Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

29 de novembro de 2013

Acidente da Arena – Dessa vez, quem será o “boi de piranha”?


Todos já ouvimos falar que alguém foi o "boi de piranha".
 
Caros colegas, "o boi de piranha é aquele que se submete ou é submetido a um sacrifício para livrar outra pessoa de uma dificuldade ou da culpa". Vejamos que nesse caso, já estão providenciando o culpado pelo acidente, iniciou o jogo de empurra.
 
O Sindicato dos Trabalhos nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo - Sintracon previu o acidente na Arena Corinthians, que matou duas pessoas na última quarta-feira, o Sintracon, horas antes da tragédia, emitiu um alerta de problema na base do guindaste. Mas o planejamento da obra não foi modificado, a obra deve ser entregue no prazo, não será por motivo de segurança do trabalho que ocorrerá o atraso.
 
Qual é o Técnico em Segurança do Trabalho que nunca ouviu essa frase “Vocês estão atrapalhando a produção”. E acaba no que deu, e agora quem será o culpado?
 
Segundo denuncia, o técnico em segurança do trabalho da obra avaliou que havia um problema na base do guindaste e chamou um engenheiro de segurança, que concordou com a avaliação inicial.
 
Como normalmente acontece em empresas de diversos segmentos, mais uma vez a segurança foi colocada em segundo plano, principalmente quando se trata de gastar ou paralisar temporariamente uma atividade.
 
Como a fiscalização das autoridades é precária “Praticamente não existe” ou só existe na legislação, favoreceu para que o engenheiro de produção não acatasse as recomendações de segurança apresentado pelo técnico em segurança do trabalho, dizendo que aquele era um assunto de engenharia civil (lógico que sua opinião é uma ordem e não pode ser questionada, caso contrário o técnico será demitido). Com está decisão, a obra seguiu seu planejamento de colocação da última treliça da cobertura da área leste. Quatro horas depois, o guindaste caiu, atingindo três estruturas e matando duas pessoas.
 
Agora vem, diversos órgãos que deveriam estar fiscalizando a obra e não o fizeram, aparecem para a mídia, faz a média até o próximo acidente ocorrer em uma empresa qualquer desse lindo recanto brasileiro.
 
O papo é o mesmo, sempre tivemos uma relação aberta com o pessoal da segurança, todas as solicitações da segurança eram atendidas imediatamente, se algo falhasse, pedíamos manutenção de imediato, a empresa nunca deixou de atendeu quaisquer pedidos da segurança, o que ocorreu foi uma fatalidade.
 
“Por que só iniciar as investigações pelos “bois de piranha” porque foram os escolhidos para salvar os empresários hipócritas, esses atendem pelo nome de Técnico em Segurança do trabalho”, eu pergunto, por que em relação a estes, apenas a estes, um processo judicial? Segurança do trabalho é responsabilidade de todos.
 
Temos que investigar  essa pseudo elite que diz querer redução de impostos e um estado menor, mas, paradoxalmente, também reclama por mais segurança, mais saúde e educação – mas só os seus já usufruem, desde sempre de segurança, saúde e boa educação.
 
Lembrando as autoridades, este foi o terceiro acidente com mortes em estádios que estão sendo construídos ou reformados para a Copa do Mundo de 2014. Até quando os acidentes vão ocorrer no Brasil.
 
O primeiro foi no Estádio Nacional de Brasília, em junho de 2012, com a morte de um operário de 21 anos que caiu de 30 metros de altura.
 
O segundo foi na Arena da Amazônia, em Manaus, em março deste ano, quando morreu outro trabalhador que caiu de uma altura de cinco metros.
 
Em abril, outra morte de operário foi registrada nas obras do novo estádio do Palmeiras, que não vai ser usado na Copa do Mundo.
 
Marcio Santiago Vaitsman
 
 
“Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história”.

28 de novembro de 2013

DESIDERATO: Autoajuda DDS.


No meio do barulho e da agitação, caminhe tranquilo, pensando na paz que você pode encontrar no silêncio. Procure viver em harmonia com as pessoas que estão ao seu redor, sem abrir mão de sua dignidade.
 
Fale a sua verdade, clara e mansamente. Escute a verdade dos outros, pois eles também têm a sua própria história. Evite as pessoas agitadas e agressivas: elas afligem o nosso espírito.
 
Não se compare aos demais, olhando as pessoas como superiores ou inferiores a você: isso o tornaria superficial e amargo. Viva intensamente os seus ideais e o que você já conseguiu realizar.
 
Mantenha o interesse no seu trabalho, por mais humilde que seja: Ele é um verdadeiro tesouro na contínua mudança dos tempos. Seja prudente em tudo que fizer, porque o mundo está cheio de armadilhas. Mas não fique cego para o bem que sempre existe.
 
Há muita gente lutando por nobres causas. Em toda parte, a vida está cheia de heroísmo. Seja você mesmo. Sobretudo não simule afeição e não transforme o amor numa brincadeira, pois no meio de tanta aridez, ele é perene como a relva.
 
Aceite com carinho o conselho dos mais velhos e seja compreensivo com os impulsos inovadores da juventude. Cultive a força do espírito e você estará preparado para enfrentar as surpresas da sorte adversa.
 
Não se desespere com perigos imaginários: muitos temores têm sua origem no cansaço e na solidão. Ao lado de uma sadia disciplina, conserve, para consigo mesmo, uma imensa bondade.
 
Você é filho do Universo, irmão das estrelas e árvores, você merece estar aqui. E mesmo se você não puder perceber, a terra e o Universo vão cumprindo o seu destino. Procure, pois, estar em paz com DEUS, seja qual for o nome que você lhe der.
 
No meio de seus trabalhos e aspirações, na fatigante jornada pela vida, conserve, no mais profundo do ser, a harmonia e a paz. Acima de toda mesquinhez, falsidade e desengano, o mundo ainda é bonito. Caminhe com cuidado, faça tudo para ser feliz e partilhe com os outros a sua felicidade.
 
Texto encontrado em Baltimore na antiga Igreja de Saint-Paul, em 1632.
 
Nota desse blog: Quero dizer que, infelizmente nem todos se vão identificar com este texto, e talvez não acreditem, nem concordem com o que eu vou falar a seguir.
 
Pensando bem, é melhor não dizer nada, deixe eu ficar na minha, mas do que eu mesmo imagino,  eles devem se identificar e compreender perfeitamente o conteudo do texto.
 
 
"Prevencionista, se você gostou, compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história”.

26 de novembro de 2013

Orgulhosamente 27 de novembro é o nosso dia.

Vinte e sete de novembro sempre será lembrado porque é uma data especial para nós, um momento de comemoração para os que labutam na área da prevenção, especialmente para os Técnicos em Segurança do Trabalho.
 
Embora alguns possam até se ressentir das dificuldades, das incompreensões e das "puxadas de tapete", que já vimos tantas vezes, o que temos a comemorar é o que temos dentro de nós, espírito de solidariedade e de respeito pela vida do próximo.
 
Nossas convicções, nossa conscientização... Os frutos do nosso trabalho... As vitórias do dia a dia... Dos aliados que conquistamos a cada dia, pelo caminho da conscientização.
 
Temos muito mais a comemorar do que a lamentar, porque aqueles que são contra nós pecam pelo negativismo, pela pequenez dos objetivos e dos horizontes. Incapazes de fazer preocupam-se mais em tentar desfazer e impedir que outros façam...
 
Mas não serão bem sucedidos, porque nós somos os verdadeiros fortes nessa situação... Nós somos os bem sucedidos, nós somos - e sempre seremos - os vitoriosos, porque, a cada dia, temos mais colegas de trabalho, mais pessoas salvas dos acidentes e agora envolvidas com prevenção, mais pessoas verdadeiramente preocupadas com o que é importante.
 
Um abraço a cada colega, um abraço a cada um que - com justificado orgulho - carrega seu certificado de registro profissional e, mais que isso, o homenageia com trabalho sério e dedicado.
 
A todos as Técnicas em Segurança do Trabalho, mestras da dupla jornada... A todos os Técnicos em Segurança do Trabalho, muitas vezes beneficiários da mesma dupla jornada, um abraço do colega que, com muito orgulho se identifica.
 
Marcio Santiago Vaitsman
 
"Prevencionista, se você gostou, compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história”.

27 de novembro, Dia Nacional do Técnico de Segurança do Trabalho.


Quem é o profissional Técnico de Segurança do Trabalho?
 
É uma profissão regulamentada através da Lei Nº 7.410 de 27 de novembro de 1985, essa lei foi regulamentada através do Decreto Presidencial Nº 92.530 de 09 de abril de 1986, pelo Senador José Sarney na época e suas atribuições são definidas pela Portaria do Ministério do Trabalho 3.275/89 e pela Classificação Brasileira de Ocupações - CBO 3516.
 
Trata-se de uma categoria profissional diferenciada, que possui o seu registro profissional após sua formação, obrigatoriamente, junto ao Ministério do Trabalho e Emprego, para o seu pleno exercício profissional. São, portanto, trabalhadores que atuam na linha de frente na luta pela promoção e execução da proteção ao trabalho e, que caminham em busca de objetivos, que assegurem condições mais dignas de segurança e saúde para os trabalhadores. Trata-se de uma categoria profissional diferenciada de grande importância para o nosso país e, para a sociedade brasileira.
 
No entanto, esses profissionais já desempenhavam suas funções muito antes dessa data, uma vez que os prevencionistas, como são chamados, sempre se preocuparam com o bem-estar dos trabalhadores e com a melhoria das condições do ambiente e meio de trabalho.
 
Além de atuarem na prevenção de acidentes de trabalho, o Técnico em Segurança do Trabalho que é a única categoria reconhecida por lei entre as outras, que integram o Serviço Especializado em Segurança e Saúde no Trabalho (SESMT) - zelam pela integridade física e mental do trabalhador. Desta forma, auxiliam o empregador, a fim de criar um ambiente laboral que se adeque às normas de Segurança e Saúde no Trabalho, mais conhecidas como Normas Regulamentadoras e outras regulamentações, sendo responsáveis por estabelecer a obrigatoriedade de serviços e programas relacionados à saúde e segurança no ambiente de trabalho.
 
Entre as atividades desenvolvidas pelo técnico em Segurança do Trabalho está o dever de informar e sugerir ao empregador, por meio de parecer técnico e outros meios, quanto aos riscos sobre os trabalhadores, orientando-os quanto às medidas para eliminá-los. Para isto, eles precisam analisar os processos de trabalho e identificar os fatores de riscos de acidentes e doenças do trabalho. Também cabe ao técnico elaborar e executar medidas e recomendações de segurança e, programas de prevenção com a participação dos trabalhadores, avaliando e auditando os resultados destas ações, promovem a capacitação do trabalhador, através de cursos, palestras e outros recursos técnico-pedagógicos, orientando também os trabalhadores terceirizados quanto à Segurança e Saúde no Trabalho.
 
Estudam as condições de segurança dos locais de trabalho, das instalações e das máquinas e equipamentos, identificando seus pontos de risco, recomendando a implantação de dispositivos de segurança e outras proteções; planeja e desenvolve a implantação de técnicas relativas a gerenciamento e controle de riscos, vistoria, avalia e indica medidas de controle sobre o grau de exposição a agentes agressivos de riscos físicos, químicos e biológicos. Também analisam riscos, acidentes e falhas, investigando causas e propondo medidas preventivas e corretivas, entre outras competências. A sua Classificação Brasileira de Ocupações - CBO é de nº 3516, onde prevê essas e outras atuações e funções no exercício da profissão, que foi publicado pelo Ministério do Trabalho e Emprego e, disponível no site deste Ministério, sendo construído anteriormente em três etapas: descrição, avaliação e co-avaliação, com a participação da FEA/USP, MTE, SEMTEC/MEC, Fundacentro, Representação Patronal e dos Trabalhadores e, principalmente pela categoria, através de inúmeros diretores da Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho - FENATEST e por outros colaboradores, diretores dos Sindicatos Estaduais afiliados à Federação.
 
Para lembrar a importância deste profissional são realizadas diversas atividades pelo país em alusão a esta data.
 
Há a necessidade de diversas iniciativas para reduzir os acidentes e melhorar as condições de trabalho no Brasil. A sociedade organizada deve fazer a sua parte e o governo de forma interministerial, devem propor medidas para aperfeiçoar as condições de trabalho, através de implantações de políticas públicas eficazes na área da segurança e saúde no trabalho. E no caso das empresas, devem tratar a prevenção como parte integrante de suas atividades e de seus negócios, onde através de sistema de gestão, contemple a busca de ambientes seguros de trabalho, conforme determinou o 18º Congresso Mundial sobre Segurança e Saúde no Trabalho, promovido pela Organização Internacional do Trabalho - OIT, realizado no mês de julho deste ano em Seul - Coréia do Sul.
 
Uma dessas necessidades também é de poder contar com o apoio e iniciativa da Presidente Dilma Rousseff e, do Ministro do Trabalho Manoel Dias, para presentear esta importante categoria, que têm como seu objetivo maior, a regulamentação do Conselho Federal dos Técnicos de Segurança do Trabalho - CONFETEST, que além de almejar o objetivo da categoria, poderá colaborar com o Estado de uma forma positiva, na redução dos acidentes no trabalho no país, vindo colaborar e muito, com a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho e no Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho, ambos sancionados recentemente pela Presidenta da República.
 
O processo do anteprojeto de lei de iniciativa do governo (MTE) é de nº 46010.001767/2003-99 e a Exposição de Motivos é de nº 16 de 08.12.2004, que já foi enviado pelo Ministério do Trabalho e Emprego para a Casa Civil da Presidência da República, ao Ministério do Planejamento e para a Advocacia Geral da República.
 
Atualmente esse anteprojeto de iniciativa do governo, se encontra no Gabinete do Ministro do Trabalho e Emprego.
 
O país precisa investir mais em prevenção e gastar menos com acidentes de trabalho, pois a prevenção é o principal instrumento para a redução dos enormes índices de acidentes e de doenças ocupacionais que temos no Brasil e, esses profissionais são de suma importância nesta atual conjuntura.
 
Parabéns para todos os Técnicos de Segurança do Trabalho pela sua data comemorativa, que trabalham em defesa da segurança e saúde de todos os trabalhadores, indiscriminadamente, que acreditam e apostam em dias melhores, novas conquistas, lutando contra o preconceito e atitudes antiéticas e, principalmente pela conquista definitiva de seu Conselho Próprio, que é o Conselho Federal dos Técnicos de Segurança do Trabalho - CONFETEST; conquistando assim, definitivamente, a sua independência, melhoria em sua atuação profissional, vindo dessa forma colaborar com o Brasil e com o povo trabalhador brasileiro, na divulgação de práticas preventivas e, principalmente, colaborando de uma forma mais segura, na redução dos acidentes no trabalho e, das doenças ocupacionais.
 
A categoria merece e agradece!
 
Viva o Técnico (a) de Segurança do Trabalho! Vida longa para esta incansável e guerreira categoria!
 
 
Por José Augusto da Silva Filho.
 
 
“Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história”.
 

Carta à sociedade repudia projetos da bancada ruralista contra Lei do Motorista.



Os participantes do “1º Congresso Regional do Trabalho Seguro no Transporte Rodoviário”, realizado em Campinas nos dias 21 e 22 de novembro, divulgaram uma carta aberta à sociedade na qual repudiam as tentativas da bancada ruralista do Congresso Nacional em alterar ou revogar a Lei nº 12.619/12, conhecida como a “Lei do Motorista”. O encontro foi realizado pelo Ministério Público do Trabalho, Tribunal Regional do Trabalho e Federação dos Trabalhadores Rodoviários.
 
Segundo a “Carta de Campinas do Transporte Seguro”, os deputados que apresentaram projetos na Câmara, sob o pretexto de que não há infraestrutura rodoviária com pontos de descanso nas estradas, “buscam a implantação de enorme retrocesso social, pretendendo aumentar a jornada de trabalho de motoristas, de diminuir seus períodos de descanso e excluir a fiscalização pela polícia rodoviária”.
 
A Lei do Motorista institui uma parada de 30 minutos para cada quatro horas dirigidas ininterruptamente. O texto alerta para o fato de que boa parte dos caminhoneiros dirige até 24 horas sem paradas, o que os leva à utilização de drogas pesadas para se manter acordados, como anfetamina e cocaína.
 
A Carta enfatiza que 25% dos acidentes nas estradas federais envolvem transportadores de carga, número que aumenta para 36% em estradas estaduais. A categoria profissional que lidera a lista de mortes por acidente de trabalho em SP é a de “motoristas de caminhão” (253 mortos de 2006 a 2008), figurando em quarto lugar o “ajudante de motoristas” (61 mortos).
 
Entre os itens deliberados em assembleia no Congresso, que figura na Carta, está a manifestação de que é “indefensável que os motoristas continuem sendo submetidos a jornadas desumanas, apenas para que caminhões possam ser usados para depósito da produção agrícola, com a deturpação da própria natureza do serviço de transporte, transferindo aos trabalhadores o ônus pela falta de silos e condições de armazenamento na época de safra”.
 
Por fim, a Carta convoca a sociedade brasileira a contribuir para a eliminação da jornada de trabalho extenuante observada no setor de transportes, “em nome da segurança de todos nas estradas, da prevenção de acidentes de trânsito, da eficiência do setor de transportes e da dignidade dos trabalhadores”.
 
O 1º Congresso Regional do Trabalho Seguro no Transporte Rodoviário reuniu mais de 400 pessoas e pode ser considerado o maior evento da categoria no país, que discutiu as condições de trabalho no segmento e as relações entre empregados e empregadores nas empresas de logística.
 
Participaram por dois dias os maiores especialistas e autoridades no assunto, entre juízes, procuradores, policiais rodoviários, pesquisadores, advogados e ministros.
 
Leia o documento na íntegra:
 
CARTA DE CAMPINAS DO TRANSPORTE SEGURO:
 
Os participantes do 1° Congresso Regional do Trabalho Seguro no Transporte Rodoviário, organizado pelo Ministério Público do Trabalho, pelo Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, pela Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado de São Paulo e pela Federação das Empresas de Transporte de Carga do Estado de São Paulo, realizado nos dias 21 e 22 de novembro de 2013, em Campinas/SP, vêm a público, após deliberação em assembleia, para:
 
1. DESTACAR que estudos e ações de fiscalização comprovaram a existência de jornadas de trabalho excessivas e desumanas no transporte rodoviário de cargas, não sendo incomuns jornadas de 14, 18 ou mesmo mais de 24 horas de trabalho;
 
2. OBSERVAR que a fadiga dos motoristas conduz a uma enorme quantidade de acidentes envolvendo veículos de transporte de carga, tendo ocorrido em 2012, em estradas estaduais e federais no estado de São Paulo, 37.774 acidentes com caminhões;
 
3. REFERIR que embora os veículos de carga correspondam a apenas 3,2% da frota total de veículos terrestres, eles estão envolvidos em 28,6% das mortes, 18,9% dos acidentes com feridos e 25% do total de acidentes ocorridos em estradas federais, e 36% dos acidentes em rodovias estaduais paulistas;
 
4. ENFATIZAR que no estado de São Paulo, considerando todos os acidentes fatais reconhecidos por Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), a categoria profissional que lidera a lista de mortes é a de “motoristas de caminhão” (253 mortos nos anos de 2006 a 2008), figurando em quarto lugar o “ajudante de motorista” (61 mortos);
 
5. REGISTRAR com enorme preocupação, que para suportar jornadas desumanas muitos motoristas estão recorrendo ao uso de drogas, inclusive anfetaminas e cocaína, havendo estudos apontando positividade clínica para uso de tais substâncias em 22% dos motoristas;
 
6. ESCLARECER que o excesso de jornada e a insuficiência de descanso conduzem, de acordo com a ciência médica, a elevado número de adoecimentos, inclusive doenças cardiovasculares, transtornos digestivos, alterações do sono, depressão e dependência química, aumentando o número de licenças previdenciárias e aposentadorias por invalidez.
 
7. INFORMAR que os acidentes nas estradas acarretam enorme prejuízo econômico às empresas, ao estado e a toda sociedade, estimado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada em 30 bilhões de reais ao ano.
 
8. INSISTIR que jornadas excessivas e desumanas fazem com que a qualidade e a produtividade do transporte rodoviário sejam mantidas no patamar mais baixo possível, impedindo que o setor abandone práticas antieconômicas e ganhe maior eficiência;
 
9. PRECONIZAR que a implementação do desenvolvimento sustentável exige a superação da antiga mentalidade, que atribuía à questão trabalhista a condição pejorativa de “custo a ser evitado”, para que seja considerada “investimento a ser realizado”;
 
10. LEMBRAR que para corrigir parte desses problemas foi editada a Lei n. 12.619/2012, resultado de intensa negociação entre governo, patrões e empregados do setor de transportes, com o propósito de implantar melhorias nas condições de trabalho e maior qualidade ao serviço, em proveito dos trabalhadores, das empresas e do país como um todo;
 
11. DENUNCIAR que apesar da urgência na abolição das jornadas desumanas, há setores, capitaneados pelo agronegócio, que se mobilizam para tentar impedir as desejadas melhorias, para a defesa de seus interesses econômicos;
 
12. REPUDIAR a aprovação de projetos de lei em tramitação que, a pretexto de alterar ou revogar a Lei 12.619/2012, buscam a implantação de enorme retrocesso social, pretendendo aumentar a jornada de trabalho de motoristas, diminuir seus períodos de descanso e excluir a fiscalização pela polícia rodoviária, contrariamente aos objetivos da Década de Ação Pelo Trânsito Seguro convocada pela ONU;
 
13. PROCLAMAR ser indefensável que os motoristas continuem sendo submetidos a jornadas desumanas, apenas para que caminhões possam ser usados para o depósito da produção agrícola, com a deturpação da própria natureza do serviço de transporte, transferindo aos trabalhadores o ônus pela falta de silos e condições de armazenamento na época da safra;
 
14. CONVOCAR a sociedade brasileira a se empenhar na eliminação das jornadas desumanas no transporte de cargas, em nome da segurança de todos nas estradas, da prevenção de acidentes de trânsito, da eficiência no setor de transportes e da dignidade dos trabalhadores.
 
Campinas, 22 de novembro de 2013.
 
Procuradoria Regional do Trabalho.
 
 
“Prevencionista, se você gostou, seja um seguidor e compartilhe com seus amigos e um dia verá que essa sua atitude fez parte da sua história”.

25 de novembro de 2013

UTILIZAÇÃO DE ANDAIMES – DDS.


 OBJETIVO:
 
Estabelecer os critérios mínimos de segurança para montagem, desmontagem e utilização de andaimes, plataformas provisórias, escadas, cadeiras suspensas e balancins em altura ou profundidade superior a 2 metros.
 
CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE ANDAIMES:
 
A montagem, acesso ou trabalho sobre andaimes, balancins, cadeiras suspensas, com mais de 2,0 m de altura, não deve ser executada se:
 
Houver presença de chuvas, ventos fortes, má iluminação.
 
Os executantes tiverem problemas de labirintite, fobia para lugares altos, pressão alta (no momento do trabalho), epilepsia, problemas de coração.
 
Deve ser realizada inspeção prévia dos andaimes e segregado as peças defeituosas verificando:
 
Tubos: furo; empenamento; boca amassada; corrosão; comprimento; pingo de solda; presença de graxa ou óleo.
 
Acessórios: trinca na luva; luva com borda amassada; trinca em braçadeira; diâmetro fora do padrão; parafusos empenados; engates danificados.
 
Tábuas com: empenamento; rachadura; baixa espessura; nós; corte irregular; contaminação com grande quantidade de produto corrosivo ou inflamável.
 
Os andaimes devem ser dimensionados e montados de modo a suportar com segurança as cargas de trabalho a que serão submetidos, devendo conter quando liberados, etiqueta de inspeção indicando a carga máxima de trabalho.
 
O pessoal envolvido com a montagem de andaimes e plataformas provisórias deve ter treinamento específico e o encarregado de andaimes deve ser um profissional especializado com experiência comprovada na função.
 
Quando necessário, o local da montagem deve ser isolado e sinalizado.
 
Durante a montagem deve ser utilizado cinto de segurança tipo paraquedista.
 
As chaves e catracas utilizadas para montagem do andaime devem estar presas ao executante (por meio de elástico ou cordão), evitando o risco de queda.
 
A estrutura do andaime não pode apresentar defeitos que comprometam sua segurança, devem ser mantidas em perfeito estado de conservação e funcionamento.
 
O andaime uma vez montado não deve ser modificado sem avaliação do profissional especializado, também não podem ser retiradas partes que desestabilizem a sua estrutura e resistência.
 
O transporte do material de montagem do andaime deve ser feito de maneira segura em caminhões, reboques ou carrinho plataforma adaptado.
 
A movimentação de materiais para montagem de andaimes em pontos elevados pode ser feita do seguinte modo:
 
Escada Humana (Formiguinha) para andaimes até uma altura de 20 m, sendo a movimentação realizada de mão em mão, com os montadores posicionados na parte interna do andaime.
 
Com guindaste, utilizando duas cintas enforcando os tubos a serem transportados.
 
Com corda, fazendo uso de pau de carga e transportando as peças presas por ganchos e enforcadas com a corda, de modo que não haja risco da queda da peça.
 
LONGARINA:
 
Nos andaimes de serviço, instalar a primeira na base e as seguintes a cada 6,0(m) de altura.
 
Nos andaimes de carga, instalar a primeira na base e as seguintes a cada 3 andares, independentemente da altura de cada andar.
 
Andaime sobre rodas só deve ser utilizado em base plana, regular e estável (piso de alvenaria ou plataforma metálica), dispor de mecanismo de trava.

ESCADAS DE ACESSO:
 
As escadas de acesso são obrigatórias em todos os andaimes, devendo-se observar os seguintes requisitos:
 
Uso obrigatório de guarda-corpos de acesso ao longo dos degraus, a partir de 2,0(m) do solo, até 1,0(m) acima do nível da plataforma mais elevada;
 
O comprimento máximo de cada lance de escada deve ser de 4,0(m);
 
A cada 4,0(m), devem-se utilizar lances de escadas desencontrados com suas respectivas plataformas de descanso;
 
Espaçamento uniforme entre degraus: de 25 a 35,0(cm);
 
A instalação de mais de uma escada de acesso, será função da dimensão lateral do andaime e da quantidade de pessoas que nele trabalhe - avaliação de campo, entre executante e RQSM.
 
GUARDA CORPO:
 
O andaime deve dispor de guarda-corpo e rodapé com as seguintes características:
 
Travessão superior à 1.20m. do assoalho;
 
Travessão intermediário a 0.70m. do assoalho;
 
Rodapé de 20 cm. do assoalho.
 
Pode ser dispensado o guarda-corpo no lado do andaime da face de trabalho, desde que não haja risco de queda.
 
Vãos entre as travessas devem ser protegidos com tela ou outro dispositivo que garanta o fechamento seguro dos vãos.
 
ASSOALHO:
 
O assoalho do andaime deve ter as seguintes características:
 
Tábua de 1ª qualidade, bruta, isenta de nós, trincas, rachaduras e empenamento; isentas de pintura que encubram deformidades; largura de 300mm., e espessura mínima de 30 mm (para vão de até 1.50m.) ou 40 mm. (para vão de até 2,0 m.);
 
Balanço das tábuas para fora do andaime deve ficar de 10 cm a 40 cm;
 
Se necessário sobreposição de pranchões (um sobre o outro), deve haver sobreposição longitudinal de no mínimo 30 cm e o ponto de apoio deve ficar no centro da mesma e as extremidades fixadas;
 
As extremidades das tábuas devem estar amarradas ao andaime e entre si, travadas ou fixadas por tubo ou braçadeira;
 
Piso de trabalho com forração completa de pranchões de madeira. Quando destinado a serviços a quente deve também ser forrada com lona de vinil ou manta anti-chama.
 
PROJETO DE MONTAGEM:
 
Todo andaime de carga deve ser precedido de projeto de montagem;
 
Todo andaime de plataforma, com altura superior a 30,0m, deve ser precedido de projeto de montagem;
 
O dimensionamento dos andaimes (sua estrutura de sustentação e de fixação) deve ser realizado por profissional legalmente habilitado;
 
Todo andaime deve ser projetado para suportar pelo menos 4 vezes a sua carga máxima estática de trabalho (seu próprio peso);
 
Todo projeto deve apresentar desenho esquemático do andaime, onde estejam contempladas as premissas consideradas para cálculo, tais como altura para andaimes suspensos e/ou apoiados e altura da viga de sustentação em andaime em balançoDevem ser consideradas as cargas laterais (carga de vento) e a necessidade de uso de anel de contraventamento;
 
O projeto de montagem de andaimes deve atender às exigências do CREA Regional, da NBR 6494 da ABNT e do subitem 18.15 da NR-18 do MTE.
 
CONDIÇÕES GERAIS DE MONTAGEM:
 
Não deve ser permitido o empilhamento, mesmo provisório, de materiais sobre o andaime. Só deve ser mantido sobre o andaime os materiais para uso imediato;
 
Para içamento de materiais pesados para o andaime, deve ser instalado sistema de elevação em estrutura independente do andaime. A área de içamento deve estar isolada e sinalizada;
 
O içamento de materiais leves deve ser executado através de cordas e sacolas sempre que possível pela parte interna do andaime e a área de circulação abaixo deve estar isolada;
 
Para trabalhos sobre andaimes com altura superior a 2 metros, com risco de queda, deve ser utilizado cinto de segurança tipo pára-quedista instalado sempre que possível em estrutura independente do andaime;
 
O local de instalação do andaime deve ser isolado e sinalizado, não devem ser obstruídos hidrantes, extintores, acessos, rotas de fuga, escadas e caixas de emergência;
 
A distribuição de carga sobre o andaime deve ser homogênea, todos os acessórios/ferramentas de montagem (parafusos, flanges, grifos, alicates, etc.), devem ser organizados/acondicionados, de forma a prevenir quedas;
 
Em áreas com produtos corrosivos (soda cáustica, HCl ) andaimes com pranchas de madeira só podem permanecer montados por no máximo 7 dias, devendo ser avaliado diariamente as condições da plataforma pelo executante;
 
Quando usar ferramentas elétricas ou pneumáticas, amarrar os cabos elétricos ou mangueiras no próprio andaime. Deverá ser efetuada inspeção prévia nos cabos elétricos, a fim de evitar fugas de corrente para as partes metálicas;
 
Os andaimes devem ser montados a uma distância superior a 2 metros de linha elétrica energizada ou não. Em distâncias menores deve haver avaliação da especializada de elétrica;
 
Andaimes de quadro ou tubular, com encaixe sobre rodas, só podem ser usados em áreas com superfícies rígidas, com possibilidades de livre deslocamento não podendo exceder a uma altura máxima de 5 metros. As rodas devem ter no máximo 15 cm de diâmetro e estarem travadas durante todo o tempo em que o andaime não estiver sendo movimentado. É proibida sua movimentação com pessoas ou materiais sobre a plataforma;
 
Andaimes suspensos só serão permitidos em serviços especiais, acompanhados de uma APR;
 
Os andaimes não devem ser modificados de modo a comprometer sua resistência ou desempenho;
 
Não é permitido usar combinações de andaime de tipos diferentes ( Ex. quadro com tubular.);
 
Os dispositivos de segurança dos andaimes tais como: braçadeiras, diagonais, sistema de travamento tipo borboleta, etc, devem estar em boas condições de uso (evidenciado através de inspeção prévia);
 
Em trabalhos realizados simultaneamente em níveis diferentes e sobrepostos, devem ser instalados rodapés e pranchões de proteção lateral no vão de circulação de pessoas, a fim de evitar quedas de materiais;
 
Apenas mão de obra comprovadamente capacitada e devidamente habilitada deve participar das etapas de montagem, utilização e desmontagem de andaimes;
 
A permanência em plataformas de andaimes, está condicionada ao uso de cinto de segurança tipo pára-quedista. Em função da necessidade, instalar cabo-guia horizontal ou vertical e trava-quedas;
 
CONDIÇÕES GERAIS DE DESMONTAGEM:
 
Durante o planejamento de construção do andaime, obrigatoriamente deve-se planejar a sua desmontagem;
 
Antecipadamente, verificar a existência de restos de material sobre as plataformas e de tábuas soltas;
 
Realizar a desmontagem do andaime, sequenciadamente e de cima para baixo;
 
A única parte do andaime que pode ser desmontada com o trabalhador sobre o mesmo, é o corrimão da escada;
 
Atender a todos os requisitos adotados durante o processo de montagem, verificando as situações transcorridas no sentido inverso;
 
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24 de novembro de 2013

Parábola da Vaca – DDS de reflexão.


Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita... Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.
 
Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas... Então se aproximou do senhor aparentemente o pai daquela família e perguntou: Neste lugar não há sinais de pontos de comercio e de trabalho; como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?
 
E o senhor calmamente respondeu:
 
Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte nós produzimos queijo, coalhada, etc...; para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo.
 
O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou:
 
Aprendiz pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá em baixo.
 
O jovem arregalou os olhos espantados e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silencio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem.
 
Assim empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.
 
Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo aquela família, pedir perdão e ajudá-los.
 
Assim fez, e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim.
 
Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver, "apertou" o passo e chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos e o caseiro respondeu:
 
Continuam morando aqui.
 
Espantado ele entrou correndo na casa; e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha):
 
Como o senhor melhorou este sítio e está muito bem de vida?
 
E o senhor entusiasmado, respondeu:
 
Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora...
 
Ponto de reflexão:
 
Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma convivência com a rotina.
 
Descubra qual é a sua?
 
Aproveite você também para empurrar sua "vaquinha" morro abaixo.
 

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