Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
marciovaitsman@yahoo.com.br - marciovaitsman@gmail.com - http://twitter.com/SMSeg
PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

30 de novembro de 2011

Banco de empregos.

O Grupo DSRH, empresa de recursos humanos, seleciona para um dos seus clientes, empresa de engenharia e construção civil de grande porte, profissionais no seguinte perfil:

TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO

Experiência em todas as atividades referentes à segurança do trabalho em obras civis; Conhecimento de instalações; Conhecimento do Pacote Office; Disponibilidade de horário inclusive horário noturno (paga-se hora extra + adicional noturno).

Fiscalização de campo junto ao mestre de obras; Execução das atividades dentro das normas de segurança de trabalho.

Local: São Cristóvão

Salário: R$2.000,00

Benefícios: VT + VR + AM + Seguro de Vida; Segunda a sexta – 8h às 18h; Regime de contratação: CLT.

Currículo para bruna@grupodsrh.com.br com o assunto TÉC SEG.

Deverão entrar no site www.grupodsrh.com.br



Uso do cigarro no ambiente de trabalho - é proibido?



Mais que o fato de proibir ou limitar a possibilidade do consumo de cigarro no ambiente de trabalho está à preocupação, o cuidado e a prevenção da saúde do trabalhador por parte da empresa.

Não são raros os casos em que o empregado fumante, num primeiro momento, critica as normas impostas pela empresa, alegando até o direito à liberdade garantida pela Constituição Federal, mas que ao longo do tempo, comprova o benefício que estas normas podem gerar que é, para muitos, a redução ou o próprio abandono do vício.

A legislação, através da Lei 9.294/96, regulamentada pelo Decreto 2.018/96, proíbe o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígero, derivado ou não do tabaco, em recinto coletivo, privado ou público, salvo em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente.

Incluem-se nas disposições desta lei os locais mencionados abaixo:

As repartições públicas, os hospitais e postos de saúde; As salas de aula e as bibliotecas; Os recintos de trabalho coletivo e as salas de teatro e cinema; Nas aeronaves e demais veículos de transporte coletivo.

Da mesma forma, a Norma Regulamentadora NR-5, de que trata da obrigatoriedade da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA que tem como objetivo a prevenção de doenças e acidentes decorrentes do trabalho, tem como incumbência inclusive, a promoção de programas relacionados à segurança e saúde do trabalhador como campanhas educativas demonstrando os efeitos nocivos do tabagismo.

Portanto, quando o empregador estabelece normas internas que coíbe o uso do cigarro no ambiente de trabalho que seja compartilhado com outros colegas de trabalho ou de terceiros, está simplesmente cumprindo com a determinação da lei.

DIREITO DO TRABALHADOR NÃO FUMANTE.

Como há esta previsão legal proibindo o uso de cigarros nos ambientes acima citados, passa a ser um direito do trabalhador não fumante de exigir do empregador que tais condições sejam garantidas, podendo até, uma vez comprovado doenças cancerígenas desenvolvidas pelo tabagismo no ambiente de trabalho, reivindicar indenização pelo dano causado.
Neste contexto, por exemplo, estão os trabalhadores de bares e restaurantes que convivem diuturnamente com esta situação, onde o nível de monóxido de carbono expirado pelos garçons (fumantes passivos), depois de uma jornada de 8 (oito) a 12 (doze) horas de trabalho por dia, tem se mostrado de grande quantidade.

Embora haja restaurantes que estabelecem áreas para clientes fumantes e não fumantes, muitas vezes esta mesma disciplina não acontece em relação aos garçons, que acabam tendo que atender clientes em áreas reservadas para fumantes.

Em relação às empresas, cabe ao empregador estabelecer locais reservados, arejados e de preferência com certa distância de locais públicos ou que não sejam próximos ao ambiente de trabalho da coletividade.

Não é o fato, por exemplo, de que todos em determinado setor ou sala fumam, que a empresa poderá autorizar o consumo de cigarro por estes empregados. O fato de ser um local fechado e que pode ser freqüentado por outros empregados de outros setores, é o suficiente para se proibir o consumo neste local.

CAMPANHAS E ACOMPANHAMENTOS MÉDICOS.

Está comprovado e é um alerta da Organização Mundial de Saúde - OMS, que uma entre quatro pessoas do planeta fuma. No Brasil, aproximadamente 40% da população acima de 12 (doze) anos fuma ou já experimentou o cigarro. Deste total, aproximadamente 9% desenvolveram o vício.

Doenças como infartos, câncer, derrames, obstrução de artérias e até perda de membros, são alguns dos males que a dependência do cigarro pode acarretar.

As empresas que se preocupam em atender à legislação e a busca da manutenção da saúde de seu empregado e da qualidade de vida e de produtividade desenvolvem campanhas ou programas periodicamente para conscientizar seus empregados.

Concomitantemente, há também um controle e acompanhamento do Médico do Trabalho através do Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional - PCMSO, que busca tratamentos visando, senão o controle total do fumante, a diminuição do uso do cigarro, seja no trabalho ou no convívio social e familiar.

A REALIDADE PARA CANDIDATOS ÀS VAGAS DE EMPREGO.

É notória a realidade que muitos candidatos fumantes estão encontrando no momento de enfrentar a busca por uma vaga de emprego. Há empresas que, seja pela atividade que exerce ou pela função específica da vaga, não estão mais contratando fumantes.

Além disso, as empresas em busca de maior produtividade, menor perda de tempo de trabalho, diminuição do absenteísmo e de custo, adotam a norma de que em caso de igualdade de competências entre dois candidatos, contrata quem não tem o vício.

Como tudo hoje é levado em consideração em se tratando de produtividade e de custo, há pesquisas que demonstram estatisticamente que os fumantes acabam gerando um custo maior para as empresas, seja pela contagem do tempo de parada para fumar, pelas conversas entre um e outro fumante, pela utilização com consultas e exames do plano de saúde ou pelas internações ou cirurgias advindas do tabagismo.

Boletim Guia Trabalhista.




29 de novembro de 2011

Sindicatos de fachada.

Cerca de 41 milhões de brasileiros arcam, uma vez por ano, com um dia de salário destinado à manutenção de uma estrutura burocrática, viciada, enraizada e numerosa, dirigida por acomodados pelegos, que se beneficiam da arrecadação de mais de R$ 2 bilhões.

Falo da Contribuição Sindical obrigatória, regulada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), designação dada pelo regime militar ao velho Imposto Sindical criado por Getúlio Vargas em 8 de julho de 1940, mediante o Decreto Lei n.º 2.377.

A instituição do Imposto Sindical teve dois significados: de um lado, justificou a intervenção da ditadura varguista em associações profissionais que até 1930 gozavam de liberdade e, a partir de 1931, passaram a viver sob controle do Estado; de outro, passou recibo da incapacidade de as entidades sindicais darem conta das responsabilidades de representação, com recursos próprios, arrecadados entre os associados.

Sob o primeiro governo Vargas (1930-1945), era compreensível que ambas as coisas ocorressem. Foi Getúlio Vargas quem modelou, de cima para baixo, as regras que tornaram possível fundar sindicatos, federações e confederações. Para tanto lhes assegurou arrecadações obrigatórias que lhes permitiram sobreviver.

O controle do Estado sobre a estrutura sindical sobreviveu à queda de Vargas, em 1945. Não convinha aos governos que se seguiram conceder-lhes autonomia nos moldes da Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), pelo receio de presenciarem a expansão da doutrina comunista. É necessário reconhecer que a polegada concordava em viver à sombra do Ministério do Trabalho, mesmo se ocasionalmente alguém era punido por eventuais excessos.

Durante o regime militar a situação manteve-se inalterada. Sindicalistas combativos e independentes haviam sido cassados, presos ou caíram na clandestinidade em 1964. Dentro do vazio que se criou o peleguismo ganhou força, raros sendo os dirigentes com postura independente, como se viu em São Bernardo do Campo na década de 1970.

A Constituição de 1988 modificou a CLT. Em nome da liberdade de associação, o artigo 8.º vedou a interferência e a intervenção do poder público em entidades sindicais. Receptiva, entretanto, à pressão das confederações, das federações e dos sindicatos profissionais e patronais, manteve a estrutura verticalizada, o monopólio de representação por categoria econômica ou profissional, instituiu a Contribuição Confederativa e garantiu a cobrança generalizada do imposto anual, sob a roupagem de Contribuição Sindical.
 
A Constituição extinguiu, é verdade, a Carta de Reconhecimento deferida discricionariamente pelo ministro do Trabalho. Criou, entretanto, o registro no Ministério do Trabalho e Emprego, exigência burocrática responsável pelo aparecimento do profissional especializado em fundar sindicatos, federações e confederações artificiais.

Coube ao deputado Ricardo Berzoini, Ministro do Trabalho no primeiro governo Lula, dar destaque, em projeto de emenda constitucional, ao fenômeno da pulverização. Em 2005 alertou o então ministro sobre "a proliferação de sindicatos cada vez menores e menos representativos - por ele denominados "sindicatos de carimbo", o que só reitera a necessidade de superação do atual sistema, há anos criticado por sua baixa representatividade e reduzida sujeição a controle social".

A ausência de regulamentação do artigo 8.º da Constituição, mediante lei ordinária, provocou a edição de cinco instruções e duas portarias ministeriais sobre registro - a primeira, baixada pela ex-ministra Dorothea Werneck e a última, editada pelo ministro Carlos Luppi.

Todas revestidas de caráter autoritário, porque invadiram espaço destinado à lei, a teor do artigo 5.º, II, da Lei Maior. Ademais desse aspecto relevante, a maleabilidade de instruções e portarias, sobretudo da última, possibilita a formação dos ditos "sindicatos de carimbo", controlados pelo neopeleguismo lulista, que visa à estabilidade sem trabalho, e com excelentes rendimentos.

A liberdade de associação profissional ou sindical é idêntica à liberdade de organização de partidos políticos, prescrita no artigo 17 da Constituição da República. Não estamos, contudo, diante de liberdades ilimitadas e absolutas.

A Lei n.º 9.096, de 1995, dispõe sobre partidos políticos, regulamenta os artigos 17 e 14, § 3.º, inciso V, da Constituição federal, e ninguém se atreve a acusá-la de ditatorial.

A inexistência de lei regulamentadora do direito de associação sindical, cujo espaço passou a ser preenchido por meras portarias ministeriais, faz com que recaia sobre o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme o Estado, na edição de 14/11, a pecha de "mercado de lobby comandado por ex-funcionários".

A experiência atesta que, no tratamento dispensado à estrutura sindical, a Constituição de 1988 consegue ser a pior. Pior até do que a Carta Constitucional de 1937, cujo artigo 138 não ocultou suas raízes corporativas fascistas.

Já o artigo 8.º da vigente Carta Magna, como o fizeram as anteriores, a partir de 1946, declara que são livres as associações profissionais ou sindicais, mas, a começar do inciso I, revela o autêntico caráter, pois conserva a estrutura verticalizada, reafirma o monopólio de representação por categoria profissional ou econômica, impõe o registro e prestigia a contribuição obrigatória. Em resumo, embora nascida de aspirações democráticas do povo, fortalece o nefasto peleguismo, presente entre nós desde 1939.

Causa perplexidade o fato de, mesmo diante de tantos escândalos, o Congresso Nacional conservar-se omisso, tal como em 1946, e permitir a perpetuação do modelo corporativo-fascista, adotado desde a Carta de 1937.

O Estado de São Paulo,


28 de novembro de 2011

Sílica Livre Cristalizada – DDS.

 Aspecto Legal:

Nas atividades ou operações nas quais os trabalhadores ficam expostos a agentes químicos, a caracterização da insalubridade ocorrerá quando forem ultrapassados os limites de tolerância constantes do quadro 1 da NR 15.

Todos os valores fixados no Quadro 1 na Norma Regulamentadora, são válidos somente para absorção pela via respiratória e para jornadas de trabalho de até 48 horas semanais.

 Efeitos da Poeira:   
                                               
O pó está constituído por partículas geradas mecanicamente, resultantes de operações tais como: moenda, perfuração, explosões e manuseio de minérios, limpeza abrasiva, corte e polimento de granitos, etc.

A maior porcentagem de partículas arrastadas pelo ar, em forma de pó, tem menos de 1 mícron de tamanho.

Devemos ter presente que aquelas partículas de tamanho inferior a 5 mícrons são as de maior importância e as que oferecem maior risco, por constituir a chamada fração respirável. As de maior tamanho sedimentam e não são comumente inaladas.

O pó inorgânico de maior importância do ponto de vista da Saúde Ocupacional é a sílica livre cristalizada, as quais se acham em grandes quantidades na crosta terrestre (60 % desta) formando parte de rochas, minérios, areias, tecidos vegetais, etc.

O anidrido de silício (SIO2) existe na natureza em 3 formas:

a) cristalizada: Quartzo, Tridimita, Cristobalita.

b) criptocristalina: Calcedônia, Trípoli, Pedernal.

c) amorfa: Sílica coloidal, Gel de sílica, Opala. 

A forma cristalizada do quartzo é a de maior risco, causadora de uma pneumoconiose chamada de silicose. 

Entende-se por pneumoconiose a alteração produzida no tecido dos pulmões pela inalação de poeiras orgânicas ou inorgânicas.

Esta alteração pode ser uma fibrose pulmonar ou um depósito de material inerte, que não altera a função pulmonar.

Entre estes dois estados, existe uma variedade de danos aos pulmões.

Além da sílica, outros compostos de silício, alguns silicatos, podem atuar sobre os pulmões, produzindo uma pneumoconiose; pode-se citar o asbesto, causador de fibrose pulmonar incapacitante e com evidências já bastante comprovadas de produção de câncer pulmonar.

Outros silicatos de importância são o talco, a terra de infusórios (formada principalmente de conchas de unicelulares ), a mica, etc.

Assim sendo, ao manusear esses minerais, exija o uso correto dos protetores respiratórios.


27 de novembro de 2011

Dia do Técnico em Segurança do Trabalho: Será que temos motivos para comemorar?


Hoje 27 de novembro em que é comemorado o dia do Técnico em Segurança, não tomei conhecimento que o sindicato da categoria tenha promovido qualquer evento visando a união da classe e a valorização profissional de seus poucos associados.

Como se explica a falta de atenção com a categoria que de modo geral anda desestimulada com as condições de trabalho, salários baixos e que apesar das dificuldades, continuam lutando contra os infortúnios laborais com determinação.

Penso que o sindicato e os órgãos que diurnamente querem abocanhar nosso controle, exigirem que nosso registro seja em determinado órgão, esses não poderiam deixar de homenagear a categoria (pelo menos com uma notinha na imprensa), não os fazem para não alertar a classe, preferem trabalhar na surdina contra os profissionais desatentos a realidade, mas  que vem vencendo  desafios com esforço sobre-humano em prol da prevenção, isso no meu entendimento é covardia.

Caros colegas prevencionistas, faremos sim uma festa única, para comemorar a criação do Conselho Federal dos Técnicos em Segurança do Trabalho num futuro próximo, não vamos permitir que órgãos alheio a nossa classe venham decidir nosso destino.

Então nesse dia, iremos contemplar nossa libertação e teremos motivos para comemorar.

Marcio Santiago Vaitsman

26 de novembro de 2011

Retrato da Prevenção no Brasil.


Salve o dia 27 de novembro, mas vamos refletir.

 

Sem condições de trabalho decente e com profissionais mal remunerados é utópico pensar em redução dos acidentes no Brasil.
Os acidentes de trabalho aumentaram nos últimos oito anos no Brasil pela falta de uma política adequada por parte dos Órgãos responsáveis.

O Brasil está entre os 10 países com o maior número de vítimas de acidente de trabalho. Dados mais recentes mostram 112% de aumento no acidentes nos últimos anos que causou a morte de quase sete trabalhadores por dia, isso é inaceitável, como uma Nação que cresce e bate recordes na criação de novos postos de trabalho não consegue montar estruturas de governo que garantam a saúde e a integridade física de seus trabalhadores visando reduzir os acidentes graves e fatais, será isso falta de vergonha ou incompetência da política brasileira.

Infelizmente nos Técnicos em Segurança somos relegados a segundo plano, normalmente as empresas não oferecem condições dignas de trabalho, somos manipulados pelos órgãos responsáveis e muito das vezes pelo pelos patrões inescrupulosos e, assim a classe permanece muda, submissa, não se atrevendo a participar de quaisquer movimentos profissionais quer por medo ou falta de perspectiva profissional.

Os salários praticados são os menores do mercado, ou seja, o que os Técnicos em Segurança de forma geral recebem é uma vergonha para os profissionais que tem o dever de defender integridade física dos trabalhadores do Brasil, mas as atribuições e responsabilidade Civil e Penal continuam a crescer de forma surpreendente.

Não somos obrigados a aceitar as imposições de Sindicatos omissos e muito menos de determinados conselhos que tentam impor suas vontades, isso tem que acabar, vamos lutar pelos nossos direito pela menos uma vez na vida, eles estão mancomunados com políticos inescrupulosos que querem abocanhar nossa profissão para impor suas ganância financeira sem se importar com o que vai acontecer com nós atuais e futuros técnicos em Segurança.

Pela passagem do dia 27 de novembro, não podemos permitir que pessoas de quaisquer outras classes com interesses alheia a nossa profissão venham decidir o nosso destino.

Se tivermos que nos filiar a um Conselho de classe que seja o “Conselho Federal dos Técnicos em Segurança do Trabalho”.

Técnicos em Segurança do Trabalho mais unidos estimulados e mobilizados é fator essencial na busca de melhores condições profissionais para todos os Prevencionistas, a defesa Profissional é uma das ferramentas legitima e apropriadas para atingir os objetivos da classe, sem a qual não chegaremos a lugar algum.

Em comemoração ao dia 27 de novembro, Pense nisso! O que você quer para o seu futuro e o da sua família.

Não se iluda, vamos à luta, vamos resgatar o tempo pedido, vamos lutar por melhores salários e deslumbrar um futuro melhor para os técnicos em segurança em prol do Brasil.

 Essa é a mensagem desse blog para o dia de hoje 27 de novembro.


Marcio Santiago Vaitsman

25 de novembro de 2011

Banco de empregos

Construtora no Rio de Janeiro contrata:

Estagiária em Segurança do Trabalho cursando com término de curso em 2012.

Remuneração: R$ 1.200,00.

Benefícios: vale transporte, vale refeição. 

Desejável: INICIATIVA.

Obra em Campo Grande.

As interessadas, dentro do perfil, deverão encaminhar currículo para marcos.rodrigues@cury.net,  até 28/11/2011



Você sabia que ...

 
Quem elabora as NRs e como se modificam?

As NR – “Normas Regulamentadoras” são elaboradas e modificadas por uma comissão tripartite composta por representantes do governo, empregadores e empregados. As NR são elaboradas e modificadas por meio de portarias expedidas pelo MTE.

As Normas Regulamentadoras não “cai em desuso” sem que exista uma portaria identificando a modificação pretendida.

A aplicação das Normas Regulamentadoras é obrigatória para que tipo de empresa e/ou instituições?

As NRs, relativas à segurança e saúde ocupacional, são de observância obrigatória para qualquer empresa ou instituição que tenha empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), incluindo empresas privadas e públicas, órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como dos órgãos dos poderes Legislativo e Judiciário.

Os requisitos de segurança e saúde ocupacional estão presentes apenas nas NRs?

Não, existe uma infinidade de documentos previstos em: leis, decretos, decretos-lei, medidas provisórias, portarias, instruções normativas da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), resoluções da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) e agências do Governo, ordens de serviço do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e regulamentos técnicos doInstituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

A observância das NRs não desobriga as empresas do cumprimento destas outras disposições contidas em códigos de obras ou regulamentos sanitários dos estados ou municípios, e outras, oriundas de convenções e acordos coletivos de trabalho.



24 de novembro de 2011

Segurança em Laboratórios – DDS.

Independentemente do tipo do laboratório químico, são imensos os riscos existentes nesses ambientes de trabalho, precisamos trabalhar com muita atenção. 

Riscos químicos: vapores, poeiras, fumos, névoas, gases, compostos ou produtos químicos em geral.

Riscos físicos: ruídos, vibrações, radiações ionizantes, não ionizantes, frio, calor, pressões anormais.

E em alguns casos há presença de riscos biológicos como: vírus, bactérias, protozoário, fungos, parasitas, bacilos entre outros.

A experiência nós mostra que os acidentes em laboratórios ocorrem principalmente devido às seguintes causas básicas:

Falta de organização no laboratório, ar comprimido; sistema de vácuo; instalações elétricas inadequadas; uso incorreto de equipamentos; estocagem e transporte inadequados de produtos químicos; uso de vidrarias com defeito; desconhecimento ou negligência das técnicas corretas de trabalho; trabalhos realizados por pessoa não habilitada; não observância das normas de segurança; utilização incorreta ou o não uso de equipamentos de proteção individual e coletivo; falta de percepção do risco/perigo; manutenção inexistente ou inadequada de capelas; autoclaves; misturadores; trituradores; centrifugas; secadores; estufas e uso indevido de cilindro de gases, dentre outros.

Normalmente os acidentes que ocorrem em laboratórios químicos, é intoxicação, queimaduras, cortes, queimaduras químicas, choque elétrico, incêndios, explosões, contaminação por agentes químicos, e exposição às radiações ionizantes e não ionizantes.

Podemos minimizar esses riscos, até mesmo eliminá-los mediante o treinamento constante dos profissionais, conscientizando-os sobre o uso coreto dos equipamentos proteção individual e coletivo, proceder a auditoria comportamental regularmente e manter programa de manutenção preventiva nos equipamentos.




23 de novembro de 2011

A Lição do Jardineiro – DDS.

Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.

O garoto ligou para uma mulher e perguntou: "A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta.

"Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."

O garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."


"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro: "Meu rapaz, você perdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro?

E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?

Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura?

Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza?

E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?

O amor floresce nos pequenos detalhes. Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor.

A gentileza, a simpatia, o respeito são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.

Pense Nisso.


22 de novembro de 2011

ATIVIDADE FÍSICA – DDS.

A atividade física busca tornar as pessoas mais autoconfiantes, menos deprimidas e com mais resistência, levando a uma longevidade ou tempo de vida maior, diminuindo a morte precoce (antes dos 50 anos).

A inatividade faz com que as pessoas morram jovens, por problemas do coração na maioria das vezes. O coração é um músculo e por isso precisa estar sempre em forma. 
 
Qualquer pessoa pode ficar em forma praticando uma atividade física após consultar um médico. 

É necessário que seja praticada devagar, especialmente no início, pois o corpo e a mente levam certo tempo para se acostumarem às tensões da atividade física.

Pratique exercícios regularmente, pelo menos de duas a quatro vezes por semana, essa é a maneira pela qual fazemos com que nosso corpo se movimente.

21 de novembro de 2011

BANCO EMPREGO.

LOCABENS – empresa líder de mercado, médio porte no setor de locação de gruas para a construção civil, contrata: Técnico em Segurança do Trabalho.

Contratação: CLT – Vaga efetiva, controle e acompanhamento dos PCMSOs, elaboração de PPP, PPRA, abertura de CAT, DDS, entrega e treinamento de EPIs, treinamentos admissionais, treinamentos periódicos, implantação da CIPA e treinamento, controle de extintores, visita a canteiros de obras, acompanhamento das documentações necessárias em caso de vistoria e de obras, orientação de prevenção de acidentes, atendimento a fiscais do MTE , montagem da SIPAT, vistoria interna e relatórios quanto a riscos, elaboração do mapa de risco e todas as rotinas pertinentes a área, registro no órgão responsável.

Horário de Trabalho: 07h00min as 17h03min de seg. a sexta feira.

Remuneração: em aberto, estamos trabalhando mediante as pretensões salariais.

Benefícios: Assistência Médica – Intermédica – Plano Max 300 é um plano com co-participação do colaborador (desconto em folha R$ 10,00 mês e de R$ 69,00 por cada dependente esposa ou filhos caso deseje incluir)

Assistência Odontológica – Bradesco – plano essencial (desconto de R$ 3,00 do colaborador e 14,00 por dependente) Vale Alimentação – depositado o valor de R$ 58,20 no cartão visa vale todo dia 20 de cada mês.

Seguro de Vida – Bradesco – sem ônus Refeição no Local – desconto de + ou – R$ 12,00 mês. Vale transporte (cartão) – desconto de 6% PLR.
 
Interessados encaminhar CV para:  danielapereira@locabens.com.br


20 de novembro de 2011

Agressão ao Meio Ambiente.

Empresa americana opera na Bacia de campos sem estar preparada para conter possíveis vazamentos de petróleo e o Plano de Resposta a Emergência não estava implementado, isso é um verdadeiro absurdo, tanto é que não tiveram controle da situação de forma imediata e eficaz, necessitou de ajuda de empresa brasileira.

Como que as autoridades permitiram o inicio das atividades dessa empresa sem que houvesse equipamentos capazes de conter um possível vazamento (risco que é inerente a atividade).

Fica aqui uma pergunta: Será mais vantajoso pagar multas, poluir o meio ambiente para depois justificar ou deixar de contratar profissionais experientes e adquirir equipamentos a fazer prevenção?

Marcio Santiago Vaitsman 

Exemplo que deve ser copiado pelos demais Sindicatos da Classe – Minas Gerais Brasil.

Prezado (a) Técnicos em Segurança do Trabalho de Minas Gerais filiado ou não filiado do SINTEST/MG.

Fiquem atentos porque entre os dias (20 a 27/11/11) será marcado  AGE - ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, EVENTO  HISTÓRICO DO SINTEST/MG - SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, POR DECISÃO DA 26º VARA DO TRABALHO. O PRAZO PARA SUA REALIZAÇÃO TERMINA NA SEMANA QUE VEM (DIA 29/11/11). 

Está AGE definirá as mudanças do Estatuto e Eleições Sindicais de 2011. Será a mais importante AGE da história de nossa entidade!!
 
Se você é Técnico em Segurança do Trabalho do Estado de Minas Gerais, região metropolitana e do interior, reserve esta semana para participar da AGE DO SINTEST/MG. 

Reserve também esta semana para regularizar sua situação de filiado (www.sintestmg.org.br), conhecer a sede própria do SINTEST/MG, suas realizações e conquistas. Venha bater um papo conosco! 

Não perca esta oportunidade para contribuir e fortalecer nossa categoria no estado. 

Fiquem atentos! Não deixem de votar. Participem de mais este capítulo de nossa instituição sindical.  

Dúvidas? Sestmg@yahoo.com.br ou pelo telefone (31)9162-4050 (tim).

Atenciosamente,
Vláudio kcau
Secretário geral
Eleições sintest/mg 2011/2015

18 de novembro de 2011

Você sabia que os acidentes de trabalho aumentam 112% em oito anos – Vergonha Nacional.

O Brasil está entre os 10 países com o maior número de vítimas de acidente de trabalho. Dados mais recentes da Previdência Social mostram que, em 2009, foram registrados 723,5 mil acidentes de trabalho no Brasil, sendo que quase 2,5 mil terminaram em mortes.
              
Uma média de quase sete mortes por dia.

 De 2008 para 2009, o número de acidentes de trabalho no país diminuiu 5%. Mas o percentual chega a ser irrelevante, se comparado às estatísticas de 2001, quando ocorreram cerca de 340 mil acidentes. A indústria foi responsável pelo maior número de acidentes - o ramo de comércio e reparação de veículos responde pela grande parte deles.

Os gastos do governo com auxílio-doença, auxílio-acidente e aposentadorias por invalidez chegam a R$ 10,7 bilhões por ano.

Por saberem que as despesas com tratamentos, contratação de nova mão de obra parada da produção e até indenização podem ser muito maiores, muitas empresas adotam uma política de prevenção de acidentes capenga (para Inglês ver) e pagam salários ridículos a seus profissionais da prevenção e assim iludem a Legislação e os acidentes continuam na estratosfera.