Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
marciovaitsman@yahoo.com.br - marciovaitsman@gmail.com - http://twitter.com/SMSeg
PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

31 de março de 2011

FENATEST- “MENÇÃO HONROSA”.

A FENATEST – Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho e seus Sindicatos filiados conferem ao Senador José Sarney a presente Menção Honrosa, em comemoração aos 25 anos da regulamentação da profissão de “Técnico de Segurança do Trabalho”.

Decreto Nº 92.530 de 09/04/1986, publicado no DOU em 10/04/1986.

Brasília, 29 de março de 2011.

Nota do Blog.

PPor questão de justiça não podemos esquecer-nos de homenagear também o autor do projeto de Lei do Senado nº 5.077/81, que deu origem a Lei nº 7.410/85. Sancionada pelo Presidente José Sarney.

A Classe agradece e não pode esquecer a batalha travada na tribuna pelo Ilustre Senador Saturnino Braga, quem abraçou a causa  em favor da classe dos Supervisores de  Segurança do Trabalho e apresentou o anteprojeto de Lei transformando-os em Técnicos.

Senador “Saturnino Braga”, nossos sinceros cumprimentos também.


Marcio Santiago Vaitsman


30 de março de 2011

Ecos da vida para sua reflexão.

Um pequeno garoto e seu pai caminhavam pelas montanhas.
De repente o garoto cai se machuca e grita. 
- ai!
Para sua surpresa escuta uma voz repetir em algum lugar da montanha.
Curioso, pergunta: 
- quem é você?
Recebe como resposta: 
- quem é você?
Contrariado grita:
- seu covarde!
Escuta como resposta:
- seu covarde!
Olha para o pai e pergunta aflito.
- o que é isso?
O pai sorri e fala: 
- meu filho, preste atenção!
Então o pai grita em direção a montanha: 

- eu admiro você!
A voz responde: 
- eu admiro você!
De novo o homem grita: 
- você é um campeão!
A voz responde: 
- você é um campeão!

O garoto fica espantado sem entender nada.

O pai explica: 
- as pessoas chamam isso de Eco, mas na verdade isso é a vida, ela lhe dá de volta tudo que você diz ou faz.
Nossa vida é simplesmente o reflexo das nossas ações, se você quer mais amor no mundo, crie mais amor no seu coração.
Se você quer mais responsabilidade da sua equipe, desenvolva a sua responsabilidade.
Se você que mais tolerância das pessoas, seja mais tolerante.
Se você que mais alegria no mundo, seja mais alegre.
Tanto no plano pessoal quanto no profissional, a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela. 

Sua vida não é uma coincidência.
 
Sua vida é a conseqüência de você mesmo.

Continue votando na enquete sobre o futuro da sua profissão.


27 de março de 2011

O CREA quer o arquivamento da PL 6179 - Dê o seu voto nesse Blog.

A pedido,  deixarei essa postagem no ar por alguns dias para que vocês  Técnicos possam tomar conhecimento do que está rolando na área e  poder expressar suas opiniões na enquete.

Aproveito para informar aos colegas que o Projeto de Lei da criação dos Conselhos Federal e Regionais de Técnicos em Segurança do Trabalho, Processo nº 46010.001767/ 2003-99 e Exposição de Motivos nº 16 de 08.12.2004, foi enviado pelo Ministério do Trabalho e Emprego para a Casa Civil da Presidência da República, está aguardando parecer.
Agora........
Independentemente de ser a favor ou contra a transformação do Técnico em Segurança do Trabalho em Bacharel, equiparando os colegas Engenheiros, sei que essa PL 6179, vem tirando a tranqüilidade dos dirigentes do CREA.

Por isso, peço a opinião dos Técnicos em Segurança para que o destino de nossa profissão não seja decidido à revelia por categorias que nada faz ou fizeram por nós Técnicos. VOTE!

Marcio Santiago Vaitsman

Acidente de trabalho - Mortes em obras do PAC estão acima dos padrões.

PORTO VELHO (RO), FORTALEZA e RIO - Trabalhadores estão morrendo nos canteiros de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), estrela do governo federal. Num levantamento inédito feito pelo GLOBO em 21 grandes empreendimentos, que somam R$ 105,6 bilhões de investimentos, foram registradas 40 mortes de operários em acidentes, desde 2008. Só nas usinas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, houve seis mortes. 

Tanto em complexas obras de infraestrutura, como hidrelétricas, como nas mais simples, incluindo as do programa Minha Casa, Minha Vida, a morte está presente. Os acidentes fatais são causados principalmente por choques, soterramento e quedas. 

São mortes "invisíveis", que não estão nos bancos de dados dos diversos controles governamentais criados para acompanhar o PAC, que, até o início de 2010, era coordenado pela então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. 

Somente em 2010, a taxa de mortalidade foi de 19,79 para cada cem mil empregados. Índice considerado altíssimo pelo médico Zuher Handar, consultor para segurança e saúde da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil. A taxa é mais que o dobro da registrada para o conjunto dos empregados do setor formal da economia - 9,49 por cem mil. 

Os empregados da construção civil brasileira são os que mais morrem. A taxa de mortalidade está em 23,8 por cem mil trabalhadores, um pouco acima da encontrada em obras do PAC - considerada muito alta, já que são tocadas por grandes construtoras, com tecnologia suficiente para proteger os operários, dizem especialistas. Nos Estados Unidos, a taxa de mortalidade na construção civil é de 10 por cem mil; na Espanha, de 10,6; no Canadá, de 8,7; em Portugal, de 18. 

-Nessas grandes obras de infraestrutura, independentemente de serem do PAC ou não, o governo precisa estar mais atento, não contratando empresas que deixem de ter mecanismos de prevenção - disse Handar. 

-O alto número de mortes é verdadeiro. Estamos intensificando os trabalhos e a atenção. Isso nos preocupa e buscamos as razões para esse quadro. As obras estão em um ritmo muito acelerado e as companhias não vêm treinando (pessoal), porque não há tempo para isso - afirmou Paulo Safady Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), acrescentando que, com a carência de mão de obra, empresas têm buscado pessoas sem qualificação para trabalhar nos canteiros. 

Segundo ele, o ideal é que os trabalhadores tenham de 80 a cem horas de aulas teóricas. Depois, entre cem e 120 horas práticas, nos canteiros. Só após essas duas fases, continua Safady, é que se deve entrar na obra: 

-Sem isso, cometem-se erros. O problema é generalizado. Há uma carência para todos os níveis de obras, e em todos os lugares do Brasil. 

Clique no link abaixo.

Navegue pelo ambiente multimídia e veja vídeos, galerias de fotos e gráficos

Cássia Almeida, Henrique Gomes Batista, Isabela Martin e Bruno Rosa.

Jornal O Globo.

Mais uma vez o CREA se metendo na nossa profissão - Informe a classe.

Por essas e outras, temos que nos unir com urgência, para pressionar as autoridades para a imediata criação do nosso Conselho de Classe e, acabar definitivamente com as tentativas do CREA.

RESOLUÇÃO Nº 358 DE 31 DE JULHO DE 1991 Dispõe sobre a inclusão do Técnico em Segurança do Trabalho entre as constantes da Resolução nº 262 de 28/JUL / 1979. 

O Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, usando das atribuições que lhe conferem as letras "d" e "f" do Art. 27 da Lei nº 5.194 de 24 Dez 1966, e consoante o aprovado na Sessão Plenária realizada em 27 Nov 1987,

CONSIDERANDO que o Art. 7º da Resolução nº 262, de 28 /Jul/ 1979 do CONFEA, determina que na eventualidade de virem a ser definidas novas habilitações profissionais, a nível de 2º Grau, de validade nacional, o CONFEA baixará Resolução visando ao estabelecimento das correspondentes atribuições;

CONSIDERANDO que as atribuições pertinentes ao Técnico em Segurança do Trabalho dizem respeito à área de Engenharia, devendo tal profissional ficar inserido no Sistema e sob a supervisão de profissional de nível superior,

RESOLVE: Art. 1º - Visando à fiscalização de suas atividades, bem como à adequada supervisão, por profissionais de nível superior, fica inserida entre as áreas de habilitação previstas no Art. 2º da Resolução nº 262 de 28 /Julho / 1979:

9 - Segurança do Trabalho. 

9.l - Técnico em Segurança do Trabalho.

Art. 2º - Aplicam-se aos técnicos citados na presente Resolução as disposições da Resolução nº 261, de 22 de Julho de 1979, bem como as demais disposições das Resoluções nº 262, de 28 /Julho /1979, e 278, de 27/ Maio/1983.

Art. 3º - A presente Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário. Brasília, 31 de Julho de 1991.

Frederico V. M. Bussinger
Presidente

Marcus Vinícius de Oliveira
1º Secretário

Publicada no D, O, U, de 01 de Novembro de 1991 - Seção I - Pág. 24.564.

 
Veja você, o CREA em sua justificativa contra a PL 6179/2009, procura desmoralizar os Técnicos e Segurança do Trabalho, dizendo que a criação da profissão de Bacharel ou Agente Superior em Segurança, será um desastre para a sociedade e que trará grandes prejuízos á sociedade pela desqualificação profissional.


APÓS VOCÊ TER TOMADO CONHECIMENTO DESSE DECRETO, EU PERGUNTO:

Vamos continuar inerte a essa situação? 

Vamos permitir que essa intromissão aconteça? 

Vamos continuar cada um na sua? 

As iniciativas isoladas, não estão sendo suficientes para resolver esse problema, temos que unir forças e ideais de todos, portanto, precisamos urgentemente cobrar dos Sindicatos um posicionamento a favor dos Técnicos em Segurança do Trabalho ou vamos continuar subjugados por uma classe que se considera dona da verdade, mesmo havendo decisão contra o CREA, em mandato de segurança a respeito da competência do Téc. Seg. Trabalho para elaborar o PPRA, dentre outras atividades técnicas inerentes a profissão.

Veja decisão do 15º Vara Cível – 982/2008 de 21 de julho de 2008. 

Diante do exposto, JULGO PROCEDENTE o pedido e concedo a segurança, a fim de determinar que o CREA que se abstenha de praticar qualquer ato relacionado á exigência de registro, de fiscalização, de limitação ou restrição ao exercício das atividades relacionadas com prevenção e segurança do trabalho exercido pelos Técnicos de Segurança do Trabalho. 


Marcio Santiago Vaitsman

26 de março de 2011

O peixe fresco – DDS auto – estima.

Os japoneses sempre gostaram de peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. 

Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. 

E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. 

Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Porém os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado. E claro... Eles não gostaram também do peixe congelado.Com o peixe congelado, caiu o consumo e os preços. 

Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros.  Eles podiam pescar e enfiar esses peixes vivos nos tanques, "como sardinhas".  Depois de certo tempo, pela falta de espaço, os peixes paravam de se debater e não se moviam mais. 

Os peixes chegavam vivos, porém cansados e abatidos por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Infelizmente os japoneses ainda podiam notar a diferença no gosto do peixe. Como os japoneses resolveram este problema?

Manter o gosto dos peixes mesmo pescados a milhares de milhas no mar? O que você recomendaria?

Antes da resposta, leia o que vem abaixo:

Quando as pessoas atingem seus objetivos;  Quando encontram uma namorada maravilhosa Quando começam com sucesso numa empresa nova Quando pagam todas as suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões.
 
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam.  Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro.  O mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas-de-casa entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja pretas.

Para esses problemas.

"O ser - humano progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador".Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema.

Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios você fica muito feliz.

Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque.

O tubarão perseguia e até comia alguns peixes, mas a grande maioria dos peixes chegava "muito vivo", e frescos ao desembarque, aumentando assim o consumo, o preço e as vendas. Tudo isso porque os peixes eram desafiados a sobreviver, a manterem-se vivos lá nos tanques, pelos tubarões.

Portanto como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles.  Massacre-os. Curta o jogo. Seus desafios são muito grandes e numerosos?

Não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores.

Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade.

Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.

"Se por acaso tiver algum tubarão hoje te perseguindo, não se intimide, lute, batalhe, continue!" "Com um tubarão (problema = desafio) no seu tanque (casa, empresa, etc.), veja quão longe você realmente pode chegar."

Pense nisso!

INCENTIVO À CRIMINALIDADE NO BRASIL – Você ganha igual?

Essa matéria não pode passar em branco.

Revogado pela lei nº 333, de 01/06/2010 na qual o valor do salário família do presidiário passou a ser de R$ 810,18.

 No caso de morte do "Pobre Presidiário", a referida quantia do auxílio  reclusão passa a ser "pensão por morte".

O lance é roubar ou matar para ser preso e assim sustentar a sua prole. 

 É inadmissível! ! !  É mais um dos muitos absurdos  desse país e por isso a Previdência Social está sempre quebrada e não  tem verbas para pagar quem  trabalhou uma vida toda!

É  REVOLTANTE!!!!!!!

O que é o AUXÍLIO RECLUSÃO?

Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que, a partir de 1/1/2010 é de R$798,30 por filho para sustentar a família, já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso.
Mais que um salário mínimo que muita gente por aí rala pra conseguir e manter uma família inteira. Ou seja, (falando agora no popular pra ser entendido) bandido com 5 filhos, além de comandar o crime de dentro das  prisões, comer e beber nas costas de  quem trabalha e/ou paga impostos,  ainda tem direito a receber auxílio  reclusão de R$3.991,50 da  Previdência Social.
Qual pai de família com 5 filhos recebe  um salário suado igual ou mesmo um aposentado que trabalhou e contribuiu  a vida inteira e ainda tem que se submeter ao fator previdenciário?

Mesmo que seja um auxílio temporário, prisão não é colônia de férias.
Isto é um incentivo a criminalidade.  Que políticos e que governo é esse???
Você não está acreditando?

Confira no site da Previdência Social.  Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INS.

http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22

Minha pergunta é para você Téc.Seg.Trabalho que rala o dia inteiro, ganha igual ?

1. Vale a pena estudar e ter uma profissão?

2. Trabalhar 30 dias para receber salário mínimo de R$ 510,00, fazer malabarismo com orçamento para manter a família?

3. Viver endividado com prestações da TV, do celular ou do carro que você não pode ostentar pra não ser assaltado?

4. Viver recluso atrás das grades de sua casa?

5. Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso, recebe uma bolsa de R$798,30 para seu sustento?

6. Já viu algum defensor dos direitos humanos defendendo esta bolsa para os filhos das vítimas? 



MOSTRE A TODOS O QUE OCORRE NESSE PAÍS!!!

23 de março de 2011

O CREA pede o arquivamento do PL 6179 – Reflexão.


A vida é mesmo imprevisível “dizem que o vento que venta aquí, ventar lá”, independentemente de ser à favor ou contra a transformação do Técnico em Segurança do Trabalho em Bacharel, equiparando os colegas Engenheiros, sei que essa PL 6179, vem  tirando a tranqüilidade dos dirigentes do CREA.

Entretanto, não posso deixar passar em branco, muito menos de lembrar aos senhores que o CREA, através de uma resolução interna, durante longo período registrava e ou registra os Técnicos em Segurança do Trabalho nesse conceituado Conselho de Classe, até então não se importando com níveis de competência dos órgãos reguladores de cada profissão.

E agora, quando se pretende valorizar esses profissionais, o CREA faz chamamento à classe se posicionando literalmente contra ao Projeto de Lei que tramita na Câmara dos Deputados.

A vida está sempre nos surpreendendo imperdoavelmente com a sua lição.

 Leiam essa postagem com muito atenção e, tire você mesmo as conclusões.

Marcio Santiago Vaitsman



JUSTIFICATIVA PARA ARQUIVAMENTO DO PL 6179 BACHAREL EM SEGURANÇA.

Antes de fazer quaisquer alterações em uma lei devemos verificar o histórico de cada uma delas para que não se cometa equívocos, como é o caso deste PL especificamente preliminarmente, precisamos esclarecer os níveis de competência dos componentes dos serviços Especializados em Engenharia de Segurança do Trabalho e em Medicina do Trabalho (SEESMT).

Em 27 de julho de 1972, o então Ministro do Trabalho Julio Barata baixou a portaria 3237 criando a obrigatoriedade das empresas em terem em seus quadros a implantação desses serviços de acordo com o grau de risco e o número de trabalhadores dos referidos estabelecimentos.

Ao mesmo tempo estabeleceu que as profissões que devem compor tais serviços seriam a de Engenheiro de Segurança do Trabalho e a de Técnico de Segurança do Trabalho, na área da Engenharia de Segurança do Trabalho e a de Médico do Trabalho, Enfermeiro do Trabalho e Técnico de Enfermagem referente à área de Medicina do Trabalho.

Esses profissionais devem trabalhar em conjunto no âmbito de suas respectivas atribuições profissionais.

Posteriormente, no ano de 1977, houve modificação na redação do Capitulo V da CLT dada pelo Art. 1º da Lei 6514 de 22/12/1977 (que não é do ano de 1967, conforme afirma o texto do PL e a sua justificativa – grifo nosso) que estruturou os princípios básicos no artigo 162 da CLT que tratava especificamente dos órgãos de Engenharia de Segurança do Trabalho, estabelecendo diretrizes para o funcionamento desses serviços.

Face aos conhecimentos técnicos e científicos de cada profissão ficou decidido o seguinte:

a) tudo que é relacionado às condições e meio ambiente do trabalho é prerrogativa do profissional Engenheiro;

b) tudo que é relativo ao ser humano é prerrogativa do Médico do Trabalho.

Exemplificando melhor, ao Engenheiro é dada a atribuição de cuidar da prevenção no local de trabalho e/ou em frentes de serviço adotando medidas de Engenharia de Segurança.

Ao médico é dada atribuição de cuidar da prevenção de doenças que possam agravar a saúde do trabalhador face às condições encontradas no mister de suas atividades.

Portanto uma boa ação preventiva depende da conjugação desses dois fatores que agem e interagem no conjunto desses exercícios.

A mudança de redação do Capitulo V da CLT dada pelo Art. 1º da Lei 6514 de 22/12/1977 definiu as atividades a serem realizadas para as medidas de prevenção de acidentes. Por outro lado, cumpre salientar que o Art. 4º da mesma Lei diz:

Art. 4º - O Ministro do Trabalho relacionará os artigos do Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho, cuja aplicação será fiscalizada exclusivamente por engenheiros de segurança (grifo nosso) e médicos do trabalho.

Face ao exposto, criou-se a Portaria 3214 de 08/06/1978 que hoje contem 33 normas Regulamentadoras – NR, tratando de cada assunto.

Com o aperfeiçoamento de nossa legislação houve a regulamentação dos profissionais de Engenharia de Segurança do Trabalho que se deu com a promulgação da Lei 7410 de 27/11/1985 que criou a profissão de Engenheiro de Segurança do Trabalho, em seu art. 1º diz:

“Art. 1º - O exercício da especialização de Engenheiro de Segurança do Trabalho será permitido,

“Exclusivamente: I - ao Engenheiro ou Arquiteto portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, a ser ministrado no País, em nível de pós-graduação;”

A Lei definiu um curso de Pós-Graduação para tratar dos assuntos de Segurança do Trabalho para melhor caracterização e especificidade de atuação temos na mesma lei:

“Art. 3º - O exercício da atividade de Engenheiros e Arquitetos na especialização de Engenharia de Segurança do Trabalho dependerá de registro em Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, após a regulamentação desta Lei,”

Após a promulgação da Lei 7410/1985 houve a sua regulamentação pelo Decreto Federal nº 92530 de 09/04/1986, o qual estabeleceu as seguintes condições: Decreto Federal nº 92530/86:

“Art. 1º - O exercício da especialização de Engenheiros de Segurança do Trabalho é permitido, exclusivamente:

I - ao Engenheiro ou Arquiteto portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, em nível de pós-graduação; ”
..
“Art. 4º - As atividades dos Engenheiros e Arquitetos especializados em Engenharia de Segurança do Trabalho serão definidas pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CONFEA, no prazo de 60 (sessenta) dias após a fixação dos currículos de que trata o artigo 3º pelo Ministério da Educação, ouvida a Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho – SSMT.”

Art. 5º - O exercício da atividade de Engenheiro e Arquiteto na especialidade de Engenharia de Segurança do Trabalho depende de registro no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA.”

Em 31 de julho de 1991 houve a elaboração da Resolução nº 359 do Confea; para que fosse cumprido o disposto no artigo do Decreto Federal nº 92530 de 09/04/1986 que regulamentou a Lei Federal nº 7410 de 27/11/1985 e que: 

“Dispõe sobre o exercício profissional, o registro e as atividades do Engenheiro de Segurança do Trabalho” e foi levado em conta as seguintes considerações:

I. Considerando que a Lei nº 7410/1985 veio excepcionar a legislação anterior que regulou os cursos de especialização e seus objetivos, tanto que o seu art. 6º revogou as disposições em contrário,
II. Considerando a aprovação, pelo Conselho Federal de Educação, do currículo básico do curso de Engenharia de Segurança do Trabalho - Parecer nº 19/87;

III. Considerando, ainda, que tal Parecer nº 19/87 é expresso em ressaltar que "deve a Engenharia da Segurança do Trabalho voltar-se precipuamente para a proteção do trabalhador em todas as unidades laborais, no que se refere à questão de segurança, inclusive higiene do trabalho, sem interferência específica nas competências legais e técnicas estabelecidas para as diversas modalidades da Engenharia, Arquitetura e Agronomia” (grifo nosso);

IV. Considerando, ainda, que o mesmo Parecer concluiu por fixar um currículo básico único e uniforme para a pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho, independentemente da modalidade do curso de graduação concluído pelos profissionais engenheiros e arquitetos;

V. Considerando que a Lei nº 7.410/85 faculta a todos os titulados como Engenheiro a faculdade de se habilitarem como Engenheiros de Segurança do Trabalho, estando, portanto, amparados inclusive os Engenheiros da área de Agronomia;

VI. Considerando, por fim, a manifestação da Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho, prevista no Art. 4º do Decreto nº 92.530/86, pela qual "a Engenharia de Segurança do Trabalho visa à prevenção de riscos nas atividades de trabalho com vistas à defesa da integridade da pessoa humana” (grifo nosso),

Temos ainda a considerar os seguintes artigos da Resolução nº 359/91 do Confea:

Art. 1º - O exercício da especialização de Engenheiro de Segurança do Trabalho é permitido, exclusivamente:

I - ao Engenheiro ou Arquiteto, portador de certificado de conclusão de curso de especialização, a nível de pós-graduação, em Engenharia de Segurança do Trabalho;

Art. 2º - Os Conselhos Regionais concederão o Registro dos Engenheiros de Segurança do Trabalho, procedendo à anotação nas carteiras profissionais já expedidas.

Art. 4º - As atividades dos Engenheiros e Arquitetos, na especialidade de Engenharia de Segurança do Trabalho, são as seguintes:

1 - Supervisionar, coordenar e orientar tecnicamente os serviços de Engenharia de Segurança do Trabalho;

2 - Estudar as condições de segurança dos locais de trabalho e das instalações e equipamentos, com vistas especialmente aos problemas de controle de risco, controle de poluição, higiene do trabalho, ergonomia, proteção contra incêndio e saneamento (grifo nosso);

3 - Planejar e desenvolver a implantação de técnicas relativas a gerenciamento e controle de riscos (grifo nosso);

4 - Vistoriar, avaliar, realizar perícias, arbitrar, emitir parecer, laudos técnicos e indicar medidas de controle sobre grau de exposição a agentes agressivos de riscos físicos,  químicos e biológicos, tais como poluentes atmosféricos, ruídos, calor, radiação em geral e pressões anormais, caracterizando as atividades, operações e locais insalubres e perigosos (grifo nosso);

5 - Analisar riscos, acidentes e falhas, investigando causas, propondo medidas preventivas e corretivas e orientando trabalhos estatísticos, inclusive com respeito a custo (grifo nosso);

6 - Propor políticas, programas, normas e regulamentos de Segurança do Trabalho, zelando pela sua observância (grifo nosso);

7 - Elaborar projetos de sistemas de segurança e assessorar a elaboração de projetos de obras, instalação e equipamentos, opinando do ponto de vista da Engenharia de Segurança;

8 - Estudar instalações, máquinas e equipamentos, identificando seus pontos de risco e projetando dispositivos de segurança (grifo nosso);

9 - Projetar sistemas de proteção contra incêndios, coordenar atividades de combate a incêndio e de salvamento e elaborar planos para emergência e catástrofes;

10 - Inspecionar locais de trabalho no que se relaciona com a segurança do Trabalho, delimitando áreas de periculosidade;

11 - Especificar, controlar e fiscalizar sistemas de proteção coletiva e equipamentos de segurança, inclusive os de proteção individual e os de proteção contra incêndio, assegurando-se de sua qualidade e eficiência;

12 - Opinar e participar da especificação para aquisição de substâncias e equipamentos cuja manipulação, armazenamento, transporte ou funcionamento possam apresentar riscos, acompanhando o controle do recebimento e da expedição;

13 - Elaborar planos destinados a criar e desenvolver a prevenção de acidentes, promovendo a instalação de comissões e assessorando-lhes o funcionamento;

14 - Orientar o treinamento específico de Segurança do Trabalho e assessorar a elaboração de programas de treinamento geral, no que diz respeito à Segurança do Trabalho;

15 - Acompanhar a execução de obras e serviços decorrentes da adoção de medidas de segurança, quando a complexidade dos trabalhos a executar assim o exigir;

16 - Colaborar na fixação de requisitos de aptidão para o exercício de funções, apontando os riscos decorrentes desses exercícios;

17 - Propor medidas preventivas no campo da Segurança do Trabalho, em face do conhecimento da natureza e gravidade das lesões provenientes do acidente de trabalho, incluídas as doenças do trabalho;

18 - Informar aos trabalhadores e à comunidade, diretamente ou por meio de seus representantes, as condições que possam trazer danos a sua integridade e as medidas que eliminam ou atenuam estes riscos e que deverão ser tomadas.

Após a analise destas considerações fica comprovado que existe restrição ao campo de atuação da profissão está embasada em norma expressa, sem violação ao princípio da liberdade profissional previsto no art. 5º inciso XIII da Constituição Federal. ....XIII - é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;......”

Devemos ressaltar que o presente PL 6179/2009 cria a figura do Bacharel em Segurança do Trabalho ou Agente Superior de Segurança do Trabalho, em desacordo com o Art. 5º da Constituição Federal, pois esse profissional, além de estabelecer conflito com outras profissões da área estabelecida em Lei, não terá titulo nos Conselhos Regionais e portanto será impedido de exercer quaisquer atividades no seu mister.

O referido Projeto de Lei, em seu Art. 3º diz que o currículo será fixado pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Medicina e Segurança do Trabalho (FUNDACENTRO), que é um órgão de pesquisa técnica e cientifica para a área de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho e, portanto não possui competências para estabelecer conteúdos de ensino e diz também que poderá ser pelas Universidades existentes, que também não tem competência que não seja dado pelo Conselho Nacional de Educação.

O mencionado projeto trará grandes prejuízos à sociedade pela desqualificação profissional, além de criar um grande problema no mercado entre o técnico de Segurança do Trabalho e o respectivo Bacharel.

Conclui-se que mostramos claramente que não só a criação da Profissão de Bacharel em Segurança do Trabalho ou Agente Superior de Segurança do Trabalho será um desastre para a sociedade e não tem respeito às medidas preventivas de Engenharia de Segurança do Trabalho, com a finalidade precípua de preservar a integridade física dos trabalhadores, somos pelo arquivamento em definitivo do referido PL 6179/2009.

Atenciosamente,

Celso Atienza – Eng. Civil e de Segurança do Trabalho.
Newton Guenaga Filho - Eng. Eletr. e Eng. de Segurança do Trabalho. 

Membros da Equipe de especialistas da Matriz do Conhecimento da Coordenadoria de Câmaras Especializadas em Engenharia de Segurança do Trabalho – CCEEST/ CONFEA.

Esse é o conceito do  Crea em relação a sua profissão.

20 de março de 2011

Sinceros agradecimentos.


Vocês não podem imaginar o quanto fico envaidecido ao receber as mensagens postadas por vocês a respeito deste modesto blog no meu correio particular.
São pessoas de vários continentes, isso mesmo, continentes, querendo saber sobre a prevenção no Brasil, outras solicitando ajuda na tomada de decisões em suas empresas e muitos pedidos de ajuda técnica na nossa área de atuação.
Respondo com muito prazer a cada uma das centenas de consultas diárias, mas, na medida do possível, porque também trabalho e tenho escasso tempo para tal.
Nunca imaginei que o modesto blog fosse ter essa repercussão, em tão pouco tempo de existência, mesmo porque não era esse o meu objetivo e sim postar assuntos que penso serem importantes e de interesse da nossa classe, a fim de ajudar aos colegas com matérias técnicas e opiniões inerentes a prevenção, onde pudesse apenas compartilhar minha experiência de mais de 30 anos na Prevenção de Acidente do Trabalho em empresas de grande porte.
Saibam que vocês são pessoas que admiro muito, embora não conheça alguns pessoalmente, outros são velhos amigos, mas, desde já, posso considerá-los todos como pessoas realmente especiais pelas mensagens de carinho enviadas via e-mail que acabou tornando meu dia feliz.
Tomara que a gente continue assim, sempre trocando informações técnicas e gestos de amizade e consideração.
As simples palavras são impregnadas de vibrações, esse blog é seu,  por isso não devemos perder nenhuma oportunidade de nos manifestarmos num sentido otimista e de consideração afim de que possamos festejar um dia a criação do nosso Conselho Profissional, o objetivo maior do criador  desse Blog.
Muito obrigado a todos os seguidores. 
Marcio Santiago Vaitsman 




OSSO ASSASSINO – DDS DE ALERTA.


Atitude considerada como desvio quando da avaliação do Índice de Pratica Segura no Trabalho nas empresas.

Como é uma prática comum este comportamento, passa despercebida, principalmente nos escritórios e, mesmo no lar, com as donas de casa fazendo suas obrigações, muitas vezes o problema afeta as pessoas com muita intensidade podendo causar problemas até por acumulação. 

NÃO PRENDA O TELEFONE NO OMBRO COM A CABEÇA!!!

O alerta vem dos consultores médicos do Jornal Britânico 'Neurology'. Que informa  está comprovado que é perigoso, e pode até ser fatal, conversar pelo telefone apoiando-o no ombro e firmando-o com a cabeça.

Geralmente tende-se a fazer isso quando precisamos anotar o que interlocutor está dizendo ou estamos fazendo algo mais.

O caso relatado pela publicação científica refere-se a um psiquiatra francês que demorou uma hora com o telefone preso entre a cabeça e o ombro esquerdo. 

Quando desligou, o psiquiatra sofreu cegueira temporária e sentiu dificuldade em falar a que sobreveio um derrame cerebral.

MOTIVO:

Um osso minúsculo, mas pontudo, sob a orelha esquerda e atrás do queixo, rompeu os vasos que levam o sangue até o cérebro, podendo levar a pessoa a óbito.

Esse rompimento dá-se porque a pessoa, sem sentir, vai pressionando cada vez mais a cabeça sobre o telefone e também, involuntariamente, vai levantando o ombro. 

Caso você tenha realizado essa prática, percebeu que dói muito o pescoço e que não consegue permanecer por muito tempo nessa posição, pois é, isso você cometeu um desvio comportamental que deve ser corrigido, assim sendo,  comunique, passe pra frente esse alerta, avise aos seus colegas de trabalho, familiares, seus amigos e demais pessoas de seu convívio para :


NÃO FALAR AO TELEFONE PRENDENDO-O ENTRE A CABEÇA E O OMBRO.











Comunicado de utilidade pública.