Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
marciovaitsman@yahoo.com.br - marciovaitsman@gmail.com - http://twitter.com/SMSeg
PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

31 de outubro de 2011

Banco de empregos.

1-Técnico em Segurança do Trabalho.

Estamos atuando no suporte na busca de profissionais da área de Segurança do Trabalho para preencher 2 vagas no Rio de Janeiro.

Experiência em campo, especificamente em inspeções e liberação de trabalhos nas obras; Desejável possuir experiência anterior no segmento de Telecom ou construção civil; Experiência na área burocrática, com organização de documentos; Domínio de informática, principalmente Excel.

Salário: 1600,00 - Convênio médico vale refeição ou alimentação, seguro de vida e vale transporte.
Interessados devem encaminhar o currículo para o e-mail: amello0204@yahoo.com.br 

Boa Sorte!
2 - Técnico em Segurança do Trabalho – Estágio.

Empresa de grande porte busca Estagiário de Técnico em Segurança Trabalho:

Conhecimento em informática; Pacote Office; Concluído ou está cursando último período.

Preferencialmente para residentes em Niterói ou São Gonçalo.

Local de Trabalho: Rio de Janeiro / Capital e Itaboraí.

Interessados, somente dentro do perfil, devem encaminhar currículo para qsms_sdu@yahoo.com.br mencionando no campo assunto vaga estagio técnico em segurança.

Serão visualizados somente os Currículos com descritivo da vaga no Campo Assunto.

Boa Sorte!

30 de outubro de 2011

Comentário sobre piso salarial

Recebi em meu correio uma solicitação para divulgar entre os profissionais da área prevencionista que o piso salarial do Técnico em Segurança do Trabalho em São Paulo atualmente é de R$ 2.127,00/Mês. Enquanto nos Estados do Nordeste está em torno de R$ 800,00/ mês.

Informo que aqui no Rio de Janeiro, não é muito diferente, existe certa resistência dos colegas em procurar melhorar seus salários, enquanto suas atribuições e responsabilidades triplicam de forma geométrica e nenhuma atitude aparente por parte da classe visando modificar essa situação é percebido, parece existir desinteresse geral, não dá para entender essa atitude dos profissionais da prevenção, principalmente do Estado do Rio de Janeiro, a verdade é que somos todos coniventes. 

Marcio Santiago Vaitsman

Depoimento importante para esse blog.

Sou do Ceará (Fortaleza) e estudante de Técnico em Segurança do Trabalho, o piso salarial daqui é de fato uma vergonha, mas resultante também da falta de interesse dos próprios profissionais que não valorizam a própria categoria, não buscam fortificar o sindicato daqui (que por sinal, sobrevive da minoria que ainda creditam e lutam para que ele não deixe de existir), preferem contribuir para o CREA-CE (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Ceará), como o próprio nome já diz; Engenharia Civil e Arquitetura, sendo assim quando precisam recorrer a ele, levam um belo e gostoso ''procure o sindicato da sua área''. Então, piso merecidamente desvalorizado para eles.

Sou ainda estudante dessa área de prevencionismo e amo já o que irei fazer. Mas não me submeterei a tais condições salariais. Assim que conseguir um estágio e seis meses de experiência, procurarei um rumo a seguir, não ficarei nessa cidade, onde não olham para os ''Téc. Seg. Trabalho'' com o devido valor que temos. Não mesmo. Quem quer ser valorizado, que se valorize primeiro.

Emília Jéssica deixou um novo comentário sobre a postagem de 20/5.

Construa você mesmo a sua vida: não permita que opiniões e erros alheios te conduzam ao fracasso. SABER QUERER É A BASE PARA VENCER.

29 de outubro de 2011

OS DEZ MANDAMENTOS DO OTIMISMO – DDS.

Jamais diga que não é capaz de realizar algo. Pode ser que você apenas precise de um pouco mais de tempo, perseverança e fé para conseguir realizar o seu sonho. Além disso, uma boa dose de otimismo sempre pode ajudar.

Sempre diga que hoje é o melhor dia de sua vida; portanto, não o sobrecarregue com lembranças dolorosas do ontem, nem com temores covardes do amanhã. Viva cada dia com entusiasmo e intensidade.
Construa você mesmo a sua vida: não permita que opiniões e erros alheios te conduzam ao fracasso.

Sempre irradie amor, cordialidade e simpatia… Distribua teus tesouros espirituais, pois, quanto mais você der, mais enriquecerá.

Não ajude esperando receber algo em troca. A maior fonte de energia está em você mesmo; quando aprender a utilizá-la, descobrirá o quanto já é rico e forte.

Seja honesto, pontual e exigente com você mesmo. Quem não se disciplina, desperdiça tesouros de energia física e mental, acabando por destruir-se.

Jamais se esqueça de cuidar do corpo e da mente, conservando ambos sadios. Como os males de um se refletirão infalivelmente no outro, os dois merecem, por igual, atenção constante.

Tenha paciência. Jamais duvide da continuidade da vida e de que a vitória pertencem aos que sabem esperar o momento certo de agir.

Fuja da extravagância e do desperdício, pois, afinal, o equilíbrio na vida é um bem inestimável.

Diariamente, faça uma avaliação da sua vida . Veja o que merece, na verdade, sua real atenção e, o que for supérfluo, “elimine de sua vida”.
Após tomar uma decisão de forma consciente e livre, jamais se afaste dela. Não mude seus objetivos.



SABER QUERER É A BASE PARA VENCER.


Redação da Saúde Informações.


27 de outubro de 2011

Petição Publica - APOIO A PL 469/2011 - CONTRATAÇÃO DE TÉCNICOS EM SEGURANÇA DO TRABALHO.

Caros colegas prevencionistas.

Estamos lançando mais uma Petição Pública,  o qual vem em apoio ao Projeto de Lei 469/2011 do deputado Onofre Santo Agostini (DEM/SC).

Atualmente, somos sabedores que cada ano que passa mais e mais colegas conclui seu curso de Técnico em Segurança do Trabalho, porem há um numero grande de profissionais que não estão tendo oportunidade de atuar como técnicos, por vários motivos dentre eles a própria legislação vigente que proporciona que as empresas tenham subterfúgio para a contratação de profissionais da área de segurança.
Este projeto lei sendo aprovado, será uma porta aberta para que muitos tenham oportunidade, pois o principal objetivo é redimensionamento do numero de colaboradores reduzindo de 100 para 51 empregados, para que haja a obrigatoriedade de contratação de Técnicos em Segurança do Trabalho pelas empresas.
Mais uma vez temos que nos unir, então peço que assine e divulguem essa petição publica que está no link abaixo.

Técnico unido, jamais será vencido. 



Valeu a pena nosso Grito - Você percebeu como é importante a nossa união.

Caros companheiros:

Mais uma conquista dos técnicos em segurança do trabalho do Brasil. O deputado Federal, Ademir Camilo, PDT, mineiro, acabou de retirar seu projeto da pauta de votação na Câmara Federal, que obrigava os técnicos de segurança a se filiarem ao CREA.


Viu como valeu a pena nosso Grito, estamos todos de parabéns, pela participação na Petição Publica, bem como em especial a liderança do SINDITESTrs  encabeçada pelo Sr. Carlos Nascimento, Nilson, Clovis e demais membros da diretoria.


REQUERIMENTO N° 2011

(Do Sr. Ademir Camilo)





Requer a retirada de tramitação do PL 2253/2011, com base no art. 114, VII do Regimento Interno da Câmara dos Deputados.


Senhor Presidente,



Requeiro, nos termos do art. 114, VII do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, a retirada em definitivo, de tramitação do PL 2253/2011, que Altera a redação do artigo 3º da Lei nº 7.410, de 27 de novembro de 1985, que “Dispõe sobre a Especialização de Engenheiros e Arquitetos em Engenharia de Segurança do Trabalho, a Profissão de Técnico de Segurança do Trabalho, e dá outras Providências.”



Sala das Sessões, em de outubro de 2011.



Deputado ADEMIR CAMILO

PSD/MG

Técnicos unidos, jamais serão vencidos.

 

O empregador pode obrigar o empregado a vender as férias?

As férias é o período de descanso anual a que o empregado tem direito após o exercício do trabalho pelo período de um ano (12 meses), período este denominado de "período aquisitivo".

As férias devem ser concedidas dentro dos 12 meses subsequentes à aquisição do direito, período este chamado de "período concessivo".

A época da concessão das férias corresponderá ao melhor período de interesse do empregador, salvo as exceções previstas em lei, e seu início não poderá coincidir com sábado, domingo, feriado ou dia de compensação de repouso semanal, conforme Precedente Normativo 100 do Tribunal Superior do Trabalho.

Todo empregado tem direito a 30 dias de férias depois de completado o período aquisitivo, salvo as condições de férias proporcionais em decorrência de faltas injustificadas previstas no art. 130 da CLT.

Conforme prevê o art. 143 da CLT o empregado tem direito a converter 1/3 (abono pecuniário de férias) do total de dias de férias a que tem direito, 10 dias, portanto, desde que faça o requerimento ao empregador até o prazo de 15 dias antes de completar o período aquisitivo.

Esta conversão de 1/3 das férias é também conhecida como "vender as férias", já que o empregado goza somente 20 dias e os 10 dias restantes a que teria direito, o empregado acaba trabalhando em troca do valor (em dinheiro) correspondente.

Caso o empregado não faça o pedido da conversão no prazo mencionado em razão de esquecimento, por exemplo, mas desejar converter 1/3 das férias à época do gozo, torna-se uma faculdade por parte do empregador conceder ou não esta conversão.

Por outro lado, se o empregado não requerer a venda das férias com o intuito de gozar os 30 dias, o empregador não poderá obrigar o empregado a converter 1/3 das férias alegando acúmulo de serviço ou por motivo de atendimento de pedido de urgência.

A legislação garante ao empregador a prerrogativa de estabelecer, de acordo com suas necessidades, o período em que o empregado irá sair de férias, mas uma vez concedida e não havendo o requerimento deste da conversão de 1/3, não poderá o empregador obrigar o empregado a vendê-las.

Por óbvio se constata na prática que eventuais situações emergenciais podem ocorrer e o empregador solicita sim, ao empregado, para colaborar com a empresa, vendendo os 10 dias de férias de forma que fique o menor tempo possível longe das atividades profissionais.

No entanto, o que se condena é a utilização deste procedimento de forma reiterada e abrangente, ou seja, quando se verifica constantemente que o empregador, utilizando-se de seu poder de mando, acaba obrigando os empregados a venderem as férias, os quais se sentem constrangidos em negar o pedido e acabam cedendo à vontade da empresa, por conta da manutenção do emprego.

Muitas empresas nem sequer consultam os empregados para saber se este quer sair 20 ou 30 dias, simplesmente emitem o aviso e recibos de férias já com 10 dias convertidos em abono. Se não houve o requerimento da conversão por parte do empregado no prazo que determina a lei, subentende-se que o mesmo quer gozar os 30 dias.

Uma vez comprovado que o empregador obrigou o empregado a vender, aquele poderá ser condenado ao pagamento em dobro do período convertido, já que para a Justiça do Trabalho, houve o cerceamento do direito do empregado e, portanto, o empregador deve pagar em dobro, consoante o que dispõe o art. 137 da CLT.

É o que determina a legislação trabalhista nos artigos anteriormente mencionados, bem como é o entendimento jurisprudencial do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais, conforme julgado abaixo:
 
Empresa não pode obrigar empregado a vender férias

A 10ª Turma do TRT-MG analisou o caso de um empregado que era obrigado a tirar apenas 20 dias de férias, vendendo os outros dez restantes, por imposição da reclamada, o que contraria o artigo 143 da CLT.

De acordo com esse dispositivo legal, a venda de um terço das férias deve ser uma escolha do trabalhador e não uma exigência da empresa. Diante da constatação da ocorrência dessa irregularidade, os julgadores mantiveram a condenação da empregadora ao pagamento em dobro das férias não concedidas no prazo legal, nos termos do artigo 137 da CLT.

Todas as testemunhas, inclusive a indicada pela empregadora, foram unânimes em afirmar que a reclamada “pedia” para que todos os empregados colaborassem vendendo dez dias de férias. Isso porque havia muito trabalho na empresa. A prova testemunhal revelou que as férias eram tiradas de acordo com a demanda de serviço e que era muito raro um empregado tirar 30 dias de férias. Isso só poderia acontecer se a demanda fosse menor. Ficou comprovado, pelos depoimentos das testemunhas, que a grande maioria dos empregados cedia às pressões da empresa.

Ao analisar os recibos de férias do reclamante, a relatora do recurso, desembargadora Deoclécia Amorelli Dias, constatou que ele também tirava apenas 20 dias de férias, sendo obrigado a converter em dinheiro um terço do período de férias a que tinha direito. A desembargadora explicou que a venda de um terço das férias deve ser uma opção do empregado, podendo o período ser convertido no valor da remuneração devida nos dias correspondentes, nos termos do artigo 143 da CLT.

Mas, conforme salientou a magistrada, essa prática não pode ser uma regra da empresa imposta a todos, como ocorreu no caso em questão. Assim, como ficou comprovado que a venda irregular das férias atendia ao interesse patronal, o que contraria a legislação trabalhista, os julgadores confirmaram a sentença.

Boletim Normas Legais.


26 de outubro de 2011

Acidentes de trabalho diminuem, mas mortes aumentam.

A 19ª edição do Anuário Estatístico da Previdência Social (AEPS), divulgada nesta terça-feira, 25 de outubro, apontou uma diminuição dos acidentes de trabalho em 2010 com relação a 2009. Mas o número de trabalhadores que perderam a vida por acidente de trabalho aumentou no último ano.

Segundo o Anuário, em 2010 foram registrados 701.496 acidentes contra 723.452 em 2009. Apesar disso, foram registradas 2.712 mortes no último ano, sendo que em 2009 foram registradas 2.560.

De um modo geral, o número de acidentes foi menor no ano passado em relação aos anteriores. Foram 525.206 com CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) registrada, sendo 414.824 acidentes típicos e 15.593 relacionados a doenças ocupacionais, enquanto que no caso dos acidentes de trajeto houve elevação, saltando de 90.180 em 2009 para 94.789 casos em 2010. O número de acidentes sem CAT registrada também foi mais baixo, 176.290.

Em todas as regiões do país a quantidade de acidentes diminuiu. No Norte foram 29.220, 89.485 no Nordeste, 378.564 no Sudeste, 156.853 no Sul e 47.374 no Centro-Oeste. Já o número de óbitos aumentou em todas as regiões, sendo 170 no Norte, 446 no Nordeste, 1.288 no Sudeste, 497 no Sul e 311 no Centro-Oeste.

Os dados do Anuário Estatístico estão disponíveis na guia Estatísticas do site do Ministério da Previdência Social
Para acessá-los diretamente, clique em :



24 de outubro de 2011

Comentário do blog para as postagens abaixo.

Há anos que venho alertando as autoridades que a Prevenção dos Acidentes do Trabalho no Brasil só vai melhorar quando o governo autorizar a criação do Conselho Federal dos Técnicos em Segurança do Trabalho, assim como criar através de concurso público vagas para Técnicos em Segurança no Ministério do Trabalho e na Previdência Social e, exigir que os Sindicatos tenham equipes de Técnicos treinados para proceder a fiscalização de Segurança dentro das empresas sob suas jurisdição.

Enquanto o Governo não adotar essas e outras medidas, estará à Prevenção no Brasil a mercê dos acidentes e principalmente dos gananciosos e aproveitadores de plantão.

Marcio Santiago Vaitsman


Médico da OIT propõe pacto para cumprimento de normas de segurança.

O médico sanitarista e do trabalho Zuhrer Handar, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), sugeriu, no Tribunal Superior o Trabalho, que a melhor maneira de se prevenir os acidentes de trabalho é um pacto entre trabalhadores e empregadores pelo cumprimento das normas internacionais de segurança de trabalho previstas na OIT.
 
Ao lado disso, outro fator fundamental seria uma ação política eficaz de segurança de saúde e prevenção por parte do Governo Federal - uma “verdadeira política de integração” entre o Congresso Nacional e os Ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social – para que fosse estabelecida uma “cultura de prevenção”, com planos, metas e diretrizes para a proteção do trabalhador.

Handar se apresentou no painel sobre “Experiências e Políticas de Prevenção de Acidentes de Trabalho” para abordar a visão da OIT sobre o assunto. O painel integrou a programação do Seminário de Prevenção de Acidentes do Trabalho promovido pelo TST nos dias 20 e 21.

O especialista afirmou que a proposta da OIT, assim como a do Seminário, é a de transformar o trabalho decente numa realidade, por ser uma questão de cidadania. E propiciar trabalho decente é dar condições a homens e mulheres de realizar um trabalho produtivo em condições de liberdade, igualdade, segurança e dignidade humana. “Infelizmente, não é esta a realidade em que vivemos”, afirmou.

Para Zuhrer Handar, é preciso aparelhar o estado de condições para que um trabalhador, ao procurar a previdência social, receba um diagnóstico correto de sua condição de saúde, para que, no futuro, a Justiça do Trabalho e a Previdência Social tenham elementos suficientes para analisar os casos de acidentes.

Experiência premiada:
 
Empresa premiada na categoria “Ambiente de Trabalho Seguro e Sustentável” pelo 14º Prêmio Sesi Qualidade no Trabalho, a Volvo do Brasil S. A. trouxe para o Seminário de Prevenção de Acidentes de Trabalho a apresentação de um programa que desenvolve desde 1993 – o Programa Volvo de Qualidade de Vida – que tem trazido resultados positivos aos empregados e à empresa.
 
O trabalho foi apresentado pelo médico Dante Lago, gerente da área de saúde e meio ambiente da empresa. Ele informou que o programa compreende ações que visam ao bem estar integral do empregado e, por isso, é extensivo à sua família.

As ações envolvem cursos preparatórios para os recém-contratados e exames periódicos de saúde que vão além dos exigidos para a área ocupacional, realizados, entre outros, por engenheiros de segurança no trabalho e até especialistas em ergonomia.

Tribunal Superior do Trabalho:

Juiz diz que legislação sobre acidentes parou no tempo.

O juiz do trabalho Sebastião Geraldo de Oliveira, do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG), especialista em direito de empresa e do trabalho, afirmou, no Seminário de Prevenção de Acidentes de Trabalho realizado pelo Tribunal Superior do Trabalho, que a legislação brasileira sobre o tema “está parada”, e que não basta aprovar leis sem a criação de uma política pública permanente voltada para a promoção da saúde e da segurança no trabalho.

Ele destacou a importância da reunião de esforços para subsidiar essa política, uma das propostas do Seminário. “Embora existam muitos órgãos, siglas e programas, os acidentes continuam a acontecer”, afirmou.

“Prevenção e promoção” são as palavras-chave, segundo o magistrado, para se compreender o estágio atual no Brasil em relação à saúde do trabalhador. “Estamos muito apegados ao estágio da proteção, mais simples e fácil de ser cumprido, mas o objetivo do seminário é trabalhar na prevenção, ver antes para tomar atitudes”, assinalou. “Estamos iludidos na proteção sem trabalhar na prevenção”.

Sebastião Oliveira lembrou que o número de acidentes no Brasil tem aumentado, e que o País já foi campeão mundial em 1975, com quase dois milhões de acidentes e quatro mil mortes. Para ele, a evolução da legislação contribuiu para reduzir os números, mas estes nem sempre refletem a realidade, devido à cultura da subnotificação.

Legislação insuficiente:

“Nossa leis estão paradas”, afirma o juiz, explicando que o principal marco regulatório – as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego – foram editadas em 1977 e 1978 e, desde então, não houve avanços.

“Há documentos e recomendações sobrando para se tomar uma atitude, transformar isso em ação”, afirmou, lembrando que a Convenção 155 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) foi ratificada pelo Brasil em 1993 e, até hoje, as medidas que ela preconiza não foram colocadas em prática. “Políticas, portarias ou decretos não mudarão o destino se os atores envolvidos não decidirem fazer isso efetivamente para valer”, afirma.
 
Por fim, lembrou que a Constituição de 1988 faz menção à saúde do trabalhador, mas o inciso que trata disso “passa desapercebido”. Para Sebastião, o ponto de partida e chegada de qualquer política de prevenção é reduzir os riscos.

 Acidente de trabalho lembra o juiz, são antigos, mas os desafios são atuais: deslocar a prioridade da proteção para a prevenção e promoção, passar da infortunística para o direito ambiental do trabalho, reunir o que está disperso.

As normas de saúde e segurança estão no direito civil, do trabalho, previdenciário, ambiental, normas da previdência dispersas. Ele sugere a criação de um estatuto de segurança e saúde do trabalhador, com normas, princípios e tutelas diferenciadas.

Hoje, algumas empresas reagem depois das condenações por danos materiais, morais e estéticos, mas o Judiciário deve se empenhar na promoção de locais de trabalho saudáveis. “Local de trabalho é para o empregado ganhar a vida e não encontrar morte, mutilações e doenças”.

O magistrado sugere também que se valorize a data de 28/04 - Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho, instituindo-se uma semana de prevenção que aproveite a data “para mudar essa mentalidade”.

Tribunal Superior do Trabalho.


Carta de Brasília alinha diretrizes para prevenir acidentes de trabalho.

Divulgada ao fim do Seminário de Prevenção de Acidentes do Trabalho realizado em (20 e 21.10) pelo Tribunal Superior do Trabalho, a Carta de Brasília, assinada pelo participantes, propõe uma tomada de posição que envolva Estado, empresas, trabalhadores e a sociedade em geral para atacar de forma eficiente o grave problema dos acidentes de trabalho no País.
 
Ao longo dos dois dias do Seminário, especialistas de diversos campos do conhecimento expuseram seus pontos de vista, consolidados na Carta, que prega a necessidade de instituição de políticas públicas “realistas e eficazes” para solucionar um problema que “atinge diretamente a dignidade da pessoa humana”.  Leia, abaixo, a íntegra do documento:

 
CARTA DE BRASÍLIA SOBRE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO
 
Os participantes do Seminário de Prevenção de Acidentes de Trabalho, organizado e promovido pelo Tribunal Superior do Trabalho, no período de 20 a 21 de outubro de 2011, vêm a público para:
 
1. Expressar perplexidade e preocupação com o número acentuado e crescente de acidentes e doenças relacionados ao trabalho no País, que atinge diretamente a dignidade da pessoa humana, um dos fundamentos da República;
 
 2. Alertar as empresas de que acidentes de trabalho são previsíveis e, por isso, evitáveis, razão pela qual prevenção e gestão de riscos constituem investimento, enquanto reparação de danos implica prejuízo;
 
3. Recordar que é dever do empregador cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho (CLT, art. 157), obrigação do empregado colaborar no seu cumprimento (CLT, art. 158), e atribuição do Estado promover a respectiva fiscalização (CLT, art. 156), de modo a construir-se uma cultura de prevenção de acidentes;

4. Afirmar que um ambiente de trabalho seguro e saudável deve ter primazia sobre o recebimento de adicionais compensatórios pelas condições desfavoráveis;

 5. Registrar que o avanço do Direito Ambiental deve alcançar os locais de trabalho, para assegurar aos trabalhadores um meio ambiente seguro, saudável e ecologicamente equilibrado;

 6. Exigir o fiel cumprimento do art. 14 da Convenção 155 da OIT, em vigor no Brasil desde 1993, segundo o qual questões de segurança, higiene e meio ambiente do trabalho devem ser inseridas em todos os níveis de ensino e de treinamento, incluídos aqueles do ensino superior técnico e profissional, com o objetivo de satisfazer as necessidades de treinamento de todos os trabalhadores;
 
 7. Conclamar pela ratificação urgente da Convenção 187 da Organização Internacional do Trabalho – OIT, sobre o Marco Promocional da Segurança e Saúde no Trabalho;

 8. Encarecer aos poderes constituídos a implementação, com urgência, de política nacional sobre segurança, saúde e meio ambiente do trabalho;

 9. Proclamar a necessidade de maiores investimentos na produção e difusão de conhecimento sobre Segurança e Saúde no Trabalho e Meio Ambiente, bem como de uniformidade e maior presteza na divulgação das estatísticas oficiais relativas aos acidentes de trabalho no País, a fim de auxiliar a implementação de políticas públicas realistas e eficazes;

 10. Convocar toda a sociedade para uma mobilização e conjugação de esforços na busca de medidas concretas para reduzir ao mínimo possível os acidentes e doenças relacionados ao trabalho, com os quais todos perdem.

 Brasília, 21 de outubro de 2011.

Tribunal Superior do Trabalho,



23 de outubro de 2011

Venha você também fazer parte desse Blog.

Caros companheiros

Mais uma vez agradeço a participação de todos pelo sucesso desse blog que na verdade foi criado para defender os interesses de todos os Técnicos que labutam na área da Prevenção.

Estamos diariamente lutando em prol da classe e principalmente pela criação do nosso Conselho, sabemos que apenas unidos e mobilizados poderemos busca melhores condições profissionais, mas para isso, precisamos de apoio de todos, seja um seguidor e recomende esse blog para seus amigos.


Nunca permita que outros decidam por você o futuro da sua profissão.



Marcio Santiago Vaitsman


22 de outubro de 2011

Trabalho em espaço confinado – DDS.

Cuidado ao realizar trabalhos em espaço confinado, esses locais podem está contaminado com gases sufocantes e ainda a risco de explosão, portanto, qualquer vacilo é motivo de acidente grave com potencial risco de morte, fique alerta e jamais entre ou permita que colaboradores entrem em espaço confinado sem a realização das medições corretas para verificar a atmosfera interna, equipamentos e principalmente se não conhecem o trabalho que vão realizar nesses espaços restritos ou confinados.

Ao realizar trabalhos nesses locais, fiquem atentos para as seguintes situações:

Espaço confinado é um local fechado com pouca ventilação e oxigenação, quase sempre de difícil locomoção, onde existe risco para a realização de trabalhos e permanência de pessoas.

Por ser local confinado, nunca entre ou permita que outras pessoas acessem nesses locais sem o devido exame médico ocupacional e não permita também a entrada daqueles que não possuam treinamento adequado.


É de fundamental importância o preenchimento da Permissão para Entrada em Trabalho em Espaço Confinado, informando os teores dos gases encontrados


Trabalhos em espaços confinados devem ser acompanhados por um observador externo.


Equipamentos de regate devem estar montados e a disposição junto a entrada para quaisquer possível caso de emergência.

 
Acautele-se ao permitir a entrada em espaço restrito ou confinado.

Pense nisso antes de autorizar trabalhos desse tipo.



21 de outubro de 2011

Reflexões sobre a lei do aviso-prévio.

No último dia 11, a presidente Dilma Roussef sancionou a lei que modifica o tempo do aviso-prévio de 30 para 90 dias. Muitos levantaram a bandeira de que tal medida é uma vitória aos trabalhadores e que essa disposição legal garantirá maior estabilidade e transparência na conturbada relação empregado-empregador. 

Entretanto, alguns pontos devem ser levantados para desmistificar a lei em análise e demonstrar que mais uma vez o Poder Público – tanto o Legislativo quanto o Executivo não acompanharam as atuais e modernas tendências trabalhistas de flexibilização.

Ou seja, novamente socorreram-se aos resquícios do regime fascista de 1943 – leia-se CLT para “solucionar” determinado tema de ordem trabalhista e engessar ainda mais o pacto laboral.

 Nos termos da lei, o aviso-prévio tem por finalidade, se concedido pelo empregador, possibilitar ao empregado a procura por um novo emprego, garantindo a remuneração pelo período de até 90 dias. Dessa forma, o empregado não fica desamparado e não há prejuízos a sua subsistência. Ainda, deve-se destacar que além do aviso-prévio o empregado também goza da assistência financeira através do seguro-desemprego.

Por outro lado, se o aviso-prévio é concedido pelo empregado, pedido de demissão – a finalidade é de possibilitar ao empregador a contratação de funcionário para a vaga em aberto e não ficar prejudicado pela rescisão do contrato de trabalho.

Na atual lei que de atual não tem nada, visto que o projeto de lei é de 1989, o aviso-prévio passará de 30 dias para 90 dias, respeitando a seguinte fórmula: empregados que laborem até um ano para determinado empregador terão 30 dias de aviso-prévio, serão acrescidos três dias por ano de serviço prestado na mesma empresa e o limite será de até 60 dias, com o acréscimo dos 30 dias já adquiridos.

Ocorre que diversos pontos não foram abarcados pela nova disposição legal, trazendo insegurança jurídica e, por decorrência lógica, prejuízos a toda sociedade – inclusive ao próprio trabalhador.

Em primeiro lugar, a nova determinação não faz qualquer menção aos temas reflexos ao aviso-prévio, como, por exemplo, a jornada de trabalho do aviso prévio. Na norma anterior, aviso-prévio de 30 dias, o empregado tem a opção de reduzir sua jornada diária em até duas horas ou reduzir em sete dias o período trabalhado no aviso-prévio.

A atual norma é omissa em face desse assunto e não há qualquer margem para sua aplicação ou interpretação. Ou seja, não há isonomia da norma, visto que um empregado que goze de mais dias de aviso prévio terá os mesmos dias de outro empregado que não tenha esse tempo e/ou direito.

Em segundo lugar, não foi determinado se o tempo do aviso-prévio conta ou não no tempo de serviço do empregado e como esse cálculo de “dias” será majorado. Em terceiro lugar, não há qualquer menção sobre a retroatividade ou não da legislação e como ela deve ser aplicada aos contratos de trabalho em vigor. Ou seja, se são validos a partir da data da publicação, se os contratos anteriores são ou não abarcados por tal medida etc.

E por fim, deve-se destacar o fator econômico, talvez o mais grave de todos. Elevando o período de aviso-prévio o empregador terá gastos superiores aos já praticados e dessa forma agravará problemas sociais como demissões ou até mesmo elevação de preços do produto final.

Note-se que em momento algum a legislação preocupou-se com os temas acima mencionados. Novamente a responsabilidade foi passada aos empresários que desde 1943 não tem qualquer bonificação, ajuda ou beneficio e a cada dia precisam contribuir com mais pagamentos e impostos.

Assim, conclui-se que novamente o Brasil aprovou uma legislação que não soma ou contribui para o engrandecimento jurídico nacional. A nova lei levou mais de 10 anos para ser aprovada e não acompanhou as tendências globais – econômicas, políticas e sociais e ainda carece de uma outra lei – que poderá levar mais uma década para poder regulamentar e explicar a atual norma em vigor.

Empresas & Negócios,


20 de outubro de 2011

BANCO EMPREGO - Raridade.

Técnico em Segurança do Trabalho - Estagiário
 
Horário de 09:00 as 15:00 h. Barra da Tijuca; Bolsa de R$ 500,00;  Alimentação de R$ 10,00 por dia.
 
Entrevista será na sexta - feira 21/10/2011
 
  enviar curriculo para aline@interacaoambiental.com.br 
colocando o assunto VAGA DE ESTÁGIO.


19 de outubro de 2011

Você sabe o que é Sistema de Gestão Integrada – DDS.

É um conjunto de normas interdependentes que juntas, formam um todo produzindo um ou mais resultados.

Os sistemas de gestão integrados buscam realizar a integração dos processos de qualidade, meio ambiente, segurança, saúde ocupacional e responsabilidade social conforme as características, atividades e necessidades de cada organização.

As normas de gestão específicas (ISO 9001, ISO 14000 e OHSAS 18001) definem o sistema de gestão que é a parte de um sistema  da organização utilizado para desenvolver e implementar suas políticas e para gerenciar seus aspectos e impactos. Por outro lado, por ser mais abrangente que as demais normas de gestão, a NBR 16001 define como sistema de gestão o conjunto de elementos inter-relacionados ou interativos, voltados para estabelecer políticas e objetivos, bem como para atingí-los.

SGI têm por objetivo prover as organizações de um modelo de gestão eficaz que possa ser integrado a outros requisitos da gestão. Esse fator de integração é o ponto-chave na gestão da organização, para realizar um planejamento desdobrando a política em objetivos e metas de desempenho, definindo procedimentos e processos operacionais a fim de garantir e direcionar a implantação efetiva das diretrizes da política da organização. 

Como forma de análise e melhoria do sistema de gestão, destaca-se as atividades de verificação, monitoramento e as ações corretivas/preventivas visando a melhoria do desempenho do sistema de gestão.

Em todos os sistemas de gestão a estrutura deve ser organizada nas seguintes categorias: Política de Gestão; Planejamento; Implementação e Operação; Avaliação de Desempenho; Melhoria; Análise Critica.

As normas de sistemas de gestão possuem seus próprios requisitos específicos, porém as categorias relacionadas acima estão presentes nelas e podem ser adotadas como eixo central para a integração das normas.

Integrar esses sistemas é um grande desafio para as organizações, dizer que um sistema de gestão é integrado não significa apenas que os requisitos das normas são tratados de maneira agrupada, no mesmo documento ou que as auditorias são realizadas no mesmo momento

A integração vai além do agrupamento de requisitos, ela considera a sinergia que cada assunto pode ocasionar. O foco no cliente, no ambiente, na saúde, na segurança, na responsabilidade social e na própria organização deve ser equilibrado, visando o atendimento de todas as partes interessadas. 

Esse pensamento pode ser considerado como o início para a estruturação de um sistema de gestão integrado eficaz.

18 de outubro de 2011

Vamos reciclar - DDS.

O QUE SIGNIFICA COLETA SELETIVA

Reciclar papéis, papelões, metais, vidros e plásticos significa que esses materiais substituirão como matérias-primas, que são materiais classificados como recursos naturais. Dessa forma, quanto mais se recicla, menos se toma da natureza; isso que dizer poupança para o futuro. Alem de tudo isso, fica aliviado o volume de descarte em aterros que prejudica a qualidade do solo e das águas subterrâneas. 

RECICLAGEM

Reciclar é economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que jogamos fora. Para aprendermos a reciclar o primeiro passo é perceber que o lixo é fonte de riqueza e que para ser reciclado deve ser separado.

BENEFÍCIOS DA RECICLAGEM

Diminuição do material enterrado ou jogado a céu aberto, evitando-se a poluição do ar, terra e água.

Diminuição da retirada de recursos naturais.

Diminuição do desperdício.

Diminuição do deposito em lugares clandestinos.

Redução do consumo de energia.

Geração de renda pela comercialização dos recicláveis.


Cores da Coleta Seletiva

Azul - Papel/Papelão;

Vermelho - Plástico;
                       
 Marrom - Sobra de alimento;

 Amarelo - Metal;     
                             
Cinza-Lixo Comum;

Preto - Resíduo Contaminado;

Verde - Vidro.        

17 de outubro de 2011

Banco de empregos

Supervisor Técnico em Segurança do Trabalho

Multinacional no segmento industrial de gases busca urgente Técnico em Segurança para atuar na fiscalização de Contratadas em obras nos municípios de Iguatama – MG e João Monlevade – MG como SUPERVISOR TÉCNICO EM SEGURANÇA.

FORMAÇÃO E EXPERIÊNCIA EXIGÍDA: Técnico em Segurança do Trabalho, mínimo 10 (Dez) anos de experiência em de obras de grande porte e/ou montagem industrial e comissionamento.

Vivência em inspeções, auditorias e Sistema de Gestão Integrada (OSHAS 18001), envolvendo: Espaço Confinado, Trabalho Elevado, Análise Preliminar de Perigos (APR), Diálogo de Segurança (DDS), Permissão para Trabalho, Treinamentos diversos. Atuações em Investigação de Acidentes, coordenação e controle de documentos, reuniões LOTO (Bloqueio, Sinalização e Etiquetagem). Conhecimento de Informática (Pacote Office) em nível de usuário.

REGIME DE CONTRATAÇÃO: Pessoa Jurídica – PJ. Horário de obra (2ª a 6ª feira, de 07h00min as 17h00min h). O profissional deve ter disponibilidade para eventuais atividades em finais de semana.

A EMPRESA OFERECE: Hospedagem em hotel a escolha do profissional, acesso a Internet, passagem a cada 25 dias para folga de campo, alimentação e R$ 7.000,00 mensais. O profissional deve possuir laptop e registro no MTe atualizado.

Os interessados devem enviar currículo considerando os dados informados para demitres@yahoo.com. Dados fora do escopo anunciado serão deletados.

Muito boa sorte.


http://www.comprafacil.com.br/afiliadoscf/?a_aid=msv

16 de outubro de 2011

Manuseio de cilindros de gás – DDS.

Os cilindros de gases deverão ser armazenados e operados na posição vertical, presos de maneira que não caiam, e protegidos contra a queda de materiais e fontes de calor.
          
No seu dia a dia, certifique-se de que os cilindros de gases estejam situados em locais limpos, longe de óleo, graxa, sem exposição a raios solares e protegidos contra qualquer fonte de calor.

Gases combustíveis e inflamáveis, como acetileno e GLP, por exemplo, não devem ser armazenados no mesmo local que os cilindros de oxigênio, a menos que entre eles exista uma parede resistente ao fogo.

O acetileno que é um gás e este dissolvido no interior do cilindro não deverá em hipótese alguma ser armazenado ou operado na posição horizontal, pois o gás que está dissolvido por intermédio de acetona dentro de uma massa porosa, tem a tendência de escapar pela válvula quando o cilindro estiver na posição horizontal, o acetileno passa a ficar comprimido de maneira instável podendo gerar  uma explosão no cilindro.

Ao transportar cilindros use gaiolas, berços, caçamba ou carrinho sobre rodas. Nunca faça o içamento de cilindros com estropos.

Todo cilindro de gás cheio ou vazio, deverá estar com a sua respectiva tampa de proteção (capacete) quando não estiver com uma válvula reguladora conectada. Esta tampa protege a válvula contra impactos que causariam a rápida liberação de pressão transformando o cilindro num busca-pé.

Verifique freqüentemente, com espuma de água e sabão, se existe vazamento de gás nas uniões das mangueiras, maçaricos, válvulas e cilindros.

Verifique se os cilindros de gás do seu local de trabalho estão devidamente identificados por rótulos e símbolos de risco.