Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

31 de janeiro de 2012

Trabalho distante, problemas próximos - É bom saber.

A Lei n.º 12.551, aprovada no fim de 2011, pretendeu explicitar que o trabalho realizado a distância, inclusive por meios telemáticos, deve ser remunerado. Nada mais necessário. Afinal, todos os tipos de trabalho precisam ser remunerados. Apesar da sua boa intenção, a nova lei gerou inúmeras discussões.

O trabalho a distância disparou nos últimos 20 anos, com ou sem telemática, e sob formas variadas.

Há os que trabalham como autônomos mediante contratos de prestação de serviços, de modo contínuo ou intermitente. Estão nesse caso os que desenvolvem atividades em casa, no transporte, no hotel - enfim, anywhere.

Uns fazem cálculos de estruturas de concreto; outros, criam sistemas de informática. Há os que traduzem textos, costuram roupas, editam vídeos, compõem músicas, montam planos de viagens, enviam e-mails e outros que formam uma gigantesca rede de trabalhadores a distância. Por não terem vínculo empregatício, a Lei n.º 12.551 não os alcança.

Eles são remunerados com base em contratos de prestação de serviços que firmam com os seus contratantes. Nesse ponto a lei é clara e se aplica apenas aos que têm vínculo empregatício - quando há subordinação, pessoalidade, onerosidade e habitualidade.

Mas aqui também há variações. São comuns os casos em que a atividade do empregado é realizada sempre em casa ou em plataformas de trabalho, ainda que vez por outra ele compareça na sede do empregador. Para eles, a jornada e a remuneração são definidas nos contratos individuais de trabalho ou em acordos e convenções coletivas.

Os casos mais complexos ocorrem quando o empregado trabalha na empresa e é acionado após a jornada normal por meios diversos, inclusive telemáticos. Alguns são mais claros do que outros. Por exemplo, é evidente que o profissional que fica online com seu chefe durante várias horas e após a jornada normal deve receber pelo que faz.


Mas, como a lei não define as regras de anotação de tempo trabalhado, as condições de trabalho ou o valor de remuneração, há muitos casos obscuros.

Será que uma simples pergunta que é respondida com uma frase (por telefone ou e-mail) justifica a cobrança de hora extra? O bom senso diz que não. Todavia, o que dizer se essas perguntinhas forem feitas de hora em hora, nos fins de semana ou durante as férias?

Como tratar o caso do empregado que, após a jornada normal, gasta três horas no computador em casa fazendo um curso para o seu aperfeiçoamento profissional e de utilidade para a empresa? Como o curso interessa às duas partes, não seria lógico ser remunerado pela empresa? Haveria um rateio do tempo?

A lei não detalhou essas regras nem poderia fazê-lo em razão das peculiaridades dos setores de atividade, das profissões, dos cargos, dos horários, etc. O que serve para os profissionais de Tecnologia da Informação não serve para os enfermeiros, para professores, jornalistas ou estivadores, e assim por diante. Nenhuma lei tem condições de abranger todas as formas de trabalho no mundo atual.

Por isso, teria sido muito mais eficaz se o legislador tivesse estabelecido que, "no caso dos empregados, as regras para remunerar o tempo do trabalho exercido a distância, inclusive por meios telemáticos, serão definidas nos contratos individuais, nos acordos e nas convenções coletivas".

Na fixação dessas regras as partes teriam liberdade total para usar e abusar dos detalhes. E, no caso de impasses, os magistrados teriam sobre a mesa as regras estabelecidas pelas próprias partes (um excelente guia!) para orientar o seu julgamento.

Mais uma vez os parlamentares usaram de suas atribuições para aumentar a insegurança jurídica, deixando um verdadeiro "abacaxi" para a Justiça do Trabalho. Os magistrados serão desafiados a praticar uma complexa esgrima mental para chegar a um ato jurisprudencial que estabeleça regras homogêneas para situações tão heterogêneas.


O Estado de São Paulo.

30 de janeiro de 2012

A verdade por trás das sacolas plásticas.

As leis aplicadas em diversas cidades brasileiras contra o uso das sacolas plásticas levantaram uma série de questionamentos por parte dos consumidores e abriram caminho para o mercado publicitário.

Os usuários, que há muitos anos reaproveitavam as sacolas plásticas distribuídas gratuitamente nos supermercados como sacos de lixo, se perguntam quais são as alternativas plausíveis para o descarte de resíduos, diante das constantes proibições.

Parte da indústria se aproveitou dessa dúvida para vender a idéia de que as sacolas oxibiodegradáveis ou biodegradáveis são opções mais ecológicas para substituir as sacolas plásticas tradicionais. No entanto, especialistas alertam que nem sempre a imagem vendida condiz com a realidade.

Sacolas Oxibiodegradáveis:

As oxibiodegradáveis, por exemplo, ainda são alvos de estudos, pois sua eficiência é considerada “obscura”. Essa falta de comprovações motivou o ex-governador de São Paulo José Serra a vetar um projeto de lei que tornava o uso desse produto obrigatório, para substituir os modelos tradicionais. Além disso, diversos especialistas se mostram contra a utilização das sacolas oxibiodegradáveis.

O projeto “Fotodegradação e fotoestabilização de blendas e compostos poliméricos”, do professor Guilherme José Macedo Fechine (Universidade Mackenzie), mostra que apesar de se decompor em micropartículas, este tipo de plástico não é consumido por fungos, bactérias ou protozoários, uma das características essenciais para garantir que os resíduos realmente serão eliminados do ambiente.

A mesma opinião é compartilhada pelo especialista norte-americano Joseph Greene, que realizou o estudo responsável por impedir que a Califórnia adotasse o plástico oxibiodegradável. A pesquisa mostra que esses resíduos não se desintegram apenas se tornam invisíveis aos olhos.

Segundo Fechine, a única diferença entre o polímero oxibiodegradável e o comum é o tempo de fragmentação, menor no primeiro caso. Mas, em termos ambientais não existe benefício algum.

Sacolas Biodegradáveis:
A palavra biodegradável também tem se tornado marca registrada nos carimbos das sacolas plásticas. Na maioria dos casos, ela exerce apenas uma função publicitária, para vender a imagem de que o item é ecológico.
Segundo o Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (Plastivida), os materiais realmente biodegradáveis são aqueles provenientes de fontes naturais, capazes de ser totalmente consumidos por microorganismos e que se degradam em até 180 dias.
O Instituto alerta também para os perigos dessas propagandas, que distorcem o impacto real dos materiais no meio ambiente e que dessa forma incentivam o consumidor a não buscar alternativas para os resíduos que produz.
Soluções:
O uso das sacolas plásticas deve ser motivo de constante preocupação entre os consumidores, que precisam ser incentivados a criar essa consciência ecológica. As novas legislações, que seguem modelos já aplicados em outros países, são uma das maneiras de fazer o consumidores refletirem, mesmo que forçadamente, sobre os impactos das sacolas plásticas no meio ambiente.
As duas alternativas apresentadas, oxibiodegradáveis e biodegradáveis, já foram cogitadas como possíveis soluções, mas hoje se sabe que resolver esse problema não é uma tarefa simples.
Por isso, a melhor solução que pode existir é dizer não às sacolas plásticas. Nos casos em que o uso for inevitável e extremamente necessário, elas podem ser reutilizadas para originar outros produtos, através de técnicas artesanais, ou então, devem ser encaminhadas à reciclagem.
Mesmo assim, é preciso lembrar que a reciclagem dos sacos plásticos ainda é pouco atraente para o mercado devido aos altos custos do processo. Uma das alternativas é optar pelos saquinhos feitos de jornal para o lixo seco e utilizar composteiras caseiras no caso do lixo orgânico.
Lembre sempre dos 3RS: reduzir, reutilizar e reciclar.
Thaís Teisen/CicloVivo.



29 de janeiro de 2012

Após lei, Rio de Janeiro tem redução de 25% no consumo de sacolas plásticas.

A redução no consumo de sacolas plásticas chegou a 25% em todo o estado do Rio de Janeiro após a lei que inibe o uso desse material.

Os números são expressivos, mas o objetivo governamental é dobrar esse montante no próximo ano.

A Lei 5.502/09 não proíbe o uso das sacolas plásticas, no entanto obriga os estabelecimentos a darem descontos de três centavos para cada sacola que o consumidor deixar de usar.


Antes desta legislação, o consumo médio no estado era de 2,4 bilhões de sacolas, hoje não passa de 1,8 bilhões.

Os dados foram levantados pela Associação dos Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj) e agradaram o secretário estadual de Meio Ambiente, Carlos Minc, que ainda lembrou-se da importância de intensificar as campanhas para reduzir ainda mais o uso das sacolas plásticas.

Algumas medidas que possibilitariam ao estado alcançar o alvo de redução em 50% também foram citadas pelo secretário durante a divulgação dos resultados.

Entre as opções estão o desenvolvimento de campanhas de conscientização e ações publicitárias, que mostrem os danos ambientais que podem ser causados pelos resíduos plásticos.

Para Minc, os trabalhos informativos já feitos, juntamente com o barateamento das sacolas retornáveis e o desconto nas compras, foram essenciais para que os resultados atuais fossem alcançados.



Agência Brasil/ CicloVivo.

A Mariposa e a Estrela – DDS de auto ajuda - Reflaxão;

Conta à lenda que uma jovem mariposa de corpo frágil e alma sensível voava ao sabor do vento certa tarde, quando viu uma estrela muito brilhante e se apaixonou. Voltou imediatamente para casa, louca para contar à mãe que havia descoberto o que era o amor, mas a mãe lhe disse friamente: que bobagem!

As estrelas não foram feitas para que as mariposas possam voar em torno delas. Procure um poste ou um abajur e se apaixone por algo assim; para isso nós fomos criadas.

Decepcionada, a mariposa resolveu simplesmente ignorar o comentário da mãe e permitiu-se ficar de novo alegre com a sua descoberta e pensava: que maravilha poder sonhar!

Na noite seguinte, a estrela continuava no mesmo lugar, e ela decidiu que iria subir até o céu, voar em torno daquela luz radiante e demonstrar seu amor.

Foi muito difícil ir além da altura com a qual estava acostumada, mas conseguiu subir alguns metros acima do seu vôo normal. Entendeu que, se cada dia progredisse um pouquinho, iria terminar chegando à estrela, então se armou de paciência e começou a tentar vencer a distância que a separava de seu amor.

Esperava com ansiedade que a noite descesse e, quando via os primeiros raios da estrela, batia ansiosamente suas asas em direção ao firmamento.

Sua mãe ficava cada vez mais furiosa e dizia: estou muito decepcionada com a minha filha. Todas as suas irmãs e primas já têm lindas queimaduras nas asas, provocadas por lâmpadas! Você devia deixar de lado esses sonhos inúteis e arranjar um amor que possa atingir.

A jovem mariposa, irritada porque ninguém respeitava o que sentia, resolveu sair de casa. Mas, no fundo, como, aliás, sempre acontece, ficou marcada pelas palavras da mãe e achou que ela tinha razão.

Por algum tempo, tentou esquecer a estrela, mas seu coração não conseguia esquecer a estrela e, depois de ver que a vida sem o seu verdadeiro amor não tinha sentido, resolveu retomar sua caminhada em direção ao céu.

Noite após noite, tentava voar o mais alto possível, mas, quando a manhã chegava, estava com o corpo gelado e a alma mergulhada na tristeza. Entretanto, à medida que ia ficando mais velha, passou a prestar atenção a tudo que via à sua volta.

Lá do alto podia enxergar as cidades cheias de luzes, onde provavelmente suas primas e irmãs já tinham encontrado um amor, mas, ao ver as montanhas, os oceanos e as nuvens que mudavam de forma a cada minuto, a mariposa começou a amar cada vez mais sua estrela, porque era ela quem a empurrava para ver um mundo tão rico e tão lindo.

Muito tempo depois resolveu voltar à sua casa e aí soube pelos vizinhos que sua mãe, suas irmãs e primas tinham morrido queimadas nas lâmpadas e nas chamas das velas, destruídas pelo amor que julgavam fácil.

A mariposa, embora jamais tenha conseguido chegar à sua estrela, viveu muitos anos ainda, descobrindo que, às vezes, os amores difíceis e impossíveis trazem muito mais alegrias e benefícios que aqueles amores fáceis e que estão ao alcance de nossas mãos.

Com esta lenda aprendemos duas coisas: valorizar o amor e lutar pelos nossos sonhos, porque sabemos que é a realização deles que nos faz feliz e lembremos:

O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar, e correr o risco de viver seus sonhos.

Autor desconhecido

28 de janeiro de 2012

O que causou o desabamento de três prédios no Rio de Janeiro?

Na noite de quarta-feira, 25, cerca de 20h30, três prédios do centro do Rio Janeiro simplesmente desabaram.

O maior, um prédio de 20 andares chamado Liberdade, foi primeiro a cair e se localizava na rua Treze de Maio. Em seguida, um menor, da rua Manoel de Carvalho, com 10 andares, chamado Colombo, e mais um imóvel pequeno, localizado entre os dois edifícios maiores, com quatro ou cinco andares, também desabaram.

Transeuntes que rodavam pelas ruas próximas relataram o acontecimento como “inacreditável”, e disseram que os prédios pareciam “castelos de areia desmoronando”.

Autoridades policiais já avisaram que é difícil que haja sobreviventes. Uma equipe de busca continua procurando 22 desaparecidos, mas, até agora, foi noticiado apenas que 5 corpos mortos foram retirados do local. Graças ao horário em que o acidente ocorreu, à noite, havia menos pessoas no prédio e as mortes devem ser menores.

A questão que fica é: como três prédios, dois deles enormes, simplesmente desabam? O que poderia ter causado tal fatalidade?

Por enquanto, nada é certo. Uma investigação está sendo conduzida, mas antes que ela termine não se pode chegar a afirmações conclusivas.

Mas os peritos que estão acompanhando o trabalho dos bombeiros e da Defesa Civil para tentar determinar a causa do desabamento já têm algumas idéias.

Primeiro, eles chutam o que não pode ter causado o acidente. Segundo o especialista em gerenciamento de riscos Moacyr Duarte, a maneira como os prédios desabaram permite descartar algumas possibilidades.

O prédio mais alto, onde começou o desmoramento, ruiu como em uma implosão – isso significa que a estrutura do prédio começou a quebrar de cima para baixo.

A idéia é de que, à medida que os destroços se acumularam, espalharam pelas laterais, e essa pilha de escombros atingiu e acabou derrubando os outros dois prédios vizinhos, num efeito dominó.

Sendo assim, não é possível que o desmoronamento tenha sido a obra de uma explosão. Uma explosão geraria fragmentos. Também, uma explosão de gás, que seria a mais possível, não tem força para abalar dessa maneira as colunas do prédio.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, confirmou que os engenheiros que estiveram no local praticamente descartaram a possibilidade de explosão.

Moacyr também acredita que a instabilidade do terreno seria uma causa pouco provável. Se fosse um colapso vindo do solo, o térreo seria o primeiro a vir a baixo, coisa que não aconteceu, tanto que as pessoas que estavam no térreo conseguiram sair do prédio.

Outra questão que foi descartada pelo presidente do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro, Manoel Lapa, é em relação à idade do prédio. O engenheiro disse que isso não tem relação com o acidente, pois o prédio pode ser antigo e perfeitamente seguro, citando o exemplo de Paris, onde os edifícios são muito antigos.

O professor de engenharia geotécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Maurício Ehrlich, disse que, como foi o prédio maior que iniciou o colapso, e ele já tinha mais de 40 anos e nenhum sinal de deterioração, é improvável que o acidente tenha sido um problema do projeto ou da execução do edifício.

Segundo todos esses especialistas, a maior aposta da causa do desastre é um problema estrutural. Por enquanto, a Defesa Civil da cidade divulgou que trabalha com a hipótese de uma obra que estava sendo feita no prédio mais alto, e que pode ter abalado a estrutura do edifício.

A reforma ocorria no nono andar e tinha começado há dois meses. A TO Brasil, empresa de tecnologia da informação que ocupava seis andares do edifício, é a suposta responsável pela obra. Segundo relatos de testemunhas que não quiserem se identificar, o andar em reforma estava em escombros, sem pilares, nem vigas – parece que até sem paredes.

O Conselho Regional de Engenharia (CREA) do Rio de Janeiro afirmou que o último registro de reformas no prédio é de quase quatro anos atrás, ou seja, se estava havendo uma reforma no nono andar, esta era ilegal.

Muitos especialistas deram declarações na mídia dizendo que essa parece ser a causa mais razoável do acidente. Mesmo que as testemunhas tenham exagerado sobre a situação da reforma, toda construção ou reconstrução em prédio precisa ser bem supervisionada e cuidadosa, porque qualquer erro ao lidar com as estruturas e pilares do prédio pode por o edifício em perigo,


Por:  Natasha Romanzoti

Aqui fica a pergunta desse blog.

Quais são os Órgãos responsáveis pela fiscalização de obras particulares no Município do Rio de Janeiro?
Após a tragédia, qual o Órgão que não cumpriu com a obrigação de fiscalizar.


27 de janeiro de 2012

Banco de empregos

1 - Técnico em Segurança do Trabalho.

Empresa prestadora de serviço de Climatização. Exp. na carteira - ter trabalhado em obras de grande porte.
Local de Trabalho: Itaguaí.  Sexo: Masculino.  Salário R$ 1.200,00.

Benefícios: Assistência Médica, Cesta básica, Seguro de vida, PL.  Currículo no corpo do e-mail para dp_alternativo1@pop.com.br


2 - Técnico em Segurança do Trabalho - Estágio.

Horário: 09:00 as 15:00 h. Barra da Tijuca - Bolsa: 500,00. Alimentação: 10,00 por dia. Entrevista será na sexta - feira 21/10/2011.

Interessados devem mandar currículo para aline@interacaoambiental.com.br  colocando o assunto Estagiário.


3 - Técnico em Segurança do Trabalho - Estágio.


Cursando - R$500,00, mais benefícios: VT + VR (R$15,00/dia),  30 horas semanais – 6 h / dia. 

Barra da Tijuca - currículo com para RECEPCAOMATRIZ@GRUPOLET.COM colocando no assunto "Estagiário TST".


4 - Técnico em Segurança do Trabalho - Estágio.

Empresa de Engenharia. Oferece VT, bolsa de R$ 900,00 e alimentação no local. Curso concluído, proativo (a); bons conhecimentos de informática; conhecer a NR-18; preferencialmente morar próximo a Niterói. currículo para: tecsegu@hotmail.com



 5 - Técnico em Segurança do Trabalho - Estágio.

Curso de primeiros socorros, combate á incêndio, PPRA, PCMSO, Palestras e Integração de Segurança, emitir solicitação de Compras,Bolsa: R$ 700,00 + Vt + refeição local + Cesta básica Horário: 6 h. (á combinar). Duque de Caxias.

Enviar currículo para astorerh@terra.com.br assunto: Estagiário.

Boa sorte.

26 de janeiro de 2012

O Crea perdeu o controle dos Engenheiros de Segurança (Arquitetos e Urbanistas).

Resolução do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR nº 10 de 16.01.2012 -Dispõe sobre o exercício profissional, o registro e as atividades do arquiteto e urbanista com especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho e dá outras providências.



O exercício da especialização de engenharia de segurança do trabalho pelo arquiteto e urbanista dependerá do registro profissional em um dos Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal (CAU/UF). 



Veja íntegra da resolução no link:





Como vai ser agora José.



24 de janeiro de 2012

Banco de empregos.

1 – Técnico em Segurança do Trabalho.


Empresa de médio porte contrata para região de Três Rios/RJ.



Experiência na função, oriunda de construção civil ou de empresas de geração de energia;


Morar em Três Rios e adjacências ou ter condições próprias de morar em Três Rios.

Salário: em torno de R$ 1.500,00 a R$ 2.500,00 (negociável) mais benefícios.

Enviar cv para oportunidades1000rh@yahoo.com.br colocando no assunto a sigla TST.




2 – Técnico em Segurança do Trabalho.


 
A T & T Consultoria em RH, seleciona para rede de hospitais localizada na zona sul do Rio com sólida experiência na função.


Currículos sem pretensão e anexados não serão analisados.


Enviar currículo descrevendo no corpo do e-mail, a pretensão salarial, para drhempresa@yahoo.com.br, mencionar no campo o assunto TST zona sul.

Boa sorte.

23 de janeiro de 2012

O que é Stresse – DDS.

Na verdade "Estresse" não é uma doença, mas o estado que o organismo fica quando submetido por longo período de tensão, numa situação estressante (enervante), o corpo sofre reações químicas, que em excesso prejudica o organismo, causando problemas que podem ser:
 
No cérebro (tornando-se irritável, com falta ou excesso de sono, etc.)

Nos pulmões (desencadeando asma, etc.);

Na pele (provocando envelhecimento precoce, erupções, alergias, etc.);

No estômago (causando, gastrites, úlceras, etc.).

E em todos outros órgãos do corpo humano.

A química do estresse não é em si, responsável pelas doenças, ela reduz a resistência do organismo e favorece o aparecimento de enfermidades para as quais a pessoa tem alguma tendência genética.

ESTRESSE E O INFARTO


O termo "estresse" tem sido empregado com o sinônimo de nervosismo, depressão, tensão ou estafa, virou doença.


Está errado, estresse é a reação do organismo a tensão - seja ela física ou psicológica, e não significa necessariamente ameaça de infarto.

As substancias químicas que o estresse força o organismo a descarregar no sangue, geralmente aceleram os batimentos cardíacos que podem provocar, com o tempo, alta da pressão arterial e também sobrecarregar o músculo cardíaco, tornando-o doente.

"Trabalho não mata ninguém. O que mata é a raiva".

Se Cuide.

21 de janeiro de 2012

VAMOS PADRONIZAR GENTE.

Tenho visto nos últimos dias várias mensagens com vagas de emprego e outros assuntos chamando a nós de Técnicos DE Segurança do Trabalho.


A preposição DE após o substantivo “Técnico” sugere aplicação de reparos, tal qual em "mecânica DE automóveis", "técnico DE refrigeração" e tantos outros conhecidos.


A nós, em nossos cursos de formação (pelo menos é o desejado) são dados conhecimentos, exemplos e técnicas para o fomento e preservação de uma cultura chamada Prevencionista, somos especialistas em um assunto e não em uma máquina ou funcionamento de várias delas.


O meu diploma me habilita a ser Técnica EM Segurança do Trabalho, o conhecimento DE algo é efêmero, mas quando o é EM algo, demonstra um aprofundamento maior no assunto.


Tanto se fala aqui em Conselho de Classe, em Sindicatos e várias formas de associação, mas creio que antes de qualquer coisa, devemos prezar pela unidade profissional, uma das formas da manutenção da unidade profissional é padronização do nome da profissão, somos Técnicos EM Segurança, somos especialistas e não meros consertadores de algo que deu errado.


Temos valor, somos importantes dentro de uma empresa, seja lá do ramo que for, cabe a cada um de nós mostrar e manter esse valor para que o grupo como um todo seja valorizado e reconhecido.


Colaboração da Técnica EM Segurança do Trabalho Rose Moraes.


Técnica em Segurança do Trabalho e Profª. De Saúde e Segurança do Trabalho. Profª da Rede Pública Estadual. Mestranda com pesquisa em sinalização de Segurança do Trabalho, Saúde do Trabalhador em Serviços de Saúde e Linguagem em Situação de Trabalho.