Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

31 de janeiro de 2016

EXPOSIÇÃO A SUBSTÂNCIAS POTENCIALMENTE PREJUDICIAIS À SAÚDE - DDS.

As substâncias prejudiciais geralmente são ignoradas porque seus efeitos não são observados imediatamente. Algumas substâncias como o asbesto (substância encontrada no amianto para fabricação de telhas e lonas de freio) levam anos para manifestar suas características maléficas num organismo.
 
Se a exposição a uma substância for súbita e acidental ou constante, o resultado será sempre o mesmo, dor, sofrimento, custos, perda de trabalho, etc. Examinemos alguns fundamentos deste problema.
 
COMO AS SUBSTÂNCIAS PREJUDICIAIS PENETRAM NO NOSSO ORGANISMO?
 
Através da boca, ingerindo alimentos contaminados, contendo agrotóxicos ou aqueles que foram preparados através de mãos sujas;
 
Por absorção através da pele. O contato da pele com produtos químicos se faz de modo mais lento;
 
Pela respiração. Gases, fumaças, vapores e poeiras podem causar problemas respiratórios.
 
COMO SE APRESENTAM AS SUBSTÂNCIAS PREJUDICIAIS?
 
Sólida - Como cal, cimento, fibras de vidro, asbesto, partículas de sílica e chumbo;
 
Líquida - Ácidos, gasolina, álcool, solventes, conservantes e desengraxantes;
 
Gasosa - Muitos líquidos também formam vapores que podem ser prejudiciais.
 
COMO EVITAR EXPOSIÇÃO A SUSTÂNCIAS PREJUDICIAIS A SAÚDE?
 
Mantenha o local de trabalho sempre limpo e isento de poeiras;
 
Certifique-se de que haja boa ventilação ou ventiladores de exaustão no lugar onde está sendo feito trabalho de soldagem ou quando motores a gasolina estiverem ligados;
 
Evite contato da pele com o concreto úmido.
 
O cimento também contém produtos que irritam a pele; Ao fazer contatos com solventes e desengraxantes, procure orientação sobre o equipamento de proteção individual a ser usado;
 
Use corretamente o EPI. Procure a segurança para melhor orientação sobre o uso correto.
 
 
Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história porque para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado”!

29 de janeiro de 2016

PORTARIA Nº. 89, DE 22 DE JANEIRO DE 2016 (DOU DE 27.01.2016)


Dispõe sobre a substituição das anotações dos registros profissionais nas Carteiras de Trabalho e Previdência Social pelo cartão de registro profissional, e dá outras providências.
 
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL, no uso das competências que lhe conferem o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto no art. 3°, inciso IV, do Decreto nº 5063, de 03 de maio de 2004, e Considerando a necessidade de oferecer atendimento célere aos profissionais que obtiveram o pedido de registro profissional deferido por este Ministério do Trabalho e Previdência Social - MTPS, e Considerando a necessidade de aprimorar a segurança das informações prestadas por este MTPS e de fornecer mecanismos hábeis de comprovação do registro profissional, resolve:
 
Art. 1º - A concessão do registro profissional por parte deste Ministério não será mais realizada com anotações nas Carteiras de Trabalho e Previdência Social - CTPS, e sim por meio da emissão de cartão de registro profissional.
 
Parágrafo 1º - Os solicitantes de registro profissional que tiveram o pedido do respectivo registro deferido por este Ministério deverão acessar o Sistema Informatizado de Registro Profissional - Sirpweb, por meio do endereço eletrônico http://sirpweb.mte.gov.br/sirpweb/, disponível no sítio eletrônico do MTPS, http://www.mte.gov.br, para imprimir o cartão de registro profissional.
 
Parágrafo 2º - Os interessados em verificar a autenticidade e a veracidade das informações constantes no cartão de registro profissional poderão obter a certificação junto ao MTPS por meio do Sirpweb.
 
Art. 2º - Fica aprovado o modelo de cartão de registro profissional, disposto no Anexo I desta Portaria.
 
Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.
 
Miguel Rossetto
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!

22 de janeiro de 2016

O valor do tíquete-refeição pode variar entre funcionários?

 
Meu tíquete-refeição é metade do que outros colegas que têm a mesma função e jornada. Isso é correto?
 
O vale-refeição é um benefício concedido pela empresa ao colaborador em decorrência do contrato de trabalho ou de norma coletiva, não sendo uma obrigação prevista em lei. Ele pode ser fornecido a partir da inscrição da empresa no Programa de Alimentação do Trabalho (PAT) ou independentemente disso.
 
Se a empresa fornece o vale a partir do PAT, não é permitido haver nenhuma forma de tratamento diferente entre seus funcionários, mesmo que ocupem cargos distintos.
 
Porém, caso o fornecimento ocorra sem a participação da empresa no PAT, prevalece o entendimento de que é possível a diferença de valor entre empregados se houver justificativa que não constitui um ato discriminatório. Por exemplo: trabalhadores com cargos diferentes.
 
Já entre trabalhadores que ocupem o mesmo cargo e possuam a mesma jornada, pode haver diferença no valor do vale-refeição se eles trabalharem em estabelecimentos diferentes, nos quais o custo da refeição também seja diverso.
 
Além disso, o vale refeição, quando fornecido fora do PAT, tem natureza salarial. Assim, se admite o recebimento de valores diferenciados entre um trabalhador e outro caso exista entre eles diferença de pelo menos dois anos de serviço na empresa, ainda que tenham a mesma função e jornada.
 
Exame.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
 

21 de janeiro de 2016

Caros prevencionistas e seguidores deste blog.


Companheiros (as) estarei fora da cidade do Rio de Janeiro no período de 23 a 27 de Janeiro de 2016.
 
Caso não consiga acessar a internet na cidade de destino, provavelmente não poderei postar mensagens neste período.
 
Até a próxima semana com novas postagens e obrigado pela compreensão e apoio a este blog.
 
Marcio Santiago Vaitsman
Administrador do blog conselhoesegurança.
 

O uso constante da tecnologia afeta a saúde do trabalhador.


Não importa onde você esteja, pare por um segundo e observe à sua volta quantas pessoas estão olhando para baixo lendo ou teclando no celular. A cena da cabeça baixa e dos dedos em movimento virou rotina em qualquer lugar: em casa, no ônibus, na academia e, claro, no trabalho. No ambiente corporativo esse comportamento tem se tornado epidêmico, a ponto de algumas empresas proibirem os funcionários de acessar seus smartphones. Afinal, aqueles minutos que paramos para olhar para a pequena tela representam horas de trabalho perdidas, fazendo do celular o vilão número 1 da produtividade, além de minar a nossa saúde.
 
No Instituto Delete, núcleo pioneiro criado dentro do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro e que defende a utilização consciente das tecnologias, 75% dos 600 pacientes atendidos desde o ano passado foram diagnosticados com o uso abusivo do celular, para lazer ou trabalho. Os riscos à saúde causados por esse excesso são diversos. O simples ato de baixar a cabeça para ler as mensagens no smartphone pode triplicar a pressão sobre a coluna cervical. Oito de cada dez problemas ortopédicos estão relacionados a posturas indevidas diante do computador.
 
Quem fica muitas horas na frente da tela do desktop está sujeito a adquirir a síndrome do olho seco, que pode evoluir para uma lesão da superfície ocular. O fone do ouvido em alto volume pode produzir traumas acústicos. Atualizar-se nas redes sociais ou dar uma última lida nos e-mails antes de dormir pode confundir nosso cérebro: meia hora de exposição à luminosidade da tela adia a produção de melatonina, o hormônio responsável pelo sono da noite.
 
Conectar-se às redes sociais se tornou um “crime que compensa” para o nosso cérebro. Isso porque ele é ativado pelo ciclo de dopamina, o neurotransmissor responsável pela motivação, impulso e foco. Toda vez que alguém curte nosso post no Facebook ou Instagram, responde aquela mensagem no WhatsApp ou compartilha um tuite no Twitter sentimos satisfação, felicidade e euforia. O ciclo é vicioso. Segundo uma pesquisa da Global Webindex, de 2014, o Brasil é o segundo país do mundo no tempo gasto com as redes sociais, só perdendo para as Filipinas. Enquanto a média mundial é de menos de duas horas por dia, o brasileiro passa mais de três horas em Facebook, Twitter e outros sites do gênero.
 
O problema é que toda vez que interrompemos uma tarefa para checar o aparelho, gastamos no mínimo 62 segundos para voltar ao ponto em que estávamos. Com isso, perdem-se até oito horas em uma semana de trabalho, segundo estudos científicos publicados no exterior. “A simples alternância entre uma atividade laboral e o celular piora o estado de atenção, que se torna superficial. Com isso, a qualidade do trabalho também cai”, afirma o psiquiatra e consultor Frederico Porto.
 
Cientes do impacto negativo tanto na produtividade quanto na saúde de seus empregados, algumas companhias buscam alternativas para o problema. Em uma pesquisa de 2010, a consultoria Manpower detectou que 55% das empresas brasileiras tinham alguma política de restrição para o uso do celular - a média global era de 20%.
 
Conscientizar é melhor:
 
Há um consenso entre líderes de RH que proibir o uso de celular deve ocorrer apenas em casos extremos ou nos quais a atividade exija atenção máxima. Afinal, ter colaboradores conectados e atentos às redes sociais pode trazer inovação, criatividade e feedbacks vitais. “O desafio das corporações é como criar afinidade com as novas gerações”, diz Márcia Almström, diretora de RH do Grupo Manpower, consultoria multinacional de mão de obra especializada. Hoje, mais de um terço da força de trabalho é formado por jovens de 20 e 25 anos, que entram nas empresas dentro do contexto tecnológico. “Se a organização os trata na base da proibição, não consegue engajá-los”, diz.
 
Para os jovens, a dependência tecnológica é ainda mais crítica. Segundo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependência Tecnológica do Programa do Impulso, do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo, eles estão acostumados a um padrão no qual o raciocínio profundo e a análise detalhada são inibidos pelas atividades mais rápidas e superficiais. “A tecnologia interfere no modelo mental do processo de interpretação da vida. As pessoas começam a fazer muitas coisas ao mesmo tempo, o que as leva à perda da inteligência emocional”, diz.
 
Como a organização consegue concorrer com as redes sociais e os celulares e se conectar com os jovens? Era esse o dilema que Marcio Oliveira, CEO da agência de publicidade Lew’Lara/TBWA, precisava resolver. Muitos dos insights e inovações dependem de profissionais sintonizados com o humor da sociedade, identificado pelas redes sociais. Proibir o uso de smartphones e tablets não era uma solução. O jeito foi estipular um limite. Do lado de fora das salas de reunião, a agência instalou um totem para guardar os celulares, principalmente enquanto o time estiver com clientes. Desde que a medida foi criada, há três anos, o tempo para entender a necessidade das empresas caiu pela metade.
 
Uma companhia que proíbe o uso do celular pode até evitar o problema dentro do ambiente corporativo — mas força o colaborador a levá-lo para casa. A melhor alternativa ainda é a instrução. “Uma simples educação do uso consciente do celular já basta”, diz a psicóloga Anna Lucia King, fundadora do Instituto Delete.
 
Foi esse o caminho escolhido pelo Grupo Haganá, de segurança patrimonial. O negócio exige atenção e não há margem para distração nem por alguns segundos. Na central de monitoramento de alarmes e câmeras remotas, por exemplo, os colaboradores devem observar o comportamento dos seguranças nas portarias de condomínios. Com mais de 1.000 clientes em São Paulo, Campinas e ABC, a empresa, que já proibia o uso dos celulares, decidiu em 2014 criar campanhas internas de conscientização. Palestras, até com a participação da família, abordam o tema da dependência tecnológica. “Tivemos relatos de que houve melhora inclusive nas relações familiares”, diz o diretor administrativo operacional Ricardo Francisco Napoli da Silva. Empregados focados e conscientes do uso racional da tecnologia se tornam mais produtivos e motivados, tanto que no setor administrativo a rotatividade foi zerada nos últimos três anos.
 
Além da conscientização, os gestores de RH podem reduzir o uso do celular construindo com suas equipes as regras de uso. As mais comuns podem definir que o aparelho deve ficar no modo silencioso, criar espaços para seu uso livre e estimular o acesso em intervalos de tempo. Outra saída é recorrer aos aplicativos que controlam o tempo gasto no celular durante o expediente, como o Offzone Work. A empresa de telemarketing FPE Promotora de Crédito adotou o aplicativo e viu a produtividade das vendas de crédito consignado crescer 30%.
 
Vale lembrar que, quando um empregado estiver abusando do uso do smartphone, ele deve ser alertado. Muitas vezes o vício está tão enraizado que o ato de clicar na telinha vira mecânico — a pessoa perde totalmente a noção do tempo que passou de cabeça baixa, lendo, teclando e até rindo sozinha. Conectado a si. Desconectado dos outros.
 
Dependência de internet:
 
Se você apresentar, pelo menos, cinco dos oito critérios, é aconselhável procurar ajuda profissional:
 
1 - Preocupação excessiva com a internet;
 
2 - Necessidade de aumentar o tempo conectado para ter satisfação;
 
3 - Exibir esforços repetidos para diminuir o tempo de uso da internet;
 
4 - Apresentar irritabilidade e/ou depressão;
 
5 - Quando o uso da internet é restringido, demonstra instabilidade afetiva;
 
6 - Permanecer mais conectado do que o programado;
 
7 - Ter o trabalho e as relações familiares e sociais em risco pelo uso excessivo;
 
8 – Mentir aos outros a respeito da quantidade de horas conectadas.
 
Você RH.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!

 

20 de janeiro de 2016

CNI quer tirar acidentes no trajeto do cálculo de risco de trabalho.


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) vai insistir com o governo na retirada dos acidentes de trajeto do cálculo do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), mecanismo adotado para reduzir ou aumentar as alíquotas dos Riscos Ambientais de Trabalho (RAT). O RAT é uma contribuição previdenciária paga pelo empregador para cobrir os custos com trabalhadores vítimas de acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais.
 
O entendimento é que as empresas não têm como realizar medidas de prevenção para um tipo de acidente que ocorre fora da companhia.
 
Levantamento da CNI mostra que, enquanto a taxa de acidentes dentro das empresas sofreu redução, as ocorrências no percurso entre o serviço e a casa do trabalhador cresceram 41,2% entre 2007 e 2013 e representam 20% dos acidentes de trabalho no Brasil.
 
Aplicado desde 2010, o FAP dá bônus às empresas que investem em prevenção de acidentes e pune as que têm um número elevado de ocorrências. As companhias podem ter uma diminuição de 50% ou aumento de 100% na alíquota dos RAT – de 1%, 2% ou 3% sobre a folha de pagamentos com base nos índices de frequência, gravidade e custo dos acidentes.
 
O presidente do Conselho das Relações do Trabalho da CNI, Alexandre Furlan, explicou que, apesar dos investimentos feitos para reduzir acidentes de trabalho, as empresas acabam não tendo uma diminuição das alíquotas do seguro, pois os acidentes de trajeto não param de crescer. Em 2013, do total de óbitos registrados no Brasil como acidente de trabalho, 43,4% ocorreram no trajeto. Furlan já conversou com o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, sobre o assunto, mas ainda não teve uma resposta.
 
Na avaliação de Furlan, as empresas não têm como controlar ou adotar medidas para evitar os acidentes de trajeto. “Não tem razão para incluir como acidente de trabalho. É um risco fora do controle da empresa”, diz. Segundo ele, mesmo em situações em que a empresa oferece ônibus fretado, por exemplo, não está livre de acidentes no trajeto. “Adotamos todos os mecanismos para evitar acidente.”
 
Para a CNI, o aumento progressivo no número de acidentes de trajeto é preocupante, porque contrasta com a queda na taxa observada nos últimos anos. Segundo dados repassados pela entidade, com base nas estatísticas do Ministério da Previdência, o número de Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) subiu 7,8% enquanto o mercado formal de trabalho teve expansão de 30,2% ente 2007 e 2013. Com isso, segundo o levantamento, o número geral de acidentes de trabalho caiu de 1.378 para 1.142 a cada mil trabalhadores.
 
A confederação também quer retomar as negociações de outras questões de interesse da indústria com o governo, caso da flexibilização de norma de segurança no trabalho para uso de máquinas e equipamentos, a chamada NR-12. A medida vem gerando reclamações dos empresários, porque os ajustes na norma regulamentadora podem custar à indústria cerca de R$ 100 bilhões, segundo estimativas do setor.
 
A CNI defende a retirada da retroatividade para adequação dos equipamentos, além do estabelecimento de obrigações distintas para fabricantes de equipamentos e os usuários e tratamento diferenciado para micro e pequenas empresas.
 
Instituída em 1978, a norma regulamentadora abrange todo o parque industrial brasileiro e estabelece requisitos para a prevenção de acidentes de doenças do trabalho. Em 2010, a norma foi modificada e ampliou de 40 para 340 os itens obrigatórios a serem cumpridos pelas empresas, inclusive com exigências relativas ao maquinário já existente.
 
Valor Econômico.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
 

19 de janeiro de 2016

8 situações que rendem um salário maior, segundo a lei que você deve saber.


Quando as condições de trabalho são adversas, a lei trabalhista brasileira prevê um complemento no salário. São oito casos determinados e o Senado Federal publicou um texto explicativo sobre cada um dos adicionais.
 
Também existe a possibilidade de o profissional receber adicionais não previstos por lei mas, sim, por contrato individual ou acordo coletivo ou por vontade do empregador. Produtividade e tempo de serviço são exemplos.
 
A seguir, veja quais são as situações previstas na legislação trabalhista. Vale destacar que a obrigatoriedade do pagamento destes complementos dura enquanto a atividade se der fora de condições normais:
 
1. Horas extras:
 
Quando o período de trabalho ultrapassa as 8 horas diárias ou 44 semanais previstas na Constituição Federal, o empregado tem direito a receber mais pelas horas excedentes. E este período de trabalho extra, salvo alguns casos excepcionais (como categorias que trabalham em regime de plantão, por exemplo), pode ser de apenas 2 horas.
 
O valor da hora extra é 50% maior do que o da hora habitual de trabalho. Quando ocorre aos domingos e feriados, a hora extra vale o dobro do normal.
 
Executivos com ordem de comando e, portanto, atribuição de contratar, demitir e autorizados a representar a empresa, não têm este direito porque não estão submetidos à jornada.
 
2. Sobreaviso:
 
Quem precisa estar disponível a qualquer momento (do seu período de descanso) para voltar ao trabalho pode se enquadrar no que a CLT (Consolidação das Leis de Trabalho) define como sobreaviso.
 
A expectativa de chamada deve ser previamente combinada entre a empresa e o funcionário. Esta hora de sobreaviso equivale a um terço do valor da hora comum.
 
A CLT, no entanto, determina que o uso de computador, celular ou outros dispositivos tecnológicos não caracteriza por si só regime de sobreaviso.
 
3. Trabalho noturno:
 
Nas cidades, trabalhar entre 22h e 5h da manhã rende pagamento de adicional noturno de 20% sobre as horas cumpridas. Para quem exerce atividade no campo, o período noturno é compreendido entre 21h e 5h e cada hora de trabalho vale 25% a mais do que a hora regular diurna. O adicional noturno também incide sobre horas extras.
 
4. Insalubridade:
 
O adicional de insalubridade é pago quando há exposição a agentes físicos (exemplos: ruído, calor), químicos (exemplo: venenos), biológicos (exemplos: bactérias, vírus) que coloquem em risco a saúde do funcionário. As condições consideradas insalubres estão previstas na Norma Regulamentadora n.15, da Portaria n. 3.214/78, do Ministério do Trabalho.
 
O valor do adicional varia entre 10% e 40% de acordo com o grau de exposição, mas esta porcentagem é calculada sobre o valor do salário mínimo e não sobre o salário recebido.
 
5 . Periculosidade:
 
Se a atividade coloca em risco a integridade física é considerada perigosa. Quem lida com explosivos, produtos inflamáveis, energia elétrica tem direito a receber o adicional de periculosidade.
 
Trabalhadores da área de segurança pessoal e patrimonial e empregados que trabalham em motocicletas também exercem atividade perigosa, segundo a lei. O adicional é de 30% sobre o salário efetivamente pago. Neste caso, não é o salário mínimo a base de cálculo.
 
A Norma Reguladora 16 do Ministério do Trabalho e do Emprego define quais são as atividades que resultam em pagamento de adicional de periculosidade. A CLT determina, no artigo 195, que haja laudo pericial constatando o risco.
 
Adicionais de insalubridade e de periculosidade não podem ser recebidos juntos. Assim, se as condições são insalubres e perigosas o funcionário receberá apenas o adicional de maior valor.
 
6. Penosidade:
 
É um dos adicionais menos conhecidos e ainda não está regulamentado, apesar de previsto no artigo 7º da Constituição Federal.
 
Penoso é o trabalho sacrificante, difícil e incômodo que demanda atenção constante e uma vigilância fora do comum. Apesar de não ser regulamentado, pode ser pleiteado na Justiça.
 
7. Transferência:
 
Ao ser transferido para uma cidade diferente do que foi estabelecido no contrato de trabalho, o funcionário tem direito a receber 25% mais de salário. O adicional vigora enquanto durar o período de trabalho na nova localidade.
 
Pessoas em cargo de confiança, quem assinou contrato prevendo possível transferência ou quem exerce função em que a transferência seja condição implícita e também funcionários de filiais fechadas, por exemplo, podem ser transferidos mesmo que não o desejem.
 
8. Risco:
 
Empregados de portos que trabalhem em terra ou em mar têm direito ao adicional de risco, regulado pela Lei 4.860 de 26.11.1965.
 
O valor é de 40% sobre o valor do salário por hora diurna. O pagamento deste adicional substitui adicionais de insalubridade e de periculosidade, segundo previsto no artigo 14 da lei.
 
Exame.com
 
 
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18 de janeiro de 2016

COMO MOTIVAR AS PESSOAS - DDS autoestima.

A festa a bordo do navio estava animada. Ouviram-se os discursos do capitão, da tripulação e dos convidados que desfrutavam da vigem de uma semana.
 
Sentado á cabeceira da mesa estava um senhor de 70 anos, um tanto envergonhado que se esforçava ao máximo para aceitar os elogios que derramavam sobre ele.
 
Naquela manhã, uma moça havia caído ao mar, e dentro de segundos este idoso cavalheiro nadava ao lado dela nas águas frias e escuras.
 
A moça foi salva e o homem idoso se tornou um herói. Quando finalmente, chegou a vez do bravo passageiro falar, o salão foi tomado de completo silêncio o homem dirigiu-se ao microfone e proferiu essas provocantes palavras:
 
EU SÓ QUERO SABE DE UMA COISA”.
QUEM FOI QUE ME EMPURROU ????
 
Quantas vezes necessitamos sermos empurrados para que possamos quebrar nossos medos e enxergar que do outro lado existe dádivas e situações maravilhosas.
 
Que o desconhecido nos obriga a sermos corajosos e fortes, seguindo assim a maior lei da vida que é o aprendizado e a evolução.
 
O medo do desconhecido nos torna frágil e nos afasta de muitos espetáculos, assim sendo, concluímos que vencer o medo faz a diferença em qualquer situação de nossas vidas.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!

17 de janeiro de 2016

Aviso da Polícia Civil - Utilidade pública muito importante para o seu DDS.

1º AVISO DA POLÍCIA CIVIL:
 
Cuidado em bares, restaurantes, igreja e outros locais de encontros coletivos. Bandidos estão dando de 10 x 0 em criatividade em nós e na Polícia, portanto, vamos acabar com isso... Você e seus amigos ou familiares estão num bar ou restaurante, batendo papo e se divertindo.
 
De repente chega um indivíduo e pergunta de quem é o carro tal, com placa tal, estacionado na rua tal, solicitando que o proprietário dê um pulinho lá fora para manobrar o carro, que está dificultando a saída de outro carro.
 
Você, bastante solícito vai, e ao chegar até o seu carro, anunciam o assalto e levam seu carro e seus pertences, e ainda terá sorte se não levar um tiro...
 
Numa mesma noite, o resgate da Polícia Militar atendeu a três pessoas baleadas, todas envolvidas no mesmo tipo de história.
 
Repasse esta notícia para alertar seus amigos... O jeito, em caso semelhante ir acompanhado! Chame alguns amigos para ir junto, e de longe verifique se é verdade. Isto também pode acontecer, quando se está na igreja, supermercado... ou em outros locais de  encontros coletivos.
 
2º AVISO DA POLÍCIA CIVIL:
 
Nova modalidade de assaltos a veículos imagine que você vai para o seu carro que deixou estacionado bonitinho, abre a porta, entra, tranca as portas para ficar em segurança e liga o motor. Você não faz sempre assim?
 
Entretanto, olhando pelo espelho interno, você vê uma folha de papel no vidro traseiro, que te bloqueia a visão. Então, naturalmente, xingando quem colocou um maldito anúncio no seu vidro traseiro, você põe o carro em ponto morto, puxa o freio de mão, abre a porta e sai do carro para tirar o maldito papel, ou o que seja que esteja bloqueando a sua visão.
 
Quando chega na parte de trás, aparece o ladrão, vindo do nada, te rende, entra e leva o seu automóvel c/ a chave na ignição, o motor que estava ligado (se tiver bloqueador já vai estar liberado), c/ a sua carteira, documentos e o que mais houver lá.
 
Assim, se houver alguma coisa bloqueando a sua visão, não desça do carro, arranque o seu veículo usando os espelhos retrovisores externos, espere e desça em outro local, mais à frente, c/ total segurança.
 
3º AVISO DA POLÍCIA CIVIL:
 
À noite, se atirarem um ovo no para-brisas de seu carro (reconhecível pelo amarelo da gema).
 
Mantenha a calma e a velocidade;
 
Não use o limpador de para-brisas!
 
Nunca jogue água no para-brisa! Aumente a velocidade porque os ladrões estão por perto.
 
Explicação: O ovo e a água ao se unirem, formam uma substância viscosa, tal como o leite, e você vai precisar parar, pois bloqueará a sua visão em cerca de 90%. Fuja dali o mais depressa possível! Este é o ultimo método que eles inventaram.
 
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende.
 
Boa sorte, boa prevenção, e fiquem atentos.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!