Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

28 de fevereiro de 2015

EXPLOSÍMETRO.

Instrumento pelo qual se testa, na atmosfera a concentração e a inflamabilidade que está contém. Os testes são realizados sugando-se uma amostra da atmosfera a ser testada sobre um filamento aquecido.
 Os combustíveis contidos na atmosfera são queimados no filamento que eleva sua temperatura e aumenta a sua resistência, proporcionalmente à concentração de combustíveis na amostra. O desequilíbrio resultante faz com que o ponteiro indicador se mova escala acima. Essa escala é graduada em porcentagem do limite mais baixo da explosão.
 Como este aparelho mede vapores de combustíveis no ar, não é capaz de medir a porcentagem de vapor em fumaça ou atmosfera inerte, por causa da ausência de oxigênio necessário à combustão na unidade detetora do instrumento.
 Observe-se também que um recipiente considerado seguro antes do trabalho ser iniciado pode tornar-se inseguro em operações futuras.
 Outra limitação diz respeito à toxicidade de certa atmosfera não sujeita a explosões, o que não é identificado pelo explosímetro.
 O Segurito.
 
“Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história”.

27 de fevereiro de 2015

A bomba de água – DDS de Autoajuda.


Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Eis que ele chegou a uma cabana velha, quase caindo aos pedaços, encontrou uma sombra onde se acomodou, fugindo do sol desértico. Olhando ao redor, viu uma velha bomba de água, bem enferrujada.
 
Ele se arrastou até a bomba, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear, a bombear sem parar; nada aconteceu. Desapontado, caiu prostrado, para trás e notou que ao seu lado havia uma velha garrafa.
 
E, na garrafa tinha um recado que dizia:
 
"Meu amigo, você precisa primeiro preparar a bomba derramando sobre ela toda água desta garrafa; depois, faça o favor de encher a garrafa outra vez, para o próximo viajante".
 
O homem arrancou a rolha da garrafa e constatou que ela estava quase cheia!
 
De repente, o dilema.
 
Se bebesse aquela água, poderia sobreviver; mas, se despejasse a água na velha bomba enferrujada e ela não funcionasse morreria de sede.
 
O que fazer?
 
Despejar a água na velha bomba e esperar a água fresca ou beber a água da velha garrafa e desprezar a mensagem?
 
Com relutância, o homem resolveu despejar toda a água na bomba; em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear e a bombear.
 
Pôs-se a ranger e a chiar sem fim.
 
De repente, surgiu um fiozinho de água, depois um pequeno fluxo e, finalmente, a água jorrou com abundância!
 
O homem, aliviado, matou a sede com água fresca e cristalina e depois voltou a encher a garrafa para o próximo viajante.
 
Encheu a garrafa até o gargalo, arrolhou e acrescentou a nota:
 
"Creia, funciona.
 
“Você precisa dar toda a água antes de ter de volta”.
 
A gente pode extrair várias lições desta história...
 
Quantas vezes temos medo de iniciar um novo projeto, pois este demandará um enorme investimento de tempo, recursos, preparo e conhecimento?
 
Quantos ficam parados satisfazendo-se com pequenos resultados, quando poderiam conquistar significativas vitórias?
 
E você?
 
O que falta para despejar está garrafa de água que você guarda e está prestes a beber e lutar pela criação de um Conselho próprio para nós técnicos em segurança conseguir a tão almejada água fresca com a descoberta dessa nova fonte?
 
Já parou para pensar nisso!
 
 
 
“Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história”.

26 de fevereiro de 2015

Fiscais apontam grave risco de adoecimento no setor de telemarketing – não posso deixar passar em branco esse assunto que é uma afronta aos poderes públicos e a profissionais de segurança do trabalho.


Na central de atendimento da Contax, só se entra com uma garrafa d´água e a roupa do corpo - nada mais. O ponto começa a contar depois que o funcionário liga o computador, coloca o fone no ouvido e digita sua senha. Se atrasar um minuto do horário de entrada, perde bônus.
 
A partir de então, um gerente faz a ronda, ditando ordens em voz alta. E há a ronda virtual: cada palavra dita aos clientes é gravada para que a equipe de escuta possa checar se o funcionário seguiu o script da empresa - e se o fez com um "sorriso na voz". Se estiver num dia triste, perde bônus.
 
As ligações entram continuamente pelo fone de ouvido, só param nos intervalos determinados pela empresa: 20 minutos para o almoço e dois intervalos de 10 minutos para o banheiro ou água. No caso de um chamado da natureza, um cronômetro marca o tempo que o funcionário leva para atender a urgência fisiológica. Para não perder o bônus, alguns preferem trabalhar de fralda geriátrica.
 
Além de perder um complemento importante ao salário, quem não segue cada uma das regras acima pode levar bronca do supervisor e corre o risco de entrar no que a empresa chama de "linha de corte": um limbo que antecede a demissão por justa causa. Uma vez na linha de corte, cada deslize vira advertência ou suspensão. A maior aspiração dos funcionários é conquistar o que chamam de "degrau da rua": a demissão sem justa causa.
 
Esse é a rotina dos atendentes da empresa de telemarketing Contax, onde ficam as principais centrais de teleatendimento do Bradesco, Citibank, Itaú, Santander, Net, Oi e Vivo. A descrição acima foi baseada nos registros feitos pelo Ministério do Trabalho durante mega fiscalização em 2014, quando unidades da Contax em sete estados foram inspecionadas. O órgão considerou a terceirização ilícita e responsabilizou os bancos e empresas de telefonia por um conjunto de infrações de trabalhistas que somaram R$ 300 milhões em multas e R$ 1,5 bilhão em débitos salariais.
 
Apesar das exigências para que corrigissem as infrações, em janeiro desse ano os auditores voltaram a encontrar os mesmos problemas nas centrais de atendimento do Itaú, Bradesco e OI - todas sediadas na Contax de Recife, Pernambuco. Essas centrais foram interditadas em 21 de janeiro por não atender a mudanças como, por exemplo, parar de constranger o trabalhador a não usar o banheiro. Além de contabilizar diversos casos de adoecimento, os auditores entenderam que as violações sistemáticas apresentam um risco grave e iminente de adoecimento para todos os operadores.
 
Mas as centrais não ficaram muito tempo de portas fechadas. Um dia depois da interdição, a Contax entrou com um mandado de segurança e conseguiu uma liminar para voltar a funcionar. Com base na defesa da empresa, que diz estar implementando as mudanças necessárias, a 14ª vara da Justiça do Trabalho de Pernambuco não só liberou o funcionamento, como proibiu o Ministério do Trabalho de emitir novas multas.
 
"Nós continuamos a receber denúncias dos trabalhadores, mas estamos de mãos atadas", alerta Cristina Serrano, uma das auditoras fiscais do trabalho à frente da operação. "A empresa diz que está tomando providências, mas seus funcionários nos procuram para dizer que continuam sofrendo os controles excessivos. Recebemos denúncias de funcionários com infecção urinária, depressão e síndrome do pânico que continuam trabalhando".
 
Para piorar, novos problemas surgiram. No dia em que voltaram a trabalhar, funcionárias da Contax gravaram vídeo no celular em que revelam a cor marrom da água disponibilizada no bebedouro. Uma delas afirma que já pegou uma infecção por conta disso.

 
Os problemas de saúde foram o principal fator que motivou a interdição. Só em 2013, essa unidade recebeu mais de 23.000 atestados de afastamento devido a lesões por esforços repetitivos e doenças osteomusculares. Os auditores registraram alto índice de problemas psíquicos e identificaram grande risco para a ocorrência de problemas vocais e de audição. "São todas doenças resultantes da organização do trabalho: decorrentes de assédio moral, exigência para que fiquem sentados na mesma postura por longos períodos, ritmo de digitação acelerado", diz Odete Reis, médica e auditora fiscal responsável pela parte de saúde e segurança da inspeção.
 
Sobre esses números, a juíza Camila Augusta Cabral de Vasconcellos, que liberou o funcionamento das centrais, julgou que "é plenamente possível que, em um contingente de milhares de trabalhadores, como é o caso da Contax, alguns apresentem enfermidades". Com um prédio que abriga 14.000 funcionários, a média anual de atestados por esforço repetitivo da unidade supera o total de trabalhadores contratados. A rotatividade é alta. Isso sem contar os atestados por problemas psíquicos, de voz e de audição. A grande incidência de doenças chama ainda mais atenção quando se considera que os funcionários são jovens: 83% têm menos 30 anos.
 
Em recurso na Justiça do trabalho, a Advocacia Geral da União entrou com mandado para pedir que a empresa feche as portas enquanto as mudanças não foram comprovadamente implementadas. A Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Pernambuco também entrou com um recurso. Os auditores argumentam que a justiça não pode confiar apenas na boa vontade da empresa. Citam o caso da Bahia, onde a Contax assinou um Termo de Ajustamento de Conduta em 2007 e, sete anos depois, a fiscalização encontrou as mesmas irregularidades que já deveriam ter sido corrigidas.
 
Em nota, a Contax argumentou que é "a maior empregadora do município e a paralisação das suas atividades, com possibilidade de perda dos contratos de prestação dos serviços, acarretará em demissão em massa de mais de 10.000 funcionários, afetando a vida particular de cada um, gerando sofrimento e angústia destes e de seus familiares, bem como a economia da localidade, sem contar com a infinidade de impostos recolhidos". A empresa conclui o comunicado afirmando que "cumpre toda a legislação trabalhista e as normas específicas para o setor de call center e se mantém aberto ao diálogo com o Ministério do Trabalho e Emprego".
 
Repórter Brasil.
 
 
Nota deste blog:
 
E assim continua a acontecer os acidentes de trabalho no Brasil, está empresa possui SESMT? Ainda existe este tipo de coisa no Brasil ? Vamos cobrar uma posição mas enérgica do MPT - Ministério Público do Trabalho.
 
 
 
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25 de fevereiro de 2015

O QUE É VIBRAÇÃO - DDS.

Vibração é qualquer movimento que o corpo executa em torno de um ponto fixo, podendo ser regular, do tipo senoidal ou irregular, quando não segue nenhum movimento determinado, como no sacolejar de um carro andando em uma estrada de terra.
 
Um corpo é dito em vibração quando ele descreve um movimento oscilatório em torno de um ponto de referência. O número de vezes de um ciclo completo de um movimento durante um período de um segundo é chamado de freqüência e é medido em Hertz [Hz].
 
AS VIBRAÇÕES PODEM SER:
 
VIBRAÇÕES DE CORPO INTEIRO – são vibrações transmitidas ao corpo com o indivíduo sentado, em pé ou deitado.
 
Normalmente ocorrem em trabalho com máquinas pesadas tratores, caminhões, ônibus, aeronaves, máquinas de terraplanagem, grandes compressores e máquinas industriais.
 
VIBRAÇÕES LOCALIZADAS – são vibrações que atingem certas regiões do corpo, principalmente as mãos, braços e ombros.
 
Normalmente ocorrem em operações com ferramentas manuais vibratórias: marteletes, britadores, rebitadeiras, compactadores, politrizes, motosserras, lixadeiras, peneiras vibratórias e furadeira.
 
EFEITOS DA VIBRAÇÃO NO HOMEM: Os efeitos da vibração dependem, entre outros aspectos das freqüências que compõem a vibração.
 
As baixas frequências são as mais prejudiciais para o corpo humano, vão de 1 até 80-100 hz.
 
Já acima de 100 Hz, as partes do corpo absorvem a vibração, não ocorrendo ressonância.
 
Os principais efeitos à exposição à vibração no sistema mão-braço podem ser de ordem vascular, neurológica, ósteaarticular e muscular, ocorrendo formigamento ou adormecimento leve e intermitente, ou ambos.
 
Pode aparecer no trabalhador branqueamento da ponta dos dedos e com a continuidade do trabalho o mesmo se estende à base do dedo, ocasionando necrose grave.
 
 
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24 de fevereiro de 2015

TRABALHADORES MAIS SEGUROS - DDS.


Durante o desenvolvimento industrial houve épocas em que o trabalhador estava exposto a riscos em seu trabalho que nem os supervisores podiam fazer nada para evitá-los.
 
Proteções inadequadas nas máquinas foram às causas de muitos acidentes e mortes. As condições de trabalhos não foram sempre as melhores para a saúde dos trabalhadores.
 
A principio o ciclo dos equipamentos inseguros e as condições de trabalhos foram responsáveis por trinta e seis por cento de todos os acidentes industriais. Os restos foram causados pelos próprios.
 
Na atualidade a situação esta invertida completamente:
 
As empresas reconhecem a importância da prevenção de acidentes, tanto do ponto de vista humanitário como econômico, e com a consciência dos gerentes temos locais mais seguros para trabalhar e com isto houve a redução dos acidentes por condições inseguras para cinco por cento. A indiferença, descuido e falta de conhecimento dos trabalhadores que causam noventa e cinco por cento.
 
O problema principal agora é conseguir que os trabalhadores tenham mais consciência de segurança. É aqui onde os gerentes têm um papel muito importante.
 
E esta é a melhor posição para influir sobre o comportamento dos trabalhadores, pois é o homem chave em qualquer esforço que haja para reduzir os acidentes. E deverá assumir a responsabilidade por um treinamento seguro dos trabalhadores, por que todos ponham em prática o que aprenderam, e que sejam motivados a pensar sempre em segurança, tanto ele mesmo como os seus companheiros de trabalho.
 
Pense nisso!
 
 
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Uso exagerado do celular no trabalho pode gerar demissão por justa causa. Ótimo DDS.


Uma cena nada inusitada para os dias atuais me fez refletir sobre o uso do celular durante a jornada de trabalho. Um auxiliar de serviços gerais do prédio em que moro limpava o chão do corredor ao mesmo tempo em que tentava equilibrar o aparelho celular no ombro. Dei bom dia e sequer fui notada. Noutro momento, cansado daquela manobra, segurava o telefone com uma mão e com a outra fazia movimentos de vai-e-vem com o rodo, sem, contudo, conseguir executar com êxito o seu trabalho.
 
Não bastasse isso, mensagens de texto pareciam chegar a todo o momento, provavelmente do WhatsApp, o que deixava aquele homem ainda mais atrapalhado no desempenho da sua função. Olhava aquele quadro ainda com certa preocupação, tendo em vista que o piso estava molhado e cheio de sabão, mas o trabalhador parecia estar mais atento a conversa que mantinha com a pessoa do outro lado da linha. Essa situação perdurou por vários minutos, e pelo visto ainda iria render muito mais, como pude perceber em razão da demora do elevador.
 
Nos tempos modernos não se pode olvidar que a telefonia celular se tornou indispensável às relações pessoais e comerciais. Contudo, o uso indiscriminado do telefone móvel durante o horário de trabalho tem resultado em decréscimo da produtividade e, portanto, levado os empregadores a adotar novas normas de conduta, assim como medidas de punição, a fim de coibir tal prática.
 
Além de levar à redução da carga horária, o celular tira a atenção e, consequentemente, reduz o reflexo do obreiro, o que pode ocasionar sérios acidentes de trabalho. No caso acima relatado, o auxiliar poderia simplesmente escorregar e, com isso, acabar quebrando a perna. Então, imagine o que pode acontecer com os funcionários da indústria que operam máquinas pesadas e cortantes.
 
Em recente decisão, a 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho criou forte precedente ao julgar o Recurso de Revista da GRI - Gerenciamento de Resíduos Industriais Ltda., interposto contra acórdão do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região. A segunda instância trabalhista deu provimento ao Recurso Ordinário de uma mulher para reconhecer o seu direito à indenização por danos morais, materiais e estéticos. Os ministros entenderam, por unanimidade, que a culpa pelo acidente foi exclusivamente da vítima, que agiu com negligência ao tentar pegar o seu aparelho celular que havia caído na prensa.
 
Algumas empresas, notadamente as do ramo da construção civil, já têm proibido o uso do celular ou quaisquer outros dispositivos similares nos canteiros de obras. O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brasília e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF) entabularam um Termo Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho de 2014/2015, com vistas a garantir mais segurança e saúde no ambiente laboral.
 
Neste passo, há de se ter em mente que o celular há muito deixou de ser um simples aparelho de comunicação. Hoje, nos deparamos com uma realidade na qual o avanço tecnológico permite o uso a internet por meio de diversos canais, inclusive dos smartphones (telefones inteligentes). Assim, as redes sociais estão ao alcance de todos em qualquer lugar e a qualquer hora. Basta o usuário se conectar a uma rede wi-fi ou outra disponível.
 
Embora ainda não exista legislação específica que discipline a matéria, a empresa pode, por meio do regimento interno, criar normas para uso do celular durante o expediente, mormente quando este se torna excessivo e prejudicial ao desempenho do trabalho. O empregado que transgredir as regras impostas pelo empregador corre o risco de sofrer as sanções impostas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que vai da advertência até a dispensa com justa causa.
 
Os motivos que podem ensejar a justa causa estão elencados no artigo 482 da CLT. Dentre eles, destaca-se a desídia no desempenho da função e o ato de indisciplina ou de insubordinação. O empregado pode cometer uma dessas faltas graves quando do uso do celular durante o trabalho, seja por agir com negligência e desinteresse no cumprimento das suas tarefas ou por desobedecer ao regimento interno de conduta da empresa.
 
Dessa forma, é importante ressaltar que a demissão por justa causa continua sendo tratada pelo Judiciário com muita parcimônia, tendo em vista que tal instituto retira do trabalhador o direito ao percebimento das verbas rescisórias. Contudo, a atual realidade nos traz uma problemática que será em breve pacificada pela jurisprudência. Isso porque já existem alguns casos que demonstram o quanto pode ser prejudicial o uso do celular durante a jornada de trabalho tanto para o empregado quanto para o empregador.
 
Revista Consultor Jurídico.
 
 
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23 de fevereiro de 2015

Comunique-se para integrar – DDS.


Para as empresas de modo geral, a comunicação é a principal ferramenta para estabelecer parcerias e comprometimentos entre todas as pessoas, independente de seu nível dentro da organização, sempre é tempo para melhorarmos o sistema de comunicação, primeiro para manter o estímulo à motivação e ao comprometimento e segundo para consolidar o processo de melhoria contínua.
 
Quanto melhor for a comunicação, maior será a possibilidade de acerto e melhor será o acompanhamento dos resultados alcançados.
 
Para uma boa comunicação é necessário que se garanta os seguintes critérios:
 
Cultivar o respeito entre pares, líderes e liderados; Estabelecer ambiente de cordialidade receptividade permanentemente;
 
Saber ouvir o colega, o subordinado ou chefe é fundamental;
 
Ninguém é tão autossuficiente que não precise aprender nada, e ninguém é tão deficiente que não possa contribuir com nada;
 
Todas as pessoas têm valores que precisam ser preservados e o comportamento, caminho comum final, deve ser permanentemente estimulado ao crescimento, ao comprometimento e ao desenvolvimento;
 
Não há boa ideia que nasça pronta, as grandes ideias são aquelas que podem ser melhoradas continuamente;
 
Não há apenas mão de obra e sim mão, mente e espírito porque o homem é o começo, o meio e o fim de todo o processo produtivo, por isso, se não há comunicação, não há mudança alguma se o homem não quiser mudar.
 
Diante do exposto, para qualquer processo de desenvolvimento é necessário acima de tudo que se saiba onde se quer ir e como chegar lá, para isso, a comunicação e a principal ferramenta, o método mais eficaz, mais prático e mais produtivo do relacionamento interpessoal.
 
"Comunique-se mais com seu colega de trabalho, viva melhor, isso vale a pena!"
 
 
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20 de fevereiro de 2015

É bom saber: “Atestado médico da empresa prevalece sobre laudo de clínica particular”.

Um médico particular emite um atestado dizendo que uma empregada deve mudar de função no trabalho. Outro médico, contratado pelo empregador, discorda e diz que a funcionária tem condições de saúde para realizar suas atribuições normais.
 
Ao analisar conflito envolvendo a empresa de telemarketing Contax e uma analista de recursos humanos, os desembargadores da 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Ceará decidiram, por unanimidade, que o atestado do médico de empresa tem prevalência.
 
A empregada procurou a Justiça do Trabalho pedindo uma indenização por dano moral pelo fato de a empresa não ter cumprido as orientações do médico particular. Reivindicava pagamento de R$ 10 mil.
 
"Não caracteriza dano moral o mero dissabor de a empresa ter acatado o atestado médico que não ratificou o laudo de médico particular", explicou na decisão o desembargador-relator Francisco Gomes. Ele destacou que as súmulas números 15 e 282 do Tribunal Superior do Trabalho destacam que a empresa não é obrigada a acatar atestado de clínico particular, podendo recorrer ao serviço médico próprio.
 
Histórico: A empregada foi admitida pela empresa em janeiro de 2001, tendo como responsabilidade administrar os afastamentos e retornos de funcionários à empresa. Em novembro de 2013, ela precisou se afastar para tratar de um problema de saúde. Ao fim da licença, apresentou a recomendação médica para que tivesse sua função alterada.
 
A decisão é da 2ª Turma do TRT/CE altera sentença anterior da 16ª vara do trabalho de Fortaleza, que concedia a indenização por dano moral.
 
 
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