Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
marciovaitsman@yahoo.com.br - marciovaitsman@gmail.com - http://twitter.com/SMSeg
PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

30 de junho de 2011

Nem todos os trabalhadores têm direito ao auxílio acidente.

Auxílio - acidente é um benefício pago ao trabalhador que sofre um acidente e fica com seqüelas que reduzem sua capacidade de trabalho.

De acordo com o art. 86 da Lei 8.213/91 este benefício será concedido, como indenização, ao segurado quando, após consolidação das lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza, resultar seqüelas que impliquem redução da capacidade para o trabalho que habitualmente exercia.


Comprovado a redução da capacidade e tendo o segurado retornado ao trabalho, o referido auxílio será devido a partir do dia seguinte ao da cessação do auxílio-doença, independentemente de qualquer remuneração ou rendimento auferido pelo acidentado, vedada sua acumulação com qualquer aposentadoria.


Consoante o disposto no art. 104 do RPS, bem como no art. 311 da IN INSS 45/2010, têm direito ao benefício o trabalhador:


O empregado; O trabalhador avulso; O segurado especial. 


Não recebem esse benefício:


O empregado doméstico; O contribuinte individual; O facultativo. 


Não dará ensejo ao benefício o caso:


I - que apresente danos funcionais ou redução da capacidade funcional sem repercussão na capacidade laborativa; e 


II - de mudança de função, mediante readaptação profissional promovida pela empresa, como medida preventiva, em decorrência de inadequação do local de trabalho.


A perda da audição, em qualquer grau, somente proporcionará a concessão do auxílio - acidente quando, além do reconhecimento do nexo entre o trabalho e o agravo, resultar, comprovadamente, na redução ou perda da capacidade para o trabalho que o segurado habitualmente exercia.


A renda mensal do benefício será calculada aplicando-se sobre o salário de benefício o percentual equivalente a 50% (cinqüenta por cento) do salário de benefício.


O salário de benefício do auxílio - acidente consiste na média aritmética simples dos maiores salários de contribuição correspondentes a 80% (oitenta por cento) de todo o período contributivo.


Não há necessidade de requerer o auxílio-acidente. Quando do encerramento do auxílio - doença acidentária, a perícia médica do INSS reconhecerá o direito ao beneficio indenizatório se ficar caracterizada seqüela irreversível.


Para concessão do auxílio-acidente não é exigido tempo mínimo de contribuição, mas o trabalhador deve ter qualidade de segurado e comprovar a impossibilidade de continuar desempenhando suas atividades, por meio de exame da perícia médica da Previdência Social.


Por ter caráter de indenização, tal benefício pode ser acumulado com outros benefícios pagos pela Previdência Social exceto aposentadoria ou auxílio doença concedido em razão da mesma patologia que deu origem à seqüela. 

Assim, essa modalidade de benefício, concedida para segurados que recebiam auxílio - doença acidentária deixa de ser paga se o trabalhador se aposentar ou vier a falecer.





Ministério da Previdência Social.


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29 de junho de 2011

NINGUÉM É INSUBSTITUÍVEL!! – DDS de Auto-ajuda

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráfico e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível"!

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.


De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim. E Beethoven?

- Como? - encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio…
O funcionário fala então:

Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santo Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Etc.?…

O rapaz fez uma pausa e continuou:

Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis.

Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?

Nova pausa e prosseguiu:

Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO , se PICASSO ERA INSTÁVEL, CAYMMI PREGUIÇOSO , KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

 Divagando o assunto, o rapaz continuava.

Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de futebol’, que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.

Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor, olhava para baixo pensativo.  

 O volto a dizer nesses termos:

Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados… Apenas peças… E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: 

"Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:…NINGUÉM… Pois nosso Zaca é insubstituível.” – concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.

Conclusão:

NUNCA ESQUEÇA: VOCÊ É UM TALENTO ÚNICO! COM TODA CERTEZA NINGUÉM TE SUBSTITUIRÁ!

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."


"NO MUNDO SEMPRE EXISTIRÃO PESSOAS QUE VÃO TE AMAR PELO QUE VOCÊ É… E OUTRAS… QUE VÃO TE ODIAR PELO MESMO MOTIVO… ACOSTUME-SE A ISSO… COM MUITA PAZ DE ESPÍRITO…"

É bom para refletir e se valorizar! 


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OBEDEÇA AOS AVISOS DE SEGURANÇA - DDS.


De vez em quando você verá uma placa, um cartaz, uma etiqueta informando ou alertando sobre um determinado risco de acidente, essa sinalização está afixada objetivando alertá-lo sobre a melhor forma de proteger as pessoas que circulam pela aquela área.

Nada disso é feito à toa, pois uma das ferramentas de prevenção de acidentes é a divulgação dos riscos e perigos existentes no local de trabalho.

Respeite as fitas de isolamento, placas e cartazes colocados na área.

Se você ignorar, desprezar ou fizer pouco caso dos avisos de prevenção de acidentes você pode se acidentar.

Não seja negligente com os avisos e isolamentos dentro de  sua empresa.
O desrespeito a essas sinalizações, pode até ser considerada como falta grave, pense nisso!


SINALIZE OS RISCOS; OBEDEÇA AOS AVISOS; CONSERVE AS PLACAS, CARTAZES, FITAS E CORDAS DE ISOLAMENTO E EVITE ACIDENTES.


28 de junho de 2011

Quem é rico? DDS para Reflexão.


Um dia um pai de família rica levou seu filho para viajar para o interior com o firme propósito de mostrar quanto as pessoas podem ser pobres.

Eles passaram um dia e uma noite na fazenda de uma família muito pobre.

Quando retornaram da viagem o pai perguntou ao filho:

Como foi a viagem?

Muito boa, Papai!.

Você viu como as pessoas pobres podem ser?, o pai perguntou.

O filho: Sim.

E o que você aprendeu? - o pai perguntou.

O filho respondeu: Eu vi que nós temos um cachorro em casa, e eles têm quatro.

Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim.

Nós temos uma varanda coberta e iluminada com luz, eles têm as estrelas e a lua.

Nosso quintal vai até o portão de entrada, eles têm uma floresta inteira.

Quando o pequeno garoto estava acabando de responder, seu pai ficou estupefato.

O menino acrescentou: Obrigado pai por me mostrar quanto pobre nós somos!.

Não é verdade que tudo isso depende da maneira como você olha para as coisas?

Se você tem amor, amigos, família, saúde, bom humor e atitudes positivas para com a vida, você tem tudo!

Se você é pobre de espírito, você não tem nada!




 

27 de junho de 2011

Carta de um profissional.

O Técnico em Segurança do Trabalho  que se registra no CREA, passa a não ter atribuições reconhecidas pelo CONFEA.  
  
O PPRA é atribuição do Eng. de Segurança do Trabalho.

Se o TST  fizer um PPRA e assinar ele estará infringindo a Resolução nº 437, de 27 de novembro de 1999 do CONFEA.

Porém, estando registrado apenas no MTE, não há restrições, pois conforme determina a 
Portaria n.º 3.275, de 21 de setembro de 1989, as atribuições do Téc. em Seg. do Trabalho é analisar os métodos e os processos de trabalho e identificar os fatores de risco de acidentes do trabalho, doenças profissionais e do trabalho e a presença de agentes ambientais agressivos ao trabalhador, propondo sua eliminação ou seu controle.

Alguns Técnicos em Segurança do Trabalho, por pressão de Engenheiros de Empresas Públicas responsáveis por licitações na contratação de serviços de empresas de engenharia as quais os Técnicos são vinculados, estão efetivando seus registros ilegalmente no CREA – Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia, além do Registro Legal do Ministério do Trabalho e Emprego.
Que definição legal podemos dar a essa exigência absurda? Coação? Impedimento de função? Constrangimento? Exercício ilegal de fiscalização profissional? Cerceamento de direito constitucional com relação ao livre exercício profissional? São muitos os dispositivos legais infringidos nessas exigências.
A alegação para essa cobrança absurda baseia-se no fato de existirem dispositivos no CONFEA exigindo do profissional de nível médio que auxilia o de nível superior, registro no mesmo Conselho, como também, que nos órgãos da administração direta e indireta da União, dos Estados e dos Municípios, somente profissionais "habilitados" podem exercer cargos e funções que exijam conhecimento e formação na área de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.
Esquecem que os Técnicos de Segurança já são habilitados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
A Lei 7.410/85, o Decreto-Lei 93.412/86, a Portaria 262/08, rezam taxativamente “O exercício da profissão do Técnico de Segurança do Trabalho depende de prévio registro no Ministério do Trabalho e Emprego”, não deixando dúvidas com relação ao fato.
Portanto, o CONFEA não tem autoridade legal para realizar fiscalização das atividades profissionais do Técnico de Segurança.
O Brasil é o único País no mundo onde a Resolução de uma autarquia pretende ser hierarquicamente superior a um Decreto Federal.
Portanto, Técnicos de Segurança do Trabalho registrados no CREA não podem exercer a profissão, nem assinar Programas de Segurança e tão pouco integrar os SESMT constantes da NR-04, o que não ocorre com os profissionais que possuem apenas o Ministério do Trabalho e Emprego como órgão representativo da classe.
Não restam dúvidas que tal alegação consiste em mais uma forma de pressão para que a categoria se filie ao sistema CONFEA.
Somente por meio da coação conseguem a adesão da classe. Com isso, percebemos as "nobres" intenções daquele sistema em defesa dos nossos profissionais.
É evidente que a recusa do profissional em questão quanto a efetivação do seu registro profissional naquele sistema culminará na demissão sumária do mesmo, considerando que a empresa que precisa não poderá ficar no prejuízo.
Para efeito ilustrativo, apresento algumas vantagens e desvantagens da efetivação do Registro Profissional no CREA e no Ministério do Trabalho:

Registro no Ministério do Trabalho e Emprego:
Vantagem:
Exercício legal da profissão;
Desenvolvimento pleno da função, como elaboração e assinatura de  programas de segurança juntamente com o levantamento ambiental,  Análises Ergonômicas, Procedimentos de Segurança, etc;
Órgão de Classe (Ministério do Trabalho e Emprego) fiscalizador oficial da área de segurança e saúde ocupacional, possibilitando mediação direta entre a empresa e o órgão fiscalizador;
Possibilidade de formação de jurisprudência por meio das demandas  judiciais sobre o exercício profissional;
Formação de um Conselho de Classe Próprio e Filiação gratuita.
Desvantagem:
Inexistência de uma Carteira Profissional.
Registro no CREA:

Vantagem:
Recebimento de uma Carteira Profissional;
Manutenção do Emprego a que foi coagido;
Desvantagem:
Exercício Ilegal da profissão;
Desenvolvimento parcial da função, como impedimento de assinatura de qualquer programa de segurança e muito menos, do levantamento ambiental, como também, de Análises Ergonômicas, Procedimentos de Segurança, etc.
Órgão de Classe voltado unicamente para os interesses dos Engenheiros;
Impossibilidade de formação de jurisprudência por meio das demandas judiciais sobre o exercício profissional;
Impedimento de formação de um Conselho de Classe Próprio;
Filiação paga.
Diante do exposto, não há o que se cogitar a respeito do registro do Tec. Seg. Trabalho no CREA em caráter facultativo ou de “brincadeirinha”.
Caso algum Téc. Seg. Trabalho possuidor de registro naquela autarquia seja pego assinando programas de segurança, mesmo possuindo o registro no MTE, poderá ser autuado por exercício ilegal da profissão.
Isso ocorre porque quando o Téc.Seg. Trabalho efetua seu registro no CREA automaticamente concorda com seus ATOS regulamentares.
Para o CREA, o único profissional habilitado a assinar programas de segurança é o Engenheiro de Segurança. Isso já foi regulamentado desde a invenção do PPRA e do PCMAT. Então, não adianta registrar se com outros títulos, como por exemplo, o de Tecnólogo ou de Bacharel em Segurança do Trabalho. Para o Tecnólogo, o CREA também já negou a assinatura em quaisquer dos programas de segurança do MTE.
Precisamos nos mobilizar contra esses atentados a nossa categoria.
A filiação sindical já é um bom começo.
Sucesso a todos.
Heitor de Araújo Borba é Técnico em Segurança do Trabalho e Titular da Firma HEITOR BORBA - Assessoria em Segurança do Trabalho, com sede em Recife, Pernambuco, Brasil.


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24 de junho de 2011

Caros companheiros do Blog – Notícia especial.


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Adm.  Blog.

Sílica Livre Cristalizada – DDS.


Aspecto Legal:

Nas atividades ou operações nas quais os trabalhadores ficam expostos a agentes químicos, a caracterização da insalubridade ocorrerá quando forem ultrapassados os limites de tolerância constantes do quadro 1 da NR 15.

Todos os valores fixados no Quadro 1 são válidos somente para absorção pela via respiratória e para jornadas de trabalho de até 48 horas semanais.

Efeitos da Poeira:

O pó está constituído por partículas geradas mecanicamente, resultantes de operações tais como:

Moenda, perfuração, explosões e manuseio de minérios, limpeza abrasiva, corte e polimento de granitos, etc.

A maior porcentagem de partículas arrastadas pelo ar, em forma de pó, tem menos de 1 mícron de tamanho.

Devemos ter presente que aquelas partículas de tamanho inferior a 5 mícrons são as de maior importância e as que oferecem maior risco, por constituir a chamada fração respirável. 

As de maior tamanho sedimentam e não são comumente inaladas.

O pó inorgânico de maior importância do ponto de vista da Saúde Ocupacional é a sílica livre cristalizada, a qual se acha em grandes quantidades na crosta terrestre (60 % desta) formando parte de rochas, minérios, areias, tecidos vegetais, etc.

O anidrido de silício (SiO2 ) existe na natureza em 3 formas:

a) cristalizada:
Quartzo – tridimita – cristobalita.

b) criptocristalina:
Calcedônia – trípoli – pedernal.

c) amorfa:
Sílica coloidal - gel de sílica – opala.

A forma cristalizada do quartzo é a de maior risco, causadora de uma pneumoconiose chamada de silicose. 

Entende-se por pneumoconiose a alteração produzida no tecido dos pulmões pela inalação de poeiras orgânicas ou inorgânicas.

Esta alteração pode ser uma fibrose pulmonar ou um depósito de material inerte, que não altera a função pulmonar.

Entre estes dois estados, existe uma variedade de danos aos pulmões.

Além da sílica, outros compostos de silício, alguns silicatos, podem atuar sobre os pulmões, produzindo uma pneumoconiose; pode-se citar o asbesto, causador de fibrose pulmonar incapacitante e com evidências já bastante comprovadas de produção de câncer pulmonar.

Outros silicatos de importância são o talco, a terra de infusórios (formada principalmente de conchas de unicelulares), a mica, etc.

Assim sendo, não deixe de utilizar os protetores respiratórios nas atividades com sílica.

22 de junho de 2011

HÁ SEMPRE ALGUÉM – Reflexão.


O mundo inteiro está cheio de pessoas. 
 
Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar. 

Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte.

Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez. 

Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para brincar. 

Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão. 
 
Há pessoas fortes que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usarem a sua força.

Há pessoas habilidosas que precisam de alguém para ajudar a descobrir a melhor maneira de usarem a sua habilidade.  

Há pessoas que julgam que não sabem fazer nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto sabem fazer.

Há pessoas apressadas que precisam de alguém para lhes mostrar tudo o que não tem tempo para ver.

Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros.

Há pessoas que se sentem de fora e precisam de alguém que lhes mostre o caminho de entrada. 

Há pessoas que dizem que não servem para nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são importantes.

Há pessoas que Precisam de alguém. 

Talvez de ti ...  Pense nisso! 
 
 
 
Autor Desconhecido.

21 de junho de 2011

A convenção da OIT sobre as domésticas.

Quais serão as consequências da Convenção 189 recém aprovada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) referente aos empregados domésticos.

Uma boa parte dos direitos propostos por aquele tratado internacional já existe na legislação brasileira: salário mínimo, previdência social, férias, aviso prévio, acesso à Justiça do Trabalho, proibição de discriminação e de trabalho forçado e infantil, entre outros.

O que não existe é a fixação da jornada de trabalho.

Para o Brasil poder ratificar essa convenção, será preciso mudar a Constituição federal. Isso ocorrendo, os empregadores terão de fixar uma jornada de 8 horas diárias e 44 semanais e pagar um adicional de 50% e de 20% para as horas extras e o trabalho noturno das suas empregadas. 

Nessa mudança, os parlamentares são livres para incluir direitos constitucionais não previstos na Convenção, como o FGTS, adicionais por riscos, seguro acidente e outros – o que encarecerá a remuneração de profissionais que já estão difíceis de serem contratados.

Vejamos alguns detalhes. 

Segundo a Convenção, empregados que moram no domicílio terão direito a "condições de vida decente"(artigo 6).

A Recomendação 201 que acompanha a Convenção 189 especifica que condições de vida decente exigem aposentos privados, adequadamente mobiliados e ventilados, com iluminação adequada e, quando necessário, com calefação e ar-condicionado ( sic).

A alimentação deve ser de boa qualidade e em quantidade suficiente (sic) (artigo 17).

Para assegurar o cumprimento dessas condições, a Convenção e a Recomendação estabelecem que os países signatários devem providenciar um sistema que permita aos fiscais do governo entrarem nos recintos onde o trabalho é realizado, respeitada a privacidade do domicílio (artigo 19).

Embora esses direitos sejam justificáveis, os desafios para a sua implementação são imensos. 

No Brasil, os empregados domésticos vêm lutando para fazer cumprir os direitos da legislação atual. Sim, porque uma coisa é a lei, outra é o seu cumprimento.

Apesar do aumento da formalização nos últimos anos, mais de 70% dos domésticos brasileiros trabalham fora da lei – na informalidade e sem nenhuma proteção. 

Há também questões operacionais desafiadoras.

Como será controlada a jornada de trabalho das empregadas domésticas ?

Haverá livro de ponto? 

Como será conciliada a entrada de um fiscal no domicílio com a privacidade da família? 

A inclusão dos novos direitos significará novas despesas para as famílias de classe média para as quais as empregadas domésticas constituem um apoio essencial.

Há também os reflexos dessas despesas para as próprias empregadas domésticas.

Será que as oportunidades de emprego vão aumentar com jornada fixa e hora extra assegurada?

As que estão na informalidade vão ser automaticamente contratadas na nova formalidade?

É claro que essas questões serão amplamente debatidas antes de se tomar qualquer decisão.
A ratificação dessa convenção será um processo longo.

Mesmo que o Ministério do Trabalho considere o momento atual como apropriado e oportuno para o País aderir ao tratado, a primeira providência será mudar a Constituição Federal, o que requer uma tramitação complexa. Feito isso, a presidente da República terá de enviar um pedido formal de ratificação ao Congresso Nacional.

O assunto será examinado, então, pelas comissões técnicas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Finalmente, a solicitação, se aprovada, deve ser apreciada pelo plenário das duas Casas para receber a sanção presidencial e a respectiva comunicação à OIT.

Ao longo das discussões, o Brasil descobrirá as inúmeras peculiaridades desse setor de atividades e terá a oportunidade de ouvir a voz das empregadas domésticas e de milhões de famílias que tanto dependem delas.

O Estado de São Paulo.

20 de junho de 2011

Lamentavelmente esse é o pensamento de alguns - Reflexão.


Segurança, quando tudo vai bem, ninguém lembra que existe, quando algo vai mal, dizem que não existe, quando é para gastar, se pensa que não é preciso que exista, porém, quando realmente não existe, todos concordam que deveria existir segurança.

Isso é a segurança no Brasil.

ESCAVAÇÕES - DDS.


As valas, escavações, fundações e trincheiras com mais de 1,5 metros de profundidade devem ser escoradas internamente para impedir o soterramento de trabalhadores.

Deve-se retirar ou fixar firmemente tudo o que possa cair sobre os trabalhadores, como árvores, pedras, postes, pranchões, passarelas, etc.

Enquanto não houver dispositivos de proteção das paredes internas da vala não se deve permitir o inicio dos trabalhos. Deverá ser colocada uma escada dentro da vala para facilitar a rápida saída das pessoas.

As valas deverão ser escoradas numa faixa de pelo menos 40 centímetros em cada lado. Quando a largura da vala for superior a 80 centímetros deverá ser prevista a colocação de uma passarela protegida com corrimão e rodapé para a locomoção de pessoas sobre a mesma.

Para trabalhos feitos em locais com mais de 1,5 metros de profundidade deverá ser considerado como espaço confinado.


Antes de iniciar escavações nas proximidades de instalações elétricas enterradas a equipe envolvida deverá ser informada da posição, tensão (volts) e profundidade da mesma.

Não se recomenda fazer escavação mecanizada num raio de 2 metros ou menos de distância de instalações elétricas enterradas.

O percurso (caminho) das tubulações e conduites que contém fios e cabos elétricos deverão ser sinalizados, à flor da terra, através de placas e piquetes, durante todo o tempo de execução dos trabalhos.

A segurança dos trabalhos deverá ser garantida pelo desligamento da energia elétrica. Ao mesmo tempo deverá haver uma pessoa esclarecida, advertindo os trabalhadores, tão logo se aproximem com suas ferramentas de 1,5 metros de distância das tubulações e conduites.

Antes de iniciar a escavação, recomenda-se muita atenção no serviço e proceder à sondagem do terreno utilizando-se de um trado e, os trabalhadores devem estar equipados com luvas para alta tensão, objetivando verificar a existência de ocorrências de fiação elétrica ou canalização em geral que possam estar enterrados. 

 Seja prudente para  não sofrer acidente.

19 de junho de 2011

TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS - DDS.


Trabalhos no interior de tanques, esferas, grandes tubulações, torres, silos, poços, bacias, cisternas, são ambientes onde muitas vezes precisamos adentrar para fazer algum tipo de trabalho.

Dentro desses locais pode haver uma atmosfera inadequada para o homem, podendo ocorrer uma intoxicação devido a existência de produtos nocivos à saúde, ou asfixia devido a falta de oxigênio ou à presença de gases como H2s, Gás Carbônico entre outros, ou até mesmo explosão seguido de incêndio, devido a presença de gases e vapores inflamáveis.

Poderá ocorrer também o risco de batidas contra objetos, deficiência de iluminação, partidas acidentais de componentes rotativos do equipamento e choque elétrico.  

Todos estes fatores podem trazer conseqüências extremamente sérias, se não forem tomadas algumas medidas preventivas, entre as quais:

O ambiente deve se inspecionado por um Técnico em Segurança, antes de entrar qualquer outra pessoa; esta inspeção vai determinar a necessidade ou não de uso de máscaras com linha de ar mandado, entre outros recursos de serviço.

O local deve ser muito bem ventilado com ar de serviço.

Nunca use oxigênio puro, pois não é apropriado para a respiração humana, além de deixar a atmosfera mais apropriada a explosões e incêndios.

Todas as pessoas que adentrarem em espaços confinados deverá estar usando cinto de segurança tipo pára-quedista com uma corda amarrada às costas e tripé  no caso de ser necessário resgate.

No lado de fora do espaço confinado, deverá permanecer uma pessoa que terá a função de acompanhar os trabalhos, proceder o resgate imediato  ou chamar apoio caso necessário.

Na Empresa trabalhos em espaços confinados precisam ter um PEEC – Permissão de Entrada em Espaço Confinado e uma PT – Permissão de Trabalho.

Só será permitido o acesso de equipes de manutenção treinadas quando os equipamentos resgate estiverem adequadamente posicionados e o local sinalizado.

Não entre em espaços confinados sem que o equipamento esteja liberado sem restrição, que tenham sido realizadas as medições de gases e teor de oxigênio.  

Não se arrisque procure conhecer profundamente os trabalhos a serem executados e cerque-se de todos os recursos para a execução segura das tarefas em espaços confinados ou restrito.

18 de junho de 2011

Você trabalha com produtos pirofóricos – DDS.

A grande maioria das indústrias químicas e petroquímicas de 2ª geração utiliza produtos pirofóricos no seu processo, isso envolve riscos de manuseio, armazenagem, processo e manutenção.

Os principais produtos pirofóricos utilizados em plantas petroquímicas são os co-catalisadores Alquil-alumínio, com destaque para:
 
Teal - Trietilalumínio, Tibal - Trisobutilalumínio e DEAC - Cloreto Dietilalumínio.

Esses produtos chegam às fábricas em contêineres de várias capacidades que são conectados às centrais de catalisadores para ser dosados no processamento.

No processo, são usados em diversas percentagens, diluídos em solventes como o hexano, ou ainda podem ser dosados a 100% dependendo do produto final a ser obtido.

Os líquidos pirofóricos reagem violentamente com água e até mesmo com o ar atmosférico, essa reação é chamada de exotérmica (libera energia) e provoca calor intenso, forma óxido de alumínio, fumaça densa e escura, podendo ainda ocorrer a formação de solventes residuais e conseguente explosão.

Equipes de operação e de manutenção precisam estar integradas e treinadas quanto à utilização e manuseio seguro de catalisadores.

Nos trabalhos com esses produtos a prevenção tem papel de suma importância e deve contemplar os seguintes aspectos:

Análise dos riscos da atividade e liberação dos trabalhos somente com PT;

Check-list que garanta a manutenção preventiva dos contêineres, tanques, válvulas, flanges, tubings e plugs fusíveis;

Manter as áreas de manutenção e processo, limpas e organizadas;

Disponibilizar no local de execução dos trabalhos, equipamentos de combates a incêndio: extintores, vermiculita, areia seca, etc.;

Nos trabalhos de manutenção de sistemas, certificar-se que todos os equipamentos foram adequadamente, drenados, purgados, portanto, isentos de misturas e  resíduo de pirofóricos;

Usar os EPI’s indicados e ter certeza de sua proteção efetiva.

Acautele-se ao manusear produtos pirofóricos, não permaneça com nenhuma dúvida e somente realize trabalhos para os quais foi treinado.

Divida com seus colegas as experiências positivas adquiridas.

Sábia Lenda Árabe – Reflexão.


Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e, em um determinado ponto da viagem, discutiram e um deu uma bofetada no outro.

O outro, ofendido, sem nada poder fazer, escreveu na areia:

Hoje meu melhor amigo me deu uma bofetada no rosto.

Seguiram adiante e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se. O que havia sido esbofeteado e magoado começou a afogar-se, sendo salvo pelo amigo. Ao recuperar-se, pegou um canivete e escreveu em uma pedra:

Hoje meu melhor amigo salvou minha vida.

Intrigado, o amigo perguntou:

Por que, depois que te magoei, escreveste na areia e agora, escreves na pedra?

Sorrindo, o outro amigo respondeu:

Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever onde o vento do esquecimento e o perdão se encarreguem de borrar e apagar a lembrança.

Por outro lado, quando nos acontece algo de grandioso, devemos gravar isso na pedra da memória e do coração onde vento nenhum em todo o mundo poderá sequer borrá-lo.

16 de junho de 2011

Um banho de tecnologia na velha CLT.

Novíssimo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) salienta que medidas bem-sucedidas para a criação de empregos foram uma eficiente estratégia do Brasil para vencer a crise econômica mundial à frente da maioria das nações. Aliadas a políticas sociais e macroeconômicas, fizeram com que a recessão durasse apenas dois semestres.

O estudo, enfatizando o crescimento do PIB superior a 7% em 2010, ressalta que o País criou mais de três milhões de postos de trabalho formais nos últimos dois anos, voltando, dessa maneira, aos níveis pré-crise.

"A retomada do crescimento econômico esteve centrada em uma forte geração de empregos e aumento de renda. Além disso, a informalidade e a desigualdade diminuíram nesse período", observa o documento.

O relatório da OIT, ao corroborar o significado do emprego formal, suscita oportuna reflexão sobre a importância de que as relações trabalhistas sejam cada vez mais equilibradas, harmoniosas e seguras para empregadores e trabalhadores, reduzindo as ações judiciais nesse campo, que somam cerca de dois milhões por ano no Brasil, distribuídas em 1,2 mil varas.

Boa parte dessas demandas refere-se a discordâncias relativas à jornada de trabalho cumprida e horas extras. Corrigir o problema e melhorar o controle do ponto e acesso é justamente o propósito da portaria 1.520 do Ministério do Trabalho, que, depois de três adiamentos desde sua edição, em 21 de agosto de 2009, finalmente entrará em vigor em setembro próximo.

A medida estabelece a impressão gráfica dos registros de entrada e saída dos funcionários. Confere, assim, mais eficácia ao cumprimento do artigo 74 da lei trabalhista, que estabelece a marcação do ponto como item destinado a permitir que o trabalhador, seu sindicato e a fiscalização exerçam controle eficaz dos horários cumpridos pelos funcionários.

Para a Justiça do Trabalho, que está completando 70 anos no Brasil em maio de 2010, trata-se de precípua responsabilidade do empregador, como titular da direção do processo produtivo, manter o histórico da relação trabalhista.

Cabe a ele a responsabilidade de apresentar, quando solicitado em processo judicial, os registros diários da jornada de cada empregado, de modo a tornar possível a sua perfeita reconstituição.

A Portaria 1.510 reiterou e enfatizou exatamente esse princípio, e ao fazê-lo provocou todo um movimento na tecnologia do controle de ponto e acesso, que teve rápida resposta do mercado, com equipamentos eficientes, como o que desenvolvemos, de impressão em papel térmico e opção de reconhecimento biométrico dos trabalhadores.

No exato momento em que a OIT reitera o significado do emprego para a economia brasileira, a velha Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), instituída em 1943, recebe um oportuno "banho tecnológico". Que seja o prenúncio de sua plena modernização, incluindo a revisão dos encargos que reduzem os salários reais e oneram os setores produtivos.


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