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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

31 de julho de 2012

Casos curiosos movimentam os tribunais.

Casos curiosos e impactantes levam a Justiça do Trabalho a promulgar sentenças que tanto servem para ratificar a legislação, quanto para dar nova interpretação às leis - instituídas em 1943, durante o governo de Getúlio Vargas - ou até mesmo se debruçar sobre situações não previstas pelas regras.


A ação trabalhista movida por uma enfermeira demitida por justa causa após postar fotos do ambiente de trabalho no Facebook é um exemplo. Na ação a profissional pedia a descaracterização da justa causa e o pagamento por dano moral pelo constrangimento causado pela demissão.


Além de expor pacientes da UTI, as fotos demonstravam brincadeiras inadequadas para o ambiente hospitalar. Por essas razões, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) não deu ganho de causa à enfermeira.


Sorte diferente teve o operador de áudio da Basílica de Nossa Senhora Aparecida, demitido por justa causa após exibir, por engano, um vídeo pornográfico. O fato ocorreu no intervalo entre as missas dominicais. O empregado pegou um, dentre inúmeros DVDs institucionais sem identificação que se encontravam no local e eram normalmente usados no circuito interno da basílica.


Em sua defesa, o trabalhador alegou que naquele momento estava acumulando uma função para a qual não havia sido contratado - a de operador de vídeo. A Justiça considerou nula a justa causa, porque os empregadores não conseguiram comprovar a culpa do funcionário pela divulgação do conteúdo impróprio, nem que ele era proprietário daquela mídia.


Outro caso real e pitoresco é narrado pelo presidente da Comissão de Direito Trabalhista da Ordem dos Advogados Brasileiros (OAB-SP), Eli Alves da Silva. "Defendi a gerente de uma rede de supermercados que se sentia constrangida, porque no início e no final das reuniões todos tinham de cantar um grito de guerra da rede, enquanto eram obrigados a rebolar." Segundo ela, quem não se empenhava no rebolado era obrigado e dançar sozinho na frente do grupo. "Essa cliente foi indenizada em 160 mil", diz.


Na opinião do advogado do escritório Almeida Advogados, Luiz Fernando Alouche, está havendo uma modernização nas decisões num sentido amplo.


"O que a Justiça do Trabalho busca é sanar eventuais desrespeitos do empregador para com seu empregado, especialmente quando existe afronta a imagem do trabalhador."


Algumas decisões do TST podem causar estranheza num primeiro momento, como a que determinou o pagamento de hora extra por tempo gasto com ginástica laboral.


"Ao oferecer essa atividade aos empregados, é evidente que o período gasto deve ser incluído como tempo à disposição do empregador e deve ser pago como horário extraordinário", alega Silva.


Segundo ele, em contrapartida, a empresa terá empregado mais bem disposta para o desempenho das atividades.


Em Belo Horizonte (MG), a Justiça do Trabalho deu ganho de causa a um bancário que pleiteava o pagamento de hora extra para o período gasto com cursos feitos pela internet, durante a noite, por determinação da instituição financeira.


Para Wagner Verquietini, da banca Bonilha Advogados, a sentença é análoga a uma decisão antiga, que considera como tempo à disposição da empresa casos de trabalhadores que ficam presos em aeroportos para realizar viagens de trabalho.


Outra decisão trouxe à tona um direito desconhecido por muitos trabalhadores. Trata-se da aplicação de justa causa à empregadora. Neste caso, a medida foi consequência da ausência de depósitos de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).


"Mesmo sendo incomum, a decisão está correta, porque a justa causa se aplica tanto ao empregado como ao empregador", diz o professor de direito do trabalho da Universidade de São Paulo (USP) Estevão Mallet.


Segundo ele, empregado e empregador têm obrigações contratuais específicas. Se o contratante deixar de cumprir a sua parte, o trabalhador pode pleitear a rescisão do contrato por justa causa do empregador, é a chamada rescisão indireta do contrato de trabalho. Ela garante ao funcionário todas as verbas rescisórias.


Muitas ações trabalhistas que tramitam no Judiciário tratam de abuso de poder por parte da empregadora. Um exemplo é o caso de um funcionário de uma rede de supermercados que alegou ter sofrido constrangimento por quase dois anos por ser obrigado a etiquetar objetos pessoais de higiene.


O trabalhador passava por revista na entrada e na saída da loja. Se algum pertence estivesse sem etiqueta era retido pela equipe de segurança. Neste caso, o TST determinou indenização de R$ 15 mil alegando que tal procedimento caracterizava abuso no exercício regular de direito.


O professor Mallet afirma que a revista de empregados gera problemas frequentemente. "A empresa pode fiscalizar bolsas, malas e sacolas desde que seja feito de modo discreto e em ambiente reservado, respeitando a intimidade do empregado", diz ele.


Já em Vitória (ES), a conduta homofóbica do gerente de vendas de uma rede de eletrodomésticos rendeu a um vendedor uma indenização de R$ 30 mil por dano moral. Além disso, o empregador deverá arcar, durante um ano, com pagamentos mensais de R$ 250 para auxiliar o trabalhador na compra de medicamentos para tratamento de depressão. Segundo a vítima, a doença foi desencadeada pelo modo como era tratado na frente de clientes e colegas.


Limites. Para Fernando Abrão, do escritório Pires Abrão, Leite Rosa Sociedade de Advogados, o que várias dessas decisões têm em comum é o fato de a Justiça do Trabalho estar atribuindo um novo limite ao chamado poder diretivo do empregador.


"A Justiça tem entendido que o empregador não pode exigir de seus empregados além de um certo limite que não está estabelecido em lugar algum. Trata-se de um limite moral que o empregador deve adotar na hora de impor regras e atividades extras aos empregados."


No entanto, a advogada Cláudia Fini, do escritório Emerenciano, Baggio e Associados, acredita que está havendo protecionismo exagerado dos tribunais trabalhistas em favorecimento aos reclamantes. "Certa sentenças acabam desvirtuando a legislação, sempre para favorecer o trabalhador." Segundo Cláudia, isso ocorre porque a Justiça Trabalhista, em tese, existe por causa do trabalhador.


"Alguns juízes são tendenciosos para favorecer a parte mais fraca, e muitas vezes extrapolam até o que chamamos de princípio da razoabilidade e concedem verbas ou arbitram valores altos para fatos que não trouxeram danos ao empregado", afirma.



O Estado de São Paulo.


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30 de julho de 2012

ALERTA PREVENTIVO – DDS.


O Alerta Preventivo é ferramenta fundamental na comunicação de prevenção dos acidentes dentro de uma unidade organizacional.

Trata-se da comunicação imediata de potencial de riscos observados em um ambiente de trabalho.

Em várias outras empresas, essa ferramenta possui outros nomes podendo ser chamada de Relatório de Não Conformidade ou mesmo Comunicação de Riscos.

É uma metodologia pela qual os empregados ao observarem determinado risco na atividade, levam ao conhecimento da Segurança do Trabalho para que seja providenciada a eliminação ou neutralização na maior brevidade possível.

Os gerentes e/ou responsáveis de área disponibilizam recursos para que sejam dadas condições de solução do problema, enquanto a Segurança do Trabalho assessora no tratamento da medida.

É importante lembrar que se existem condições de risco que surgem durante a realização de determinado serviço que está sendo executado, assim sendo, devemos orientar as pessoas envolvidas que neste momento, a supervisão deverá ser comunicada do problema para que não venha a causar acidente.

Não espere o acidente acontecer para que seja emitido um Alerta Preventivo, seja pró-ativo em suas decisões, e elimine diretamente as condições inseguras responsáveis por graves acidentes do trabalho.

Pratique esta ideia!


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29 de julho de 2012

Não roubem o tempo de seus companheiros – Isso é importante.

Muito provavelmente, quem ler está postagem devem considerar o título extremamente agressivo, inclusive deselegante.
Proponho que tenhamos muita calma e atenção sobre esse assunto, pois para mim, realmente, existem muitos "ladrões" nas organizações, não do dinheiro das empresas, mas sim das pessoas que com eles trabalham.
Permito-me dizer que o livro me foi emprestado, acompanhado do seguinte bilhete: "Este livro é bom demais para ficar na prateleira".
Principalmente em razão do bilhete, me encorajei em não deixar "engavetado na prateleira da minha cabeça" as conexões que consegui fazer durante a leitura deste livro com a realidade das organizações e nas atitudes, posturas e comportamentos de muitas pessoas que se auto-intitulam de líderes de pessoas, apenas em função do cargo que exercem.
De todos os prazeres e sensações agradáveis e muitas vezes tristes, que a leitura deste livro me proporcionou, a mais marcante e significativa para mim foi à seguinte: Em conversa com amigos, podemos afirmar que existe apenas um pecado no mundo: o do roubo.
Ele justifica essa afirmação, dizendo:
.Quando você deixa de dizer para alguém alguma coisa que você acredita ser "verdade", você está "roubando" o direito dele saber o que você sente a seu respeito.
.Quando você mata alguém, você está "roubando" o direito de outras pessoas conviverem com a pessoa que você matou.
.Quando você "maltrata" alguém, você está "roubando" o direito dessa pessoa de ser feliz.
.Quando você mente para alguém, você está "roubando" o direito dela conhecer a verdade.
Como decorrência dessas assertivas, imediatamente surgiram em minha mente os inúmeros "roubos" praticados nas organizações.
Relaciono alguns deles para que vocês possam examinar se, em sua organização, eles são praticados.
.Quando você chega atrasado em uma reunião, você está "roubando" o tempo das pessoas que chegaram na hora marcada.
.Quando você quer, ou impõe, que seus "colaboradores" (não podemos mais falar subordinados, é um termo ofensivo, dizem alguns), fiquem trabalhando rotineiramente após as 8 horas diárias, você está "roubando" o direito ao lazer, ao estudo, além do prazer que todos nós temos em desfrutar da companhia da esposa, filhos e dos amigos do coração.
.Quando você pede urgência na execução de determinada tarefa, e depois não dá a menor importância, você está "roubando" o seu colaborador.
.Quando você pensa que alguns de seus subordinados não estão correspondendo às suas expectativas, e nada diz, você está "roubando" a vida profissional deles.
.Quando você fala a respeito das pessoas e não com as pessoas, você está "roubando" a oportunidade deles saberem a opinião que você tem a respeito deles.
.Quando você não reconhece os aspectos positivos que todas as pessoas têm, você está "roubando" a alegria e a satisfação que todos nós precisamos por nos sentirmos valorizados e úteis. Além de "roubar", você está sendo o principal gerador de um ambiente de trabalho desmotivador e desinteressante.
Tenho hoje a convicção - não a verdade - de que realmente só existe um único pecado que qualquer profissional pode cometer no exercício de cargos de liderança: NÃO DIZER, DE FORMA EXPLÍCITA, CLARA E DESCRITIVA, COMO PERCEBE E SENTE OS DESEMPENHOS E OS COMPORTAMENTOS DAS PESSOAS COM QUEM TRABALHA.
Todos nós temos um discurso fácil ao afirmar que é imprescindível haver respeito e consideração com todas as pessoas com quem convivemos, quer no plano pessoal ou profissional. Pensar e falar são coisas extremamente fáceis.
O grande desafio está no agir, no fazer, no praticar aquilo que se diz ou pensa como sendo o certo, o correto nas relações entre as pessoas. Não valemos pelo que pensamos, mas sim pelo que realmente fazemos.
Tenho constatado, como base no mundo real, que a maioria das pessoas deixa de se manifestar sobre como percebe e sente o comportamento das pessoas com quem convivem.
A racionalização por não dizer nada é baseada no argumento de que, "afinal, ninguém é perfeito" e vai acumulando insatisfações, com reflexos inevitáveis nas relações.
Acrescento que o pior tipo de relacionamento que podemos praticar com as pessoas com quem trabalhamos e vivemos é o do silêncio.
O silêncio fala por si só. Diz muita coisa, e gera uma relação de paranoia, muita ansiedade e enorme frustração.
Dizem que as pessoas admitem boas ou más notícias, detestam surpresas.
Tomo a liberdade de recorrer a um artigo escrito por Eugenio Mussak, na revista Vida Simples, do mês de julho deste 2009. Ele é enfático ao afirmar que feedback é uma questão de respeito e consideração para a outra pessoa.
Dar e receber feedback são questões básicas e essenciais para a existência de uma relação saudável, duradoura e, principalmente, respeitosa.
Considero oportuno lembrar, também, que todas as coisas que prestamos atenção tendem a crescer.
Se olharmos, tão somente os aspectos negativos de alguém, esses tendem a crescer aos nossos olhos.  O inverso também parece ser fatal.
Se dirigirmos nossas observações a respeito das questões positivas que todos nós temos, existe a grande possibilidade delas também crescerem.
Em síntese: sugiro a você que façamos um exame de consciência profundo nas diversas relações que mantemos.
Se pergunte com bastante frequência: Será que estou “roubando” de alguém alguma informação ou percepções que podem lhes ser úteis para o seu crescimento pessoal e profissional?
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28 de julho de 2012

Como coletar e descartar lâmpadas fluorescentes - DDS.


As lâmpadas fluorescentes quando quebras são perigosas, devemos seguir algumas instruções que repasso para vocês visando evitar os graves danos causados pelo mercúrio à sua saúde e principalmente ao meio ambiente.

Em caso de quebra acidental remova as pessoas do ambiente pelo menos por 30 minutos, devido aos vapores tóxicos do mercúrio que se espalham pelo ambiente.


Além disso, o ministério da saúde alertou para não usar aspirador de pó para coletar os restos da lâmpada quebrada, pois a contaminação por mercúrio se espalhará em outras áreas da casa quanto você estiver usando o aspirador de pó novamente.


Saiba como descartar os cacos das lâmpadas quebradas:


Se tiver em casa uma máscara descartável daquelas usadas para proteção do vírus da Gripe H1N1, use-a evitando inalar o vapor do Mercúrio.


Use uma luva de borracha para pegar cuidadosamente os cacos da lâmpada quebrada, inclusive o que sobrou dela.


Coloque os cacos do vidro sobras da lâmpada sobre um pano/flanela e ou embrulhe num jornal, coloque dentro de um saco plástico. Amarre bem a boca do saco plástico, e leve para descarte.


Você pode fazer o descarte em saco plástico com os resíduos da lâmpada em local adequado para descarte de baterias de celular ou pilhas comuns, algumas lojas já depõem de desse serviço.

“Lembre se que o mercúrio é mais venenoso que o chumbo ou arsênio”!!

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27 de julho de 2012

Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho completa 40 anos hoje.


Na década de 70 os índices de acidentes de trabalho no Brasil totalizavam 1,7 milhão ao ano. As empresas não possuíam um serviço específico para gestão da prevenção de acidentes, o que desencadeou a necessidade da criação de um órgão que se preocupasse com a saúde e o bem-estar do funcionário a fim de lhe oferecer um ambiente com melhores condições de trabalho.


O desejo de instituir normas que favorecessem a prevenção de acidentes e proteção do trabalhador levou o então Ministro do Trabalho, Júlio Barata, a publicar no dia 27 de julho de 1974 as Portarias 3.236 e 3.237, regularizando o artigo 164 da CLT. Com essas medidas, ficou determinado que todas as empresas com mais de 100 funcionários tivessem um Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT).


O serviço, que completa 40 anos hoje, foi o responsável pela instituição da data conhecida como "Dia Nacional de Preveção de Acidentes de Trabalho". O SESMT uniu engenheiros e técnicos de Segurança do Trabalho, médicos e enfermeiros do Trabalho e auxiliares de enfermagem para atuarem diretamente nas empresas.


O esforço conjunto desses profissionais contribuiu para o cumprimento das normas regulamentadoras, um importante passo para organizar as atividades no ambiente de trabalho e reduzir as estatísticas alarmantes.


Para o vice-presidente da Anamt (Associação Nacional de Medicina do Trabalho) e médico do Trabalho, Mario Bonciani, o modelo técnico/profissional representado pelo SESMT, representa um dos principais pilares de sustentação do sistema atual de Segurança e Saúde no Trabalho do país. Este modelo contribuiu significativamente para a redução dos riscos clássicos presentes nos ambientes de trabalho (mecânicos, físicos, químicos e biológicos).

"Os avanços nas ações técnicas de prevenção dos acidentes e doenças foram também os principais responsáveis pela criação e o desenvolvimento de novas especializações na qualificação profissional de médicos, enfermeiros, engenheiros e técnicos de segurança e enfermagem", destaca.

Evolução:

O relatório "Perfil do Trabalho Decente no Brasil - Um Olhar sobre as Unidades da Federação" divulgado recentemente pela Organização Internacional do Trabalho, aponta uma queda de 7,2% nos acidentes de trabalho no país em um período de dois anos. Em 2008 o número chegava a 756 mil acidentes em um ano, enquanto em 2010 caiu para 701 mil.


No entanto, como mostra o relatório, a mortalidade continua elevada em alguns estados. Mato Grosso apresentou o maior número de óbitos, registrando 17,7 a cada 100 mil vínculos empregatícios; enquanto o Distrito Federal e o Rio de Janeiro registraram as menores taxas, 4,6 por 100 mil vínculos.


Para a presidente da SOBES (Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança do Trabalho), Marlise de Matosinhos Vasconcellos, os números indicam que serviço ajudou muito na redução de acidentes, mas ainda possui algumas limitações. "Como o SESMT atua somente em médias e grandes empresas, as pequenas empresas ficam à margem, embora seja onde ocorre o maior número de acidentes.


A situação é ainda pior no serviço público onde não há obrigatoriedade de constituição dos SESMTs. Essa é uma realidade que tem que ser vista pelos nossos governantes", ressalta.


Bonciani destaca ainda que para que o SESMT dê um novo salto qualitativo é necessário ampliar a participação social. "O modelo deverá criar condições para o efetivo acompanhamento das representações da sociedade, especialmente a dos trabalhadores, o que proporcionará que a ação técnica seja revestida de maior transparência e confiabilidade, evitando a contaminação por interesses específicos de governo, empregadores ou de representantes dos empregados", assinala.


Futuro:

A evolução científica, tecnológica e as mudanças ocorridas no processo de produção nos últimos anos, têm dado margem a novas discussões sobre políticas diferenciadas de controle de risco e implantação de projetos de prevenção. "Para que de fato essas ações obtenham êxito é necessário que haja união das empresas do mesmo setor. A atuação individual seja sobre uma empresa ou estabelecimento, tem caráter limitado", argumenta o vice-presidente da Anamt".


A enfermeira do Trabalho e diretora da Anent (Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho) Ivone Martini de Oliveira, garante que o modelo prevencionista de melhoria contínua, antecipação, controle e minimização dos riscos, implantado pelo SESMT, tornou-se indispensável. Para ela "aqueles que se opõem ao sistema não pedem o seu fim, mas sim o controle social sobre ele para evitar que seus componentes sejam pressionados e manipulados", declara.

Revista Proteção.

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Você sabe o que se comemora hoje ?


O Brasil foi o primeiro país a ter um serviço obrigatório de segurança e medicina do trabalho em empresas com mais de 50 empregados.


Este passo foi dado no dia 27 de julho de 1972, por iniciativa do então ministro do trabalho Júlio Barata, que publicou as portarias 3.236 e 3.237, que regulamentavam a formação técnica em Segurança e Medicina do Trabalho e atualizando o artigo 164 da CLT. que culminou com a atual portaria 3.214, Por isto, a data foi escolhida para ser o dia nacional de prevenção de acidentes de trabalho.

 
Era um período de fragilidade no tocante à segurança dos trabalhadores no Brasil.


O número de acidentes de trabalho era tamanho que começaram a surgir pressões  externas exigindo políticas de prevenção, inclusive com ameaças do Banco Mundial de retirar empréstimos do país caso o quadro continuasse.

 
Hoje, 40 anos depois, não se pode pensar uma empresa que não esteja preocupada com os índices de acidentes de trabalho.

A segurança dentro da empresa é sinônimo de qualidade para a mesma e de bem-estar para os trabalhadores. Financeiramente, também é vantajosa:

Treinamento e infraestrutura de segurança exigem investimentos, mas por outro lado evitam gastos com processos, indenizações e tratamentos de saúde em casos que poderiam ter sido evitados, portanto, muitos já lutaram para que chegássemos até onde chegamos, mas ainda é precisiso muito, muito mais.


Parabéns a classe prevencionista pela passagem do dia de hoje.




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26 de julho de 2012

Projeto de lei: Empresas poderão ser obrigadas a fornecer protetor solar a empregado.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 4027/12, do deputado Márcio Marinho (PRB-BA), que obriga os empregadores a fornecer protetor solar aos empregados que realizem atividades a céu aberto.

Pelo texto, a empresa deverá seguir os seguintes critérios:

- fator de proteção solar adequado ao tipo de pele do empregado;
- capacidade de proteção tanto contra os raios ultravioletas A quanto os ultravioletas B;
- comprovação de que o produto é hipoalergênico;
- adequação ao tipo de pele do empregado, se seca, oleosa ou mista;
- aprovação do produto pelo órgão nacional competente.

Obrigações - Compete ainda ao empregador, conforme o texto, orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, a guarda e a conservação do protetor, além de exigir e fiscalizar seu uso correto.

Marinho argumenta que a medida é necessária porque, “apesar de todos os estudos acerca dos efeitos deletérios da exposição excessiva ao sol, os males do trabalho a céu aberto ainda não são considerados pela legislação trabalhista”.

Tramitação - O projeto foi apensando ao PL 5061/09, em análise na Comissão de Seguridade Social e Família. A proposta ainda será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Agência Câmara de Notícias.

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25 de julho de 2012

A Cenoura, O Ovo e O Café – DDS de autoajuda.

Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela.

Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir.

Estava cansada de lutar e combater.

Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.

Seu pai, um "chef", levou-a até a cozinha dele.
 
Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.

Logo as panelas começaram a ferver.

Numa ele colocou cenouras, noutra colocou ovos e,  na última, pó de café.

Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.

A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.

Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás.

Pescou as cenouras e colocou-as numa tigela.
 
Retirou os ovos e colocou-os em outra tigela.
 
Então pegou o café com uma concha e colocou-o numa xícara.

Virando-se para ela, perguntou:

- Querida, o que você está vendo?

- Cenouras, ovos e café - ela respondeu.

Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.

Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
 
Então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse.
 
Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou  que o ovo endurecera com a fervura.

Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café.
 
Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.

Ela perguntou humildemente:

- O que isto significa pai?

Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade,  água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.

A cenoura entrara forte, firme e inflexível.

Mas depois de ter sido submetida à água fervendo,  ela amolecera e se tornara frágil.
 
Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior.
 
Mas depois de terem sido colocados na água fervendo,  seu interior se tornou mais rijo.
 
O pó de café, contudo, era incomparável.

Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.

- Qual deles é você? - ele perguntou à sua filha.

Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde?

Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café?

Autor Desconhecido.

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