Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

30 de setembro de 2010

Seremos todos boi de piranha? Reflexão sobre a profissão de Téc. Seg. Trabalho.

Prezados prevencionistas boa tarde!
  
Primeiramente quero fazer uma pequena crítica para os participantes do grupo, não sei por qual motivo, pouquíssimas pessoas responderam as minhas indagações, sinceramente, trata-se de um assunto que se não tomarmos cuidado, poderemos ser incriminados assumindo erros alheios e, isso DÁ CADEIA, portanto, a reflexão é necessária no nosso meio e vou continuar insistindo nesse diálogo, sendo assim,  repito a pergunta: 

Será que o propósito da existência do SESMT e/ ou do SESTR é primeiramente encontrar um culpado para as negligências do mercado?  SOMOS O BOI DE PIRANHA???

Lanço essa pergunta para discussão no grupo, porque, ouço sempre representantes dos empregadores dizerem que quando há um acidente com lesões ou mortes, causados por um evento não apontado pelos SESMT ou SESTR, os culpados principais são os engenheiros e técnicos de segurança do trabalho. Será??? Será que o Brasil e o mercado conseguiram encontrar o modelo ideal de culpados?

Eu particularmente discordo e quero acreditar que seja uma inversão de valores, afinal, antes de mais nada eu sou um prevencionista, mas, acho interessante e muito importante encontrarmos juntos as respostas e principalmente, difundirmos para o mercado de trabalho o verdadeiro objetivo desses Serviços Especializados.
  
Aguardarei as conjecturas dos colegas prevencionistas assim como dos ,

CARLOS DIAS.


Resposta do amigo James.

Um processo bem estruturado e bem conduzido de investigação e análise de um acidente jamais vai deixar espaço para uma colocação dessa ordem...

Temos ferramentas e conhecimentos suficientes para determinar, com precisão, as causas e as responsabilidades em cada acidente...  empresa onde se busca atribuir "culpa" por acidentes, sem definir suas reais causas, onde se busca um "boi de piranha" para sacrificar, é empresa onde o processo acima citado falhou...

Não há áreas de sombra ou de dúvida em nossa área, quando os profissionais se empenham realmente no combate aos acidentes via eliminação de causas reais...
 
Boi de piranha? só o é quem quer, ou quem se permite ser feito....

George James


29 de setembro de 2010

Portaria relaciona índices de acidentalidade para calcular FAP: Valor do FAP individual das empresas estará disponível nos sites da Previdência e da Receita a partir do dia 30.

A relação com a média dos índices de frequência, gravidade e custo de toda a acidentalidade registrada em 2008 e 2009, de 1.301 subclasses ou atividades econômicas, já pode ser consultada pelas empresas no Diário Oficial da União.

A Portaria Interministerial nº 451/2010, dos ministros da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, e da Fazenda, Guido Mantega, publicada nesta sexta-feira (24) traz os novos índices de acidentalidade dos setores econômicos para cálculo, pelas empresas, do Fator Acidentário de Prevenção (FAP).

Os números servirão de consulta individual pelas empresas para comparar o respectivo desempenho em relação ao FAP com a média de seu setor, e serão utilizados para calcular as alíquotas da tarifação individual por empresa ao Seguro Acidente, que será cobrado a partir de janeiro de 2011.

Com a publicação da portaria, a previsão é a de que o Ministério da Previdência Social disponibilize em seu portal, no dia 30 de setembro, o valor do fator acidentário das empresas, com as respectivas ordens de frequência, gravidade e custo, calculados com base nas regras da Resolução 1.316/2010. As informações também poderão ser acessadas na página da Receita Federal do Brasil (RFB).

Contestação - O FAP atribuído às empresas pelo Ministério da Previdência Social (MPS) poderá ser contestado administrativamente, de 1º a 30 de novembro, por intermédio de formulário eletrônico dirigido ao Departamento de Políticas de Saúde Segurança Ocupacional (DPSO). Serão analisadas apenas as contestações de possíveis divergências de dados previdenciários que compõem o fator.

O MPS e a RFB disponibilizarão, nesse período, o formulário eletrônico de contestação em seus respectivos sites.

A portaria, embasada no Decreto nº 7.126/2010, determina que compete à Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPS) julgar em grau de recurso, ou seja, em segundo e último grau administrativo, as decisões proferidas pelo DPSO. A empresa terá o prazo de 30 dias, contados da data da publicação do resultado no DOU, para encaminhar o recurso em segundo grau de forma também eletrônica, por meio de formulário disponível nos sites do MPS e da RFB.

O resultado do julgamento será publicado no DOU, sendo o acesso a dados mais detalhados restrito à empresa nas páginas eletrônicas da Previdência e da Receita Federal.

Além do FAP, cada empresa poderá consultar, a partir do dia 30 de setembro, a quantidade de acidentes e doenças do trabalho, de auxílios-doenças acidentários e de aposentadorias por invalidez e de pensão por morte. Os dados por empresa também estarão disponíveis no site da Receita Federal do Brasil.

O fator acidentário é um multiplicador a ser aplicado às alíquotas de 1%, 2% ou 3% da tarifação coletiva por subclasse econômica, incidentes sobre a folha de salários das empresas para custear aposentadorias especiais e benefícios decorrentes de acidentes de trabalho.

Base de cálculo - O FAP varia anualmente. É calculado sempre sobre os dois últimos anos de todo o histórico de acidentalidade e de registros acidentários da Previdência Social, por empresa.

O fator incide sobre as alíquotas das empresas que são divididas em 1.301 subclasses da Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE 2.0). A nova metodologia, porém, não traz qualquer alteração na contribuição das pequenas e microempresas, já que elas recolhem os tributos pelo sistema simplificado, o Simples Nacional.

Bonificação - As alíquotas do Seguro Acidente de 684.650 empresas, que não apresentaram nenhum tipo de acidente e concessão de benefício acidentário em 2007 e 2008 (período base), estão sendo reduzidas pela metade desde o dia primeiro deste mês.

A medida foi uma das principais alterações na metodologia do FAP, aprovadas pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) em maio de 2010. A Resolução 1.316/2010, com as novas regras, foi publicada em junho.

Veja íntegra da Portaria nº 451 de 24/09/2010.


 





Ministério Público do Trabalho participa de reunião do MTE sobre segurança e saúde no trabalho.

O procurador do Trabalho e vice-coordenador da Coordenadoria Nacional de Defesa do Meio Ambiente de Trabalho (Codemat), Roberto Mildner participou da 62ª Reunião da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP) em Brasília.


Na ocasião, foram aprovados textos finais de Normas Regulamentadoras (NRs) relacionadas à segurança e saúde no trabalho.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) é o responsável por editar as NRs desta área, e submete a discussão acerca da elaboração ou alteração à Comissão Tripartite Paritária Permanente antes de ser publicado em diário oficial.

As NRs que sofreram alterações são relacionadas a máquinas e equipamentos agrícolas (NR 31), segurança do trabalho em máquinas e equipamentos (NR 12) e do uniforme de trabalho (NR 24).

Na reunião também foi criada uma nova NR de número 34, que trata das condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção e da reparação naval.

A Comissão Tripartite Paritária Permanente tem por objetivo participar do processo de revisão ou elaboração de regulamentações na área de segurança e saúde no trabalho e de normas gerais relacionadas às condições de trabalho.

(*) As referida NR’s ainda não foram publicadas oficialmente.



Ministério Público do Trabalho.

Previdência: Receita determina apuração com base em objeto social : Nova regra pode elevar contribuição para o SAT.

Uma nova interpretação da Receita Federal sobre como deve ser apurada a alíquota do Seguro Acidente de Trabalho (SAT) pode provocar mais um aumento no pagamento da contribuição para algumas empresas.

A Instrução Normativa nº 1.071, publicada no dia 15 de setembro, determina que as companhias que desenvolvem mais de uma atividade devem usar como parâmetro a que consta como principal no seu objeto social. Isso traz uma interpretação diversa da Lei nº 8.212, de 1991, que regulamenta o plano de custeio de seguridade social.

Essa norma estabelece que a alíquota paga deverá ser a da atividade preponderante, ou seja, aquela área que tiver o maior número de empregados na empresa. As alíquotas do SAT variam de 1% a 3% da folha de pagamentos e uma alteração pode trazer diferenças milionárias, dependendo da situação.

Como a orientação da Receita Federal já está em vigor, teoricamente todas as empresas deveriam usar o novo critério para pagar a próxima parcela mensal do SAT , que vence no dia 20 de outubro, sob o risco de serem autuadas pelo Fisco. Para isso, os advogados recomendam que as empresas coloquem no papel os cálculos ao utilizar esse novo critério.

O advogado Fábio Medeiros, do Machado Associados Advogados e Consultores, já começou a analisar a situação das companhias que ele assessora e identificou pelo menos duas que poderiam sofrer aumento de alíquota, que deve passar da 1% para 3%.

Para Medeiros, essa nova instrução normativa dá margem para novas ações judiciais. Isso porque, como se trata de um seguro para prevenir acidentes de trabalho, deveria levar em consideração onde a maioria dos empregados trabalha e o que essa atividade gera de risco, como era até então, e não simplesmente o objeto social da empresa.

Segundo o advogado, "o cálculo da Receita Federal distorce a finalidade previdenciária, que é ligada ao risco do trabalho e que é determinada pela lei da Previdência Social".

A alteração do critério para apurar o SAT está prevista no inciso II do artigo 72 da nova Instrução Normativa nº 1.071. A Receita, segundo advogados, além de modificar o conceito para a aplicação do SAT, utilizou como base para isso a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e deixou de lado o conceito previdenciário de atividades preponderantes.

O novo posicionamento da Receita deve afetar principalmente as indústrias, segundo o advogado Leonardo Mazzillo, do W Faria Advocacia. Isso porque muitas costumam separar as unidades administrativas das unidades fabris, pois o índice de acidentes nos escritórios são menores.

No entanto, agora, deve prevalecer a Classificação Nacional de Atividade Econômica (Cnae) principal, lançada para fim de CNPJ. Em razão disso, o advogado acredita que algumas companhias deverão ir ao Judiciário para se proteger de uma eventual ação do Fisco.

No Judiciário, as empresas têm chances de derrubar a exigência, de acordo com Mazzillo. Isso porque a instrução normativa, além de contrariar a lei previdenciária, também não segue os critérios estabelecidos pela Súmula nº 351 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de junho de 2008.

O texto, aprovado pelos ministros, determina que a alíquota do SAT tem que ser aferida pelo grau de risco desenvolvido em cada empresa, individualizada pelo seu CNPJ, ou pelo grau de risco da atividade preponderante quando houver apenas um registro na sua razão social. "Porém, nem a Receita e nem mesmo os tribunais tem seguido esse entendimento firmado", diz o advogado.

A possibilidade de alterar o objeto social da empresa para uma outra atividade similar que pague uma alíquota menor não é uma boa estratégia, na avaliação do consultor tributário Welinton Mota, da Confirp Consultoria.

"O objeto social tem que corresponder exatamente à atividade principal da empresa, já que isso poderá ser verificado em qualquer fiscalização e a empresa poderá ser penalizada", diz o consultor.

De acordo o diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Ministério da Previdência, Remígio Todeschini, a instrução normativa apenas impede que empresas soneguem informações ao apurar sua alíquota correspondente de SAT, que passa, então, a levar em consideração apenas o objeto social.Procurada pelo Valor, a Receita Federal não comentou o assunto.



Valor Econômico




28 de setembro de 2010

Dicas para uma vida saudável - Reflexão.

As mudanças mais poderosas e duradouras são as que começam no cotidiano de cada um.  Aqui seguem algumas dicas para o exercício da ecologia pessoal. Escolha suas prioridades. 

1- Respirar mais profundamente: A verdade é que o sangue precisa de oxigênio. Respiração profunda amplia a clareza da mente e dá mais saúde física. Faça isto, calmamente, durante alguns minutos por dia. Diante de ar livre e puro, na medida do possível. 

2- Dar folga para o estômago: Seu estômago é um dos seus amigos mais importantes. Não se empanturre. Dê descanso ao estômago. Coma para alimentar-se. Não se intoxique. 

3- Abrir espaço para a qualidade de vida na rotina diária: Não deixe para depois de amanhã a melhora que pode produzir e estabelece hoje. A qualidade de vida é uma planta que a gente tem que regar todo o dia. 

4- Fazer periodicamente uma auto-avaliação: Verificar regularmente, item por item, o grau de coerência que você já atingiu na vivência do seu ideal ecológico, identificando de que modo pode continuar auto aperfeiçoando-se e avançar cada vez mais. 

5- Restringir o consumo de remédios: Tome remédios só quando for de fato necessário. Prefira terapias complementares, como homeopatia, acupuntura, do-in, naturismo. Os laboratórios químicos induzem ao consumo de remédios não só desnecessários, mas prejudiciais. 

6- Comer menos carne: Afaste-se, gradualmente, do processo de massacre diário dos animais para o mercado de carne. Há outros motivos. A carne vem com hormônios, conservante e toxinas que a tornam alimento pouco saudável. Por seu lado, a carne de peixe pode acumular, com a poluição, metais pesados despejados nos rios. Diminua a carne, e se quiser proteínas animais prefira leite, queijo, ovos. Pense em uma alimentação mais vegetariana. 

7-Restringir o uso do automóvel: Carro particular causa poluição ambiental e priva o seu organismo do necessário exercício físico. Use-o só quando necessário. Se ele não for indispensável, dê preferência ao ônibus e, em distâncias menores, à bicicleta. Esta última descongestiona o trânsito nas cidades, não polui e faz bem à saúde. Nas distâncias curtas, caminhar é a melhor opção. 

8-Trocar o café pelos chás naturais: A ingestão excessiva de café pode causar problemas de comportamento, alterações cardíacas, câncer na bexiga e aumento do colesterol. A cafeína produz insônia e excitação nervosa. O café de cevada pode ser uma alternativa.

9- Adotar uma árvore (ou mais de uma): Além de todas as funções ecológicas conhecidas, ter uma ou mais árvores por perto acalma as pessoas e melhora seu estado de ânimo. No caso de hospitais, pacientes que têm árvores dentro de seu campo visual ficam curados mais rapidamente. Mantenha seu bem-estar interior convivendo mais com árvores. Defenda-as, quando ameaçadas. Cuide delas. Plante mudas. Verá como então se sentirá melhor. 

10- Deixar o cigarro completamente: Além de tabaco, o cigarro contém quase 2 mil agentes químicos, na maior parte cancerígenos. Respeite seus próprios pulmões e os dos outros. Para plantio de fumo, florestas nativas são cortadas, pesticidas lançados ao solo, e o impacto ambiental é muito grande. As mesmas terras poderiam em vez disto, estar produzindo alimentos para os pobres. O consumo de cigarro é provocado artificialmente por campanhas de propagandas multinacionais. Economicamente, as doenças geradas pelo cigarro significam grande prejuízo para a sociedade. 

11- Preferir alimentos com fibras: Segundo a Organização mundial de Saúde, 80% dos casos de câncer ocorrem por razões ambientais, inclusive o cigarro e a má alimentação. Os alimentos integrais, com fibras, previnem problemas de saúde. Restrinja os alimentos artificiais ou refinados. 

12- Uma pausa antes de comer: Antes de iniciar a refeição, pare um instante, acalme sua mente, concentre-se na idéia mais elevada que puder imaginar no momento. Deixe de lado toda a pressa e ansiedade. E então comece a comer com calma e tranqüilidade, para que a digestão possa começar de maneira certa. 

13- Economize e recicle papel: Use papel dos dois lados. Quando possível, compre papel reciclado, ou pelo menos não branqueado com cloro, produto extremamente nocivo ao meio ambiente. 

14- Restringir as frituras: Se você não resiste a uma fritura de vez em quando, faça com que isto seja apenas uma exceção, e use somente óleos leves, que ajudam a controlar o colesterol. É melhor tentar viver sem frituras. 

15- Comer alimentos naturais da estação: Os vegetais produzidos fora da estação exigem uso mais intensivo de pesticidas e substâncias químicas. Prefira as frutas e legumes da época. Lembre-se de lavar bem as verduras para tirar delas os restos de agrotóxicos. A vitamina A e o cálcio presentes em verduras, na cenoura e na maça ajudam a neutralizar o chumbo, cobre e outros metais pesados acumulados em nosso organismo. 

16- Fazer exercícios físicos diariamente: Caminhe, ande de bicicleta, faça um pouco de ioga, jogue vôlei, futebol ou basquete, tênis ou tênis de praia. Exercícios físicos moderados são essenciais para manter a saúde e uma atitude equilibrada diante da vida, evitando as causas do estresse e tensão. 

17- Procurar os recicláveis: quando for às compras, priorize os produtos recicláveis, confiáveis, que podem se consertados, reabastecidos, recarregados e usados de novo. Evite produtos que dependem de pilhas e baterias, porque são altamente poluentes. 

18- Praticar meditação: considerada por alguns como instrumento para uma ecologia da mente e dos sentimentos, a meditação não é uma prática tão complicada quanto se pensa. Basta sentar-se em silêncio e observar a passagem dos pensamentos pala mente como se fossem nuvens do céu, isto é, sem comprometer-se psicologicamente com eles, até que o seu firmamento mental fique todo, ou quase todo, livre de nuvens. Mesmo que o seu céu não fique inteiramente límpido você notará que as nuvens ficarão mais altas, brancas, agradáveis e claras. Leia, lentamente um bom livro sobre meditação. 

19- Usar garrafas de vidro: Evite as garrafas de plástico e as latas, que terão de ser descartadas, enquanto as de vidro são imediatamente recicladas. Esta é uma pequena opção individual, diária, por uma sociedade ecologicamente viável. Um pequeno ato de autodisciplina e respeito pelo meio ambiente. 

20- Sebo na margarina: quando é mostrada nas propagandas de televisão, a margarina parece um produto saudável. Na verdade ela é produzida com vários óleos vegetais misturados a gorduras animais como o sebo. Para ficar parecida com a manteiga, a margarina recebe antioxidantes, flavorizantes, corantes, emulsificantes, espessantes, acidulantes e conservantes, todos aditivos químicos de algum modo prejudiciais a saúde. A margarina é um alimento totalmente ilusório. 

21- Usar inseticidas caseiros: Nenhum inseticida químico é inofensivo. Se pensa que precisa usá-lo, leia a bula e siga as instruções com cuidado. Mas há também algumas soluções alternativas. Para formigas, coloque algumas gotas de suco de limão na entrada do formigueiro e deixe ali a casca. Tente também o pó de café, talco, pimenta e cinzas. Para baratas, misture bicarbonato de sódio com açúcar, e coloque em tampinhas de garrafas nos locais freqüentados por elas (sob a geladeira, fogão, em ralos e lixeiras). O açúcar as atrai e o bicarbonato as mata. Para traças, a cânfora é tão eficiente quanto a naftalina e muito menos tóxica. Para aranhas, se forem pequenas e inofensivas, evite mata-las; elas se alimentam de vários insetos desagradáveis. Para pulgas, o maior problema é com os animais de estimação. Lave-os com água morna e sabonete e enxugue-os. Aplique após uma solução caseira eficaz para manter as pulgas a distância: duas colheres de sopa de alecrim fervidas em um litro de água. 

22- Restringir o uso de forno micro-ondas: O forno de micro-ondas pode desenvolver aminoácidos tóxicos para o rim e o fígado em alimentos como o queijo, leite, carne e peixe. Ele não dá aos alimentos uma temperatura uniforme capaz de eliminar todas as bactérias. 

23- Economizar água: Água é um recurso natural escasso. Não deixe a torneira aberta todo o tempo enquanto escova os dentes. Não fique meia hora no embaixo do chuveiro aberto. Tome providências imediatamente se há um vazamento em sua casa ou prédio. 

24- Proteger as crianças dos alimentos perigosos: Mediante um bom diálogo e um trabalho de educação integral, você pode conscientizar seus filhos (e os amigos deles, já que uma criança não vive isolada) sobre os problemas dos excessos de doces e balas, dos refrigerantes, hambúrgueres, cachorros-quentes, e outras armadilhas do chamado mundo moderno. Estes alimentos têm muitas vezes não só açúcar branco, mas corantes, conservantes e outros aditivos prejudiciais a saúde. A satisfação que eles dão dura poucos segundos, mas há conseqüências de longo prazo como fraqueza nos dentes, maiores possibilidades de contrair doenças e gastos com médicos e dentistas. 

25- Restringir a televisão: Usada em excesso, a televisão interrompe a vida familiar e destrói, também, a vida intelectual, cultural e social das pessoas. Com seus programas, muitas vezes alienantes, a televisão é um exemplo de poluição mental e deseducação da população em vários níveis, incentivando o consumismo desnecessário. Mas, usada com moderação, pode ser um fator positivo em sua vida. Às vezes há filmes bons. Existem bons noticiários e alguns programas culturais e até ecológicos. 

26- Restringir o uso de panelas de alumínio: Procure substituir gradualmente suas panelas de alumínio. Prefira as esmaltadas, de ferro, ou ainda de vidro. O alumínio da panela de desprende quando são cozidos alimentos ácidos, ou quando se raspa o recipiente com força. Há várias doenças associadas ao excesso de alumínio no organismo humano. 

27- Transpirar naturalmente: Não exagere com os desodorantes. O suor natural é importante para eliminar as toxinas. Desodorantes supostamente modernos, à base de cloridrato de alumínio, formaldeído e amônia, bloqueiam os poros da pele e fazem mal à saúde. Talcos neutros e polvilho anti-séptico “granado” são inofensivos à pele e necessitam de uso menos freqüente. Para banhar-se e lavar-se prefira sabonetes naturais. 

28- Nunca usar amianto: Evite totalmente amianto, seja em telhas, reservatórios de água ou qualquer outro produto. O amianto desprende microfibras que são inaladas na respiração e podem provocar graves doenças respiratórias inclusive irreversíveis. O produto já foi proibido na Alemanha e outros países. Também é nocivo ao meio ambiente e à saúde dos trabalhadores que o produzem. 

29- Não exagerar com o computador: Os computadores emitem baixos níveis de radiação que podem causar dor de cabeça e outros sintomas a pessoas que fiquem muitas horas por dia diante deles. O perigo maior é para mulheres grávidas de poucos meses, que podem sofrer aborto. De qualquer modo, evite ficar mais de quatro horas por dia na frente do computador. Faça uma pausa a cada hora de trabalho. 

30- Dar folga para o seu bolso: Compre só o necessário. Vivemos em um mundo de falsas necessidades, criadas artificialmente. Saia fora do círculo vicioso de consumo pelo consumo, responsável por tanta destruição ambiental, tanta exaltação do egoísmo. Uma atitude mais reservada em relação à compulsividade consumidora pode, literalmente, dar lucro a você.

31- Ser um cidadão atuante: Tenha às mãos os telefones da Secretaria Municipal de Meio ambiente de sua cidade e da entidade ecológica mais próxima. Denuncie qualquer irregularidade da qual venha a saber, dando seu nome e endereço para confirmação da  denúncia. Sempre que possível, participe de ações concretas em defesa do meio ambiente. Mantenha contato com os políticos que elegeu e pressione para que eles se posicionem corretamente nas questões ambientais e de qualidade de vida. Converse com os seus familiares sobre a defesa ambiental. 

32- Fazer passeios pela natureza: Ninguém pode amar ou defender o que não conhece. Deixe de lado a tensão do trabalho urbano e visite os lugares da natureza. Esvazie-se da pressa e aprenda a perceber a música e harmonia presentes no silêncio da natureza. 

33- Evitar bebidas fortes: Bebidas alcoólicas são em geral uma violência contra o organismo humano. Se não puder renunciar totalmente ao uso de álcool, opte por uma cerveja gelada em doses homeopáticas. Evite o pileque como o meio de transcender a sua consciência média da realidade. Se quiser transcender, decida-se pela meditação, leia sobre ioga. É bem melhor do que destruir o sistema nervoso com bebidas alcoólicas. 

34- Na praia, evitar excesso de sol: Entre 10h00 e 15h30 há um maior perigo. Os índices de câncer de pele no Brasil já são preocupantes. 

35- Repelentes naturais: Evite utilizar repelentes químicos contra insetos como o mosquito e o borrachudo. Para essa finalidade, prefira o óleo de bergamota e outros produtos inofensivos à saúde humana e ao meio ambiente. Que podem ser encontrados em lojas naturais. Colocar tela na casa e usar mosquiteiro também constitui providências sensatas. 

36- Ao dirigir, evite altas velocidades: Altas velocidades não são apenas perigosas para você e para os outros, mas prejudicam todo o meio ambiente. Dirigindo a 112 km por hora, por exemplo, você gasta 25% mais combustível do que viajando a 88 km/h. andando mais devagar, você economiza dinheiro e polui menos. 

37- Evitar a causa das dores de cabeça. De cada dez casos de dor de cabeça, nove são resultados de tensão, inclusive ansiedade, depressão, preocupação e outros problemas emocionais. Tomar comprimidos é uma falsa solução. Beba um chá de camomila. Sente-se calmamente, espinha dorsal ereta, pés firmemente no solo, e imagine a energia que está concentrada na cabeça dissolvendo-se e distribuindo-se calmamente. Relaxe. Revise, examine e elimine um a um os fatores tencionanistas de sua vida diária. 

38- Evitar o uso de plásticos: Se vai às compras, leve de casa uma sacola. Dispense embalagens desnecessárias. 

39- Ser sério, mas não carrancudo: O bom humor e o riso contribuem para manter-nos relaxados e evitar tensões ou doenças. Fale sobre seus problemas com amigos confiáveis. Desabafar com gente amiga é uma maneira de evitar que os problemas ganhem importância exagerada. Quando falamos dos problemas, eles desinflam. 

40- Manter contato com o jornal que você lê, a rádio que escuta, a estação de televisão que assiste: Ligue para seus meios de comunicação preferidos e faça sugestões de assuntos que deveriam ser abordados, critique quando errarem, elogie quando acertarem. A influência do consumidor é decisiva para que os meios de comunicação possam melhorar seu conteúdo. Escreva cartas para a coluna do leitor e expresse seus pontos de vista.

27 de setembro de 2010

Diferença profissional no trabalho – Reflexão.

Observando as diferenças profissionais dos colegas de trabalho, vou cada vez mais percebendo que somos parte de um grande quebra-cabeça, em que cada pequena peça tem a sua forma, mas que fica incompleta quando só... Assim sendo, podemos dizer que os Serviços Especializados em Segurança do trabalho, são espaços onde se trabalham com grandes diferenças.

Cada um com suas possibilidades e limitações, com sua maneira de ver e sentir o mundo. Cada um precisando do outro para que o quebra-cabeça da vida seja montado e plenamente vivenciado.

Por isso, faz-se necessário reconhecê-las e valorizá-las, não ignorando ou segregando um indivíduo, mas orientando e oportunizando, pacientemente, meios para que ele aprenda na pratica, sem massificar o que é ensinado.

Assim, a aprendizagem será evidenciada de várias maneiras, mostrando que cada um aprende no seu ritmo e no seu tempo, mas que todos aprendem, porque na diversidade vivemos, crescemos e aprendemos a compreender o outro.

Cada um, com sua experiência vivencial, constroem uma história junto ao outro; uma história de erros, acertos, certezas, incertezas, tropeços e firmezas que favorecerão novos caminhos, outros sonhos e tantas valiosas descobertas, pela experiência da diversidade funcional... Até porque a vida pessoal e profissional acontece de maneira diferente e que juntos podemos enriquece - lá cada dia!

Para todos aqueles que fingem não querer entender.



Cresce a preocupação com segurança no uso da internet pelos funcionários: Empresas monitoram computadores para evitar vazamento de informações.

Perda de produtividade já não é mais a maior preocupação das empresas quando se fala em controlar o uso da internet no ambiente de trabalho. 

Em um mercado cada vez mais competitivo, o vazamento de informações estratégicas e confidenciais se tornou um grande problema para os responsáveis pelos departamentos de recursos humanos e tecnologia das companhias.

A proteção dos sistemas serve para evitar casos de vazamento involuntário, que ocorrem por distração ou imprudência dos funcionários.

"A pessoa acha normal enviar arquivos de trabalho para um e-mail pessoal ou copiá-los no pen drive para trabalhar em casa. Essa prática, porém, representa um grande risco para a corporação", alerta.

Em uma pesquisa com 1.600 usuários realizada nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Japão, cerca de 50% dos entrevistados admitiram fazer isso com frequência. E o Brasil segue a mesma tendência.

Desse modo, o monitoramento de tudo o que os funcionários fazem no computador da empresa, tanto online quanto offline, tem se tornado mais comum. 

E isso, vale lembrar, é legal. Apesar de não existir uma legislação específica para o tema, as organizações geralmente estão protegidas por políticas internas e pela própria CLT, que prevê punição em relação à violação de informações confidenciais e o mau uso dos equipamentos de trabalho.

"Cerca de 40% dos desligamentos de executivos  envolvem a questão da confidencialidade de informações".

Quando há uma demissão, é preciso saber quais informações que o executivo armazenou em seu computador se são propriedade da empresa e quais são pessoais. 

Entre as divergências mais comuns estão o direito da empresa de fiscalizar os arquivos pessoais que o funcionário armazena no computador da empresa, o direito que ele tem de guardá-los, e o dever da empresa de fornecer esses arquivos ao funcionário demitido.

Os especialistas da área, contudo, afirmam que por mais que se use ferramentas para bloquear e monitorar computadores, quem está mal intencionado sempre conseguirá driblar os mecanismos de segurança.

Os especialistas afirmam, por exemplo, que cerca de 90% dos vazamentos ocorrem de dentro das companhias e não de ataques externos. "Nem mesmo o pentágono e o FBI escaparam e, recentemente, tiveram milhares de informações confidenciais divulgadas na internet", lembra.

As empresas focam muito na tecnologia e pouco nas pessoas. "Não adianta proteger as máquinas e não educar os funcionários. As interações sociais ocorrem nas filas, nos restaurantes, no elevador. As pessoas conversam e, se não forem bem orientadas, podem acabar falando o que não deviam."

Os gestores deveriam, por exemplo, discutir como tirar proveito das redes sociais e ensinar os colaboradores como se comportar nelas e não simplesmente bloquear seu acesso. "O funcionário pode escrever no Twitter do celular ou de casa e comprometer a empresa do mesmo jeito".

Como no Brasil, as redes sociais têm se tornado uma ferramenta estratégica para as empresas, muitas vivem um verdadeiro dilema na hora de proibir ou não o acesso aos colaboradores.

A solução mais viável, e trabalhosa, consiste em configurar as máquinas de acordo com o departamento, o cargo e as funções de cada funcionário. "É preciso haver flexibilidade por parte das companhias para não passar uma imagem antipática e centralizadora para os colaboradores".

Mesmo assim, deve-se defende o monitoramento interno para garantir a segurança das informações, especialmente no Brasil.  quando existe alguma dúvida, o americano e o europeu procuram pela norma que os autorize a fazer determinado procedimento. Já o brasileiro acha que tudo é permitido desde que não haja proibições claras.

"É comum o funcionário achar que como ele levantou os dados e construiu a planilha, é o dono daquela informação. Na verdade, o direito sobre o trabalho pertence ao empregador".

O meio termo ainda é a solução adotada pela maioria das companhias. Isso significa bloquear sites inadequados ao ambiente de trabalho ou que possam trazer algum risco legal ou de segurança para a corporação, mas liberar portais de notícias e o uso do webmail.

Em determinada empresa, por exemplo, os funcionários com acesso direto à internet podem tratar de assuntos pessoais na rede em horários pré-determinados, como o do almoço. A política foi estabelecida há um ano e meio e tem dado bons resultados.

"A preocupação é que o tráfego indevido prejudique os outros sistemas corporativos. Hoje, no entanto, as pessoas já têm mais consciência e não ocupam o sistema com e-mails pesados e as famosas correntes", afirma o gerente da área de tecnologia da informação da companhia.

As normas de uso são as mesmas em todas as unidades da empresa, e a liberdade varia de acordo com os cargos e os departamentos. "O pessoal da comunicação e do marketing precisa olhar as redes sociais. Já a equipe de finanças tem de conseguir acessar sites de bancos", exemplifica.

Tentar impedir o acesso à internet e às redes sociais pode ser ainda mais arriscado para as companhias.  Cerca de um em cada 10 funcionários contorna a segurança para acessar sites restritos no trabalho. "Os usuários procuram maneiras alternativas, aumentando a chance de exposição a ameaças."

O esforço das empresas, segundo ele, não deve ser apenas em orientar os colaboradores sobre os riscos físicos que o mau uso da internet pode trazer aos computadores e sistemas da organização.

É preciso ter muito cuidado com danos com vazamento de informações e manchas em sua reputação. "O funcionário deve lembrar que é sempre possível descobrir quem fez, o que fez e quando fez"


Valor Econômico



26 de setembro de 2010

Pare de tagarelar nos cantos e apareça. Reflexão – Auto-ajuda.

Infelizmente existem Técnicos em Segurança do Trabalho que ao constatarem o sucesso dos colegas, ficam aborrecidos e até mudam a forma de se relacionarem.

Porém nada produzem para melhorar a sua situação e continuam a fingir que trabalham enquanto as empresas para a qual prestam seus serviços, por sua vez, fingem  que pagam, não é verdade?

Alguns são muito inteligentes, mas infelizmente começam a gaguejar quando são obrigados a falar para grande público ou amarelam quando convocados para a realização de trabalho sério.

Pode até parecer estranho, mas a vergonha, despeito e inveja, nos fazem perder grandes oportunidades.

Por isso, passam-se anos e anos e eles continuam pelos cantos criticando a todos os colegas que fazem contecer e assim sendo, talvez por problema de personalidade, continuam na mesmice de sempre.

Pare de critica, mostre prá que veio, enfrente as suas responsabilidades de peito aberto, lute por uma causa, levante uma bandeira, principalmente a da “Prevenção” e, sua vida pessoal e profissional com certeza vai mudar.



Marcio Santiago Vaitsman

Portaria MPS/MF nº 451 - DOU de 24.09.2010

Fator Acidentário de Prevenção (FAP) - Percentuais de frequência, gravidade, custo e demonstrativo de investimentos na segurança do trabalho - Ano de 2011.

A Portaria MPS/MF nº 451, publicada no DOU de 24.09.2010, divulgou os percentuais de requência, gravidade e custo por atividade econômica considerados para o cálculo do Fator Acidentário de Prevenção (FAP) do ano de 2010, com vigência para o ano de 2011.

O Fator Acidentário de Prevenção (FAP) por empresa vigente para o ano de 2011, juntamente com as respectivas ordens de frequência, gravidade, custo e demais elementos que possibilitem a verificação do respectivo desempenho dentro da Subclasse da CNAE, serão disponibilizados pelo Ministério da Previdência Social (MPS) no dia 30.09.2010, podendo ser acessados no site do MPS e da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) mediante acesso por senha pessoal do contribuinte.

Foram estabelecidas regras para utilização do formulário eletrônico "Demonstrativo de Investimentos em Recursos Materiais, Humanos e Tecnológicos em Melhoria na Segurança do Trabalho".

Por fim, a Portaria traz informações relacionadas ao processamento e julgamento das contestações e recursos apresentados pelas empresas em face do índice FAP a elas atribuídos.


MPS/SRF.

25 de setembro de 2010

Você sabia que a autosabotagem pode ser o motivo de estagnação na carreira . Auto Ajuda DDS - Reflexão,

A promoção não chega, o chefe não reconhece o seu trabalho, você vive com a sensação de fracasso? Muitas vezes, a explicação para todos estes problemas pode estar nas atitudes do próprio profissional, que sabota a própria carreira.

Quem se autosabota faz isso inconscientemente, sendo que, geralmente, esses boicotes são criados por conta de algumas experiências negativas que a pessoa experimentou ao longo da vida.

“Quando isso acontece, normalmente, a pessoa passou por experiências negativas durante a vida, o que faz com que ela crie falsas verdades sobre si mesma e a impede de superar eventuais fraquezas”.

Situações:

No trabalho, as situações mais comuns de autossabotagem ocorrem no que diz respeito à organização e preparação do trabalho e em questões ligadas ao reconhecimento.

No primeiro caso, geralmente a pessoa acredita que não tem capacidade para fazer determinada ação, adiando, dessa forma, as providências a serem tomadas sobre o assunto. Assim, sem preparo, ela acaba fracassando e confirmando sua própria ideia de falta de capacidade.

“Um exemplo dessa situação é quando o profissional tem dificuldades para falar em público ou defender suas ideias em uma reunião. Nesta situação, a pessoa acaba adiando a preparação para a apresentação e fazendo um trabalho ruim, ou seja, ela se autoboicota”.

Já quando o assunto é o reconhecimento do próprio trabalho, a pessoa acaba se colocando contra ela mesma, não aceitando, por exemplo, elogios vindos do chefe e atribuindo o próprio desempenho à sorte. Situações assim, podem acabar influenciando em uma promoção.

“Muitas vezes, a pessoa quer uma promoção, tem bons resultados no trabalho, mas, por algum motivo, ela acredita que não tem as competências necessárias para o cargo.

Assim, quando o chefe a elogia, por exemplo, ela se utiliza da modéstia e acaba se diminuindo”, com medo de ser chamado de pelego  pelos colegas.

Como resolver?

Para resolver a situação e fazer com que as próprias atitudes deixem de atrapalhar a evolução da carreira, o profissional deve rever suas ações e tentar preencher eventuais “gaps” no seu desenvolvimento.

Além disso, o  profissional deve observar se os problemas costumam se repetir nas diferentes empresas em que trabalhou, sendo que, se a resposta for positiva, deve procurar a ajuda de um coach ou terapia.

“Uma boa forma de perceber este problema é observando se os males que mais nos incomodam no ambiente de trabalho se repetem, independentemente da empresa, dos gestores ou dos colegas. 


Este é um sinal de que o problema é com o profissional e ele precisa rever sua forma de agir”.


Fonte: InfoMoney.

24 de setembro de 2010

Para sua reflexão no final de semana.

Hoje no mundo em qualquer situação o que nos falta é a união, deixando de lado tudo o que nos deixa independentes uns dos outros! Todos somos importantes na vida uns possuindo certas qualidades que quando se unem em equipe acabam completando e tornando o resultado perfeito!  O trabalho se torna mais leve e os nossos dias mais felizes. E juntos construímos nossa história. Trabalho em equipe, desafio para o mundo individualista!

Antes de discutirmos sobre o assunto, vamos a ler a história abaixo:

Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia. Foi uma reunião das ferramentas para acertar suas diferenças.

O martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho e, além do mais, passava todo o tempo golpeando.

O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.

Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa.

Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.

A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse a trena, que sempre mediam os outros segundo a sua medida, como se fora a única perfeita.

Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, a trena e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.

Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:

“Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes.”

A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e a trena era precisa e exata.

Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade e alegria pela oportunidade de trabalhar juntos…

Conosco, seres humanos, ocorre o mesmo. Quando buscamos e apontamos defeitos no outro, criamos um relacionamento negativo, nos tornamos seres egocêntricos.

Trabalhar em grupo não é fazer vista grossa aos defeitos e dificuldades do outro, mas sim, lapidá-los e transformá-los em coisas positivas, que contribua com o trabalho. Precisamos romper o egocentrismo, extrair a inteligência das pessoas e estimulá-las a pensar e cooperar com os demais…

Temos que compreender que não somos os donos da razão, e quando estamos na liderança da equipe não devemos ter o desejo doentio de controlar as pessoas. Trabalho em grupo exige saber ouvir, falar, debater, discutir idéias, procurar soluções em conjunto.

Trabalhar em equipe é uma das funções mais importantes da inteligência. Para desenvolvê-la é preciso cortar as raízes da inveja, ciúme, competição predatória e necessidade neurótica de estar sempre certo. A competição excessiva e sem ética bloqueia a inteligência gerando o individualismo e o isolamento.

“É fácil encontrar defeitos. Qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades, isto é para os sábios”.

Como motivar os funcionários de uma empresa na prática?

Sem dúvida nenhuma, a motivação, deve ser usada pelas empresas para se destacar neste atual mercado globalizado. Mas como devemos motivar os funcionários? Ou, como desenvolver um programa de motivação eficiente?

Infelizmente, não existe nenhum programa padrão de como conseguirmos motivar nossos funcionários, porém, existem algumas regras básicas para se desenvolver um programa, que melhor se encaixa na cultura organizacional existente dentro de cada empresa.

1ª regra: A pessoa responsável por desenvolver o programa motivacional para empresa deve ser uma pessoa comunicativa, de preferência que já conheça as características da cultura organizacional da empresa e não possua inimizades com as pessoas de dentro da organização.

2ª regra: A pessoa responsável deverá buscar identificar quais as necessidades das equipes de trabalho ou dos funcionários. A maioria das pessoas possui necessidades constantes de perceberem o quanto seu desempenho é importante dentro da organização, e que seu trabalho vem sendo reconhecido; outras pessoas sentem falta de uma integração maior entre os colegas de trabalho; outras pessoas acreditam que seu salário não condiz com a atividade que vem desempenhando; outras pessoas não se sentem mais úteis desenvolvendo outros tipos de atividades, etc.

3ª regra: Após a identificação das necessidades dos funcionários, deve-se planejar e executar atividades voltadas a satisfazer as necessidades dos funcionários, mas sem fugir da realidade da empresa. Não adianta pagar um salário mais alto para um funcionário, sabendo que outros funcionários que desempenham a mesma função e talvez possuam "mais tempo de casa" continuaram a ganhar o mesmo salário.
 
Os programas de motivação mais utilizados por empresas são:

a) Motivação através de incentivos financeiros;

b) Motivação através de Reconhecimento

c) Motivação através de Análise de Cargos.

Cada empresa possui uma cultura organizacional diferente e funcionários diferentes que por sua vez possuem necessidades diferentes. Portanto, empresas diferentes, programas diferentes.

Um programa de motivação possui início, porém nunca um fim. Ele deve estar em constante aprimoramento.

 

Texto: Gustavo Mattos



23 de setembro de 2010

SEGURANÇA NO LAR - DDS.


Nas empresas onde a gerência tem consciência da segurança e procura  transmitir esta aos trabalhadores, o índice de lesões é menor que nos lares. Estas são as  empresas  com bons recordes de segurança e que se preocupam com seu empregados.

 Os acidentes no lar geralmente resultam de perigos  diários , coisas que são vistas com facilidade e que são fáceis de evitar.

Então, por que acontece? Poucos são os pais que se preocupam em ensinar segurança aos filhos. 

Provavelmente muito poucos se dão conta de quantos acidentes acontecem no lar. 

E mesmo que um vizinho caia e quebre um braço poucos tomam isto como uma advertência. 

Que deve fazer um homem para evitar acidentes no lar? 

Em primeiro lugar deve levar a segurança a sua casa. 

Tudo o que aprendeu no local de trabalho deve aplicá-lo no lar. Porém antes deve usar sua cabeça. Deve inspecionar a casa de cima a baixo - cada canto.

Quais são as possibilidades de acidentes? 

Quem pode lesionar-se e como? 

O que pode se fazer sobre cada um dos perigos? 

Que instruções de segurança terão que dar a cada membro da família? 

Qualquer pai ou mãe a que faça estas perguntas poderá encontrar as respostas.

O importante é começar. 

Por que não fazer uma inspeção no fim de semana?

As quedas encabeçam a lista de acidentes no lar. 

Acontecem nas escadas, nos pisos escorregadios, com tapetes soltos, e nos degraus de frente e de trás das casas. 

Também se caem de cadeiras ou bancos nos quais as mulheres sobem para  cravar um prego ou colocar uma cortina. 

Os ventiladores de teto.

Também as quedas se resultam de tropeços em objetos que deixam no solo. 

Outro problema sério são as queimaduras. 

Os cabos das panelas que saem dos fogões. 

Os cabos demasiado quentes. 

A gordura requentada que se incendeia, e não devemos duvidar dos que fumam na cama.

Também existem os perigos elétricos, as ferramentas em más condições, os venenos, etc. 

Todos esses perigos podem ser encontrados quase que em qualquer lar. 

Encontrá-los e corrigi-los é o mais importante. Depois de fazê-lo é quando poderão descansar em suas casas sem ter medo de lesionarem-se.

Pense nisso!