Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
marciovaitsman@yahoo.com.br - marciovaitsman@gmail.com - http://twitter.com/SMSeg
PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

30 de setembro de 2011

O QUE É VIBRAÇÃO - DDS.

Vibração é qualquer movimento que o corpo executa em torno de um ponto fixo, podendo ser regular, do tipo senoidal ou irregular, quando não segue nenhum movimento determinado, como no sacolejar de um carro andando em uma estrada de terra.

Um corpo é dito em vibração quando ele descreve um movimento oscilatório em torno de um ponto de referência. O número de vezes de um ciclo completo de um movimento durante um período de um segundo é chamado de freqüência e é medido em Hertz [Hz].

AS VIBRAÇÕES PODEM SER:

VIBRAÇÕES DE CORPO INTEIRO – são vibrações transmitidas ao corpo com o indivíduo sentado, em pé ou deitado.

Normalmente ocorrem em trabalho com máquinas pesadas tratores, caminhões, ônibus, aeronaves, máquinas de terraplanagem, grandes compressores e máquinas industriais.

VIBRAÇÕES LOCALIZADAS – são vibrações que atingem certas regiões do corpo, principalmente as mãos, braços e ombros.

Normalmente ocorrem em operações com ferramentas manuais vibratórias: marteletes, britadores, rebitadeiras, compactadores,  politrizes, motosserras, lixadeiras, peneiras vibratórias e furadeira.


EFEITOS DA VIBRAÇÃO NO HOMEM: Os efeitos da vibração dependem, entre outros aspectos das freqüências que compõem a vibração.

As baixas freqüências são as mais prejudiciais para o corpo humano, vão de 1 até 80-100 hz.

Já acima de 100 Hz, as partes do corpo absorvem a vibração, não ocorrendo ressonância.

Os principais efeitos à exposição à vibração no sistema mão-braço podem ser de ordem vascular, neurológica, ósteaarticular e muscular, ocorrendo formigamento ou adormecimento leve e intermitente, ou ambos.

Pode aparecer no trabalhador branqueamento da ponta dos dedos e com a continuidade do trabalho o mesmo se estende à base do dedo, ocasionando necrose grave.


29 de setembro de 2011

Previdência lança documentário sobre Saúde e Segurança no trabalho.

O Ministério da Previdência elaborou um documentário sobre as ações que vem desenvolvendo na área de saúde e segurança do trabalho. 
O documentário será exibido pela primeira vez nesta quinta-feira (29), às 22h, no programa “Cenas do Brasil”, da TV NBR, emissora do governo federal, e será transmitido para 66 países pela TV Brasil internacional.
 
Após a exibição do documentário, o diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Ministério da Previdência Social, Remígio Todeschini, conversa, ao vivo, sobre segurança no trabalho, combate a acidentalidade e o panorama das doenças ocupacionais no Brasil. 
Os cidadãos também poderão assistir ao programa no site da emissora, através do link http://www.ebcservicos.ebc.com.br/veiculos/nbr/nbr-ao-vivo, ou no Blog do Planalto, no link www.info.planalto.gov.br, clicando em NBR ao vivo. O programa fica disponível no site Youtube, no link www.youtube.com/tvnbr.

Programa - As reprises do programa "Cenas do Brasil” são veiculadas às sextas-feiras, às 18h30; aos sábados, às 11h, 15h e 23h; aos domingos às 18h; as segundas, às 9h: e às quartas-feiras, às 16h e às 23h.

Os telespectadores podem participar com perguntas e comentários pelos telefones (61) 37995866/5867, pelo email cenasdobrasil@ebc.com.br, ou pelo Twitter: www.twitter.com/tvnbr.

Para obter informação sobre como sintonizar a TV NBR em sua cidade, acesse o link abaixo:
http://www.ebcservicos.ebc.com.br/veiculos/nbr/como-assistir.

Ministério da Previdência/Agência de Notícia.
 

POSTURA COMPORTAMENTAL – DDS.

Um colaborador bem treinado e adaptado à empresa, consciente do trabalho que realiza, sem dúvidas terá melhores condições de participar dos objetivos da empresa no tocante a Segurança e Higiene do Trabalho.

Quando os colaboradores estão satisfeito com o ambiente interno da empresa, eles reúnem melhores condições para colocar em pratica a auditoria comportamental na área e a sua atuação será de fundamental importância para que medidas de prevenção sejam implantadas pelo conhecimento que possuem das tradições, costumes, regulamentos e normas internas.

Assim sendo, será mais receptivo ao atendimento e às diretrizes dos programas de Segurança do Trabalho, embora ainda existam empresários  que acham que segurança do trabalho não é importante dentro do seu negócio.

Mas, quando existe comprometimento da empresa com a saúde de seus colaboradores, todos se sentem na obrigação de fazer o melhor em prol da segurança a assim, haverá uma melhor relação a convivência no ambiente, tornando-o propicio as relações interpessoais e  a segurança, favorecendo de forma insofismável as condições psicológicas  para valorizar a sua vida e a de seus colegas.

É de responsabilidade de todos para que haja um clima mais adequado no ambiente de trabalho, contribuindo assim para a postura comportamental, independente da posição hierárquica.

Segurança do Trabalho é responsabilidade de todos.





28 de setembro de 2011

A Cenoura, O Ovo e O Café - DDS Reflexão.

Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela.  Já não sabia mais o que fazer e queria desistir de tudo.

Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido outro surgia.

Seu pai, um "chef", levou-a até a cozinha dele.

Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto, logo as panelas começaram a ferver. Numa ele colocou cenouras, noutra colocou ovos e,  na última, pó de café.

Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra. A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.
 
Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e colocou-as numa tigela. Retirou os ovos e colocou-os em outra tigela. 
Então pegou o café com uma concha e colocou-o numa xícara.


Virando-se para ela, perguntou: Querida, o que você está vendo?
Cenouras, ovos e café - ela respondeu.

Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.

Então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.

Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.

Ela perguntou humildemente: O que isto significa pai?

Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade,  água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.

A cenoura entrara forte, firme e inflexível.  Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.

Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior.  Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rígido.

O pó de café, contudo, era incomparável.  Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.

Qual deles é você? - ele perguntou à sua filha.

Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde?  
 Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café?



Pense nisso!


Autor Desconhecido


27 de setembro de 2011

Banco de empregos

1 – Técnico em Segurança do Trabalho.

Empresa de grande porte contrata:
Ensino Médio Completo, Excel Intermediário, obrigatório: CNH-B, desejável formação em Eletrotécnica, experiência de no mínimo 2 anos na função, ter atuado no campo  em indústria ou segmento de energia. Pretensão salarial + 30% de periculosidade + Benefícios.

Enviar currículo por email, colocando no assunto o nome da vaga e a pretensão salarial, para  renatasantos@parceriaconsult.com.br


2 - Técnico em Segurança do Trabalho.

Barra Music é o lugar que você vai escolher para trabalhar. Ensino técnico completo c/ certificação, sólida experiência na área (abrangendo todas as atribuições pertinentes ao cargo), facilidade de acesso à Barra da Tijuca, Disponibilidade de horários.

Enviar o currículo para rh@barramusic.art.br - No corpo do e-mail com o assunto Técnico em Segurança do Trabalho e informar a  pretensão salarial.


3 - Técnico em Segurança do Trabalho.
 
Para Niterói e Rio de janeiro, Empresa de médio porte.
Salário: R$ 1,600,00
Conhecimentos no pacote Office, conhecimentos nas áreas de logística, administração, experiência comprovada de no mínimo 01 ano na área, disponibilidade de horário, boa dicção verbal, ambos os sexos. Enviar CV para: filojpnit@yahoo.com.br

Boa Sorte.


LIXO E DECOMPOSIÇÃO - A natureza é sábia – DDS.

Da mesma forma que gera a vida, ela se encarrega de incorporar novamente ao ciclo natural aqueles elementos orgânicos que chegaram ao fim da sua existência.

Os organismos vegetais e animais são decompostos naturalmente pelo meio e dele voltam a fazer parte mantendo vivos ou dando origem a outros seres. É um processo natural de reutilização de matérias. 

Contudo, enquanto a natureza se mostra eficiente em reaproveitamento e reciclagem, os homens são muito eficientes só na produção de lixo!
 
Os ciclos naturais de decomposição e reciclagem da matéria permitem reaproveitar o lixo humano, porém, não na velocidade necessária para dar conta do que é gerado, provocando o acúmulo destes materiais na natureza.
Infelizmente, uma grande parte do lixo produzido carece de muito tempo para ser decomposto, gerando poluição.


Vejam o tempo que a natureza leva para decompor estes materiais:  
Restos de alimentos
1 a 3 meses
Papel
3 a 6 meses
Corda
3 a 4 meses
Pano
6 meses a 1 ano
Filtro de cigarro
2 a 5 anos
Chicletes
5 anos
Madeira pintada
13 anos
Tampa de garrafa
150 anos
Plásticos
450 anos
Latas de alumínio
200 a 500 anos
Vidro
Indeterminado
Pneus
Indeterminado


Isso mostra, mais uma vez, a necessidade (e a responsabilidade) da atitude ecológica de cada um em nome do respeito ao meio ambiente a da preservação das condições de vida humana no planeta, uma vez que a humanidade corre o sério risco de ter que viver em meio ao lixo que ela mesma produziu. 

Vamos refletir sobre o resultado futuro das ações de descaso cometido no presente com o lixo que geramos. 

Cícero Bley Jr. e Andréa Macedo


26 de setembro de 2011

Você deve saber: Atestado médico e a limitação como suposto meio para pagamento dos 15 primeiros dias.

A legislação trabalhista (art. 473 da CLT) estabelece algumas situações em que o empregado poderá faltar ao serviço sem prejuízo da remuneração tais como o falecimento de cônjuge, nascimento de filho, casamento, serviço militar entre outras.

A legislação previdenciária dispõe que, em caso de doença, o empregado poderá se afastar do emprego (sem prejuízo dos salários) por até 15 dias consecutivos, situação em que o empregador é obrigado a remunerar o empregado como se trabalhando estivesse, consoante o § 3º do art. 60 da Lei 8.213/91. 

Passados os 15 dias e não havendo possibilidade de retorno ao trabalho, o empregado será encaminhado ao INSS para a percepção de auxílio doença, quando pericialmente constatada a incapacidade para o trabalho.

A questão é que em várias oportunidades o empregado se utiliza do atestado médico em situação que não configura exatamente a inaptidão para o trabalho, mas uma provocação para com o empregador, seja por insatisfação na função que exerce, por intriga com o chefe ou mesmo para provocar a demissão.

É importante frisar que o que faz abonar a falta não é a apresentação do atestado médico, mas a configuração da inaptidão para o trabalho. Atestado é um documento formal emitido supostamente por um médico que afirma que o empregado não tem condições para o exercício da função. Uma vez confirmada a aptidão para o trabalho, o atestado "cai por terra".

Oportuno esclarecer que o termo "supostamente", utilizado anteriormente, é em razão dos inúmeros atestados "frios" que são detectados diuturnamente e que são fruto da prática de falsidade ideológica, crime praticado por muitas pessoas que cobram por cada atestado emitido, seja para que finalidade for.

Por conta de inúmeras situações que, teoricamente, fogem do controle da empresa, basicamente há duas formas de se proteger contra empregados que se valem da facilidade em adquirir atestados falsos ou da confirmação formal de uma inexistente incapacidade para o trabalho para faltar ao serviço, sendo:

a) A primeira por previsão legal, onde a empresa pode se valer da lei e encaminhar o empregado para a perícia do INSS; e b) A segunda por procedimentos que asseguram que o empregado não possui e nem desenvolveu qualquer doença profissional que alega ser portador;

A situação prevista na alínea "a" acontece quando o empregado alega qualquer doença (CID específico) e começa apresentar vários atestados com períodos inferiores a 15 dias. Neste caso a empresa poderá somar os dias de todos os atestados e encaminhar o empregado à Previdência Social quando a soma ultrapassar o 15º (décimo quinto) dia, conforme determina o § 5º do art. 75 do Regulamento da Previdência Social (RPS).

Se durante o mês o empregado apresentou, alternadamente, 8 (oito) atestados de 4, 3, 1, 7, 10, 5, 2 e 6 dias respectivamente, no quarto atestado o empregado terá atingido os 15 dias que a legislação determina ser obrigação da empresa pagar, ficando os 23 dias restantes a cargo do INSS por conta do auxílio-doença.

Se o 5º atestado foi apresentado, por exemplo, no dia 25º dia do mês, a partir desta data a empresa fica desobrigada do pagamento e o empregado deve ser encaminhado à perícia.

Comprovado a incapacidade após a perícia do INSS, o empregado terá o contrato de trabalho suspenso a partir do 16º dia e passará a receber o auxílio-doença. Não se comprovando a incapacidade, o mesmo será obrigado a retornar ao trabalho, não podendo mais continuar a apresentar atestados "frios", sob pena de advertências, suspensões e até demissão por justa causa.

A situação prevista na alínea "b" acontece quando o empregado começa a apresentar vários atestados em períodos alternados e com CID (Classificação Internacional de Doenças) diferentes. Muitas vezes o empregado se utiliza deste subterfúgio para que a soma dos atestados não seja possível, já que o afastamento a partir do 16º (décimo sexto) dia, a princípio, exige que seja de um CID específico.

Sabendo desta possibilidade ou sendo orientado neste sentido, o empregado mal intencionado, que já apresentou um atestado de 15 dias, muitas vezes procura médicos com especialidades diferentes (ou compra estes atestados) para que este conceda mais 10 ou 12 dias alegando outro tipo de doença com o intuito de continuar afastado e recebendo pela empresa, evitando assim, que esta o encaminhe para a Previdência Social.

Uma vez comprovado que o atestado é "frio" ou que o empregado não está incapacitado para o trabalho, os dias poderão ser descontados e o empregado poderá ser advertido formalmente ou suspenso, se for reincidente.

Aqui vale ressaltar a importância de a empresa manter o cronograma do exame médico periódico atualizado. Se a empresa o faz periodicamente conforme estabelece a legislação, além de estar adotando uma medida legal na preservação da saúde do trabalhador, estará fazendo provas de que o empregado não tem nenhum problema decorrente da atividade profissional ou os atestados apresentados não equivalem a qualquer tipo de registro apresentado nos exames periódicos.

Não obstante, outro procedimento que a própria legislação prevê é que o uso do atestado médico, para abono de faltas ao trabalho, tem limitações regulamentadas por lei. O Decreto 27.048/49 que aprova o regulamento da Lei 605/49, no artigo12, §1º e 2º, dispõe sobre as formas de abono de faltas mediante atestado médico:

"Art. 12. Constituem motivos justificados:

§ 1º: A doença será comprovada mediante atestado passado por médico da empresa ou por ela designado e pago.

§ 2º: Não dispondo a empresa de médico da instituição de previdência a que esteja filiado o empregado, por médico do Serviço Social da Indústria ou do Serviço Social do Comércio, por médico de repartição federal, estadual ou municipal, incumbido de assunto de higiene ou saúde, ou, inexistindo na localidade médicos nas condições acima especificados, por médico do sindicato a que pertença o empregado ou por profissional da escolha deste."

Os atestados médicos de particulares, conforme manifestação do Conselho Federal de Medicina, não devem ser recusados, exceto se for reconhecido favorecimento ou falsidade na emissão, assim estabelecendo: 

"O atestado médico, portanto, não deve "a priori" ter sua validade recusada porquanto estarão sempre presentes no procedimento do médico que o forneceu a presunção de lisura e perícia técnica, exceto se for reconhecido favorecimento ou falsidade na sua elaboração quando então, além da recusa, é acertado requisitar a instauração do competente inquérito policial e, também, a representação ao Conselho Regional de Medicina para instauração do indispensável procedimento administrativo disciplinar".

Corroborando a este entendimento está o § 1º do art. 75 do RPS que assim dispõe:

"§ 1º Cabe à empresa que dispuser de serviço médico próprio ou em convênio o exame médico e o abono das faltas correspondentes aos primeiros quinze dias de afastamento."

Portanto, atestados "suspeitos" apresentados por empregados mal intencionados podem ser questionados pela empresa, bem como pode haver a designação de uma nova avaliação pelo próprio médico da empresa ou por ela designada, para que se possa constatar ou não a incapacidade para o trabalho.

Como já discorrido anteriormente, a legislação prevê a instauração de inquérito policial e a representação ao Conselho Regional de Medicina no caso de comprovação de fraude (alterar o número de dias no atestado estabelecido pelo médico) ou por falsidade ideológica (utilizar documentos de terceiros para emissão de atestados), situações que podem ensejar a demissão por justa causa do empregado que praticar tais atos.

Veja decisão do TST ( Férias proporcionais não serão pagas em demissão por justa causa - Fonte: TST - 23/11/2010 - RR - 77700-28.2005.5.04.0006). mantendo a demissão por justa causa de empregado depois de reiteradas faltas e mesmo apresentando atestados médicos. 

As provas da empresa foram fundamentais para a manutenção da justa causa. Veja aqui ( Mantida justa causa de empregada por rasura em atestado médico -Fonte: TRT/RS - 24/11/2010 - Da decisão, cabe recurso. Processo 0103000-26.2009.5.04.0014 )o julgado do TRT/RS mantendo a justa causa da empregada que rasurou o atestado médico.

(*) é Advogado, Administrador, responsável técnico pelo Guia Trabalhista e autor de obras na área trabalhista e Previdenciária.

BANCO DE EMPREGO.

1 - Técnico em Segurança do Trabalho.

O candidato deve morar próximo a Santa Cruz/RJ, carteira de habilitação B, conhecimentos do pacote Office, experiência mínima de 06 meses na função, horário administrativo e turno. Plano de saúde e odontológico, seguro de vida, vale transporte, refeição no local. Favor não enviarem currículos anexado. tpeixoto89@yahoo.com.br Assunto: Técnico em Segurança do Trabalho.


2 - Técnico em Segurança do Trabalho.


Realizar auditoria, acompanhamento e avaliação na área, identificar variáveis de controle de doenças, acidentes, qualidade de vida e meio ambiente, participar de perícias, fiscalizações e processos de negociação sindical em assuntos de segurança do trabalho, participar da adoção de tecnologias e processos de trabalho, elaborar, gerenciar e manter documentação de SST, experiência na área, formação Técnica em Segurança do Trabalho e ambiental, assistência médica, assistência odontológica, participação nos lucros, vale-refeição, vale transporte, salário R$ 1500,00.





3 – Técnico em Segurança do Trabalho.


Indústria localizada em Nova Iguaçu contrata: Desejável ter trabalhado em indústria, experiência comprovada na função, residir próximo à Nova Iguaçu. Salário + VT + plano de saúde + plano odontológico + convênio com farmácia + cesta básica + almoço e café da manhã no local.

Enviar currículo no corpo do e-mail para:

selecaoskf@yahoo.com.br , informar a pretensão salarial.


Boa sorte.

25 de setembro de 2011

NOSSA PELE TAMBÉM NECESSITA DE CUIDADOS – DDS.

A pele é um tecido muito sensível que cobre todo nosso corpo, portanto sem nenhum exagero ela é uma cápsula que nos protege de infecções.

A pele de uma pessoa adulta, possui extensão de mais de 3 m2 (três metros quadrados). Apesar de fina a pele é muito resistente, contém entre dois e três milhões de glândulas de suor, as quais despejam ao exterior cerca de um litro por dia durante os meses quentes para manter a temperatura do corpo. 

A pele é uma camada misteriosa entrelaçada de delicados circuitos elétricos, antenas, cabos, interruptores, tecidos e muitos outros mecanismos.

Ela recebe um terço do sangue do corpo. A pele é um órgão vivo que, como uma árvore, elimina as células (vermelha) mortas e desenvolve outras novas que as substituem.

Reflita sobre esse assunto e se convencerão que a pele protege o funcionamento interno dos órgãos mais importante de nosso corpo. Se a ferirmos, pode entrar toda espécie de germes e vírus que atacam nosso órgãos internos.
 
É muito importante protegermos nossa pele para que ela possa proteger nosso corpo. Não devemos expô-la a vapores irritantes e líquidos e a atritos de materiais que possam feri-la. A melhor forma de conseguir isto é usando os equipamentos de proteção individual.

Não só devemos protegê-la aqui, dentro da empresa, mas também fora. Há pessoas que não se preocupam e queimam a pele por exporem-se demasiadamente ao sol, atitude que pode provocar câncer,  outras pessoas não dão nenhuma importância aos arranhões, cortes ou picadas de insetos que sofrem em sua pele. 

Não se preocupam em ir à caixa de primeiros socorros e desinfetar essas pequenas lesões, qualquer lesão, por menor que seja, pode causar inflamações graves. 

Portanto, proteja a sua pele evitando problemas futuros para você.


24 de setembro de 2011

Segurança – DDS.

SEGURANÇA – É a ausência do perigo no curso do trabalho.
ATIVA – Prevê o acidente antes que o mesmo ocorra.
PASSIVA – Toma medidas para que não se repita um acidente já ocorrido.
PERIGO – É a exposição relativa a um risco que favorece a sua materialização.
RISCO – É a possibilidade de ocorrer um evento indesejável, causador de danos.
INCIDENTE – Uma ocorrência que não tenha causado vítimas e ou danos materiais.
DANO – Perda funcional, material ou econômico decorrente do acidente.
FALHA – Mau desempenho que pode resultar em risco em acidente.
CUSTOS DIRETOS – São os custos que podem ser contabilizados, como as indenizações, prêmios de seguros, gastos com assistência médica e socorro, salário do empregado, etc..
CUSTOS INDIRETOS – São as conseqüências que resultam para a empresa como o tempo perdido pelo acidentado, produção perdida pelo acidente, pelas reparações materiais e treinamento do substituto do acidentado.

Evitar acidente é dever de todos.


Se você sabe o que é omissão, não seja inerte com o futuro da sua profissão.

23 de setembro de 2011

BANCO DE EMPREGO.

Multinacional Americana, localizada no Rio de Janeiro, fabricante de Bombas, Selos Mecânicos e Válvulas, com atuação em mais de 70 países, busca no mercado:

Técnico em Segurança do Trabalho.

Experiência  de dois anos em segmentação de Petróleo ou Metalúrgica/Inglês fluente.

 A empresa oferece salário compatível com o mercado, Plano de Saúde,/Odontológico, Alimentação no local, VT  e Vale Alimentação.

Os interessados, encaminhar Currículo atualizado para o e-mail oportunidadesfsg@yahoo.com.br (colocando o Cv no corpo do e-mail e no assunto o cargo pretendido) ou para o endereço - Av. Dom Hélder Câmara nº 5451“ - Todos os Santos CEP 20771-001 - Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 


Boa sorte.


22 de setembro de 2011

Fenatest e o futuro profissional dos Técnicos em Segurança do Trabalho.

A omissão da Fenatest colabora com projeto de extinção de nossa profissão.

Carta de repúdio: Ou agimos e existimos ou seremos história!

No campo sindical e político é legítimo manobras para aprovações de textos e emendas, contudo o que ocorreu desta vez na Fenatest é golpe. 

Eu na condição de dirigente desta entidade não posso me calar diante do fato, uma vez que já me considero omisso por esperar tanto tempo para que as mudanças no qual somos autores da composição de chapa na última eleição esperançosos que viesse a realizar-se não ocorreu.

Não são poucas as cobranças, tão poucas nossas responsabilidade para com a categoria e golpes em estatuto para garantir a perpetuação em cargos de pessoas que não estão nem ai para com a nossa profissão, é no mínimo desastroso para com o nosso futuro profissional.

Assim não posso mais aceitar esta situação que há anos caminha aleijada e se pretendem continuar assim, saibam que não assino em baixo e não compartilharei com essa vagabundagem com a categoria.

Imploro à categoria que não são poucas pessoas que se posicione, cobre e participe (cobre os sindicatos dos seus estados).

Em reunião de diretoria do Sintesp me abstive de votar pela saída do Sintesp da Fenatest, acreditei que ainda existia um mínimo de coerência, mas agora vejo que não pode existir algo que nunca houve.

Nosso atual Presidente trata-se de uma pessoa que possui grandes limitações no processo de gestão (alguns amigos dizem que é incompetente mesmo) e mantém junto à entidade uma inércia quando mais precisamos.

O incrível é que com apoio de dirigentes sindicais que nem mais atuam como técnicos de segurança do trabalho têm maioria de votos, onde alguns possuem indícios que são negociados.

Existem muitos sindicatos no Brasil que não concordam é imploram por mudanças, então acredito que está na hora de sairmos desta entidade se assim continuar.

Desde 2003 querem melindrar nossa categoria, eu estava presente quando foi anunciado na época sobre a revogação da NR 27 e de lá para cá, além de revogar estão cada vez mais sucateando nossa profissão. Nós como sindicatos pouco podemos, pois nossa atuação é a nível estadual, então precisamos de uma entidade forte e comprometida, agindo contra:

As investidas do CREA, contra a Portaria 262, discutindo nossas atribuições nas revisões das NRs, fortalecendo os sindicatos em prol de piso salarial adequado, fiscalizando as formações profissionais junto ao MEC, presente nas discussões do nosso conselho de classe e implantar oficialmente a credencial profissional do Técnico de Segurança do trabalho, além de outras demandas

Eu, Valdizar Albuquerque, tenho meu nome vinculado a trabalho em prol de nossa categoria.

Estou na Fenatest em vaga do Sintesp, logo coloco meu cargo a disposição.

Não faço parte  não compartilho com o que é a Fenatest hoje!! Renovação Já


21 de setembro de 2011

Segurança em laboratório - DDS.

Devido ao avanço tecnológico, o desenvolvimento de máquinas e equipamentos mais sofisticados, a descobertas de novos produtos químicos, cada vez mais, há o perigo de explosão e riscos de acidentes dentro de laboratórios.

Podemos evitar ou mesmo diminuir a possibilidade de acidentes com o uso dos E.P.I. e  treinamento dos colaboradores nos equipamentos instalados e utilizados no dia a dia.

Práticas de segurança são fundamental afim de não expor pessoas  e patrimônio a situações perigosas com risco à saúde e perda da produção.

Podemos citar algumas causas de Acidentes em Laboratórios, tais como: Operações com vidrarias na capela, montagem de aparelhagens de vidro e introdução de tubos em rolhas, choques térmicos, aquecimentos de produtos em tubos de ensaio, transporte e armazenagem de materiais químicos.

A maioria das substâncias utilizadas em laboratório são tóxicas, portanto identifique cada produto que vai manipular.
Procure conhecer suas propriedades e incompatibilidade antes de manipular produtos químicos. 

Evite  distração e nunca improvise ensaios dentro de um laboratório químico.




20 de setembro de 2011

Sobre a nossa profissão - Técnico em Segurança do Trabalho

O que mais preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética. 
O que mais preocupa é o silêncio dos bons"

Martin Luther King

19 de setembro de 2011

LEIA COM ATENÇÃO - O Registro Profissional do Técnico em Segurança do Trabalho.



Muitos administradores por desconhecerem o assunto cobram erroneamente o Registro Profissional do Técnico em Segurança do Trabalho junto ao CREA - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.

A confusão deve-se ao fato do Técnico em Segurança ser o único profissional de nível médio que possui registro em órgão diverso ao do profissional correlato de nível superior, que no caso é o Engenheiro de Segurança do Trabalho.

Antes da Lei 7.410/85, todos os profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) possuíam registro no Ministério do Trabalho, nas antigas Secretarias de Segurança e Medicina do Trabalho.

Os profissionais com registro no Antigo Ministério do Trabalho eram: Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho, Enfermeiro do Trabalho, Técnico em Segurança do Trabalho e Técnico/Auxiliar de Enfermagem do Trabalho.

Com a publicação da aludida Lei esses profissionais passaram a integrar os seus respectivos Conselhos de Classe, pois já possuíam o registro da sua formação inicial (Engenharia, Medicina, etc.).

No entanto, os Técnicos da área de Segurança, recusaram passar seus registros para o CREA, considerando a insatisfação dos Técnicos das outras áreas que possuem aquela autarquia como Conselho de Classe, permanecendo com seus registros no próprio órgão do Ministério do Trabalho e Emprego.

Técnicos de Segurança registrados no CREA não podem exercer a profissão perante a legislação vigente.
 
A Lei 7.410/85, o Decreto nº 92.530 de 09/04/1986, a Portaria 262/08, rezam taxativamente “O exercício da profissão do Técnico de Segurança do Trabalho depende de prévio registro no Ministério do Trabalho e Emprego”, não deixando dúvidas com relação ao fato.

Portanto, Técnicos de Segurança do Trabalho registrados no CREA não podem exercer a profissão, nem assinar Programas de Segurança e tampouco integrar os SESMT constantes da NR-04, o que não ocorre com os profissionais que possuem o Ministério do Trabalho e Emprego como órgão representativo da classe.

Além do mais, o sistema CONFEA publicou ATO prejudicando os Técnicos com registro nos CREA, proibindo os mesmos de elaborar e assinar programas de segurança, como o PPRA, o PCA, o PPR e outros, restringindo os direitos garantidos pela Portaria 3.275/89 do Ministério do Trabalho. Também, a partir de 2001, publicou vários ATOS exigindo que todas as empresas que possuíssem SESMT, registrassem seus profissionais de segurança no CREA, inclusive o Técnico. Frente a isso, a FENATEST - Federação Nacional os Técnicos de Segurança do Trabalho, bem como, sindicatos de vários estados e profissionais, entraram com vários mandados de segurança contra o CREA, para que o mesmo se abstenha de exigir o Registro Profissional do Técnico ou mesmo fiscalize tal exercício profissional.

Diante do exposto, não há o que se cogitar a respeito do registro do TST no CREA em caráter facultativo ou de “brincadeirinha”.

Caso algum TST possuidor de registro naquela autarquia seja pego assinando programas de segurança, mesmo apondo o registro no MTE, poderá ser autuado por exercício ilegal da profissão. Isso ocorre porque quando o Téc. Seg. do Trabalho, efetua seu registro no CREA automaticamente concorda com seus ATOS regulamentares do Órgão.

Para o CREA, o único profissional habilitado a assinar programas de segurança é o Engenheiro de Segurança. Isso já foi regulamentado desde a invenção do PPRA e do PCMAT. Então, não adianta registrar se com outros títulos, como por exemplo, o de Tecnólogo ou de Bacharel em Segurança do Trabalho. Para o Tecnólogo, o CREA também já negou a assinatura em quaisquer dos programas de segurança do MTE.

A categoria encontra-se em mobilização para a criação do Conselho Profissional, cujo projeto encontra-se no Congresso Nacional.

É importante que os profissionais de todo país pressionem os parlamentares para que acelerem a criação desse conselho, enviando e-mail, cartas, cobranças por meio da ouvidoria do Ministério do Trabalho, etc.

Leia também os artigos do mesmo autor: "TÉCNICOS EM SEGURANÇA DO TRABALHO PODEM ATUAR EM PERÍCIAS", "Portaria autoriza Técnico em Segurança do Trabalho a prestar consultoria", dentre outros.

Sobre o Autor:

Heitor de Araújo Borba é Técnico em Segurança do Trabalho e Titular da Firma HEITOR BORBA - ASSESSORIA EM SEGURANÇA DO TRABALHO, com sede em Recife, Pernambuco, Brasil. Atuação exclusiva na área há quase trinta anos, sendo quinze em Consultoria;  Consultor de Empresas nas áreas de Segurança e Saúde Ocupacional com trabalhos desenvolvidos principalmente na implantação de Sistemas de Gestão Integrada (SGI) e elaboração de Programas de Segurança, Saúde e Meio Ambiente; Assistente Técnico Pericial em perícias de insalubridade,  periculosidade e acidentes de trabalho; Auditor de Sistemas de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho; Colunista de artigos técnicos em diversos sites, jornais e revistas; Editor do "HEITOR BORBA INFORMATIVO", com tiragem mensal.



Não permita por omissão  que o CREA acabe com a sua profissão”.

 

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