Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

30 de outubro de 2015

O que a vida me ensinou - DDS de reflexão.


Às vezes acontecem coisas na nossa vida que dilaceram nosso coração... A gente se entrega plenamente à vida e ela nos ensina. Em alguns casos, de forma amarga, acerba; mas sempre com um propósito de plenitude.
 
E a avalanche de reflexões nos inunda o ser ainda mais intensamente perante a angústia, a sensação de perda, a dor profunda no peito. E aí, inicia-se o processo... O crescimento interior parece inevitável.
 
Novos horizontes podem eclodir, novas possibilidades, nova postura, nova atitude... Mas tudo é um processo... E o tempo é o maior amigo da dor... Ele cura ferida, promove novo alento e está sempre presente seja no passado ou no futuro, acolhendo e apaziguando todo sofrimento por mais pungente que seja. Não há momento igual.
 
Pode haver sensações parecidas, mas cada momento é único em nossas vidas.
 
Cada reflexão um novo ensejo.
 
Cada ensejo novo processo.
 
E este é o ciclo da vida.
 
Onde cada um escolhe seus caminhos.
 
Que implica no caminho do outro.
 
Que faz da vida uma teia, uma teia intrincada que faz as coisas acontecerem e que podem dilacerar nosso coração.
 
Lidia Monteiro
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
Pense nisso! 

Você sabe como coletar e descartar lâmpadas fluorescentes - DDS.


As lâmpadas fluorescentes quando quebras são perigosas, assim sendo, devemos seguir algumas instruções que repasso para vocês visando evitar os graves danos causados pelo mercúrio à sua saúde e principalmente ao meio ambiente.
 
Em caso de quebra acidental as pessoas devem sair do ambiente pelo menos em um período de 30 minutos, devido aos vapores tóxicos do mercúrio que se espalham pelo ambiente.
 
Além disso, o ministério da saúde alertou para não usar aspirador de pó para coletar os restos da lâmpada quebrada, pois a contaminação por mercúrio se espalhará em outras áreas da casa quanto você estiver usando o aspirador de pó novamente.
 
Saiba como descartar os cacos das lâmpadas quebradas:
 
Se tiver em casa uma máscara descartável daquelas usadas para proteção do vírus da Gripe H1N1, use-a evitando inalar o vapor do Mercúrio.
 
Use uma luva de borracha para pegar cuidadosamente os cacos da lâmpada quebrada, inclusive o que sobrou dela.
 
Coloque os cacos do vidro sobras da lâmpada sobre um pano/flanela e ou embrulhe num jornal, coloque dentro de um saco plástico. Amarre bem a boca do saco plástico, e leve para descarte.
 
Você pode fazer o descarte em saco plástico com os resíduos da lâmpada em local adequado para descarte de baterias de celular ou pilhas comuns, algumas lojas já dispõem de desse serviço.
 
Lembre se que o mercúrio é mais venenoso que o chumbo ou arsênio!!
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
Pense nisso!
 

28 de outubro de 2015

ERGONOMIA NO MANUSEIO DE MATERIAIS - DDS.

 
Levante pesos corretamente para evitar esforços desnecessários, lesões musculares e problemas na coluna vertebral:
 
Avalie a carga e fique junto dela;
 
Abaixe-se dobrando as pernas, mantendo os pés ligeiramente separados;
 
Levante-a empregando a musculatura das pernas e braços, mantendo a coluna o mais reta possível;
 
Transporte-a junto ao corpo;
 
Se estiver carregando um objeto e pretende mudar a posição do mesmo ou ajustá-lo melhor, não o faça em movimento. Em primeiro lugar pare e apoie o objeto, depois faça a mudança;
 
Não tente levantar pesos acima de suas forças. Limite-se ao que você pode levantar, sem excesso de esforço. Peça auxílio sempre que necessário;
 
Empilhe material corretamente, observando a disposição e a altura de acordo com a orientação da Supervisão, mantendo sempre os corredores livres;
 
Seja cuidadoso ao manusear uma carga, a fim de evitar prensamento das mãos, calçando as cargas, evitando apoiá-las diretamente no solo;
 
Use o tipo de proteção individual recomendado para a execução do trabalho.
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
Pense nisso!

27 de outubro de 2015

Divulgação de Eventos: Médico Dráuzio Varella ressalta que acidentes de trabalho são provocados por negligência.

“Acidentes de trabalho não são obras do destino. Nós os provocamos com a nossa negligência com o corpo”, enfatizou o médico oncologista e cientista Drauzio Varella, em palestra no Seminário Internacional Trabalho Seguro 2015, cujo encerramento foi nesta sexta-feira (23) no Tribunal Superior do Trabalho.
 
De acordo com o especialista, as pessoas tendem a pensar que “nunca vai acontecer nada” com elas e deixam de tomar certos cuidados. “O acidente de trabalho está associado a um desrespeito com o corpo humano, com seus limites. O corpo é visto como uma máquina, mas não somos máquinas”, afirmou. “Existem normas de segurança e elas precisam ser respeitadas tanto pelos empregadores quanto pelos trabalhadores”.
 
Apesar de ter se impressionado com o número de 700 mil acidentes de trabalho registrados por ano no Brasil, o médico se mostrou otimista. Na opinião dele, a maioria dos empresários já incorporou a ideia de que a saúde do trabalhador é um importante capital para a empresa. “Quando uma empresa favorece a saúde do empregado, ela recebe de volta um aumento na produtividade”, destacou.
 
Apesar de otimista, em sua palestra o médico destacou o constante descaso com o qual as pessoas tratam o próprio corpo. “Cuidar do corpo é fundamental. Sem saúde não tem trabalho, não tem família, não tem nada”, disse. “Se você quer que o seu corpo dure, tem que cuidar dele com atenção”.
 
O painel Prevenção de acidentes de trabalho em novas tecnologias, cujo conferencista foi o médico Dráuzio Varella, abriu os trabalhos do Seminário na manhã desta sexta-feira (23/10), último dia do evento.
 
O seminário foi uma realização do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), que instituiu o Programa Trabalho Seguro em 2012, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), e da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat).
 
O encontro teve como objetivo discutir a saúde e segurança no meio ambiente de trabalho.
 
Ainda pela manhã, três outros painéis foram apresentados: Reflexos psicossociais das transformações do trabalho; Nanotecnologia e seus impactos na organização produtiva; e Absenteísmo e presenteísmo no meio ambiente do trabalho.
 
Tribunal Superior do Trabalho.
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
Pense nisso! 

26 de outubro de 2015

Um pouco de motivação - DDS.

É estar envolvido, interessado, inteiro no que se faz, assim como sentir-se desafiado, isso é motivação.
 
Embora seja um movimento que venha de dentro, a motivação pode, como outras competências, ser estimulada por meio de cursos, treinamentos ou outras ajudas externas como leitura, troca de experiências, enfim, tudo que trabalhe o campo da imaginação, do sonho, da fantasia.
 
A pessoa motivada é aquela que, seja qual for a situação, olha os obstáculos de frente, como barreiras a serem transpostas e não como problemas a serem carregados como fardos.
 
É o diferencial daqueles que não esperam a distribuição de tarefas e partem em busca de novas ações, conquistando melhores resultados tanto para si mesmos quanto para a empresa ou grupo de trabalho ao qual estejam ligados.
 
A motivação nasce do entusiasmo natural de estar vivo, de pulsar com a vida. Assim, o indivíduo motivado tem perfil facilmente reconhecido: é positivo, entusiasmado com seu trabalho, gosta do que faz, tem macrovisão das situações e está sempre buscando motivações extras.
 
Como é regido pela autorrealização, sente-se capaz, é criativo e está atento a tudo o que acontece, com uma visão abrangente. As pessoas motivadas geralmente são extremamente pragmáticas, pois têm uma alta capacidade de não se deixar levar por caminhos ou discursos que levem à dispersão e, consequentemente, à perda do foco a ser perseguido.
 
O trabalho em grupo vai exigir dos componentes características comuns a qualquer time que queira alcançar bons resultados como, estar aberto a desafios, coesão, comprometimento, responsabilidade e motivação.
 
 
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
Pense nisso!
 

25 de outubro de 2015

O PROBLEMA DO TEMPO – DDS.

Ao lermos as Súmulas 47 e 364 do TST, transcritas a seguir, percebemos:
 
Súmula 47 - O trabalho executado, em caráter intermitente, em condições insalubres, não afasta, só por essa circunstância, o direito à percepção do respectivo adicional.
 
Súmula 364 - Faz jus ao adicional de periculosidade o empregado exposto permanentemente ou que, de forma intermitente, se sujeita a condições de risco. Indevido, apenas, quando o contato dá-se de forma eventual, assim considerado o fortuito, ou o que, sendo habitual, dá-se por tempo extremamente reduzido.
 
Que a exposição ao risco, ainda que intermitente, gera o direito aos adicionais de insalubridade e periculosidade, não havendo direito apenas se a exposição for esporádica.
 
No entanto, não temos um critério bem definido de quando o evento deixaria de ser intermitente para ser esporádico.
 
Pesquisando atrás do Dicionário Aurélio encontramos que intermitente significa: que apresenta interrupções ou suspensões; não contínuo, já a palavra esporádico, significaria: acidental, casual, raro.
 
No caso da insalubridade, nosso critério deverá ficar relacionado diretamente com a possibilidade de dano, ou seja, mesmo que a exposição seja mensal, trimestral, etc. Mas, se é programada e há a possibilidade de consequências à saúde do trabalhador, acredito que o ambiente deva ser considerado insalubre.
 
No caso da periculosidade, o caso deveria ser muito mais simples, pois se há uma programação ainda que, por exemplo, trimestral, sempre haveria a possibilidade de morte.
 
Porém a súmula resolveu complicar ao abrir exceção para situações de tempo extremamente reduzido. Mas o que é extremamente reduzido? Uma hora, 30 minutos, 40 segundos?
 
O problema é que no caso de periculosidade, poucos segundos podem ser suficientes para levar a morte.
 
Na verdade, acabamos dependendo da interpretação e da capacidade de argumentação, para definir o direito ao adicional em cada caso específico.
 
J.Segurito 72
 
 
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23 de outubro de 2015

Qual a diferença entre trabalho perigoso e insalubre?

 
O trabalho insalubre é aquele executado em certas condições que o tornam prejudicial à saúde humana.
 
As condições consideradas insalubres estão expressamente previstas na NR (Norma Regulamentadora) nº 15, da Portaria nº 3.214/78, do Ministério do Trabalho.
 
Entre outras hipóteses, por exemplo: a exposição a determinados agentes químicos (como o arsênico), agentes biológicos, ou ainda o contato com esgotos, exposição a ruídos, calor, frio ou umidade acima de certo nível de tolerância definido na norma.
 
O trabalho realizado nessas condições dá o direito a um adicional de 10, 20 ou 40%, conforme a insalubridade seja considerada pela NR 15, de grau mínimo, médio ou máximo, respectivamente. Essa porcentagem deve ser calculada com base no salário mínimo e não no salário efetivamente recebido.
 
Já a periculosidade é definida quando o trabalho é realizado em condições que a lei entende acarretarem um risco para a integridade física do trabalhador.
 
Assim, são considerados trabalhos perigosos os que expõem o colaborador a um contato permanente com: explosivos, produtos inflamáveis, energia elétrica ou, ainda, a roubos ou outras espécies de violências físicas nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial. Também é considerada perigosa a atividade de trabalhador em motocicleta.
 
Quem trabalha em condição perigosa tem direito ao recebimento de um adicional de 30%, calculado sobre seu salário (descontados valores de gratificações, prêmios e participação nos lucros) e não sobre o salário mínimo.
 
Vale lembrar que, embora os adicionais de insalubridade e periculosidade tenham causas distintas, eles não podem ser recebidos juntos, conforme o entendimento majoritário do TST.
 
Assim, se o trabalhador estiver sujeito a condições insalubres e perigosas, ao mesmo tempo, ele terá direito a receber somente aquele adicional cujo valor for mais alto
 
Exame.com
 
 
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22 de outubro de 2015

Você sabe o que é SIGM e a sua importância – DDS.

São processos, ferramentas e técnicas para gerenciar os vários aspectos envolvidos em um processo de mudança afim de que os resultados previstos sejam atingidos da forma segura e mais eficaz possível.
 
Mudanças alteram o risco e, por isso, precisam ser administradas.
 
Gestão de mudanças ocorre quando todos os riscos decorrentes da mudança são identificados, neutralizados e gerenciados.
 
Gestão de mudanças trata das alterações de instalações, novas tecnologias, processos e de pessoas (mobilidade da força de trabalho, etc.).
 
As mudanças devem ser registradas no SIGM (Sistema Integrado de Gestão de Mudança).
 
Gestão Integrada de mudanças deve ser aplicada ao uso de novas tecnologias, alteração das instalações e mudanças que afetem o trabalho das pessoas.
 
Toda mudança por mais sutil que pareça, deve ser registrada, analisada e aprovada antes de sua execução visando reduzir o risco de graves acidentes.
 
Usar sempre o SIGM para manutenção e montagem de equipamentos, peças e parte conforme especificação de projeto ou manual do fornecedor do equipamento, exigir projeto ou registro aprovado de mudança mesmo que seja sutil, em caso de mudança em instalação predial.
 
Toda instalação provisória feita sem projeto deve ter registro aprovado de mudança sutil no SIGM (Sistema Integrado de Gestão de Mudança).
 
A desabilitação temporário de sistema de segurança deve ser autorizada conforme procedimento especifico.
 
Todos os envolvidos devem ter conhecimento dos riscos associados às mudanças decorrentes em suas atividades.
 
Todos devem atualizar-se das rotinas, procedimentos, alterações em sua área, ao retornar de férias, licenças ou outro tipo de afastamento.
 
As mudanças podem ser de equipamentos, layout ou arranjo físico, instalação, tecnologia, equipamentos e de pessoas.
 
Não deve proceder a mudanças em uma empresa sem que os aspectos de SMS sejam verificados e aprovados.
 
Caso tenham interesse, o Treinamento de Sistema Integrado de Gestão de Mudanças – SIGM é ministrado pelo administrador deste blog nas dependências da sua empresa, informações e contato através dos e-mail marciovaitsman@yahoo.com.br
 
 
 
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21 de outubro de 2015

FERRAMENTAS PNEUMÁTICAS - DDS.

 
O ar comprimido é imprescindível a qualquer indústria e pode ser considerado tão importante como a energia elétrica, pois graças a ele muitas ferramentas podem ser movimentadas.
 
Principais ferramentas pneumáticas; Parafusadeiras; Furadeira; Lixadeiras; Esmerilhadeira; Rebitadores; Grampeadores; Serras e Tesouras.
 
Ferramentas pneumáticas oferecem riscos similares às ferramentas elétricas do mesmo tipo.
 
Tubulações de ar, assim como condutores elétricos, devem ser manuseadas com o máximo cuidado.
 
Quando da utilização de ferramentas pneumáticas, faz-se necessário o uso de proteção facial para evitar acidentes nessa região do corpo.
 
O operador deve ser orientado para não usar equipamento de ar para limpar suas roupas ou cabelo, pois contém impurezas, tais como partículas de óleo e graxa que poderão causar sérias dermatites, além do que um jato de ar proveniente de uma mangueira poderá romper um tímpano, arrancar um olho de sua órbita e causar hemorragia.
 
Alguns acidentes com ferramentas pneumáticas são provocados pelo chicoteamento da mangueira, quando há ruptura ou deslocamento da conexão.
 
O operador de uma furadeira pneumática deverá estar sempre alerta para uma possível quebra da broca, pois além da projeção de fragmentos de metal, esta quebra poderá desequilibrá-lo e provocar sua queda.
 
 
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Pense nisso! 

20 de outubro de 2015

Em uma palavra.


Caso tivéssemos que definir ergonomia em uma única palavra, qual seria? Pode pensar!! Eu utilizaria a palavra conforto.
 
Vejamos um exemplo: imagine que você trabalha em um banquinho de madeira sem encosto ou estofado, sentado durante todo o expediente. Você se sentirá confortável?
 
Agora imagine que a empresa comprou uma cadeira com estofamento adequado, injetado, com os ajustes necessários, encosto e apoio para braços, porém o ambiente é extremamente quente e ruidoso. Você se sentirá confortável?
 
No entanto, a empresa comprou um ar condicionado e resolveu o problema do ruído, mas a atividade na sua empresa é no “chicote”, com o chefe lhe pressionando direto. Você se sentirá confortável?
 
Concluindo, podemos perceber que para trabalhar em um posto de trabalho ergonômico seria necessário o mobiliário e ambiente adequados, além de estar me sentindo bem física e psicologicamente.
 
Quando você conseguir um posto de trabalho assim, pode me chamar que eu estou indo.
 
Infelizmente ou felizmente o ser humano é extremamente exigente e vive em contínua mudança, ou seja, o que está adequado hoje, não necessariamente me dará conforto amanhã.
 
Agora, caso eu pudesse utilizar mais duas palavras na definição da ergonomia, eu introduziria as palavras saúde e produtividade.
 
J.O Segurito.
 
 
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Pense nisso!

19 de outubro de 2015

SABEMOS REALMENTE ENSINAR?


A cada dia que passa, confirmo o óbvio, que a solução da Segurança do Trabalho depende diretamente de educação.
 
Mas quando se fala em educação, vem logo à mente encher o trabalhador de treinamentos, mas não é bem esse tipo de educação que tenho em mente (não que essa não seja importante), mas o que na verdade sinto falta é referente ao conhecimento necessário para os instrutores.
 
Como assim, professor, o senhor está dizendo que nós estamos ensinando errado?
 
É triste aceitar, mas é por aí. Deixa eu explicar melhor.
 
Pense bem, uma coisa é saber um determinado assunto e outra bem diferente é saber transmitir este assunto.
 
A maioria dos profissionais de segurança do trabalho não tem uma formação adequada sobre como deve ensinar, “aprende” a ensinar ensinando.
 
Mas como em toda área, é necessário saber utilizar a metodologia correta, e para ensinar não é diferente.
 
Professor, mas já tenho que aprender um monte de norma e agora o senhor quer que eu passe a estudar educação?
 
Correto, meu filho, saber todas as NRs, Ergonomia, Higiene Ocupacional e tudo mais é necessário, mas o profissional de segurança tem como um item essencial de sua formação ser um orientador, um formador de opinião.
 
Para isto não basta colocar os trabalhadores na sala e esperar que entre bocejos, cochilos e sangue jorrando na tela eles aprendam tudo sobre SST.
 
E tenha cuidado, saber manter a atenção do público e até conseguir interagir por meio de dinâmicas ou arrancar risos da plateia não significa que estamos ensinando.
 
Precisamos estabelecer formas de avaliar se o ouvinte realmente assimilou a mensagem e também se realmente estamos passando a mensagem correta.
 
Jornal O Segurito.
 
 
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18 de outubro de 2015

NÃO SABE, NÃO PODE OU NÃO QUER.


Como todo mundo já sabe os acidentes têm diversas causas, algumas relacionadas a fatores inadequados do próprio trabalho e outras aos fatores pessoais.
 
Em relação aos fatores pessoais podemos dizer que parte dos acidentes ocorrem em função das três negativas do título deste texto.
 
Como assim, professor?
 
É o seguinte, ou o trabalhador não sabe que sua ação irá gerar o acidente, ou não pode realizar da forma correta e isto terá como consequência o sinistro ou não quer fazer de acordo com os procedimentos por achar que sabe fazer de forma melhor.
 
Nas três situações, irá depender da empresa conseguir informar e mesmo conscientizar o trabalhador para que ele saiba e passe a Querer em função das consequências dos seus atos.
 
Em relação ao não Pode, a empresa precisa atuar com bastante força, pois se o trabalhador não está conseguindo fazer o certo, deve ser por falta de conhecimento ou mesmo por falta de recursos, como ferramentas que dependem diretamente da empresa.
 
De qualquer forma todas as três negativas dependem de melhor percepção do trabalhador e consequentemente de ter capacidade de reconhecer os diversos riscos de sua atividade.
 
Leia o jornal O Segurito.
 
 
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15 de outubro de 2015

Precisa dar Opções.

Sei que todo mundo já deu uma lida na NR 09, mas às vezes alguns itens acabam passando sem que levemos em consideração a sua importância ou até mesmo a sua abrangência.
 
Por exemplo, vejamos o item 9.3.5.5 e o seu primeiro subitem, transcritos abaixo:
 
A utilização de EPI no âmbito do programa deverá considerar as Normas Legais e Administrativas em vigor e envolver no mínimo:
 
a) seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador está exposto e à atividade exercida, considerando-se a eficiência necessária para o controle da exposição ao risco e o conforto oferecido segundo avaliação do trabalhador usuário;
 
b) Neste primeiro subitem o trecho grifado é de grande relevância, pois mesmo que o EPI esteja tecnicamente adequado e seja eficiente no controle da exposição, pelo menos teoricamente, isto só será realmente efetivado caso a empresa forneça EPIs com o conforto validado pelo trabalhador.
 
E o tal do respirador é um dos EPIs de maior dificuldade para adaptação, em função da natural restrição respiratória.
 
Sempre falo para os meus alunos que antes de criticar ou mesmo advertir um trabalhador por não estar usando um respirador, acho importante que passem pelo menos um dia utilizando o equipamento:
 
Depois desta experiência (que eu já tive) tenho certeza que o nosso objetivo será conseguir eliminar o uso do EPI.
 
No entanto, enquanto isto não é possível, a empresa por meio do SESMT, precisa dar alternativas aos usuários para que estes possam pelo menos optar por um equipamento que lhe traga menos incômodo.
 
Para isso, precisamos chamar fornecedores, comparar preços e disponibilizar os equipamentos para teste dos usuários.
 
Mário Sobral Júnior
 
 
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14 de outubro de 2015

PREVENÇÃO À INCÊNDIOS - DDS.

 
Instrua-se sobre os equipamentos de combate a incêndio existentes no seu local de trabalho.
 
Não obstrua e não permita que outras pessoas obstruam o acesso rápido e seguro aos extintores de incêndio e hidrantes.
 
Ajude a prevenir incêndios: Comunicando os riscos de incêndio existentes no seu local de trabalho;
 
Conservando inflamáveis em recipientes adequados, longe de fontes de calor ex: tintas, solventes;
 
Evitando o acúmulo ou armazenamento de resíduos, trapos, estopas, etc., impregnados de óleo, gasolina ou outro produto inflamável;
 
Evitando o derramamento de inflamáveis e quando ocorrer, removendo imediatamente;
 
Removendo para um local seguro, os produtos inflamáveis e os materiais de fácil combustão, antes de iniciar trabalhos de esmerilhamento (lixadeiras), corte com maçarico, solda;
 
Não permitindo a existência de instalações elétricas em mal estado de conservação ou de uso;
 
Mantendo um extintor de incêndio próximo dos locais onde haverá o uso de fogo, calor, esmerilhadeiras, solda e corte.
 
Estando treinado na utilização de extintores de incêndio, sabendo como usá-los se necessário.
 
Lembre-se: Os primeiros minutos de combate são os mais importantes, devemos sempre tentar extinguir o fogo no seu princípio quanto mais tempo demorarmos para controlá-lo mais destrutivo ele será.
 
 
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13 de outubro de 2015

Carteira de trabalho digital: como funciona e quais são as vantagens.

 
A carteira de trabalho é um dos documentos mais importantes para o cidadão brasileiro. Ela atesta os locais onde aquele profissional teve vínculo empregatício, mostrando o tempo de contrato e outros dados trabalhistas de cada indivíduo. No entanto, seu tempo de emissão era um problema, especialmente para quem precisava de celeridade para ingressar em um novo emprego.
 
Por essa razão, o governo criou a nova carteira de trabalho digital. Ela chegou há pouco tempo, mas já tem gerado grandes e positivas mudanças. Batendo recorde de impressões, pode ser produzida em questão de minutos e traz diversas outras vantagens. Quer entender melhor como ela funciona? Confira nosso artigo sobre a carteira de trabalho digital:
 
Como funciona?
 
Com a integração de dados do Governo Federal, as informações trabalhistas e previdenciárias são mais facilmente acessadas e cruzadas. Isso permite que o cidadão faça a requisição do documento e receba no ato ou que agende eletronicamente o pedido da carteira.
 
Pelo novo sistema, é possível saber se o trabalhador tem, por exemplo, outros documentos válidos, se recebe benefícios federais ou se tem o número de PIS ativo. Essa presteza é muito útil na hora de combater fraudes de concessão irregular de benefícios trabalhistas, entre outras situações pouco desejáveis tanto para o governo quanto para o contribuinte.
 
Para quem precisa solicitar uma segunda via, o banco de dados integrado do Ministério do Trabalho e Emprego também é extremamente útil. Agora, em vez de precisar recorrer às empresas nas quais já trabalhou para comprovar seus vínculos anteriores, os dados estão gravados com todo o histórico e todos os direitos estão reservados e garantidos.
 
E o melhor de tudo: o trabalhador não precisa desembolsar nada. O documento é 100% gratuito e nem a foto de registro é paga, já que o novo retrato digital será tirado no ato da requisição.
 
O que muda na prática?
 
Na prática, o cidadão somente se beneficiará das mudanças. Ele está mais seguro e tem mais celeridade nos seus requerimentos. A carteira de trabalho digital permite a modernização de diversos serviços oferecidos pelo governo federal, entre eles estão o novo sistema de seguro-desemprego com biometria, a certidão negativa de débito e o Portal Mais Emprego, que permite que haja oferta de cursos de qualificação, oferta de vagas de trabalho e conferência de requerimentos.
 
Vale lembrar que quem possui a carteira de trabalho convencional não precisa pedir a outra agora: a antiga ainda é válida. Só ocorre a impressão e validação pelo novo sistema se houver pedido de segunda via ou emissão da primeira.
 
Quais são as vantagens?
 
Como já falamos, o tempo de emissão foi bastante reduzido (agora não dura mais do que 20 minutos) e não há mais gasto de dinheiro para retirar o documento (a nova carteira de trabalho digital é grátis e até a foto é feita na hora). O sistema integrado de informações deixa os dados dos trabalhadores muito mais seguros e protege a população — e o governo — contra ações trabalhistas fraudulentas que lesam o Estado e trazem prejuízos para a economia brasileira.
 
A carteira de trabalho digital, em suma, é um passo importante no processo de reestruturação da rede de atendimento do Ministério do Trabalho visando melhorar a experiência e a relação do cidadão com o poder público.
 
Portal Contábil.
 
 
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12 de outubro de 2015

Arrumação, limpeza e ordenação são bons hábitos - DDS.


Objetivo desta postagem: Ressaltar a importância de manter o local de trabalho limpo e organizado.
 
Todo local de trabalho e toda casa precisam, de tempos em tempos, passar por uma faxina geral.
 
Quando se trata de trabalhar com segurança, o que vale é fazer uma rotina da arrumação e da limpeza.
 
Todos aqui na empresa já deve ter ouvido falar dos 5S e seu significado: senso de arrumação, senso de ordenação, senso de limpeza, senso de asseio e senso de disciplina. Significa manter as coisas arrumadas e ordenadas, o chão limpo, sem papel, sem óleo derramado, graxas nas paredes, e assim por diante.
 
Resumindo: se depois de cada tarefa, recolhermos e limparmos tudo, teremos cumprido nossa meta de forma segura.
 
Mas o que é afinal: “arrumação, ordenação, limpeza, asseio e disciplina?
 
Vamos à prática: Empilhar o material corretamente, guardar as máquinas de pequeno porte no seu devido lugar, colocar chaves e ferramentas limpas e acomodadas no lugar certo.
 
Cada um deve fazer a sua parte, a saber: Manter pisos, corredores e áreas de trabalho livres de itens desnecessários, delimitar os locais com faixas e cones;
 
Confinar resíduos em locais apropriados;
 
Guardar todos os equipamentos de proteção individual em locais adequados.
 
Que bagunça!
 
O bom resultado da arrumação e da limpeza vem de um esforço diário. Se cada empregado arrumar pelo menos suas coisas todos os dias, o resultado será surpreendente. A hora de fazer a limpeza é toda hora.
 
Sem essa de achar que limpeza não faz parte de sua responsabilidade, se uma tarefa provoca muita desordem, procure ir organizando as coisas ao mesmo tempo em que a realiza.
 
Por exemplo: o lixo gerado nas atividades deve ser recolhido e disposto adequadamente e de forma seletiva. Essa é uma medida importante para a segurança e para o meio ambiente.
 
Se houver vazamento de óleo no chão, cubra-o com material absorvente e disponha o resíduo adequadamente. Esses são apenas exemplos de atitudes fáceis que podemos tomar para “fazer a nossa parte”.
 
Arrumação, limpeza e ordenação são bons hábitos. Devemos sempre ressaltar a importância de manter o local de trabalho limpo e organizado.
 
"Prevencionista, se você gostou, compartilhe esse blog com seus amigos e um dia verá que essa atitude faz parte da sua história”.
 
Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!
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