanso e atividades em que o tempo livre é empenhado, como debates e discussões; filosofia. É triste ver que a instituição que surgiu para ensinar as pessoas a pensar hoje as adestra para trabalhar.
 
Emprego e desemprego não são grandezas absolutas, nem mutuamente exclusivas. Há uma grande quantidade de condições intermediárias entre esses dois extremos, que pode ser vista em boa parte das indústrias criativas mais inovadoras.
 
Um ambiente que não dê tanta importância ao emprego não precisará ter gente comutando de casa para o trabalho todos os dias, e tampouco necessitará de grandes prédios de escritórios. Isso pode mudar completamente a dinâmica das cidades, grandes e pequenas, à medida que a semana de 40 horas de trabalho seria substituída por outra mais flexível, remota e inclusiva.
 
A sociedade do século 21, sob esse aspecto, pode se tornar bastante parecida com a do século 19, uma economia marcada por trabalhos episódicos em diversas atividades, nenhuma central, em que a própria ideia de desemprego não faria o menor sentido.
 
Folha de São Paulo.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
Pense nisso!

29 de setembro de 2015

Limites... DDS autoajuda.


Qual o seu limite para sonhar e realizar objetivos em sua vida?
 
Nenhum.
 
O limite é você quem impõe. Você é a única pessoa que pode colocar restrições nos seus desejos.
 
Veja que as grandes realizações do nosso século aconteceram quando alguém resolveu vencer o impossível...
 
Nas navegações, encontramos um Colombo determinado a seguir viagens pelo mar, mesmo estando cansado de ouvir que o mar acabava e estava cheio de monstros terríveis.
 
Santos Dumont, foi taxado de louco tantas vezes que nem mais ligava para os comentários até fazer subir seu 14 Bis....
 
Ford foi ignorado por banqueiros e poderosos que não acreditavam em carros em série.
 
Einstein foi ridicularizado na Alemanha...
 
Desistir de nossos projetos, ou aceitar palpites infelizes em nossas vidas é mais fácil do que lutar por eles. Renunciar, chorar, aceitar a derrota é mais simples pelo simples fato de que não nos obriga ao trabalho.
 
E ser feliz, dá trabalho.
 
Ser feliz é questão de persistência, de lutas diárias, de encantos e desencantos.
 
Quantas pessoas ainda passaram pela sua vida e te magoaram?
 
Quantos passarão pela sua vida só para roubar tua energia?
 
Quantos estarão realmente preocupados com você?
 
A questão é como você vai encarar essas situações.
 
Como ficarão seus projetos... Eles resistirão às amarguras e desacertos do dia a dia?
 
O objetivo você já tem: ser feliz!
 
Como alcançar você já sabe: lutando!
 
Resta saber o quanto feliz você realmente quer ser. E principalmente; qual o limite que você colocou em seus sonhos.
 
Lembre-se: não há limites para sonhar... Não se limite, vá à luta!
 
O impossível é apenas algo que alguém ainda não realizou!
 
 
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Pense nisso! 

27 de setembro de 2015

As Instâncias da Justiça do Trabalho – É bom saber isso.


A Justiça do Trabalho faz parte da Justiça Federal Especial e tem por objetivo julgar as ações que envolvem direitos trabalhistas, ou seja, aqueles decorrentes da relação de emprego.
 
PRIMEIRA INSTÂNCIA:
 
A primeira instância da Justiça do Trabalho é formada pelos Tribunais do Trabalho, compostos por diversas Varas do Trabalho ou, nos municípios de menor porte, por Varas Únicas do Trabalho.
 
Em primeira instância, as sentenças ou quaisquer outras decisões no transcorrer do processo, são tomadas pelo Juiz Monocrático do Trabalho.
 
Em nosso caso são os denominados Juízes do Trabalho que de forma solitária proferem as sentenças no Processo do Trabalho.
 
A parte inconformada com a decisão monocrática, aquela prolatada pelo Juiz da Vara do Trabalho, recorre dessa decisão para o Tribunal de Segunda Instância que se localiza na capital do respectivo Estado.
 
INSTÂNCIA INTERMEDIÁRIA:
 
Em todo o nosso sistema judiciário das decisões proferidas pelos juízes de primeira instância, para a parte inconformada existe o direito de recurso que é remetido para uma instância imediatamente superior, formada por um colegiado de desembargadores que têm o poder de manter ou alterar a decisão proferida pelo Juiz de Primeiro Grau.
 
No Sistema Judiciário do Trabalho cada Estado possui a sua corte de recursos trabalhistas, são os Tribunais Regionais do Trabalho.
 
INSTÂNCIA SUPERIOR:
 
Ainda dentro da mesma organização da Justiça do Trabalho temos um segundo órgão de apelação que é o Tribunal Superior do Trabalho – TST, localizado em Brasília e que tem poderes para julgar os recursos contra as decisões proferidas pelos diversos Tribunais Regionais do Trabalho de todos os Estados da federação, mantendo ou alterando as decisões proferidas por aquelas cortes estaduais.
 
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL – STF:
 
O STF, a Corte Suprema de todo o poder judiciário brasileiro, tem competência para as decisões proferidas pelo TST quando, na ação trabalhista houver discussão de matéria com natureza constitucional.
 
Perícia Judicial do Trabalho.
O Segurito.
 
 
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24 de setembro de 2015

Cuidado com o Explosímetro.


Após muita luta e argumentação você conseguiu que a empresa adquirisse um explosímetro e começou a utilizar nos setores com este tipo risco na empresa.
 
Você tem certeza de que está utilizando o equipamento de forma correta?
 
Ahhh, professor, é a coisa mais fácil! Basta ligar e quando o aparelho começar a apitar tá na hora de sair ou corrigir o problema. Não é só isso?
 
Infelizmente não.
 
Para o equipamento fazer o alerta adequadamente será preciso que seja realizada a configuração prévia de acordo com o produto que você pretende avaliar. Esta configuração leva em consideração o limite inferior de explosividade (LIE) para cada produto.
 
Este LIE seria a concentração mínima para um determinado gás inflamável entrar em combustão.
 
Ainda não entendi qual o problema de não ter está configuração, professor?
 
Por exemplo, você trabalha em uma área em que o risco é devido ao gás Metano que possui um determinado LIE, em função deste limite o equipamento será configurado para lhe alertar a 10% deste valor para que se tenha uma boa margem de segurança.
 
Porém, em um outro dia qualquer o produto que pode estar presente no ambiente em que trabalhador vai realizar sua atividade é o Octano que possui o LIE inferior, ou seja, como equipamento estava configurado para o Metano e não para o Octano o equipamento só iniciará o alerta com valores bem mais elevados e dependendo da situação talvez seja tarde para tomar uma decisão de correção ou mesmo fuga do ambiente.
 
Percebe que pode haver um acidente gravíssimo mesmo após a aquisição de um equipamento que não esteja sendo bem utilizado?
 
O Segurito.
 
 
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23 de setembro de 2015

Venha você também fazer parte desse Blog.



Caros companheiros (as).
 
Mais uma vez agradeço a participação de todos pelo sucesso desse blog que na verdade foi criado para defender os interesses de todos os Técnicos que labutam na área da Prevenção.
 
Estamos diariamente lutando em prol da classe e principalmente pela criação do nosso Conselho, sabemos que apenas unidos e mobilizados poderemos busca melhores condições profissionais, mas para isso, precisamos de apoio de todos, seja um seguidor e recomende esse blog para seus amigos.
 
Nunca permita que outros decidam por você o futuro da sua profissão.
 
Marcio Santiago Vaitsman
 
 
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22 de setembro de 2015

UMA PARABOLA PARA REFLETIR.


Certa vez um vagalume chamado Spai, voava pela floresta e, como de costume, ele percorria determinado caminho para ir para casa.
 
No meio do caminho Spai notou a presença de outro animal, porém não deu muita atenção, pois se tratava de uma cobra, um bicho que nunca o incomodara.
 
Então, Spai continuou a voar e percebeu que a cobra começou a segui-lo. Quanto mais rápido Spai voava, mais rápido a cobra o seguia.
 
E em determinado momento Spai cansou-se de voar em alta velocidade e, vendo que a cobra estava cada vez mais perto, resolveu parar e enfrentar a sua desafiante.
 
A cobra demonstrava raiva e deixava clara a intenção de devorá-lo simplesmente. Então, Spai que já estava muito cansado e vendo que seria devorado pela cobra, pediu um minutinho antes do ataque e perguntou:
 
- Por que tu me segues? Porque tu queres me matar?
 
A cobra respondeu:
 
- Não sei.
 
Spai então falou:
 
- Eu nem faço parte da sua cadeia alimentar. Eu não te fiz nada.
 
Spai, mesmo assim, vendo que seria devorado, lhe fez a última pergunta:
 
- Afinal de contas, por que tu queres acabar comigo?
 
Por que me seguiste e agora queres me matar?
 
A cobra enfim respondeu:
 
- Ora vagalume, eu odeio ver alguém brilhar na minha frente.
 
E, quando a cobra foi atacá-lo, Spai apagou a sua luz por um momento e conseguiu esconder-se da cobra invejosa.
 
Spai tomou outra direção e sobreviveu, mas teve que apagar seu brilho por instantes.
 
Entre os humanos também é assim: Tem gente que não suporta ver os outros brilharem.
 
 
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21 de setembro de 2015

Obrigado por me demitir. Reflexão.


Aluno repetente na escola, o chinês Ma Yun tentou entrar diversas vezes na universidade, mas não conseguiu. Colocou a cara a tapa por 30 vezes na busca por um emprego e falhou em todas as tentativas. E a resposta para tantas recusas, invariavelmente, era: “não, você não é bom”. No entanto, as empresas e instituições provavelmente repensariam suas negativas se soubessem do que esse jovem seria capaz. As rejeições serviram de aprendizado para o rapaz, que foi responsável pela fundação de um dos maiores sites de comércio eletrônico do mundo, o Alibaba. E esse chinês, antes um jovem Ma Yun com poucas perspectivas, se tornou Jack Ma, um dos homens mais ricos do mundo.
 
Diferente das alcunhas que carregam, algumas pessoas que, convencionalmente, classificamos como vitoriosas ou bem-sucedidas, tiveram que enfrentar barreiras e recusas que, em vez de fazê-las fraquejar, possibilitaram que construíssem negócios e carreiras que talvez não fossem possíveis se tivessem recebido o esperado “sim” dos empregadores.
 
Desistir de um emprego relativamente seguro ou mesmo se ver rejeitado e demitido do que seria o seu trabalho dos sonhos pode não parecer um bom prognóstico para uma trajetória brilhante. No entanto, essa saída da zona de conforto e o desprendimento de convicções fechadas sobre o que é o melhor para si podem ser o pontapé para algo maior e mais gratificante para o profissional.
 
Desemprego: não tema:
 
Ser demitido pode parecer ruim num primeiro momento. Pedir demissão também evoca sentimentos de dúvida e medo em relação ao que vem pela frente. No entanto, em ambos os casos, é possível colher muitos frutos e incrementar a carreira. “A demissão pode ser a chave para o próprio processo de desenvolvimento de um profissional”, explica Alfredo Castro, diretor-sócio da MOT – Treinamento e Desenvolvimento Gerencial.
 
No caso dos demitidos pelas empresas, Castro reforça a importância de o profissional entender as razões que levaram à demissão. “Muito embora seja visto como algo negativo na maioria das vezes, o fato de ser demitido pode responder perguntas-chave sobre sua capacidade de desempenhar-se bem naquela função ou empresa, e entender quais aspectos da cultura não se adaptaram à sua maneira de ser”, diz.
 
Por outro lado, em relação aos insatisfeitos com o emprego, é preciso fugir do conformismo para buscar novas e melhores oportunidades no mercado. Marcos Morita, especialista em Planejamento Estratégico, aponta algumas consequências da falta de atitude em relação à carreira. “Muitos profissionais hesitam em pedir demissão, mesmo quando suas carreiras estão estagnadas na empresa, seja por acomodação ou para serem demitidos e assim aumentar os ganhos da saída. Em ambos os casos, este é um erro do profissional, uma vez que além de estagnar sua carreira, precisará explicar ao próximo contratante porque não procurou outras oportunidades, transparecendo acomodação”, conta
 
Esteja preparado:
 
Por mais talentosos que sejam, os profissionais devem ter consciência de que seu emprego não vai durar para sempre ou que, um dia, eles ficarão insatisfeitos com as posições que ocupam e tarefas que exercem. Por isso, é preciso que a atualização, a capacitação e a manutenção de uma rede de contatos sejam uma constante para o desenvolvimento da carreira.
 
Para Marcos Morita é obrigação do profissional estar preparado e manter-se empregável, por meio de cursos de extensão, idiomas, viagens e, especialmente, através do networking, que é a principal ponte para voltar ao mercado. Ainda assim, essa busca por melhorar sempre e pela manutenção de uma boa rede de contatos ainda não é uma regra para quem está empregado. “Infelizmente o que ocorre em geral é que os profissionais acabam se acomodando com a situação, não se aperfeiçoando e, pior, esquecendo-se dos relacionamentos com amigos de faculdade, colegas de empregos anteriores e profissionais do setor”, destaca o especialista.
 
Além da preparação, os profissionais devem ficar atentos a sinais de que o seu emprego não vai bem. Deixar de ser convocado para reuniões que sempre participou, não receber convites para desenvolvimento de projetos da área ou da empresa ou não ter mais a opinião solicitada são alguns indícios apontados pela consultora de carreiras e outplacement Eni Santos.
 
Um dos principais indicativos de demissão é quando, repetidamente, o superior dá feedbacks ao profissional para que melhore seu desempenho. Caso o funcionário nada faça para mudar, a tendência é que a situação piore. Quem quer manter o emprego, não pode cair na cilada de se eximir de suas obrigações na empresa. De acordo com Eni, mais que aos sinais, é preciso atentar para atitudes que causam a perda do emprego, como, por exemplo, o não cumprimento das metas, erros constantes, comportamentos inadequados e comprometimento frágil.
 
Quanto àqueles que não têm certeza de que querem continuar na empresa em que estão, Alfredo Castro aconselha que é preciso analisar a situação sob dois aspectos. Para o especialista, antes de definir e buscar outras oportunidades é necessário analisar a situação sob dois critérios. “Aponto dois fatores básicos: observar tanto os fatores objetivos e subjetivos” aconselha. Após atentar para esses fatores, Castro indica que, caso não estejam de acordo com o esperado, então o momento é de definir e buscar novas alternativas.
 
Além da busca por emprego ou recolocação nas empresas em que atuam, os profissionais também vêm optando por abrir seu próprio empreendimento. Marcos Morita ressalta os cuidados que devem ser tidos quando essa é a opção escolhida, sugerindo opções de menor risco ou que exigem menor investimento, como franquias e consultorias. “Não necessariamente um bom gestor será um bom empreendedor, já que as características são muito distintas. Trabalhar muito, ter assertividade e poder de convencimento, saber ouvir não e não ter aversão ao risco são algumas das características dos empreendedores”, esclarece.
 
Ganhos maiores que perdas:
 
Ser demitido não é algo prazeroso em nenhuma época do ano. Mas em períodos nos quais atributos como generosidade e coleguismo são celebrados, a demissão se torna um golpe ainda mais duro. Esse foi o caso de Gustavo Bastida, que foi pego de surpresa ao ser desligado do banco em que trabalhava uma semana antes do Natal.
 
O impacto não tirou seu ânimo. Após refletir sobre o próximo passo que queria dar, ele decidiu aproveitar e embarcar num projeto iniciado por sua esposa, um empreendimento na área de comunicação corporativa, a Ayla Meireles Comunicação. Ele, então, usou a experiência de quase uma década no mercado para assumir a administração da empresa. Em pouco tempo, o casal conseguiu alugar um escritório e contratar uma pequena equipe. “Como resultado de um bom trabalho, resiliência e muito esforço, os resultados vieram, pouco a pouco. Hoje ganho mais de dez vezes o que ganhava no último emprego e tenho certeza que, apesar do problema que passei, tudo serviu para me conduzir aonde estou hoje”, relata Gustavo.
 
Problemas com o emprego anterior também fizeram parte da vida da jornalista Vanessa de Oliveira, que tinha uma rotina atribulada e fazia viagens constantes. O dia a dia, que já era corrido, começou a pesar ainda mais quando ela se tornou mãe, pois os compromissos profissionais a faziam ficar longe de sua filha por dias. Como queria ter mais tempo com a bebê, decidiu, no primeiro momento, solicitar menos viagens ao seu chefe, que questionou se sua prioridade era a vida profissional ou a maternidade.
 
A partir daí, Vanessa ficou insatisfeita e acabou saindo do emprego, com o intuito de trabalhar em algo que lhe proporcionasse horários flexíveis. Foi aí que teve a ideia, junto a outras duas amigas, de unir publicidade em embalagens de pães. Com isso, surgiu em 2010, a Mídia Pane, em São José dos Campos (SP).
 
Hoje, a empresa tem 165 franquias espalhadas por 20 estados brasileiros, imprime anúncios mensalmente em cerca de 2 milhões de sacos de pão e, claro, é um motivo de orgulho para a empreendedora. “A saída do meu trabalho contribuiu para que eu pudesse amadurecer melhor a ideia de ter o meu próprio negócio e me dedicar quase que integralmente à formatação do negócio. A maternidade foi um divisor de águas na minha vida. Foi a partir daí que percebi que gostaria de me dedicar a esse momento tão importante. Foi um desafio que valeu a pena”, comemora Vanessa que, após a desistência de suas sócias logo no início, continuou o negócio com a ajuda do irmão.
 
Mais comum do que se imagina, a história de Vanessa, que mudou de vida para ter mais tempo para a família, também se assemelha com a de outras empreendedoras, como Germana Andrea Queiroz. Cozinheira em uma churrascaria de Pernambuco, Germana teve que reorganizar sua rotina para cuidar do filho, que havia nascido com fenda palatina. Assim, pediu demissão e com o dinheiro que recebeu do estabelecimento resolveu ter seu próprio negócio.
 
Após tentativas sem sucesso e diversas dificuldades para ter um estabelecimento, hoje Germana Andrea tem duas unidades da sua “Barraca da Andrea” na cidade de Monteiro, interior da Paraíba, onde vende salgados, bolos e outros tipos de lanche. Ela planeja, inclusive, montar um restaurante em 2016. O esforço da empreendedora também teve amplo reconhecimento no mês de março, quando conquistou o troféu prata na etapa nacional do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, pela categoria Microempreendedora Individual (MEI).
 
Para conseguir ter seu próprio negócio, a empreendedora revela alguns de seus passos e aprendizados. “Queria lidar com comida e, por isso, comecei a visitar estabelecimentos vizinhos para ver o que eles faziam por lá. No entanto, é preciso encontrar o que dá certo para você, sem copiar as ideias dos outros. Também é preciso saber o que se quer e se contentar com pouco no começo, se dedicar, não desistir facilmente, ter vocação e responsabilidade. Não se pode ter medo de arriscar, pois erramos muito no caminho para poder acertar. Além disso, à medida que cometemos erros e acertos, ficamos mais seletivos”, ensina Germana Andrea.
 
Recomeçar, atuar em um emprego novo ou mesmo criar um empreendimento – essas são algumas opções para quem encara a demissão não apenas de maneira negativa, mas como uma oportunidade para avaliar expectativas, atuação profissional ou mesmo mudar de vida. Superados os obstáculos emocionais e profissionais, a demissão pode ser, em vez de um entrave para o profissional, o incentivo que era preciso para a carreira decolar.
 
Efeitos psicológicos do pós-demissão:
 
Inicialmente, o fantasma que pode rondar quem está sem emprego é o problema da falta de dinheiro. Com o impacto psicológico, segundo a psicóloga clínica Maria Aparecida das Neves, a autoestima diminui drasticamente e o maior desafio passa a ser de que maneira é possível voltar ao mercado. “Essa tarefa vai fazer com que gaste muito mais energia do que quando estava trabalhando e fazendo horas extras, por isso não se deve descuidar da alimentação e dos exercícios físicos”, recomenda. Para superar a demissão, a especialista dá algumas dicas:
 
 - Levantar a cabeça e traçar um plano até a recolocação;
 
- Economizar e cortar despesas desnecessárias;
 
- Conversar com a família, explicar a situação e pedir ajuda;
 
- Cortar as despesas supérfluas, o desemprego pode durar de meses a anos;
 
- Aproveitar as oportunidades e usar a criatividade na nova fase da vida.
 
Revista Administradores.
 
 
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Sílica Livre Cristalizada - DDS.


Aspecto Legal:
 
Nas atividades ou operações nas quais os trabalhadores ficam expostos a agentes químicos, a caracterização da insalubridade ocorrerá quando forem ultrapassados os limites de tolerância constantes do quadro 1 da NR 15.
 
Todos os valores fixados no Quadro 1 são válidos somente para absorção pela via respiratória e para jornadas de trabalho de até 48 horas semanais.
 
Efeitos da Poeira:
 
O pó está constituído por partículas geradas mecanicamente, resultantes de operações tais como:
 
Moenda, perfuração, explosões e manuseio de minérios, limpeza abrasiva, corte e polimento de granitos, etc.
 
A maior porcentagem de partículas arrastadas pelo ar, em forma de pó, tem menos de 1 mícron de tamanho.
 
Devemos ter presente que aquelas partículas de tamanho inferior a 5 mícrons são as de maior importância e as que oferecem maior risco, por constituir a chamada fração respirável.
 
As de maior tamanho sedimentam e não são comumente inaladas.
 
O pó inorgânico de maior importância do ponto de vista da Saúde Ocupacional é a sílica livre cristalizada, a qual se acha em grandes quantidades na crosta terrestre (60 % desta) formando parte de rochas, minérios, areias, tecidos vegetais, etc.
 
O anidrido de silício (SiO2 ) existe na natureza em 3 formas:
 
a) cristalizada:Quartzo – tridimita – cristobalita.
 
b) criptocristalina:Calcedônia – trípoli – pedernal.
 
c) amorfa:Sílica coloidal - gel de sílica – opala.
 
A forma cristalizada do quartzo é a de maior risco, causadora de uma pneumoconiose chamada de silicose.
 
Entende-se por pneumoconiose a alteração produzida no tecido dos pulmões pela inalação de poeiras orgânicas ou inorgânicas.
 
Esta alteração pode ser uma fibrose pulmonar ou um depósito de material inerte, que não altera a função pulmonar.
 
Entre estes dois estados, existe uma variedade de danos aos pulmões.
 
Além da sílica, outros compostos de silício, alguns silicatos, podem atuar sobre os pulmões, produzindo uma pneumoconiose; pode-se citar o asbesto, causador de fibrose pulmonar incapacitante e com evidências já bastante comprovadas de produção de câncer pulmonar.
 
Outros silicatos de importância são o talco, a terra de infusórios (formada principalmente de conchas de unicelulares), a mica, etc.
 
Assim sendo, não deixe de utilizar os protetores respiratórios nas atividades com sílica.
 
 
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18 de setembro de 2015

Cabe indenização moral proporcional à culpa do empregador em acidentes.


Anteriormente à Constituição Federal de 1988, numa rápida evolução da responsabilidade civil do empregador nos acidentes de trabalho, tínhamos o seguinte: o Decreto 24.637/1934 (artigo 12), que isentava o empregador de qualquer responsabilidade civil nos acidentes de trabalho; o Decreto 7.036/1944 (artigo 31), que inaugurou a responsabilidade civil do empregador, somente no caso de dolo e a Súmula 229, do Supremo Tribunal Federal, de 1963, que assegurou que a “a indenização acidentária não exclui a do direito comum, em caso de dolo ou culpa grave do empregador.
 
O grande avanço do artigo 7º da Constituição Federal de 88 foi assegurar ao trabalhador (inc. XXII) a “redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança” e (inciso XXVIII) “seguro contra acidentes de trabalho (SAT), a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa”, neste último, pela simples culpa em qualquer das suas modalidades (imperícia, imprudência e negligência. Com efeito e para o caso da indenização para o dano moral, estabelece o Código Civil que:
 
Artigo 944 – “A indenização mede-se pela extensão do dano.
 
Parágrafo único. Se houver excessiva desproporção entre a gravidade da culpa e o dano, poderá o juiz reduzir, equitativamente, a indenização”.
 
Artigo 945 – “Se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, a sua indenização será fixada tendo-se em conta a gravidade de sua culpa em confronto com a do autor do dano”.
 
Assim, a princípio, a proporcionalidade, para o caso de responsabilidade subjetiva, somente se aplica no caso de indenização/compensação por dano moral, porquanto as disposições do artigo 944, para o caso, são complementadas pelo que dispõem o artigo 953 e seu parágrafo único do Código Civil, assim expressos: “a indenização por injúria, difamação ou calúnia consistirá na reparação do dano que delas resulte ao ofendido. Se o ofendido não puder provar prejuízo material, caberá ao Juiz fixar, equitativamente, o valor da indenização na conformidade das circunstâncias do caso”.
 
É patente em doutrina e na jurisprudência que no arbitramento da indenização/compensação por dano moral, deve-se levar em conta a capacidade financeira do ofensor e as situações financeira, social e cultural da vítima, porque a sua finalidade é sancionar economicamente o ofensor e propiciar à vítima satisfação compatível com as suas condições de vida, para amenizar o sofrimento decorrente do dano moral.
 
Manifestando-se sobre o tema em análise, entendem Pablo Stolze Gagliano e Rodolfo Pamplona Filho (Novo Curso de Direito Civil: responsabilidade civil, p. 392 e 416, v. III, São Paulo, Saraiva, 2003) que a redução da indenização na proporcionalidade da culpa do agente representa um retrocesso paradoxal no novo sistema, uma vez que, se a tendência é a responsabilidade civil objetiva, como, após a delimitação da responsabilidade, ter-se de discutir o elemento culpa?”.
 
Em qualquer hipótese, para quem entende sobre a possibilidade de redução do montante da indenização material/pensão em face do grau de culpa do agente empregador, estabelecida no parágrafo único do artigo 944 do novo Código Civil, deve-se interpretar essa disposição restritivamente, por representar uma exceção ao princípio da reparação integral do dano, devendo o juiz ter a cautela de não transformar a indenização em algo simbólico, irrisório e desprezível, pena de ferir de morte o nobre instituto da responsabilidade civil, que tem por objetivo promover a reparação das agressões danosas e injustas às pessoas.
 
Não se pode esquecer de que os fundamentos da responsabilização civil baseiam-se na proteção da vítima (e não do causador do dano), na proteção da dignidade humana (Constituição Federal, artigo 1º), na valorização do trabalho humano (CF, artigo 170) e na sua finalidade exemplar / pedagógica / punitiva / preventiva.
 
Finalmente, na hipótese de culpa recíproca do trabalhador e do empregador no tocante ao acidente de trabalho, aí, sim, as indenizações decorrentes da responsabilidade civil poderão ser proporcionais, como estabelece o artigo 945 do Código Civil (“se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, a sua indenização será fixada tendo-se em conta a gravidade de sua culpa em confronto com a do autor do dano”).
 
Revista Consultor Jurídico.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
Pense nisso!

17 de setembro de 2015

Essa é para os velhos amigos e ou amigos velhos....

Uma velha senhora foi para um safári na África e levou seu velho vira-lata com ela. Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta que estava perdido, vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço.
 
O cachorro velho pensa:
 
-'Oh, oh! Estou mesmo enrascado! Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto.
 
Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador...
 
Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto: - Cara, este leopardo estava delicioso! Será que há outros por aí?
 
Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira na direção das árvores.
 
- Carimba! Pensa o leopardo, essa foi por pouco! O velho vira-lata quase me pega!
 
Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que vira: em troca de proteção para si, informaria ao predador que o vira-lata não havia comido leopardo algum..
 
E assim foi rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa:
 
- Aí tem coisa!
 
O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo. O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz:
 
- 'Aí, macaco! Suba nas minhas costas para você ver o que vai acontecer com aquele cachorro abusado!'
 
Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa:
 
- E agora, o que é que eu posso fazer?
 
Mas, em vez de correr (sabe que suas pernas doloridas não o levariam longe...) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz:
 
- 'Cadê o safado daquele macaco? To morrendo de fome!
 
Ele disse que ia trazer outro leopardo para mim e não chega nunca!
 
Moral da história: não mexa com cachorro velho... Idade e habilidade se sobrepõem à juventude e intriga.
 
Sabedoria só vem com idade e experiência.
 
Se você não enviar essa fábula a 5 'velhos' amigos já, já, haverá menos 5 pessoas rindo no mundo.
 
É claro que eu não estou, de modo algum, insinuando que você esteja velho.
 
Apenas um tantinho assim mais experiente. Ou você não percebeu o tamanho da letra?
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
Pense nisso!