Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
marciovaitsman@yahoo.com.br - marciovaitsman@gmail.com - http://twitter.com/SMSeg
PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

31 de agosto de 2010

Resolução CODEFAT nº 651, de 26.08.2010 - Altera a Resolução nº 467, de 21 de dezembro de 2005, que estabelece procedimentos relativos à concessão do Seguro-Desemprego.

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador - CODEFAT, no uso das atribuições que lhe confere o inciso V do art. 19 da Lei nº 7.998, de 11 de janeiro de 1990,

Resolve:

Art. 1º Alterar o caput, o § 1º e acrescentar os §§ 5º e 6º ao art. 16 da Resolução nº 467/2005, que passam a vigorar com a seguinte redação:

"Art. 16. Ressalvados os casos previstos no art. 11, o pagamento do benefício poderá ser efetuado mediante crédito em Conta Simplificada ou Conta Poupança em favor de beneficiário correntista da Caixa Econômica Federal, sem qualquer ônus para o trabalhador, ou em espécie, por meio da apresentação do Cartão do Cidadão ou documentos abaixo relacionados:(...)

§ 1º Os pagamentos efetuados nas agências da CAIXA, sem utilização do Cartão do Cidadão ou mediante crédito em conta em favor de segurado correntista, terão sua comprovação por meio de autenticação em documento próprio ou registro eletrônico, arquivado na CAIXA, que deverá ficar à disposição do MTE durante o prazo de cinco anos.

§ 5º O beneficiário que não desejar receber as parcelas do Seguro-Desemprego por meio de crédito em Conta Simplificada ou Conta Poupança deverá solicitar formalmente ao agente pagador a sua suspensão, por meio de agências bancárias, no prazo máximo de até dez dias após o recebimento da parcela.

§ 6º As parcelas creditadas indevidamente pelo agente pagador em conta corrente reverterão automaticamente ao Programa do Seguro-Desemprego."


Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

 
LUIGI NESSE - Presidente do Conselho

 
 
Boletim IOB.

29 de agosto de 2010

ETICA E MEIO AMBIENTE

Telefone Amigo – Lição de vida.


Quando eu era criança, meu pai comprou um dos primeiros telefones da vizinhança. Lembro-me bem daquele velho aparelho preto, em forma de caixa, bem polido, afixado à parede. O receptor brilhante pendia ao lado da caixa. Eu ainda era muito pequeno para alcançar o telefone, mas costumava ouvir e ver minha mãe enquanto ela o usava, e ficava fascinado com a cena!

Então, descobri que em algum lugar dentro daquele maravilhoso aparelho existia uma pessoa maravilhosa - o nome dela era "informação, por favor," e não havia coisa alguma que ela não soubesse. "Informação, por favor," poderia fornecer o número de qualquer pessoa e até a hora certa.

Minha primeira experiência pessoal com esse "gênio da lâmpada" aconteceu num dia em que minha mãe foi na casa de um vizinho. Divertindo-me bastante mexendo nas coisas da caixa de ferramentas no porão, machuquei meu polegar com um martelo. A dor foi horrível, mas não parecia haver qualquer razão para chorar, porque eu estava sozinho em casa e não tinha ninguém para me consolar. Eu comecei a andar pelo porão, chupando meu dedão que pulsava de dor, chegando finalmente à escada e subindo-a.

Então, lembrei-me: o telefone! Rapidamente peguei uma cadeira na sala de visitas e usei-a para alcançar o telefone. Desenganchei o receptor, segurei-o próximo ao ouvido como via minha mãe fazer e disse:

"Informação, por favor!", com o bocal na altura de minha cabeça.  Alguns segundos depois, uma voz suave e bem clara falou ao meu ouvido: "Informação."

Então, choramingando, eu disse: "Eu machuquei o meu dedo..."  Agora que eu tinha platéia: as lágrimas começaram a rolar sobre o meu rosto.

"Sua mãe não está em casa?", veio a pergunta.  "Ninguém está em casa a não ser eu", falei chorando.

"Você está sangrando?" Ela perguntou.  "Não." Eu respondi. "Eu machuquei o meu dedão com o martelo e está doendo muito!"

Então a voz suave, do outro lado falou:  "Você pode ir até a geladeira?"  Eu disse que sim. Ela continuou, com muita calma:

"Então, pegue uma pedra de gelo e fique segurando firme sobre o dedo."

E a coisa funcionou! Depois do ocorrido, eu chamava "Informação, por favor," para qualquer coisa. Pedia ajuda nas tarefas de geografia da escola e ela me dizia onde Filadélfia se localizava no mapa. Ajudava-me nas tarefas de matemática. Ela me orientou sobre qual tipo de comida eu poderia dar ao filhote de esquilo que peguei no parque para criar como bichinho de estimação.

Houve também o dia em que Petey, nosso canário de estimação, morreu. Eu chamei "Informação, por favor," e contei-lhe a triste estória. Ela ouviu atentamente, então me falou palavras de conforto que os adultos costumam dizer para consolar uma criança.

Mas eu estava inconsolável naquele dia e perguntei-lhe: "Por que é que os passarinhos cantam de maneira tão bela, dão tanta alegria com sua beleza para tantas famílias e terminam suas vidas como um monte de penas numa gaiola?"

Ela deve ter sentido minha profunda tristeza e preocupação pelo fato de haver dito calmamente: "Paul, lembre-se sempre de que existem outros mundos onde se pode cantar!" Não sei por que, mas me senti bem melhor.

Numa outra ocasião, eu estava ao telefone: "Informação, por favor,".  "Informação," disse a já familiar e suave voz.  "Como se soletra a palavra consertar?" Perguntei.

Tudo isso aconteceu numa pequena cidade da costa oeste dos Estados Unidos. Quando eu estava com nove anos, nos mudamos para Boston, na costa leste. Eu senti muitas saudades de minha voz amiga!

"Informação, por favor," pertencia àquela caixa de madeira preta afixada na parede de nossa outra casa; e eu nunca pensei em tentar a mesma experiência com o novo telefone diferente que ficava sobre a mesa, na sala de nossa nova casa. Mesmo já na adolescência, as lembranças daquelas conversas de infância com aquela suave e atenciosa voz nunca saíram de minha cabeça.

Com certa freqüência, em momentos de dúvidas e perplexidade, eu me lembrava daquele sentimento sereno de segurança que me era transmitido pela voz amiga que gastou tanto tempo com um simples menininho.

Alguns anos mais tarde, quando eu viajava para a costa oeste a fim de iniciar meus estudos universitários, o avião pousou em Seattle, região onde eu morava quando criança, para que eu pegasse outro e seguisse viagem. Eu tinha cerca de meia hora até que o outro avião decolasse. Passei então uns 15 minutos ao telefone, conversando com minha irmã que na época estava morando lá. Então, sem pensar no que estava exatamente fazendo, eu disquei para a telefonista e disse:  "Informação, por favor".

De um modo milagroso, eu ouvi a suave e clara voz que eu tão bem conhecia!  "Informação."

Eu não havia planejado isso, mas ouvi a mim mesmo dizendo: "Você poderia me dizer como se soletra a palavra consertar?"

Houve uma longa pausa. Então ouvi a tão suave e atenciosa voz responder:

"Espero que seu dedo já esteja bem sarado agora!"  Eu ri satisfeito e disse:

"Então, ainda é realmente você? Eu fico pensando se você tem a mínima idéia do quanto você significou para mim durante todo aquele tempo de minha infância!"

Ela disse:

"E eu fico imaginando se você sabe o quanto foram importantes para mim as suas ligações!"

E continuou: "Eu nunca tive filhos e ficava aguardando ansiosamente por suas ligações."

Então, eu disse para ela que muito freqüentemente eu pensava nela durante todos esses anos e perguntei-lhe se poderia telefonar para ela novamente quando eu fosse visitar minha irmã. "Por favor, telefone sim! É só chamar por Sally".

Três meses depois voltei a Seattle. Uma voz diferente atendeu: "Informação".  Eu perguntei por Sally.  "Você é um amigo?" Ela perguntou.  "Sim, um velho amigo". Respondi.

Ela disse:

"Sinto muito em dizer-lhe isto, mas Sally esteve trabalhando só meio período nos últimos anos porque estava adoentada. Ela morreu há um mês."

Antes que eu a desligasse disse:

"Espere um pouco. Seu nome é Paul?"  "Sim" Respondi.

"Bem, Sally deixou uma mensagem para você. Ela deixou escrita caso você ligasse. Deixe-me ler para você."

A mensagem dizia:

"Diga para ele que eu ainda continuo dizendo que existem outros mundos onde podemos cantar. Ele vai entender o que eu quero dizer".

Eu agradeci emocionado e muito tristemente desliguei o telefone. Sim, eu sabia muito bem o que Sally queria dizer.



Autor desconhecido

27 de agosto de 2010

FORUM PELA SEGURANÇA DO PACIENTE.


17 de setembro de 08:30 as 16:30 h.

Local: Hospital dos Servidores do Estado.

* Participação gratuita.
O evento tem por objetivo apresentar e discutir a qualidade assistencial, o pacto da     Organização Mundial de Saúde “Aliança Mundial para a Segurança do Paciente” e RDC Nº 2 de 25 janeiro de 2010 ANVISA que estabelece critérios para o Gerenciamento de Tecnologia em Saúde.
Abertura: 8:30 h - Dr. Leslie Aloan - Diretor Geral – HFSE
09:00 hs - Walter Mendes - Fiocruz: 
Eventos Adversos em Instituição de Saúde
09:40 hs - Suely Rozenfeld - Fiocruz: 
Eventos Adversos aos Medicamentos
10:20 hs - Helaine Capucho – HU-USP de Ribeirão Preto: 
Comitê de Segurança do Paciente
11:00 hs - Magaly Arrais – Hospital do Coração (HCor)
Cirurgia Segura
14:00 hs - Salo Buksman - INTO: 
Riscos e Prevenção de quedas em ambiente hospitalar
15:00 hs - Eliane Blanco Nunes - ANVISA:
Gerenciamento de Tecnologias em Saúde – RDC nº2 - Implicações e Impacto nos Serviços de Saúde
Local: Auditório I do Centro de Estudos Rua Sacadura Cabral 178 – Saúde / RJ.
Organização: Gerência de Risco do HFSE e do HUCFF/UFRJ 
[ Riscobiologico.org - Folder de divulgação disponível em www.riscobiologico.org/lista/20100827.pdf ]


Banco de empregos


Empresa de engenharia, com sede em Jacarepaguá, seleciona para o quadro de funcionários, profissional com o seguinte perfil: 
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
 Experiência com registro profissional,  dinâmico, Pró-ativo. Salário: R$ 2.100,00 + Benefícios. Interessados dentro do perfil, favor enviar currículo no corpo do e-mail para :
 rhstiebler@yahoo.com.br  e dp@segredo.com.br  - não serão aceitos anexos, 

Boa sorte.

A SAÚDE – DDS.

Estou seguro que a maioria de vocês gozam de bastante saúde. Pelo menos estão suficientemente sãos para trabalhar diariamente.

É muito provável que muitos não dêem demasiada importância à saúde de que gozam e crêem que a terão até uma idade bastante avançada. Espero que assim seja, ainda que desgraçadamente para alguns a realidade seja diferente. É possível que alguma enfermidade ocorra a qualquer momento.

Algumas pessoas vivem constantemente pensando em que algo não está bem com sua saúde, a este se chama “hipocondríaco”. Significa que imaginam coisas que não são reais. Isto não é bom já que a atitude mental que se tenha possa afetar a saúde.

Têm-se sintomas preciosos como, por exemplo, uma dor de cabeça que se repete ou indigestação, ou a sensação de sentir-se enfermo sem ter nenhuma razão específica para isso, o melhor será que procurem um médico e se façam um exame geral. Se algo realmente anda mal, o mais provável é que o médico consiga fazer um diagnóstico e curá-los.

A maioria das enfermidades grave faz sentir seus sintomas antes que seja demasiado tarde. Tratadas a tempo, geralmente podem ser curadas. Por hipótese qualquer dor que tenham também afeta sua segurança. É mais difícil trabalhar com segurança quando não se sente bem - portanto terão que ser mais cuidadosos que de costume.

Quando um se sente bem é quando melhor faz seu trabalho. Os músculos trabalham melhor, as mãos estão mais firmes, as mentes estão mais clara. Pode-se pensar melhor.

A maioria de nós pode manter-nos em boas condições físicas com bastante facilidade, o mais importante é evitar os excessos de qualquer tipo: comer regularmente; dormir suficiente e viver com moderação. Por suposto que todos precisamos descansar - o suficiente para manter um equilíbrio entre o trabalho e as distrações.

Ir trabalhar sentindo-se cansado pode ser a causa de acidentes. Quando se está cansado os acidentes acontecem com mais facilidade.

A forma em que tratamos a nossos companheiros também é importante para a segurança.

Se todo o mundo se encontra de bom humor é mais fácil cooperar, o trabalho se faz melhor e com mais facilidade. Isto significa que terão menos possibilidade de que ocorram acidentes e em conseqüência de que a gente se lesione.

Porém um só indivíduo de mau humor pode criar problemas para todo o grupo.

Cuidar da saúde é importante. Não há que se duvidar de que esta não tem preço e se nós descuidamos podemos perdê-la facilmente.



Seu colega pensa que é o chefe? Saiba como lidar com a situação – DDS.

Não é incomum encontrar nas empresas colegas equivocados no que diz respeito às próprias atividades e que, muitas vezes, acabam agindo como se fossem eles mesmos o chefe. Nestas horas, sugerem especialistas, é preciso ter “jogo de cintura” para lidar com a situação.

“Não é indicado bater de frente ou gerar alguma situação de conflito.

A postura em situações difíceis é avaliada pelos gestores e, se a reação for negativa, poderá fazer com que o profissional perca a razão, mesmo diante de uma atividade incorreta de seu colega”.
“O ideal é deixar claro para o colega quais são as suas responsabilidades, ser assertivo”.


Converse

No caso da situação começar a influenciar diretamente nos resultados do seu trabalho ou da equipe, vale uma conversa franca, porém amistosa com o colega equivocado. Contudo a conversa só é indicada se houver algum grau de intimidade entre os envolvidos.

Caso contrário, a pessoa pode tentar abordar o problema em avaliações de desempenho e, em último caso, marcar uma conversa com o superior imediato para relatar a situação, procurando sempre destacar como o fato impacta no trabalho, para não parecer uma implicância.

Líder

No que diz respeito ao líder, dizem os especialistas, este deve ficar muito atento para evitar que situações como estas evoluam e se tornem desgastantes. Isso porque, ele também pode ser prejudicado.

“Quando um membro da equipe passa a agir como se fosse o chefe, sem a anuência do líder, isso pode demonstrar que o líder não soube gerenciar a equipe, prejudicando-o frente aos seus superiores”.

Dessa forma, ao perceber uma situação controversa, o líder deve conversar com os envolvidos para tentar buscar a melhor forma de resolvê-la.

No mais, refaça as divisões de tarefas para que cada um saiba exatamente o que deve fazer.

Alerta vermelho

Já o profissional que, no desejo de ser proativo, acaba exercendo a função de chefe, sem que tenha havido um pedido da chefia para isso, deve ter cuidado para não ficar estigmatizado como arrogante e invasivo alerta.

Além disso, estas pessoas podem ter a tão sonhada promoção prejudicada porque em vez de agregar à equipe, elas acabam gerando insatisfação nos outros membros.


Recomendar!
Por: Gladys Ferraz Magalhães







26 de agosto de 2010

Banco de empregos

TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO.

  

Local de Trabalho: São Gonçalo / RJ. Carga horária: 44 Horas semanais 
  
Requisitos: 
  
Ensino médio completo e formação em segurança do trabalho; Registro DRT/MT;   Domínio informática;  Experiência na implementação e manutenção dos Programas de Prevenção de Riscos Ambientais, Laudos Técnicos das Condições Ambientais do Trabalho eCIPA, etc;
  
Os interessados deverão encaminhar currículo com pretensão salarial para o e-mail: rh.industrial@yahoo.com.br, mencionando no assunto do e-mail o cargo de Técnico Segurança do Trabalho.




Assistente Técnico em Segurança do Trabalho.
Empresa situada em Barueri/SP; seleciona o seguinte profissional: Masculino; Recém Formado, não necessariamente ter experiência anterior pois passará por treinamento; Possuir habilitação Categoria B ou outra há pelo menos 02 Anos;


Salário Inicial de R$ 1.200,00 após 90 Dias será R$ 1.500,00; Residência próxima a empresa (raio de 20 km). Para saber mais do perfil desta vaga, e enviar o currículo clique: http://goo.gl/Pbii

Técnico em Segurança do Trabalho.

Quant. 01.Sexo: Indiferente Salario: R$1.500,00 - Beneficios: VT, Alimentação no local, A. Medica e A. Odontologica, Seguro de Vida Local de Trabalho: Nova Iguaçu Horario: A combinar. Enviar curriculo para: gabriela@3coracoes.com.br


Técnico em Segurança do Trabalho.

RJ, São Gonçalo -  Experiência comprovada em indústria com toda rotina de segurança do trabalho, treinamentos, disponibilidade imediata. Interessados deverão encaminhar curriculo urgente para recrut.s@ig.com.br informando pretensão salarial.

OBS.: Curriculos sem pretensão salarial serão descartados.

Boa sorte.


25 de agosto de 2010

Meio Ambiente

PPRA : TST X CREA

PPRA : TST X CREA.

SINTESP obtém julgamento de mérito no julgado do Mandado de Segurança em relação ao CREA De acordo com o Processo 2005.61.00.00.018503-5 – Mandado de Segurança Coletivo, impetrado pelo Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado de São Paulo ao Presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo, conclui-se, dessa forma, a impossibilidade do CREA, por meio de seu poder normativo, dispor sobre a atividade de Técnico de Segurança do Trabalho, ou mesmo impor o registro obrigatório, isto porque, consoante o princípio da hierarquia das normas, não é possível que uma disposição de hierarquia inferior (resolução do CONFEA), fixe uma exigência não prevista na lei, pois, como já pacificado no colendo Supremo Tribunal Federal, somente a lei em sentido formal pode estabelecer requisitos para o exercício de trabalho, ofício ou profissão (Constituição Federal, art. 5º, XIII), sendo inadmissíveis exigências previstas em atos normativos infralegais.

 Diante do exposto, o Exmo. Dr. Eurico Zecchin Maiolino, Juiz Federal Substituto, julgou procedente o pedido e concedeu a segurança, a fim de determinar que o CREA se abstenha de praticar qualquer ato relacionado à exigência do registro, de fiscalização, de limitação ou restrição ao exercício das atividades relacionadas com prevenção e segurança do trabalho exercidas pelos Técnicos de Segurança do Trabalho. Mais informações consulte o Setor Jurídico do Sintesp.

Orientação Quanto Ao PPRA X CREA

O Sistema CREA/CONFEA tem notificado e até mesmo multado, alegando que a empresa e/ou o TST apresenta LAUDO de PPRA assinado por Técnico de Segurança do Trabalho” Lembramos que o PPRA é um “Programa” e não “Laudo” como esta entidade tenta fazer entender. Como todos sabemos não consta na NR-9 a palavra “Laudo” e sabemos que o PPRA é especifico desta NR, e que é inerente as funções do Técnico de Segurança do Trabalho, devidamente regulamentado pela NR-4, NR-27 da Portarias 3.214/3.275 do MTE e não pela Lei Federal 5.194 de 24/12/1966 que compete orientar e fiscalizar o exercício das profissões do Engenheiro, do Arquiteto, do Agrônomo, etc. Lembrando que o exercício da profissão do Técnico de Segurança do Trabalho não tem caráter subordinativo ou o controle do CREA/CONFEA visto que o controle da exercício desta profissão é do Ministério do Trabalho e Emprego até a regulamentação do Conselho próprio desta categoria.

O SINTESP, procurando dirimir duvidas de interpretação Jurídica, formulamos consultas ao MTE através da Secretária de Segurança e Saúde no Trabalho, órgão este que pronunciou definitivamente pela clareza do texto da NR-9.

 Item 9.3.11. A elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo serviço especializado em Engenharia de Segurança do Trabalho e em Medicina do Trabalho – SESMT, ou por pessoa ou equipe de pessoas que, a critério do empregador, sejam capazes de desenvolver o disposto nesta NR.

Portanto, está claro que esta norma não contempla corporativismo na elaboração deste programa, e estas condutas são no mínimo anti éticas e compromete ainda mais a credibilidade deste importante programa junto as empresas, desestimulando a sua prática na busca das melhorias das condições de trabalho, o que visa a preservação da saúde e integridade física dos trabalhadores e melhoria contínua dos ambientes de trabalho.

Convém esclarecer que os Técnicos de Segurança do Trabalho constituem categoria profissional diferenciada, assim reconhecida pelo Ministério do Trabalho através de Carta Sindical, concedida ao respectivo sindicato de classe ainda na vigência do diploma constitucional anterior.

E mais, esta categoria é disciplinada especificamente pela Lei no. 7.410/85, pelo Decreto no. 92.530/86, pela Portaria no. 3.214/78 (Norma Regulamentadora NR-04) e por fim, pela Portaria no. 3.275/89, ambas do Ministério do Trabalho, sendo certo ainda que a respectiva categoria dispõe de Dissídio Coletivo próprio com reconhecimento pelo Egrégio Tribunal Regional do Trabalho da 2a. Região-SP.

Comunicamos, que as retaliações por parte do CREA/SP, estarão sendo defendidas pelos SINTESP, nos legítimos interesses da nossa categoria, podendo instaurar processo judicial junto ao Ministério Público por abuso de poder.

Lembramos que as atitudes isoladas não representam o sentimento do sistema CREA / CONFEA, com a qual a nossa entidade de classe Sintesp tem mantido entendimentos cordiais nesta questão, sendo portanto um assunto superado.

Esclarecemos, ainda que diante da insistência de algumas regionais do CREA/SP, em autuar nossos associados, impetramos um “MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO”, que tramita junto a 15ª Vara da Justiça Federal de São Paulo, processo nº 2005.61.00.018503-5, todavia o MM Juiz, infelizmente, não concedeu a “Liminar” e estamos aguardando sua manifestação, para que possamos decidir os próximos passos.

 Diante do exposto, orientamos que os nossos associados, adotem os seguintes procedimentos:

1) No caso de notificação ou autuação, façam a defesa admnistrativa (solicitem o modelo junto ao SINTESP);

2) Enviem ao SINTESP, cópia das notificações e/ou autuações;

3) Caso, se possível, impetrem junto à Justiça Federal, através de um advogado “Mandado de Segurança Individual”, contra o CREA/SP (podemos enviar o modelo ao seu advogado), pois com isto estaremos sensibilizando o Judiciário Federal Paulista, no sentido de apressarem suas decisões o que irá beneficiar todos o TST’s no Estado de São Paulo.

Atenciosamente, Dr. Ademar – Assessoria Jurídica do SINTESP. Reafirmado juridicamente a competência do Técnico de Segurança do Trabalho para elaborar o PPRA O SINTESP teve decisão favorável, em mandato de segurança contra o CREA sobre competência do TST para elaborar o PPRA, veja decisão do 15º Vara Cível – 982/2008 de 21 de julho de 2008. 2005.61.00.018503-5 – SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABLAHO NO ESTADO DE SÃO PAULO – SINTESP ( ADV. SP163179 ADEMAR JOSE DE OLIVEIRA) X PRESIDENTE DO CONSELHO REG. DE ENGENHARIA, ARQUITET, AGRONOMIA DE SP (ADV. SP152783 FABIANA MOSER E ADV. SP043176 SONIA MARIA MORANDI M. DE SOUZA).
 
Diante do exposto, JULGO PROCEDENTE o pedido e concedo a segurança, a fim de determinar que o CREA que se abstenha de praticar qualquer ato relacionado á exigência de registro, de fiscalização, de limitação ou restrição ao exercício das atividades relacionadas com prevenção e segurança do trabalho exercidas pelos Técnicos de Segurança do Trabalho.
 
Sem condenação no pagamento de honorários advocatícios, nos termos das súmula nº. 105 do egrégio Superior Tribunal de Justiça e nº. 512 do colendo Supremo Tribunal Federal. Custas ex lege. Sentença sujeita a reexame necessário, nos termos do art. 2, parágrafo único, da Lei 4,533/51 P.R.I.O
 

PORQUE INSPECIONAR FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS? – DDS.

Os pequenos e grandes acidentes geralmente acontecem da mesma maneira. Os eventos que acabam em acidentes são os mesmos, porém os resultados são bastante diferentes. Suponhamos, por exemplo, que um martelo esteja frouxo no cabo.

Um dia um trabalhador tenta usá-lo, batendo em um objeto sobre a bancada. A cabeça do martelo salta longe, batendo em uma parede de concreto e caindo ao chão.

Não ferindo ninguém e nem causando danos à propriedade. Porém, em outra ocasião a cabeça do martelo sai do cabo e vai de encontro a uma pessoa que estava por perto, ferindo-a seriamente.

As circunstâncias foram inicialmente às mesmas em ambos os casos, mas os resultados foram diferentes.

O que é desagradável nessa história é que nunca sabemos quando a cabeça frouxa vai sair do cabo e ferir alguém. Assim, a inspeção de ferramentas e equipamentos se torna evidente.

Uma inspeção regular significa que você verificou uma ferramenta ou um equipamento antes de usá-lo. A inspeção de ferramentas é uma parte programada de cada tarefa. E tão indispensável para o trabalho a ser feito quanto a sua habilidade e qualificação para executá-lo.

A verificação se as ferramentas e equipamentos estão em ordem é o primeiro passo não apenas para uma operação segura, mas também para uma operação eficiente.

Quantas vezes você ouviu alguém dizer que um melhor trabalho poderia ter sido feito se ferramentas e equipamentos estivessem em melhores condições? Talvez um formão mais afiado tivesse facilitado o encaixe de uma trava numa porta, ou talvez uma gota de óleo num mancal pudesse ter evitado uma perda na produção, quando o maquinário teve que ser parado.

Talvez os produtos não tivessem sido danificados e o guindaste não tivesse apresentado falhas, se tivessem sido inspecionados e reparados antes. Naturalmente, todos esses exemplos estão relacionados em coisas materiais. Eles aumentam a falta de eficiência, diminuem os padrões de produção e aumentam o custo. Um novo mancal, mais umas poucas outras peças de reposição colocarão o maquinário de volta ao trabalho.

Os produtos danificados podem ser jogados fora e novos devem ser produzidos. Mas quando falamos sobre uma pessoa que foi ferida por causa de uma destas falhas, o quadro muda rapidamente.

Nada é mais importante em nossa operação do que evitar que alguém saia ferido. A perda de um olho, de um braço, de uma perna ou de uma vida é exatamente isto: uma perda. Não há peça de reposição que devolve a condição normal. Um homem forte e saudável passou anos de sua vida explicando como perdeu um olho devido a falta de cuidado. Não foi apenas porque não estava usando óculos de segurança. Seu formão estava trincado e uma parte o atingiu ao bater. Seu acidente foi como a maioria dos acidentes, poderia ter sido evitado. Se apenas tivesse feito uma inspeção nas suas ferramentas e procurar o óculos de segurança.

A eliminação do “se” é a chave da prevenção dos acidentes. A responsabilidade por isto cabe a cada indivíduo. A manutenção de ferramentas e do equipamento pode até não ser sua responsabilidade pessoal, mas a responsabilidade por inspecioná-la e cobrar de quem é responsável, é sua.

A inspeção é apenas o primeiro passo para evitar os acidentes e ferimentos causados por um equipamento e ferramentas defeituosos. A verificação deve tornar-se um hábito, deve ser rotineira como vestir uma camisa para o trabalho logo que acorda. É um hábito, é um hábito seguro.

PREVENÇÃO DE ACIDENTES COM CHAVES DE BOCA – DDS.

Quando precisamos de uma chave de boca, não há absolutamente outra ferramenta que possa substituí-la. As chaves de boca são indispensáveis em quase todas as indústrias, assim como em nossas casas. Os ferimentos relacionados com atividades que se utilizam chaves de boca vão de lesões simples as mais complicadas.

A maioria dos acidentes resulta da utilização de chaves de tamanhos e tipos incorretos. Quanto mais soubermos a respeitos destas chaves e a maneira correta como usá-las, mais aptos estaremos para evitar acidentes. A chave de boca mais comum é do tipo aberta. Usamos esse tipo de chave inadequadamente de várias maneiras:

1 - Usando uma que seja muito grande. Neste caso, muito provavelmente, ela vai escapar e danificar as bordas das porcas;

2 - Através da utilização de uma chave de boca de extremidade aberta com as garras trincadas ou danificadas;

3 - Colocando um pedaço de cano no cabo para aumentar a força. A chave não foi projetada para suportar esse esforço adicional;

4 - Uso de cunha (como a ponta de uma chave de fenda para completar o encaixe da chave de boca na porca ou cabeça do parafuso;

Porém, mesmo quando escolhemos o tipo e o tamanho corretos, existem outros erros que cometemos:

1 - Empurrar a chave, ao invés de puxar. Se você precisar empurrar, use a palma de sua mão de forma que as juntas de seus dedos não sejam expostas;

2 - O não assento da chave completamente na porca. Ela poderá escapar sob pressão;

3 - A aplicação de pressão antes de se sentir totalmente equilibrado. Você poderia cair se a porca subitamente afrouxar ou a chave escapar;

4 - Bater na chave com um martelo. Isto danifica a chave;

5 - Usar as chaves com as mãos sujas de óleo;

6 - Girar uma chave ajustável de maneira incorreta. A pressão deve ser sempre na garra fixa, que é a mais forte das duas.



USE OS MARTELOS COM SEGURANÇA – DDS.

O martelo provavelmente é a primeira ferramenta que todos nos aprendemos a usar e infelizmente isto não foi suficiente para nos tomar especialistas na utilização de martelos com segurança. Existem muitos casos de acidentes atingindo os dedos Polegares. Marteladas nos dedos, ainda representam os ferimentos mais comuns provocados pela utilização de martelos e, provavelmente seja o único que preocupa algumas pessoas.

Na realidade existem muitas outras formas de se ferir com o martelo. Um sujeito que esteja trabalhando numa oficina batendo na lataria de um carro, pode ser atingido por um fragmento de metal enferrujado. Empregados da construção civil constantemente sofrem de fraturas nos dedos por marteladas diversas, causando muito das vezes seu afastamento do trabalho. A maioria dos acidentes que envolvem as atividades com o uso de martelo são lesões nas mãos e acidentes típicos de fragmentos nos olhos. Um pouco de consciência em relação à segurança tem um grande papel na prevenção desses acidentes.

Realmente você pode tomar vários cuidados na utilização de martelos. Primeiramente verifique as condições do cabo, se o mesmo possui trincas ou outros defeitos. Certifique-se que o cabo esteja firme na peça metálica.

Use sempre o martelo certo para o trabalho que está fazendo. O uso de martelos errados danificará materiais e pode causar ferimentos. O uso de proteção para os olhos representa outra prática de segurança.

Use os óculos sempre que for bater com o martelo, principalmente ao bater sobre um formão em que haja risco de partículas atingirem a visão. Segure sempre o martelo firmemente, perto da extremidade do cabo quando você segura um martelo perto da parte metálica, fica difícil segurar a cabeça na vertical.

Certifique-se que a face do martelo esteja em paralelo com a superfície a ser martelada. Isto evitará danos nas bordas da cabeça do martelo e também diminuirá a chance do martelo escapar ou danificar a superfície de trabalho.

Para martelar de maneira a facilitar a penetração, mova seu braço para trás apenas o suficiente para alcançar a força correta. Para uma pancada forte, mova seu braço bem para trás. Em seguida, mova para frente com um movimento rápido e firme. Estas recomendações parecem elementares. São realmente.

São elementares, mas não é fácil alcançar a maestria neste movimento. Mantenha as garras afiadas o bastante para agarrar as cabeças dos pregos firmemente. Não use as agarras como formão ou alavancas. Como todas as ferramentas manuais mantenha-o bem protegidos quando não estiverem sendo usados. Um martelo deixado no chão pode fazer alguém tropeçar.

Talvez você nunca tenha percebido a existência de tanta coisa envolvendo a segurança com martelos, mas gostaria de acrescentar mais uma coisa.

Quando você estiver usando um martelo, lembre-se de se preocupar não apenas com sua própria segurança, mas também com a segurança daqueles que estiverem à sua volta

23 de agosto de 2010

TRÂNSITO: UM DESAFIO NO NOSSO DIA -A –DIA - DDS.

Estamos imersos nas hoje chamadas doenças civilizatórias. O desequilíbrio ecológico e os acidentes de trabalho, dois exemplos extremados destas moléstias são apenas duras faces do mesmo descaso com a vida. A mortandade e a selvageria nas estradas também têm o mesmo princípio.

A maior parte dos milhares de mortos no trânsito, certamente eram vidas produtivas, responsáveis pelo sustento de outras. Neste mundo de feridos, muitos estão inválidos.

O trânsito além de mutilar e abreviar vidas atinge as empresas, roubando-lhe funcionários que são treinados para determinado sistema e produção.

O trânsito mata dez vezes mais que a falta de sistemas de proteção nos meios de trabalho, mas é um erro visualizar estas duas realidades separadamente.

O mundo atual requer uma visão sistemática. A insegurança no trabalho e o desatino das estradas apenas refletem uma sociedade caótica, que se quer respeita um dos princípios básicos da vida coletiva, que é sua própria defesa e auto-proteção.

Costumamos pensar que somos meras vítimas das imprudências e loucuras alheias ao volante. Os perigos do trânsito, conforme o senso comum são fatalidades a que nós, como espectadores, infelizmente estamos sujeitos.

Para a grande parte dos motoristas, driblar o imponderável é sinônimo de agir com esperteza, ora pisando mais fundo no acelerador, ora supondo que as normas de trânsito são diretrizes administrativas elaboradas para punir a transgressão dos outros.

Não é mau humor administrativo de um burocrata que determina a obrigatoriedade do cinto de segurança.

A 50 Km/h o corpo médio de uma pessoa, se o carro bater em um obstáculo, pode ser projetado contra o painel ou pára-brisas pesando cerca de três mil quilos. O cinto busca evitar isso.

Uma causa notória dos acidentes de trânsito nas estradas diz respeito ao álcool. Considera-se que o álcool embriaga a partir da concentração de 0.8 gramas por litros de sangue.

Este valor corresponde a três cálices de vinho, ou então três doses de uísque. Também com três latas de cerveja se chega a este primeiro grau da bebedeira. Uma quarta dose eleva o potencial de risco para dez, e uma sexta dose para quarenta.

Concluímos então que a famosa saídeira - verdadeira instituição nacional - pode ser a gota que falta para uma concentração fatal.

Pense Nisso!

Se beber não dirija e se dirigir,não beba.